Perhaps
1 Perhaps
Notas iniciais
Cri. Cri. Cri.
Argh. Eu tenho mesmo de suportar isso?
Cri. Cri. Cri.
Argh. Não preciso passar por isso preciso?!
Cri. Cri. Cri.
Aaargh. Levanto.
Cri.
Isso é intolerável, mas ao mesmo tempo é tão amigável quanto um dia de sol com brisa fresca. É de se pensar do porque nós, seres humanos, seres mundanos, ainda somos tão ignorantes. Ainda assim, é uma bela espécie a se estudar não acha?! Como pensamos? Porque temos sentimentos? Porque ao estar com alguém que amamos sentimos nosso peito arder e nosso rosto corar e quando estamos perto de alguém que temos aversão, nos sentimos pesados e cansados, e tão indelinquentes ou talvez até nos sentimos tão potentes? Do porque subjugamos o mundo, do grão de pó instalado no seus livros a um pequeno incidente do outro lado do mundo? Não é exagero. E você sabe disso.
Sabe, são muitas as questões que eu poderia querer discutir. Talvez muitas seria muita mediocridade da minha parte comparado com as milhares de duvidas que tenho sobre a mente humana e sobre tudo que ela é capaz de fazer a partir de um toque entre um neurônio e outro. É só pensar algo que você deseja, talvez pense no seu inconsciente, pode demorar, mas irá acontecer quando você menos esperar. Destino? Acaso?! Seria o correto? Você mesmo deu as ordens?
Seria razoável saber ao menos o inicio. Mas não falo da Bíblia ou da ciência. Não sei sobre o que falo mas sinto que quero saber, mas não que o deva. É indiferente. Ou será que mudaria vidas? Claro que mudaria! Isso é mais óbvio que tinta de caneta num copo com água. Queria ser rica. Conseguiria com tais informações. Mas já sou rica. Não possuo total conhecimento de tudo. Não possuo dinheiro para me satisfazer o tempo todo. Não possuo plena saúde. Não possuo todos que amo ao meu lado. Mas me tenho e tenho a vida, a folha que já já cairá levemente da tua árvore e padecerá em solo fértil. Oh que sejas a mãe natureza!
Para que pensar nisso tudo? Para que utopizar? Não somos mais nada do que grãos cósmicos, quem sabe até lunar... Somo nada no nada.
Somos tudo no nada. Ou o nada no tudo?
Palavras ecoam na minha mente e eu as escrevo aleatoriamente e sem precisão. Talvez haja e faça algum sentido futuro. Em um momento próximo talvez.
Cabe a nós vivermos cada emoção, cada sentimento, sentir intensamente cada abraço e cada beijo, cada toque, mesmo que dos mais simples. Pois somos folhas. Só folhas.
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