Notas iniciais
Em primeiro lugar, quero pedir desculpas novamente por não ter respondido a todos os comentários. Andei sem tempo para nada e foi um milagre eu ter conseguido escrever esse capítulo. Estarei respondendo a todos os comentários prometo. :) Ah meus amores, Perfect For Me, está chegando a reta final... Falta apenas alguns capítulos. Bem como eu sei o quanto vocês amam esse casal lindo, tenho uma novidade para vocês: Estarei postando uma nova fic Beward assin que Perfect For Me acabar. Em breve mostrarei a sinopse a vocês. Beijos e boa leitura. Ps: Obrigada pelas recomendações eu fiquei muito feliz.

Edward

–Bella, acalme-se. Meus pais já te adoram e sei que eles vão amar saber que estamos juntos. – Digo, assim que paro o carro em frente à casa dos meus pais.

Isabella sorri nervosamente e morde o lábio.

Seguro suas mãos trêmulas entre as minhas e beijo os nós dos seus dedos.

–Amor...

–Eu estou bem Edward. Eu... Estou apenas nervosa. – Ela respira fundo. Sorrio. Inclino-me e beijo-lhe suavemente nos lábios.

–Eu te amo. – Sussurro contra seus lábios. Um suspiro suave escapa de sua garganta e eu me esforço muito para manter o controle. Era incrível como meu corpo reagia ao simples fato de está tocando nela. Não importa o quanto eu a tenho. Não importa quantas vezes façamos amor. Estar com ela simplesmente me deixa louco de vontade de arrancar suas roupas e decorar cada detalhe de seu corpo com meus lábios e minhas mãos.

–É melhor entrarmos. – Digo. Luto contra a vontade de continuar agarrado a ela, saboreando seu doce gosto e a suavidade de sua pele.

Isabella abre os olhos e toca minha face.

–Vamos acabar logo com essa tortura e voltar para seu apartamento. – Um sorriso lindo nasce em seus lábios iluminando seus olhos.

–Ser apresentada a minha família como minha namorada é uma tortura para você? – Arqueio uma sobrancelha e finjo está ofendido.

Seus olhos ficam redondos de surpresa com minha pergunta.

–Não. – Diz com a voz alta demais, quase em choque. – Eu estava falando de... –Ela sorri sem jeito. – Estava falando de nós... De está aqui nesse carro e não poder... – Ela faz um gesto com as mãos para o pequeno espaço entre nossos corpos. – Não poder te tocar como eu quero.

Sorrio e a puxo para mais perto de mim.

–Eu sei o que você quer dizer, amor. Estava apenas brincando.

Isabella bate em meu ombro sorrindo.

–Você é... Um cretino.

Levo a mão até o ombro e esfrego o local onde ela bateu fingindo que está doendo.

–É melhor irmos. — Diz ela ainda sorrindo. – Antes que eu desista de ser apresentada como sua namorada e leve de volta ao seu apartamento para te ensinar boas maneiras.

–Você pode me ensinar boas maneiras quando voltarmos para casa.

Isabella engole em seco e me analisa atentamente. Seus olhos me olhando tão profundamente como se eu tivesse falado alguma coisa a qual ela não tivesse entendido.

–É... Eu gostei disso. – Diz quase num sussurro.

Antes que eu possa tocar a campainha à porta é aberta e Alice nos olha maravilhada, com um sorriso enorme nos lábios, como se ela tivesse acabado de ganhar na loteria.

–Bella. Edward. – Ela joga os braços em torno do meu pescoço. – Estou tão feliz. Enfim você fez a escolha certa. – Sussurra em meu ouvido, antes de me soltar e abraçar Isabella.

–Bella. Bem vinda à família. – Diz eufórica.

Isabella cora ao se afastar de Alice. Minha irmã às vezes era tão exagerada.

–Obrigada, Alice. – Diz Isabella timidamente.

–Entrem. Papai e mamãe já estavam achando que você tinha desistido Edward.

Alice dá um passo para o lado para que possamos entrar. Isabella aperta minha mão com um pouco mais de força. Olha-a de relance e sorrio para lhe tranqüilizar. Sinto meu coração bater forte a cada passo que damos para chegar à sala. Eu não sabia que estava nervoso até concluir que depois de Irina, eu nunca havia levado ninguém a minha casa e lhe apresentado como alguém que está fazendo parte da minha vida. Rosalie tinha estado algumas vezes nessa casa, conhecia minha família, no entanto todos sabiam que nosso relacionamento era casual. Isabella é diferente. Ela é minha namorada. Ela agora faz parte da minha vida e eu a quero para sempre ao meu lado. Não imagino passar mais um dia sequer longe dela. Eu quero dormir e acordar ao seu lado todos os dias. Quero que ela seja minha mulher. Quero construir uma vida ao seu lado e ter filhos. Quero cuidar dela e lhe fazer feliz.

Minha família agora saberia disso.

–Filho. – Minha mãe é a primeira a se levantar do sofá e caminhar ao nosso encontro. Seu sorriso e seu olhar afirmam o que eu já sabia: Alice já havia lhe contato sobre mim e a Isabella.

Esme Abraça-me com carinho. Há dias que não nos vimos.

–Que saudades que eu estava de você. – Ela beija-me suavemente na face e em seguida passa a mão delicadamente para tirar a marca do batom, em seguida volta-se para Isabella.

–Então... Você é a pessoa que está fazendo meu filho feliz. – Suas palavras cheias de emoção fazem meu coração acelerar. Aperto a mão de Isabella e a olho de soslaio. Isabella está sorrindo e corando ao mesmo tempo. Ela é a primeira pessoa que conheço que cora por está sendo apresentada a família do namorado.

–Eu acho que sim. – Diz ela meio sem jeito.

Minha mãe sorri.

–Deixe-me dar-lhe um abraço. – Esme joga os braços em torno de Isabella e lhe abraça com carinho, sussurrando algo no ouvido de Isabella que eu não consigo ouvir.

–Obrigada. – Diz Isabella com a voz baixa quando Esme se afasta e, eu percebo que seus olhos estão brilhando.

Meu pai me estuda do canto da sala com um sorriso discreto e satisfeito nos lábios.

Ele não precisava dizer nada, seu olhar me dizia tudo. Relembro todas as conversas que tivemos no decorrer dos sete anos que passei trancado no meu próprio mundo, amaldiçoando a Deus por ter levado a mulher que eu amava e me recusando a seguir minha vida.

Carlisle sempre esteve ao meu lado, mesmo eu recusando sua ajuda e seus conselhos. Hoje eu vejo o quanto ele estava certo. Ele sempre foi sábio ao dizer que o tempo é encarregado de curar todas as feridas e devolver a alegria que me foi roubada. Hoje eu sei que tudo o que eu pensava e acreditava estava errado. Eu pensava que nunca voltaria a amar novamente e olhe para mim... Estou vivendo uma experiência que nunca vivi na vida. Estou amando como nunca pensei que fosse possível. É claro que eu amei Irina, no entanto o que eu sinto por Isabella vai além de qualquer coisa que eu senti na vida. Eu a amo com todo o meu ser. A amo como se ela fosse minha vida. Ela é o ser mais doce e especial que eu já conheci. Existe algo nela que me prende e me cativa... Na verdade não é algo nela que eu amo, é simplesmente ela.

–Edward. – Carlisle caminha até nós e me puxa para um abraço. – Sempre soube que um dia te veria feliz novamente. – E se afasta para olhar para Isabella.

–Tenho que dizer... Você tem pontos extras comigo menina. – Ele estende a mão e Isabella a aperta. – Espero que o meu filho esteja se comportando com você.

Isabella me olha de relance e sorri.

–Ele é está sendo um bom garoto. – Diz ainda sorrindo.

Carlisle sorri.

–Bem vinda à família Isabella.

–Por que não nos sentamos enquanto esperamos pelo almoço? – Esme faz menção para que nos sentarmos.

Conversamos durante um bom tempo. Meus pais e Isabella parecem íntimos desde sempre e eu me pergunto por que eu demorei tanto para tomar essa decisão.

Esme fala para Isabella sobre sua festa de aniversário de casamento que será no próximo sábado e que ela faz questão que ela venha. Como se isso não estivesse em meus planos.

Essa será uma ótima oportunidade para apresentar Isabella para todos os amigos da minha família. É claro que isso será um grande passo para nossa relação.

Após o almoço, Alice sai para se encontrar com o noivo e meus pais se despedem de Isabella, alegando que iriam descansar um pouco.

–Que dar uma volta no jardim? – Pergunto a Isabella, assim que nos vemos sozinhos.

Ela ergue uma sobrancelha e morde o lábio.

–Preferiria visitar seu antigo quarto, mas... Como sou uma pessoa comportada e educada, vou aceitar o passei pelo jardim, apesar de já conhecê-lo bem. – Diz com um ar de inocente.

Seguro seu rosto com as mãos e pressiono meus lábios nos seus.

–Acho que vou gostar de quebrar as regras sobre não levar a namorada para o quarto. – Digo com a boca na sua e quando dou por mim estamos subindo as escadas, feitos dois adolescentes entrando escondido em casa.

Quando entramos no meu quarto fecho a porta e pressiono o corpo de Isabella contra a parede. Seu pequeno corpo parece frágil demais perto do meu.

Minha boca sem nunca deixar a sua e, minhas mãos explorando suas pernas e sua pele por baixo do vestido.

Suas mãos estão emaranhadas em meus cabelos e seu corpo esfrega-se no meu sem vergonha.

Ergo-a do chão e ela enlaça minha cintura com as pernas.

Aperto seu traseiro com força e ela geme contra minha boca.

Estou duro feito pedra e se eu continuar apenas nas preliminares enlouquecerei.

Caminho até a pequena cômoda no canto da parede e coloco Isabella sentada nela.

Sua boca está inchada e suas bochechas coradas. O vermelho fica lindo em contraste com sua pele leitosa.

Delineio o contorno dos seus lábios com o polegar.

Enquanto a outra mão solta seus cabelos, arrebentando o elástico que estavam deixando-os presos.

As ondas marrons caem por suas costas cascatas.

Seus olhos cor de chocolates escurecem e um pequeno sorriso nasce em seus lábios.

–Queria que isso nunca acabasse. – Sussurra, enquanto suas mãos abrem os botões de minha camisa. – Queria que esse fogo entre nós... Essa explosão de sentimentos nunca chegasse ao fim.

–Não vai. – Sussurro tomando seu rosto entre as mãos. – Não vou deixar que isso acabe nunca.

Isabella ofega fechando os olhos. Suas mãos estão trêmulas quando tiram minha camisa. Ela passa as mãos em meus ombros e desliza por meu peito, estômago e barriga parando no cós da calça.

Pressiono minha testa contra a sua e deslizo as alças de seu vestido para baixo.

–Não. – Isabella segura minhas mãos e abre os olhos. Suas mãos guiam as minhas até a baixinha do vestido. – Aqui. – Sussurra num fio de voz.

Sorrio maliciosamente, enquanto subo minhas mãos lentamente até encontrar o elástico de sua pequena calcinha. Poderia deslizá-la para baixo, no entanto rasgá-la parece mais apropriado para esse momento.

–Edward...

–Shhh! – deslizo um dedo para dentro dela. – Seja uma boa menina. – Digo com a voz baixa. Abro o cinto, baixo minhas calças e minha boxer.

Isabella geme baixinho e suas mãos segurando meu pau delicadamente fazendo movimentos suaves para cima e para baixo.

Engulo em seco e deslizo outro dedo para dentro dela. Ela estava tão molhada e seus gemidos são tão roucos e profundos que faz com que minha ereção pulse.

–Eu preciso de você agora. – Posiciono-me entre suas pernas. Subo seu vestido até me dá uma boa visão do seu sexo e agarro seus quadris trazendo-a mais para frente.

Isabella se abre para mim e eu a penetro com força fazendo-a gemer alto.

Busco sua boca e a beijo vorazmente.

Ela estava tão malditamente molhada e quente, que estava ficando cada vez mais difícil não gozar.

Baixo a parte de cima de seu vestido deixando seus seios a mostra. Devoro seus mamilos e me embriago com seu doce sabor em minha boca.

Isabella deixa marcas em minha pele antes de agarra meus cabelos e me puxar para ela.

Devoro seu pescoço, ciente das marcas que estou deixando antes de sugar seus lábios.

Deslizo minha língua em sua boca e saboreio seu gosto doce e suave.

Isabella era a mistura perfeita de perdição e paraíso.

Tão doce, ingênua, sexy e perigosamente sensual.

Isabella era minha droga. Eu estava viciado em sua pele, seu cheiro, seus beijos, seu toque, sua voz. Eu estava viciado na forma como seu corpo se encaixa ao meu, na forma como seus lábios pronunciam meu nome. Eu estou viciado em cada curva, cada detalhe do seu corpo e dos diversos tons de chocolate dos seus olhos. Estou viciado em seu sorrido e no seu olhar. Estou tão malditamente viciado que não sei mais como viver sem ela.

Eu não posso mais esperar. Eu não posso mais correr o risco de perdê-la. Passei tempo demais sozinho, sofrendo por minha perda. Não posso mais viver preso a nada a não ser o aqui e o agora.

–Bella. – Sussurro segurando sua face. – Quero que seja minha esposa. – As palavras saem baixas e roucas e eu mal reconheço minha própria voz. – Quero que se case comigo. – As palavras saem rasgando meu peito e minha garganta e sinto que a qualquer momento a terra vai abrir em baixo dos meus pés.

Isabella respira com dificuldade e seus olhos ficam inundados pelas lágrimas.

–Bella...

Um pequeno sorriso nasce em seus lábios, no entanto ela nada diz apenas segura a parte de trás de minha cabeça e me puxa para ela.

Sua boca gentil e suave me recebe com carinho. Minha língua desliza por seus lábios e saboreia cada canto, sugando sua língua e me deleitando do seu sabor.

Aperto-a com força contra meu corpo enquanto continuo me movendo com mais pressa.

Meu corpo tem urgência do seu e parece que nada que eu faça é o suficiente para me deixar satisfeito. Não importa o quão próximo estamos eu sempre vou querer mais.

–Eu te amo. – Balbucia ela com a voz rouca, e carregada de emoção.

Sinto o gosto salgado de suas lágrimas misturando-se com nosso beijo. Meu coração explode num milhão de pedaços, enquanto me entrego a esse momento de prazer, ternura e desejo e, me deleito nas mil e uma sensações que me invade.

Continua...

Notas finais
Espero que a espera pelo capítulo tenha valido a pena. Não deixem de comentar. Beijokas gente bonita.