Perfect For Me
16 Capítulo 15
Notas iniciais
Bella
O despertador me desperta às sete e ponto. Luto contra a vontade de continuar dormindo. Eu ainda me sentia cansada. No entanto, eu precisava me levantar e começar a me arrumar, antes que o Edward batesse a minha porta e me encontrasse com trajes de dormir.
Tomo um banho demorado e em seguida volto para o quarto. Separo uma lingerie de renda vermelha. Apenas a parte de baixo, tendo em vista que o vestido que eu irei usar é um tanto que... Impróprio para usar sutiã.
Tiro o vestido vermelho longo da minha mala e o coloco em cima da cama cuidadosamente.
Era um modelo muito bonito, rendando nas costas e com um decote ousado na frente.
Faço uma maquiagem sofisticada. Não tão perfeita quanto a que Alice provavelmente faria, mas o suficiente para realçar meus olhos e minha pele.
Visto meu vestido e prendo meus cabelos num coque, calço minhas sandálias de salto altíssimo e retoco meu batom vermelho.
Eu estava realmente... Qual a palavra certa para descrever a pessoa que estava refletida no espelho?
Uma batida na porta me tira dos meus devaneios.
Coloco meu batom na minha bolsa de mão e caminho até a porta, abrindo-a depois de dá um longo suspiro.
Edward estava usando um terno preto, feito a medida. Uma camisa branca por dentro e um gravata cinza, que combina perfeitamente com seus olhos.
Seus cabelos estavam perfeitamente alinhados.
Meu coração dá um solavanco e minhas pernas fraquejam quando seus olhos passeiam por meu corpo. Devorando-me. Roubando-me o ar.
–Isabella. –Sua voz rouca faz cócegas em minha pele. Seus olhos encontram os meus. E há um brilho desconhecido neles. Algo que eu não sei decifrar. –Você está... – Ele pigarreia e volta a me olhar de cima a baixo. — ... Linda. – Sussurra.
Sorrio timidamente e mordo o lábio.
–Você também não está nada mal.
Edward puxa a boca no seu sorriso torto perfeito. Ele me oferece o braço e eu aceito de bom grado. Minhas pernas estavam um pouco moles e se eu não me segurasse, eu tenho certeza que não conseguiria dar um passo sequer.
Quando saímos do hotel, tem uma limusine branca esperando por nós.
Uau! Eu estava realmente em um conto de fadas. Que pena que meu príncipe era um arrogante, lindo e bipolar.
Espero que antes da meia-noite ele vire um príncipe... E, a limusine continue sendo ela mesma.
Acomodo-me no banco a frente de Edward. Não quero correr o risco de me embriagar com o seu perfume e acabar em seu colo.
O silêncio é gritante em todo o percurso até o clube que está sendo dada a festa. Sobretudo, o olhar de Edward permanece em mim. Aquecendo-me por inteira e causando arrepios na minha pele.
Como ele fazia isso? Como ele conseguia me causar esse tipo de sensações com apenas um olhar?
Engulo em seco e mordo o lábio. Eu poderia desviar o olhar, tendo em vista, que ele esteve me ignorando durante toda a viagem. No entanto, eu estou hipnotizada. Nem em mil vidas eu conseguiria quebrar essa magia que é está presa em seus olhos.
A limusine nos leva não a um clube como eu pensei, mas a uma mansão moderna e iluminada.
Edward me ajuda a descer da limusine e meus olhos percorrem o lugar.
A mansão estilo europeu, era perfeita com os seus detalhes de castelo.
–É perfeito. – Balbucio, maravilhada. Olho de relance para Edward que me olha com um sorriso.
–Não tão linda quanto você. – Diz com a voz aveludada oferecendo-me o braço.
Somos recebidos por Monica. Ela está usando um vestido azul escuro tomara que caia e os cabelos estão presos numa trança raiz, caída em seu ombro.
–Edward. – Diz esboçando um sorriso quando nos aproximamos.
Edward segura a mão da loira sem me soltar e a leva aos lábios.
A loira sorrir, devorando-o com os olhos.
–Isabella. – Diz com um sorriso amarelo, quando Edward solta sua mão. – Você está linda. Quase não a reconheci. – Diz com um toque de sarcasmo.
Dou-lhe o meu melhor sorriso. Ela não iria gostar do que eu tinha para lhe dizer. E provavelmente nem o Edward.
–Nos vemos daqui a pouco, Edward. – Diz ela sorrindo, antes de sair para ir recepcionar outros convidados.
–Parece que ela não gostou muito de você. – Edward diz ao meu ouvido. Sua voz tem um toque de humor, no entanto, eu estou fervendo de raiva para me importar com a sensação que invade meu corpo.
–Deve ser porque ela pensa que estamos transando. – Digo por entre dentes, soltando-me de seu braço e começando a me afastar.
Edward segue-me até o interior da sala, onde estão muitas pessoas aglomeradas. Garçons com bandejas, com taças circulando a sala, enquanto os convidados elegantes conversam e bebem.
Deve ter umas cem pessoas ou mais, apenas nessa sala.
Sinto uma mão grande e firme na minha cintura.
–Quero te apresentar a uma pessoa. – Diz ao meu ouvido.
Faço que sim com a cabeça sem olhá-lo. Eu estou ciente do quão perto ele está. Eu consigo sentir o calor emanando do seu corpo e seu perfume chega a minhas narinas deixando-me tonta.
Edward me guia por entre as pessoas até um grupo de homens de meia idade e alguns rapazes tão jovens e elegantes quanto Edward.
–Cullen. – Diz um homem alto e gordo, usando um terno perfeitamente alinhado. Ele tem os cabelos completamente brancos.
–Senhor Evan. – Diz Edward, estendendo a mão para apertar à do homem, que provavelmente era o dono da sede que Edward comprou. – Deixe-me apresentá-lo minha assistente pessoal, Isabella Swan.
O senhor Evan me avalia de cima a baixo antes de estender sua mão em minha direção.
–Muito encantado, Isabella. – Ele deposita um beijo na minha mão sem tirar os olhos de mim. – Não me disse que ela era assim tão... Bela, Edward. – Diz voltando-se para Edward, que está sério.
–Obrigado. – Digo forçando um sorriso. Edward me apresenta a maioria dos senhores, que estavam junto a nós e no mesmo instante eu esqueço todos os nomes.
–Edward? – Uma voz rouca surge atrás de nós.
Edward gira o corpo e abre um sorriso. Sigo seu olhar e me deparo com um homem alto e loiro. Ele está usando uma calça social preta e uma camisa de botões branca sem gravata e com os dois primeiros botões abertos. Seus olhos eram de um azul vivo e seus traços eram perfeitos.
–Ryan? – Edward dá um abraço daqueles de homens, no homem misterioso e sorrir. – Quando voltou da França?
Ryan sorrir e passa as mãos nos cabelos.
–Há algumas semanas. Estive ocupado demais, por isso não lhe liguei.
Ryan olha por sobre o ombro de Edward e seu olhar encontra os meus.
–Pelo visto, não sou apenas eu quem se esqueceu de contar as novidades.
Edward segue o olhar de Ryan.
–Isabella Swan. – Diz Edward, ficando tenso ao observar o olhar do amigo em mim. – Ryan Evan.
Ryan dá um passo na minha direção e pega minha mão.
–Com todo respeito Edward, mas sua namorada é linda. – Diz com a voz baixa e o olhar penetrante.
Sorrio timidamente.
–Ela não é minha namorada. – Diz Edward, quase num rosnado.
Ryan olha incrédulo para o amigo, antes de voltar seus olhos para mim.
–Não?
Sinto-me desapontada a princípio pelas palavras de Edward, entretanto, é apenas por alguns segundos.
–Não Senhor Evan. Sou a assistente pessoal dele. – Digo oferecendo-lhe meu melhor sorriso.
Ryan sorrir.
–Sendo assim... Você não vai ficar chateado se eu convidar a Isabella para uma dança mais tarde. – Ele olha novamente para Edward, que parece está se esforçando para tão partir para cima do amigo. Sorrio satisfeita. No fundo, ele também provaria do seu próprio veneno.
–Claro que não.
Ryan leva minha mão aos seus lábios e deposita um beijo demorado.
–Você me concede uma dança?
–Será um prazer, senhor Evan.
–Ryan. Por favor.
Sorrio, mas antes que eu possa dizer alguma coisa o senhor Evan chama Ryan.
–Eu volto para nossa dança. – Diz sorrindo.
Sorrio e tomo um pouco do meu champanhe.
–Parece que você gostou dele. – Edward aproxima-se de mim.
–Ele é... Interessante. – Digo com um sorriso travesso nos lábios.
–Ele é o filho do dono da festa. Comporte-se. – Ordena, com a voz baixa e ameaçadora.
Sinto o meu sangue ferver em minhas veias. Será que ele agora estava achando que eu estava a fim de encontrar um homem rico para dar o golpe?
– O que você quer dizer com isso? – Questiono-o furiosa.
Ele me lança um olhar sombrio.
–Só estou dizendo que pare de se oferecer para ele.
Sorrio sem humor.
–Você é patético. – Digo entregando-lhe minha taça e passando por ele.
Caminho por entre as pessoas até encontrar uma porta larga que dá para o jardim. O lugar está iluminado e cheio de pessoas circulando.
No centro do jardim tem uma pista de dança improvisada com algumas pessoas dançando e um DJ no palco.
–Estava lhe procurando. – Diz uma voz doce e rouca ao meu ouvido.
Volto-me para Ryan que está sorrindo. Ele carrega em suas mãos duas taças de champanhe. Ele me oferece uma.
–Obrigada. – Digo aceitando a taça.
Ryan coloca-se à minha frente e sorrir.
–Então, há quanto tempo você está trabalhando com o Edward?
Tomo um pouco do liquido borbulhante e tento falar de forma natural.
–Há pouco mais de um mês.
Ryan sorrir bebericando sua bebida.
–Ele ainda continua temperamental?
Não consigo conter o riso. Ele conhecia de verdade o Edward.
Ryan sorrir e balança a cabeça.
–Acho que isso é um sim.
–Pode ter certeza disso. – Digo, sentindo-me leve e descontraída. Talvez a bebida já estivesse fazendo efeito.
–Ele nem sempre foi assim. Houve um tempo em que ele era um cara divertido. – Ryan desfaz o sorriso, e toma um pouco de sua bebida.
–O que aconteceu? – Pergunto, sentindo-me curiosa. Todas sempre falam como se algo terrível tivesse se abatido em Edward. Algo que o havia destruído e lhe transformado nesse homem frio e instável.
Ryan passa as mãos nos cabelos e umedece os lábios.
–Acho que prefiro saber mais de você, ao ficar falando sobre a vida do meu amigo.
Sorrio timidamente sentindo minhas bochechas queimarem.
–Não creio que minha vida seja interessante.
Ele me olha cético.
–Por que diz isso? – Questiona-me incrédulo.
–Bem... O que você iria querer saber sobre a assistente pessoal do seu amigo?
Ryan franze o cenho.
–Não quero saber sobre a vida pessoal da assistente... E sim, de Isabella Swan. Uma jovem linda e encantadora que eu acabei de conhecer. – Diz com a voz baixa e suave, deixando-me sem jeito.
Sinto-me ruborizar mais uma vez. Desvio o olhar me sentindo incapaz de encará-lo.
–É disso que eu estou falando... – Ele diz de uma forma que me faz erguer os olhos em sua direção. Ele está sorrindo.
–O que quer saber?
Ele finge está pensando.
–Diga-me o que você fazia antes de ir trabalhar para os Cullen.
–Hmm! Eu trabalhava numa editora... Mas, eu fui demitida.
Ele junta as sobrancelhas, pensativo.
–Se você é formada, por que está trabalhando como assistente pessoal?
– Bem... Isso é uma longa história.
–Entendo... Então... Você já tinha vindo à Nova York antes?
–Não. Mas, era meu sonho. Este lugar é lindo.
Ryan sorrir.
–Nova York é o lugar perfeito para realizar sonhos, Isabella. – Ele me lança um olhar divertido e sedutor. – Já pensou em talvez vir morar aqui futuramente? Trabalhar em uma grande editora e construir sua vida?
Pigarreio e tomo um pouco da minha bebida.
–Nunca pensei em sair de Seattle. Eu... Não posso abrir mão de tudo o que eu conseguir lá... Quero dizer... Bem... Acho que você entendeu. – Digo ruborizando por está falando paralelamente.
Ryan sorrir.
–É eu entendi.
Mordo o lábio e encaro seus olhos azuis vivos. Ele era um homem encantador e muito sedutor.
–Isabella.
A voz de Edward soa atrás de mim. Meu coração aperta-se em meu peito à medida que ele bate descompassado.
–Eu estava lhe procurando. – Ele se coloca ao meu lado. – Precisamos ir embora.
Volto-me para ele, que estava com um olhar sombrio e com as faces retorcidas de raiva.
–Mas acabamos de chegar praticamente. – Digo confusa.
–Estou cansado. Então vamos embora. – Diz simplesmente, com a voz seca.
–Se você não se importar, Edward, eu posso levar a Isabella ao hotel, mais tarde. – Diz Ryan me lançando um olhar conspirador.
Sorrio agradecida. Eu queria realmente poder ficar mais um pouco na festa e desfrutar da companhia do Ryan.
Edward força um sorriso na direção do Ryan antes de volta-se para mim.
–Será que podemos trocar algumas palavras em particular? – Pergunta com simpatia forçada.
–Claro. – Sorrio para Ryan e sigo Edward.
–O que você pensa que está fazendo? – Rosna por entre dentes, quando chegamos a uma distância razoável de Ryan.
–Não sei do que você está falando. – Digo confusa.
Edward sorrir ironicamente.
–Não se faça de inocente. Você está toda derretida para o Ryan.
–Pelo amor de Deus, Edward. Você está sendo infantil.
–Vamos. Embora. Agora. –Rosna fuzilando-me com os olhos semicerrados e sombrios.
–Não. – Digo erguendo o queixo.
Ele sorrir.
–O que disse?
–Eu disse, não. – Digo com a voz firme sem desviar o olhar do seu.
Edward segura meu braço puxando-me para perto de si.
–Se você não vier comigo eu a levarei à força. – Diz com a voz rouca ao meu ouvido.
Eu estava furiosa, no entanto, isso não foi o suficiente para não sentir todos os meus pelos eriçarem.
–Você não seria capaz. – Livro-me de sua pegada e o encaro.
–Ah baby, eu seria sim. – Diz com um sorriso.
Edward
Contenho um sorriso triunfante quando Isabella me dá às costas e caminha de volta a Ryan.
Observo pelo canto do olho ele falar alguma coisa para ela e Isabella sorrir. Não o sorriso lindo que costuma me deixar em chamas, mas um sorriso que mais parece um pedido de desculpas.
Ela diz alguma coisa e o sorriso do meu velho amigo se desfaz. Ele me olha diretamente nos olhos com o cenho franzido e eu apenas sorrio.
Eu sei que estou sendo um completo idiota. Agora o Ryan vai sacar que está no meio de uma competição e vai usar todo o seu charme para persuadir a Isabella e tentar convencê-la de ficar com ele.
Ryan sabia ser persistente e irritante quando ele queria.
Isabella volta-se para onde estou e me lança um olhar assassino. Ela está furiosa.
Caminho com passos lentos até eles.
–Posso te convidar pelo menos para o café da manhã, ou quem sabe se você quiser ficar mais um dia por aqui, eu posso lhe convidar para jantar. – Ryan estava flertando com Isabella descaradamente e ela parecia gostar.
–Seria perfeito... Claro o café da manhã. Creio que o senhor Cullen voltará para Seattle antes do por do sol.
–Talvez até antes de amanhecer, Isabella. – Digo com a voz seca me colocando ao seu lado. – Creio que terão que deixar o encontro para outra ocasião.
Ryan força um sorriso em minha direção.
–Então terei que pegar o próximo voo para Seattle. – Diz ele, com um sorriso voltando para Isabella, que sorrir timidamente.
Fecho os punhos e contenho a vontade de esmurrá-lo.
Despedimos-nos de todos e caminhamos até a limusine. Isabella manteve-se calada no nosso trajeto até fora da mansão e quando entramos ficou em silêncio olhando através do vidro enquanto seguíamos para o hotel.
Fixo meu olhar em cada detalhe do rosto de Isabella. Seu cabelo estava um pouco solto do coque e algumas mechas estavam soltas, delineando seu rosto.
Seu olhar estava distante e suas mãos estavam enlaçadas em seu colo.
Meus dedos coçam com a vontade louca de desfazer seu coque e deixar seus cabelos caírem como cascatas em suas costas.
–Isabella...
–Não fale comigo, Edward. – Diz friamente sem sequer me olhar.
Engulo em seco. Eu não podia mais continuar com isso. Essa nossa atitude tinha que parar e essa distância que eu impus entre nós tinha que ter um fim.
Saio do meu lugar e me sento ao seu lado. O mais próximo que eu pude.
Isabella volta-se para mim. Seus olhos me fitando confusa e furiosa.
Ergo minha mão para tirar uma mecha de cabelo do seu rosto, no entanto, ela se afasta.
–Nem ouse me tocar. – Diz rispidamente.
Ignoro a ameaça em sua voz, e toco seu rosto, afasto a mecha e a coloco atrás de sua orelha.
Sinto um leve tremor percorrer o corpo dela e isso é apenas um estímulo para que eu continue a tocá-la.
–Edward não faça isso. – Diz com a voz rouca, quando meus dedos traçam um caminho lento por seu pescoço.
–Por que não? – Pergunto com a voz baixa. Ergo a outra mão e começo a retirar os grampos de seu cabelo.
Isabella fecha os olhos. Sua respiração ficando irregular.
–Porque isso não é o que você quer.
Sorrio maravilhando quando seus cabelos caem em ondas modelando seu rosto.
–Você é o que eu quero. – Digo simplesmente hipnotizado com sua beleza.
Ela abre os olhos e um leve suspiro escapa de sua garganta.
–Você já me disse isso uma vez. – Sussurra num fio de voz.
Alcanço a bainha do seu vestido e subo minha mão agarrando seu tornozelo.
Isabella fica tensa à medida que meus dedos brincam por baixo do tecido até sua coxa.
–Eu sei o que eu disse. – Digo inclinando-me para perto dela. – Mas, também sei o que eu quero. – Roço meus lábios nos seus e mordo seu lábio levemente.
Minha mão aperta sua coxa e subo mais um pouco, até encontrar a renda de sua calcinha.
–Edward, isso não é certo. – Isabella tenta se afastar de mim, entretanto sou mais rápido que ela, lhe seguro a nuca, trazendo-a para mim.
–O que não é certo é continuarmos assim. – Rosno com a boca na sua. –Eu a quero Isabella e sei que você também me quer. – Afasto suas pernas uma da outra e puxo o tecido de sua calcinha com força até que o tecido se rasgue. – Eu sei que você me deseja, tanto quando eu a você. – Sinto sua umidade e rosno de prazer, sentindo-me pulsar e desejar loucamente entrar nela o quanto antes.
–Diga que eu estou mentindo e eu juro que jamais voltarei a tocá-la. – Digo, massageando meu dedo em seu clitóris. Isabella geme mordendo o lábio e se contorce. –Diga. – Ordeno buscando seu pescoço e beijando-o com fome, mordendo e chupando sua pele macia e deliciosa.
–Edward... Eu... Por favor, pare. – Sua voz é quase inaudível. Uma mistura de coerência e ilusão.
Eu sabia que ela estava blefando.
Mergulho um dedo dentro dela e ela afunda os dedos em meus cabelos, puxando-me para si.
Seguro seu queixo e lhe beijo ferozmente nos lábios, sugando sua língua e me deleitando com seu gosto doce e suave.
Isabella entreabre os lábios, correspondendo-me com a mesma paixão e intensidade.
Puxo-a para meu colo, de forma que ela fica montada em mim.
Afasto o tecido dos seus seios, deixando-os à mostra.
Isabella arranca minha gravata e abre os botões da minha camisa com pressa, arrancando alguns.
Sorrio satisfeito, mordendo seu lábio e passeando minhas mãos por seus seios e descendo por sua cintura.
Arqueio seu vestido até que minhas mãos encontrem sua pele nua e quente.
Sugo seus seios com fome, brincando com os mamilos endurecidos com a língua, enquanto Isabella se contorce em cima de mim, esfregando-se de forma ousada e sensual em minha ereção.
–Eu preciso de você. – Rosno segurando seu queixo e fazendo-a encarar-me.
Isabella sorrir confusa e olha para a limusine.
–Aqui?
Sorriu maliciosamente.
–Aqui. – Sussurro passando a língua em seu pescoço e descendo ate seus seios.
Isabella geme jogando a cabeça para trás.
Desafivelo meu cinto com dificuldade, ainda brincando com seu mamilo e com muita dificuldade consigo libertar meu pênis.
Isabella morde o lábio, duvidosa e sorrir.
–Você é impossível. – Sussurra com a voz rouca de prazer.
–Quando se trata de você, você nem imagina o quanto.
Puxo-a para mim, seus lábios se moldando perfeitamente nos meus. Arqueio seu quadril e, ela desliza lenta e maravilhosa, em meu pau.
Sinto que meu corpo vai explodir a qualquer momento com aquela sensação maravilhosa de estar dentro de si, mas, me contenho, não posso ter um orgasmo antes mesmo de fazê-la gozar em cima de mim.
Isabella agarra meus cabelos e começa a se mexer, com movimentos lentos. Arqueio meu quadril e lhe ajudo a conduzir nossa coreografia sexual.
Ela geme alto, e eu agradeço aos céus por ter colocado uma música para tocar quando entramos.
Busco sua boca à medida que nossos movimentos se intensificam. Sinto ela se contrair em torno do meu pênis e eu tenho que me controlar para não gozar.
A sensação de estar dentro dela era maravilhosa. Incomparável.
–Goze para mim minha, Bella. – Rosno em seu ouvido, movendo-me com força.
–Edward... – Ela geme agarrando meus ombros e falando algumas palavras sem sentidos.
Mordo seu mamilo e afundo com força dentro dela, ajudando-a a se mexer mais rápido em cima de mim.
Ela morde meu pescoço com força, afundando suas unhas em minha pele.
Mordo seu ombro com força, ciente que amanhã ficara um hematoma em sua pele.
Eu queria continuar me movendo dentro dela, mas, à medida que intensificava meu orgasmo ficava mais próximo e já estava impossível de conter.
–Goze. – Digo por entre dentes e ela goza. Tremendo e falando palavras incoerentes, dizendo meu nome e o quanto amava me ter dentro dela.
Isabella era um misto de inocência e sensualidade, e suas palavras foram apenas uma ponte para encandear meu orgasmo.
Aperto-a forte contra meu corpo e Isabella descansa sua cabeça em meu pescoço.
Nossas respirações ofegantes e nosso coração acelerado. Estávamos em uma limusine, tudo o que aconteceu parecia errado, no entanto, eu já não sabia se ficar longe dela era a coisa certa a fazer.
Continua...
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