Perfect For Me
15 Capítulo 14
Notas iniciais
Edward
Tinha apenas três coisas que eu queria para o dia de hoje. Primeira, eu queria poder esquecer qualquer sentimento que eu sentia por Isabella. Segunda, eu queria colocar um ponto-final, na minha relação com a Rosalie sem que ela agisse como se algum dia eu tivesse prometido alguma coisa além do sexo, e a terceira... Bem... Eu queria encontrar um jeito de sair dessa situação a qual eu estou.
O dia não fora exatamente como eu planejei. Eu havia magoado Isabella por eu ser um idiota. Tinha tido uma briga terrível com a Rosalie e por fim, cheguei à terrível conclusão que não importa o quanto eu queria afastar-me de Isabella, enquanto ela estiver trabalhando para mim e eu a ver todos os dias, será impossível não desejá-la.
Seu perfume era embriagador, sua pele era convidativa e sua voz... Era como um canto de uma sereia, doce e sedutora.
Eu estava fodido.
Eu queria simplesmente que as coisas fossem mais simples. Sem passados conturbados e marcados por promessas que nem sei se ainda sou capaz de cumprir.
Isabella havia ido embora há pouco mais de uma hora e eu continuo aqui, sentado na minha cadeira estúpida, repassando mentalmente nossa última conversa.
Eu tinha que me manter distante dela, por mais que eu a quisesse. Não era prudente da minha parte, usá-la como eu havia usado, tantas outras mulheres apenas para que meu desejo fosse atendido.
Isabella não era como as demais mulheres com que eu já dormi. Ela era doce e inteligente, ela era uma mulher de alma nobre. Isabella era de todas as formas uma mulher maravilhosa. Existia algo na forma como ela me olhava que me mostrava o quanto ela era diferente e especial. Seu sorriso era sincero, ela não era do tipo de pessoa que usava o sorriso como algo artificial para fingir simpatia, quando ela sorria, ela o fazia de verdade.
Isabella era uma mulher de caráter e eu seria um canalha se continuasse com esse jogo tolo apenas para provar para mim que eu tenho poder sobre ela.
Eu precisava me manter distante. Longe. Precisava apenas me focar no trabalho e esquecer que a minha assistente pessoal é a única pessoa no mundo que é capaz de me tirar o foco de tudo e me fazer perder o controle dos meus pensamentos e minhas vontades.
Quando chego em casa, Carly vem me receber na sala. Ela está com um sorriso nervoso nos lábios o que me leva a pensar que talvez alguma coisa esteja errada.
–Boa noite, Carly.- Digo enquanto tiro meu paletó.
–Boa noite, Sr. Cullen. – Diz com a voz baixa apertando os nós dos dedos.
Analiso-a com atenção e espero ela me dizer alguma coisa, no entanto ela nada diz, fica apenas me olhando com olhos de cachorro quando apronta.
–Certo, Carly, diga-me o que diabos está acontecendo.
Um risinho nervoso escapa de sua garganta.
–Bem... É que... Tem uma pessoa esperando pelo Senhor no escritório.
–Eu disse que não queria receber ninguém. Lhe liguei horas atrás para dizer isso. – Exclamo sentindo o sangue ferver nas minhas veias. Eu estava exausto e tudo o que eu menos queria no momento era ter que ficar jogando conversa fiada com quem quer que seja.
–Eu sei... – Ela morde o lábio e seus olhos varrem o chão. – Eu avisei, mas...
Não continuei na sala para ouvi-la, marchei com passos largos pelo corredor até chegar ao escritório. Seja quem for eu iria dispensá-lo agora mesmo. Abro a porta do escritório e me deparo com uma figura feminina mais que familiar aos meus olhos. Ela está de costas para mim, admirando a vista da cidade por trás da grande janela de vidro, seus cabelos estão soltos caindo por suas costas em ondas bem feitas.
–Tanya.
Ela volta-se para mim com um sorriso tímido nos lábios.
–Oi Edward. – Sua voz é doce e suave. – A Carly disse que você não queria receber visitas... Mas é que eu precisava realmente falar com você.
Fecho a porta atrás de mim e caminho até o sofá, sento-me e faço menção para que ela se sente à minha frente.
Ela nunca vinha ao meu apartamento e se ela estava aqui, provavelmente era algo realmente importante.
Ela sorri.
–Se você poder ir diretamente ao ponto eu iria lhe agradecer. Tenho que viajar amanhã cedo e ainda tenho muitas coisas para organizar. – Digo sem tentar nem ao menos esconder meu desconforto por ter que recebê-la há uma hora dessas.
–Bem... Eu falei com a Rosalie hoje.
Ela aperta os lábios numa linha fina sem tirar os olhos dos meus. Ergo uma sobrancelha e espero ela continuar.
–Ela me disse que você terminou com ela.
Passo as mãos pelos cabelos e respiro fundo. Eu não queria ter que falar das minhas decisões particulares com ninguém, muito menos com a irmã da minha ex-noiva.
–Desculpe Tanya, mas não creio que isso seja da sua conta.
Ela abre a boca surpresa por minhas palavras.
–Eu sei... Desculpe-me. É que... Bem... Você estava com ela na festa da Alice e depois você sumiu... E a Isabella também.
Franzo a testa e fuzilo-a com os olhos.
–A onde você quer chegar, Tanya?
Ela engole em seco. Levanta-se do sofá e caminha até à janela.
–Eu sei que não é da minha conta... Mas é que eu estou farta Edward. – Diz com a voz alta o suficiente para que eu ouça e me pergunte o que diabos ela quer dizer com isso?
Ela volta-se para mim, seus olhos adquirem uma sombra triste.
–Eu o amo. — Diz num fio de voz. – O amo desde o primeiro momento que lhe vi... Antes de você se apaixonar por minha irmã.
Ergo-me do sofá aturdido e confuso... Eu deveria ter batido a cabeça em algum lugar... Talvez eu não estivesse raciocinando direito.
–Do que você está falando, Tanya?
Ela dá um passo na minha direção, seus olhos soltando faíscas e transbordando confiança.
–Eu disse que eu o amo. – Repete segurando meu rosto com ambas as mãos e antes que eu consiga dizer ou pensar em qualquer coisa seus lábios estão nos meus, mexendo-se com urgência, como se sua vida dependesse disso.
Seus lábios são macios e desconhecidos e por incrível que pareça não desperta nada em mim. Não surte nem um tipo de efeito.
Seguro-a pelos ombros e lhe afasto delicadamente.
–Desculpe-me Tanya, mas isso não é certo.
Ela parece tão surpresa quanto eu pelo o que ela acabara de fazer.
–Por que não? – Pergunta com a voz rouca e triste. – Por causa da Isabella?
Sorrio incrédulo. Como ela pode se lembrar da Isabella e esquecer o fato de que eu fui noivo de sua irmã?
–Por causa da Irina. – Digo por entre dentes.
Ela enxuga uma lágrima e sorrir tristemente.
–Ela está morta, Edward. – Diz amargamente. – E eu estou viva e te amo.
Isso não estava acontecendo. Passo novamente as mãos por meus cabelos.
–Tanya eu sinto muito... Mas eu não sinto a mesma coisa por você.
Ela aproxima-se de mim novamente.
–Mas pode sentir. É só me dar uma chance de te provar que eu posso te fazer feliz.
Ela ergue uma mão e toca meu rosto. Seu toque é suave e normal.
–Eu não lhe vejo dessa forma. – Digo segurando sua mão e tirando da minha face.
Seus olhos perdem o foco e um pequeno suspiro escapa de seus lábios.
–Eu não vou desistir de você, Edward. – Diz com a voz firme antes de me dá as costas e sair.
Continuo parado sem ainda entender o que tinha acontecido. Tanya sempre fora uma amiga, mesmo antes que eu começasse a namorar a Irina e na sua morte foi ela quem esteve sempre ao meu lado, aconselhando-me a seguir em frente. No entanto, eu nunca pensei que por trás de todo aquele carinho que eu via apenas como um gesto de amizade, existisse algo mais forte. Nunca imaginei que ela todo esse tempo estava apaixonada por mim.
Bella
–Jake? – Sorrio, surpresa e ao mesmo tempo feliz, quando vejo através da janela, Jacob saltar da minha velha caminhonete que eu pensava que nunca mais voltaria a funcionar.
Corro até a porta e abro antes mesmo dele alcançar os degraus da varanda.
–Ei. – Diz ele com um meio sorriso.
–Ei. – Digo com um sorriso largo, mal conseguindo conter a alegria de vê-lo depois do incidente no hospital.
Jocob sorrir e morde o lábio.
–Eu vim te trazer isso. – Ele ergue as chaves da minha caminhonete, e eu sorrio maravilhada por ter meu carro velho de volta. – E vim pedir desculpas por eu ter agido como um idiota.
Mordo o lábio. Eu sabia que Jacob jamais faria nada para me magoar e se ele agiu como um idiota, ele estava apenas querendo me proteger.
–Tudo bem Jake... Eu sei que você não fez por mal.
Ele me dá um meio sorriso.
–Você quer entrar?- Pergunto, fazendo menção para dentro.
–Na verdade eu serei breve... Podemos ficar aqui fora mesmo.
Faço que sim com a cabeça e fecho a porta.
–Eu estou voltando para a Califórnia.
Levo alguns segundos para absorver sua informação. Ele havia chegado há pouco mais de um mês e pelo o que eu sabia ele pretendia continuar aqui.
–Jake... Você acabou de chegar.
–É eu sei. – Diz apertando os lábios e desviando o olhar.
–Pensei que você quisesse ficar aqui... Quero dizer esse era o plano, certo?
Ele volta os olhos para mim.
–O plano era voltar, reatar com você e planejar nosso futuro.
Engulo em seco.
–Jake, já tínhamos acabado há algum tempo e...
–Eu sei Bella. Eu fui um tolo por acreditar que você ainda poderia sentir alguma coisa por mim.
–Mas eu sinto Jacob.
Ele sorri sem um pingo de humor.
–Que pena que não é o suficiente para ficarmos juntos.
Sinto as lágrimas arderem em meus olhos.
–Eu não imaginava que você... Quero dizer se passaram anos Jacob... E... Eu...
–Você não imaginava que eu ainda poderia te amar. – Ele conclui a frase que eu não consegui terminar. Faço que sim com a cabeça incapaz de pronunciar qualquer palavra.
Jacob toca meu rosto, capturando uma lágrima.
–Eu queria que você pudesse sentir o mesmo por mim... Queria que você pudesse me amar novamente.
–Eu sinto muito. – Digo engasgando nas palavras. Eu podia ver através de seus olhos o quanto ele estava sofrendo e eu estava me sentindo a pior pessoa de todo o mundo, por não ter percebido o que estava acontecendo antes. – Eu queria muito poder sentir o mesmo.
–Eu sei. – Diz com a voz baixa. – Mas você está apaixonada por outro.
–Jake eu não... Eu...
–Não precisa dizer nada, Bella.
Ele força um sorriso.
–Posso te pedir uma coisa?
Faço que sim com a cabeça.
–Posso te dar um beijo de despedida?
Meu corpo todo fica tenso, eu não conseguia mas pensar em outra pessoa me beijando ou me tocando a não ser o Edward, no entanto, ele havia deixado bem claro que não iríamos ficar juntos e o Jacob fora meu primeiro namorado e o primeiro a quem eu me entreguei, então não via motivos para eu lhe negar um pedido desses.
Fecho meus olhos quando ele inclina a cabeça na minha direção, seus lábios pousam nos meus, beijando-me lentamente.
O beijo que há algum tempo fora meu favorito é simplesmente estranho e sem emoção. Meu corpo não reage a essa aproximação. Porque ele não era o Edward.
Ele afasta-se de mim, porém mantém as mãos em meu rosto.
–Se cuida. – Ele beija-me novamente nos lábios, apenas um selinho, coloca as chaves em minha mão e vai embora, deixando-me sozinha na varanda da minha casa, observando-o desaparecer no meio da escuridão.
Na manhã seguinte, enquanto espero James vir buscar-me para embarcar para Nova York, repasso mentalmente os últimos acontecimentos.
Eu havia dormido com o meu chefe. O cara com quem eu estava saindo achava que eu era mais uma piranha que tinha passado pela cama do Edward e meu ex-namorado e melhor amigo, estava indo embora novamente porque ele ainda me amava.
A minha vida não poderia está melhor.
Eu estava apaixonada por um cretino bipolar. Tinha magoado um cara legal e de quebra tinha quebrado o coração de alguém que era importante para mim.
Respiro fundo, quando uma buzina irritante me tira dos meus devaneios.
Me disperso de Charles que está tomando café junto com a Ella, e caminho até a sala, pego minha bolsa tira-colo e minha pequena mala com três peças de roupas e alguns acessórios e caminho até a porta.
Quando abro a porta pensando que veria o sorridente James na sua educação e simpatia contagiante, me deparo com um deus-grego de braços cruzados, escorado na lateral do seu volvo, usando uma calça de linho preta e uma camisa social azul clara, sem gravata e com os dois primeiros botões abertos, os cabelos estavam lindamente bagunçados e ele estava ainda mais lindo do que eu conseguia imaginar.
Meu coração traiçoeiro começa a bater forte e minhas pernas tremem enquanto eu me forço à caminhar em direção a ele.
Mesmo ele estando de óculos eu sei que ele está me avaliando, sei disso pela forma como ele puxa os lábios num sorriso travesso e terrivelmente sexy, fazendo todas as partículas do meu corpo vibrarem e, eu agradeço a dica de Alice, quando ela me ligou ontem à noite e me disse o que eu deveria levar e usar essa manhã.
Eu estava usado um vestido azul Royal, justo ao corpo de alças largas na altura do joelho, e um salto altíssimo preto.
Meus cabelos estavam soltos e ondulados e a maquilagem era leve, apenas rímel e batom.
Edward caminha até mim e pega minha mala.
–Bom dia Srta. Swan.- Diz com um sorriso torto e a voz rouca e macia, fazendo todo o meu corpo tremer.
–Bom dia, Sr. Cullen. – Digo com a voz baixa
Ele abre a porta-malas e guarda minha bagagem junto da sua, em seguida abre a porta do passageiro para mim e espera até que eu me acomode para poder fechar e dar a volta no carro e se acomodar atrás do volante.
–Por que o James não veio me buscar? – Pergunto, depois de algum tempo que estávamos na estrada a caminho da pista de pouso particular da empresa.
–Ele está ocupado fazendo outras coisas. – Diz simplesmente, sem tirar a atenção da estrada.
E assim seguimos o resto do percurso em silêncio.
O jato de luxo tinha assentos para mais ou menos dezenove ou vinte pessoas. Era um jato elegante, sofisticado e muito moderno.
Uma moça alta ruiva e sorridente, usando uma saia azul escuro e uma camisa de linho azul claro e com os cabelos presos no alto da cabeça e a maquilagem impecável, nos recepciona na entrada.
–Bom dia Sr. Cullen. – Diz abrindo ainda mais o sorriso.
Edward lhe sorrir educadamente e caminha no corredor se acomodando em uma poltrona ao lado da janela.
Ela sorri para mim, não com a mesma simpatia que sorrio para o Edward, e eu sigo pelo corredor até a última poltrona ao lado da janela do lado oposto de onde Edward está.
A aeromoça sorridente caminha até onde Edward está.
–O senhor gostaria de alguma coisa? Vamos decolar dentro de alguns minutos.
Edward limita-se a sorrir e balançar a cabeça em negação, antes de voltar sua atenção ao seu celular.
Ela caminha até mim e faz a mesma pergunta e nesse momento eu gostaria de lhe dizer que a única coisa que eu queria era que ela parasse de se oferecer para o Edward, no entanto eu sabia que isso seria tolice, quero dizer, nós não temos nada, ele está me ignorando e eu estou furiosa por isso, então apenas forço um sorriso e digo que eu estou bem.
A viagem de quase cinco horas até Nova York é um tanto cansativa, eu mal consegui dormir, tendo em vista que a presença de Edward era enlouquecedora.
Ele me ignorou durante todo o voo e isso estava começando a me deixar incomodada.
Quando o jato pousa, tem um carro luxuoso nos esperando e como Edward disse, nos levou para o hotel mais luxuoso da cidade.
Inter Continental The Barclay Hotel era ainda mais lindo do que eu imaginava.
O hotel é um bistrô Francês de tirar o fôlego.
Caminhamos pelo hall do hotel e somos recebidos por uma jovem loura, usando um vestido vermelho um tanto ousado, ela sorrir sedutoramente para Edward.
–Sr. Cullen. — Diz com sorrindo, estendendo a mão com unhas longas e vermelhas na direção de Edward, que retribue o sorriso com a mesma intensidade.
–Srta. Lawis. – Diz com a voz rouca apertando a mão da loura.
Fico parada, olhando aquele complemento longo, e cheio de olhares, até que Edward se dá conta que ainda estou ao seu lado.
–Deixe-me lhe apresentar, Isabella Swan está é Monica Lewis. Ela é a assistente pessoal do Connor Evan.
Forço um sorriso para a loura e lhe estendo a mão.
Ela me olha com desdém, no entanto, é por apenas um segundo antes de voltar sua atenção para Edward.
–O senhor Evan está lhe esperando na sala de reunião.
Edward sorrir de forma sedutora na direção da loura, antes de voltar sua atenção para mim.
–Isabella pegue as chaves de sua suíte na recepção. Diga seu sobrenome que eles vão saber quem você é.
Sinto-me perdida nesse momento. Tudo bem, eu não esperava que ele me escoltasse até o quarto, porém também não pensei que tivesse que ficar sozinha assim tão rápido.
–Tudo bem. – Consigo dizer por fim, dou-lhe as costas e começo a caminhar.
–Isabella. – Paro abruptamente quando sua voz rouca chama meu nome.
Giro meu corpo a fim de encará-lo, no entanto, ele já está à minha frente.
–Pode pedir seu almoço no quarto. Você não comeu nada no voo e deve está com fome. –Ele passa as mãos pelos cabelos e força um sorriso. – Se quiser sair após o almoço, para sei lá... Fazer compras ou alguma dessas coisas, você poder fazer... Não irei precisar de seus serviços por hora... Mas quero lhe pedir que esteja pronta as nove.
Faço que sim com a cabeça e forço um sorriso, no entanto, estou me sentindo estranha demais para ser simpática ou simplesmente lhe dizer que tudo o que eu queria era tomar um banho e dormir.
–Até as nove, então. – Digo com a voz firme e volto a caminhar.
O quarto é uma suíte de luxo, com uma enorme cama no centro do quarto, virada para a enorme parede de vidro que se estende do chão ao telo.
O quarto tinha tudo o que eu precisava e um pouco a mais, televisão, frigobar, banheira de hidromassagem e internet sem fio, além de outras coisas que eu prefiro nem citar.
Tomo um banho demorado de banheira, ouvindo uma música suave e tomando água com gás.
Após o banho, ligo para recepção e peço meu almoço, o qual como demoradamente.
Satisfeita começo a me sentir cansada.
Havia dormido mal na noite anterior e meu corpo estava moído, exausto. Coloco o celular para despertar de sete horas da noite, para poder me arrumar para a bendita festa, confraternização ou seja lá o que for, e deito meu corpo na cama, fecho os olhos e deixo minha mente ficar vazia até que eu caio no sono.
Continua...
Fale com o autor