Notas iniciais
Oiee,pessoas lindas,voltei!!! Mais capítulo na madrugada. Pra variar um pouco,rsrsrsrs. Não vou demorar por aqui. Só quero agradecer todas as rewiews fofas, maravilindas que recebi! Sem mais enrolação, vamos ao que interessa. Boa leitura...Mais rewiews,please! Bjinhos flores.

"Demorei muito pra te encontrar,agora eu quero só você;

Seu jeito todo especial de ser, fico louco com você;

Te abraço e sinto coisas que eu não sei dizer,só sinto com você;

Meu pensamento voa de encontro ao seu;

Será que é sonho meu?..."

Só Você

Vinicius Cantuaria

Aparatamento de Thomas (madrugada da sexta)

Caitlin

Sentada na cama,apoiando minhas costas na cabeceira,espero Tommy voltar para o quarto. Ele havia levantado alguns minutos atrás, saindo sutilmente da cama. Não o suficiente para não me acordar. Até porque senti falta do calor de seu corpo.

Aproveito sua ausência para refletir um pouco sobre meu futuro. Nosso, na verdade. Nada seria como antes. Primeiro porque agora, de forma clara e direta, havíamos, ambos ,assumido o que sentíamos um pelo outro. Segundo: sabia muito bem o que isto significaria em minha vida. Tinha certeza que quando a senhora Merlyn soubesse, ou melhor, confirmasse o que já suspeitava, não iria ficar nem um pouco feliz! E ainda tinha o senhor Merlyn, uma verdadeira incógnita pra mim. Tudo que sabia do homem era que não se dava bem com o filho (nada bem,diga-se de passagem), que era um patrão exigente e que sofrera um atentado seis meses atrás( quase seis meses). De resto,nada! Tommy nunca falava sobre ele. O pouco que vi os dois interagindo foi na manhã de segunda.Bem,não exatamente os dois,visto que quando cheguei com as crianças ele havia dito alguma coisa que fez a mãe dar um sonoro tapa em seu rosto!

E ainda tem meu "passado duvidoso", como brincara antes de virmos pra cama, sobre o qual não lhe contara absolutamente nada....

Interrompo o fluxo de pensamentos sentindo seus lábios passearem por meu ombro, subindo até minha orelha, deixando um rastro de fogo pelo caminho! Fecho os olhos saboreando o contato, suspirando, voltando a abri-los quando sinto seu corpo sobre o meu.

—Tommy, precisamos conversar!--exclamo, levando as mãos a seu peito, empurrando-o delicadamente.

—Podemos conversar enquanto nos beijamos--diz,distribuindo beijos rápidos em meu colo, rosto e boca--Ou melhor, entre um beijo outro!

—É sério!! Temos que conversar.Sabe disso. Assim como sabe que desse jeito não dá!!--insisto, empurrando-o um pouco mais forte, escutando seu suspiro resignado.

—Ok, você venceu!--ergue as mãos, sentando-se a meu lado -- O que é tão importante assim que não pode esperar amanhecer?--questiona mas antes que eu responda, puxa o edredom, cobrindo meus seios--Agora pode falar--diz, justificando-se em seguida--Não ia conseguir me concentrar em mais nada além deles--aponta para meus seios--Me convidando a beija-los, sugar,morder...-provoca-me, um riso malicioso, e reviro os olhos.

—Então, agora que posso ter sua atenção--começo, arrumando meu corpo a fim de ficar de frente para ele, lembrando de prender o edredom--Preciso saber como vão ficar as coisas de agora em diante--digo e ergue uma sobrancelha,interrogativo--Na global. Vou continuar como sua secretária,não vou?--pergunto , prosseguindo sem esperar sua resposta--Porque se for, quero deixar bem claro,desde já, que coisas do tipo que aconteceram segunda a tarde...

—Quer dizer,transar sobre minha mesa no final do expediente??--relembra, me provocando mais vez.

—Isso! — confirmo,tentando não me abalar com sua franqueza (algo com o qual vou ter que me acostumar!)--Não poderão se repetir!--afirmo, séria--Em hipótese alguma! Não vamos mais correr riscos desnecessários, concorda?

—Não. Mas se é o que você quer--diz, dando de ombros e abro a boca,surpresa-- Não vamos discutir o mérito da questão,ok? Você tem uma opinião, eu tenho outra. Vou respeitar o que me pede. Era só isso??

—Evidente que não!!!--exclamo, revirando os olhos mais uma vez--Se...-paro, pensativa,mordendo meu lábio-- Quando seu pai reassumir a presidência, vou permanecer com ele ou vou com você, se é que vai permanecer na empresa?? O que me leva a outra questão: como vai comunicar nosso namoro a seus pais?

—Não tenho que comunicar droga nenhuma a eles!!--braveja, não me dando chance de rebater--Olha só Cait, no que diz respeito a empresa, honestamente não pensei nisso ainda. Se depender de mim, assim que ele reassumir, caio fora. Mas sei que tenho que me assegurar que tudo que fiz e implantei por lá, como as bolsas de estudo, vão ter seguimento, que ele vai respeitar minhas decisões. Portanto, pelo menos por um período terei que permanecer por lá sim e lógico que você vai ficar comigo!-- afirma categoricamente, me fazendo rir.

—Espero que seja por minha competência, senhor Merlyn e não por ter aber...-paro, apertando os lábios, corando ao perceber o que iria dizer, e é a vez de ele rir, divertido.

—O fato de ter aberto as pernas pra mim--completa a frase, me fazendo corar ainda mais, em parte por raiva de mim mesma por ter usado uma expressão tão...baixa!!--Não tem nada haver. Se não fosse eficiente, teria sido demitida muito tempo atrás. Só pra constar, cheguei a torcer que ficasse tão insegura e nervosa por seu patrão ser o cara que quase atropelou, a ponto de fazer alguma besteira, me obrigando a te demitir--diz,me surpreendendo-- Assim ficaria mais fácil ir atrás de você sem me preocupar em perder minha secretária competente depois de lavá-la pra minha cama!!--completa, fazendo menção de me abraçar. Estico o braço, detendo-o--O que foi agora??--pergunta impaciente.

—Vou ficar ofendida,Tommy! Até parece que, além de me foder, não que mais nada comigo!- digo — Estou começando a pensar se esse seu pedido de namoro não foi, na verdade, uma forma de obter exclusividade!

—Não foi e sabe disso!!--garante, voltando a sentar-se, afastando as mãos de meu corpo-- Tem noção do quanto te desejo?? O quanto sito sua falta?--questiona-me, sério-- Nunca me senti assim com mais ninguém,Cait. Se estou irritado por querer continuar conversando, estou sim e não vou esconder! Mas não por não querer te ouvir, que não dê atenção ao que diz. Sabe que valorizo sua opinião e que...-interrompo seu discurso com um beijo.

—Desculpa. Me desculpa. Não quis dizer isso. Não da forma que pareceu!!--suspiro, acariciando seu rosto-- Também desejo você. Muito. Mas não tivemos chance de conversar nos últimos dias e , se a oportunidade apareceu agora, quero aproveitar--prossigo-- Daqui a pouco amanhece e cada um vai pra seu canto e ai só na segunda.

—Não precisa ser assim--diz-- Pode vir morar aqui, conosco--convida e arregalo os olhos.

—Sem antes falar com seus pais?? Mas nem pensar!!!--afirmo, impedindo seu protesto pondo minha mão sobre seus lábios--Eu sei que não deve explicações pros dois, mas não quero começar nossa relação já ganhando dois inimigos tão fortes logo de cara. Querendo ou não, gostando ou não, são seus pais, avós de seus filhos, os quais não quero que sofram por minha causa! Desculpe-me pelo que vou dizer, mas acho que sua mãe seria capaz de usar os dois pra nos separar de alguma forma.

—Sei disso --concorda--Não só ela como meu pai também- afirma-- Não quero te assustar mas meus pais podem ser bem cruéis quando querem.

—Falando em pais...--começo, respirando fundo antes de prosseguir--Os meus também são um pouco complicados, por assim dizer!!

—Thea me contou..Por alto,na verdade. Disse que são meio autoritários, possessivos, é isso?--pergunta e aceno afirmativamente-- Pelo que ela me deu a entender, eles teriam uma ideia pré fixada de seu marido, ou do homem que consideram ideal para sê-lo.

—Mais ou menos isso!--confirmo, parando, indecisa .Após alguns segundos refletindo, decido contar logo de uma vez--Tommy, quando decidi sair de casa, mudar não só de cidade mas de Estado, foi por conta de um casamento arranjado, por assim dizer, por meus pais--falo, observando sua reação.

—Eles queriam te obrigar a casar com alguém? Sério?--pergunta.

—Digamos que eu também tive minha parcela de culpa -admito--Me acomodei, fui deixando as coisas correrem e quando quis sair, meu noivo, principalmente, acelerou as coisas na tentativa de me "prender"--faço aspas no ar, vendo-o sorri--Eu tentei fazê-lo desistir..Várias vezes..De várias formas...Sem sucesso..

—Não vai me dizer que É casada??--questiona-me,tenso.

—Não. Não sou--respondo e relaxa-- Eu o abandonei no altar!--jogo de uma vez.

—Como é ??--interroga, surpreso--Largou o cara no altar??

—Hum,hum..Quer dizer, não bem no altar, já que mandei outra pessoa em meu lugar pra igreja!!--continuo, mordendo meu lábio outra vez.

—Mandou...?!! Não estou entendendo,Cait-- diz, confuso.

Respiro fundo mais uma vez, começando a contar-lhe, devagar, como havia feito, com a ajuda de meus melhores amigos, para fugir de Ronnie, me calando ao final, esperando sua reação.

Depois de alguns minutos, pra minha surpresa, Tommy começa a rir alto e tenho que chamar sua atenção para as crianças dormindo.

—Desculpe,Cait, mas não consegui me conter!--afirma, enxugando os olhos--Pobre coitado! Imagino a cara de surpresa e desespero dele quando recebeu a noiva errada das mãos de seu pai....Aliás, como foi que seu pai não percebeu que não era você??

—Porque não entrei com e...Quer dizer, ela não entrou com ele na igreja--informo, dando um tempo antes de soltar a última bomba.

—E por que não, se é vivo e aprovava o casamento?--adianta-se, questionando-me--Onde estava? Doente?

—Não. No altar....Preparado-se para ele mesmo celebrar--solto, devagar, vendo-o me olhar sem entender nada-- Meu pai é padre!! Pronto, falei!--digo, suspirando aliviada, esperando mais uma onda de risos, que não vêm.

—Está brincando,não é??--pergunta, incrédulo, ficando ainda mais ao me ver confirmar--Filha de um padre!!?? Você é filha de um padre??!!-- repete, só então mudando sua expressão, um misto de surpresa e divertimento no rosto--Estou fodendo a filha de um padre!!! Acho que não dá pra ficar mais...Fodido!!..Do que isso!! Devo ter assegurado meu lugar no inferno, com certeza!!!--brinca, erguendo as mãos para se defender dos meus tapas, segurando meus pulsos, me fazendo deitar e deitando-se sobre mim, me prendendo com seu corpo.

—Você não leva nada a sério!!--reclamo, mordendo sua mão, fazendo-o me libertar parcialmente, voltando a bater nele, que recomeça a rir--Tommy, quer parar! Não estou vendo graça nenhuma!!--resmungo, sendo surpreendida por um beijo, calmo no início, tornando-se exigente e sedento em poucos segundos, interrompido apenas quando ambos sentimos necessidade de respirar.

—Sei que falou sério--garante, as mãos puxando o edredom, deixando meu corpo parcialmente exposto-- E levo,sim. Levo nós dois muito a sério! E não vão ser meus pais, um ex noivo, que deve estar puto até hoje, eu estaria--assegura, beijando o vale entre meus seios--Nem seus pais,sendo ele padre ou não!!--prossegue terminado de puxar o edredom, me descobrindo por completo-- Que vão me afastar de você--garante, voltando a me beijar, encaixando seu corpo ao meu,seu membro roçando em minha coxa, me fazendo gemer, minha excitação aumentando junto com a dele-- Te amo e se tiver que encarar seus pais e os meus, vou fazê-lo...Mesmo correndo o risco de ser excomungado!!--brinca, recebendo mais um tapa em seu ombro.

—Idiota!!--xingo, rindo junto a sua boca, que toma a minha novamente, desta vez mais ávida do que antes, sua língua invadindo a minha .

Correspondo com a mesma intensidade, minhas mãos deslizando por seu corpo, parando em sua bunda, apertando-a, cravando minhas unhas na carne firme, descendo em seguida, ficando entre nós. Escuto seu gemido rouco no momento em que seguro se membro em minhas mãos, iniciando movimentos de vai e vem, sentindo o topo úmido.

Apoiado em seus braços,Tommy mantém o corpo ereto, mal tocando o meu. Aumento os movimento em seu pênis, sentindo-o aumentar em minhas mãos. Ergo meu quadril, posicionando-o diretamente na entrada de meu sexo, largando seu pênis para agarrar sua cintura ao mesmo tempo que apoio meus pés sobre o colchão, alavancando meu quadril, fazendo-o entrar quase inteiramente dentro de mim, e no instante que o faço, Tommy começa a mexer-se, vindo de encontro a meu corpo, terminando de me penetrar em uma estocada agressiva que me faz deitar sobre o colchão, as pernas fraquejando , meu grito de dor e prazer abafado por sua boca.

Tommy cadência o ritmo, hora aumentado, hora diminuindo, penetrando cada vez mais fundo dentro de mim, a cabeça apoiada em meu peito, sugando um seio, depois outro, mordendo os bicos, os dentes roçando a pele.

Minha cabeça gira em um turbilhão de sensações e me agarro a seu corpo pouco antes de explodir em um gozo pleno, que me entorpece..Ele investe uma ,duas, três vezes mais até que sinto o jato forte de seu gozo dentro de mim.

Nos aquietamos por uns minutos, tomando fôlego para recomeçar tudo de novo, até alcançarmos mais uma vez o topo do prazer.

—Eu te amo...- escuto-o dizer junto a meu pescoço, sua cabeça repousando em meu ombro.

—Também amo você,Tommy--afirmo, segurando em seu queixo, erguendo seu rosto para um beijo doce, agradecido.

Voltamos a dormi alguns minutos depois, saciados, enquanto o dia começa a clarear lá fora....

"...Agora eu quero ir fundo lá na emoção;

Mexer teu coração;

Salta comigo alto e todo mundo vê;

Que eu quero só você!...."

Notas finais
Bom dia flores! De sua vampira preferida,rsrsrsrs! Mais terde tem DCeA e V!! Bjinhos.