Perfect!
23 Sombras do passado part I....Adalind !
Notas iniciais
" Nice to meet you,where you been?;
I could show you incredible things;
Magic, madness,heaven,sin;
Saw you there, and I thought:
"Oh my god,Look at that face!";
You look like my next mistake;
Love's a game, wanna play?..."
Blank Space
Taylor Swift
Central City
Treze anos atrás
Residência da família Schade
Adalind
—Não pode estar falando sério, Adalind!!?-- escuto minha irmã dizer, claramente estressada, sentada em minha cama, os olhos arregalados, me encarando pelo espelho, o que é meio assustador já que somos gêmeas idênticas--Não vai ter coragem de fazer isso!--acrescenta, balançando a cabeça negativamente ao me ver arquear a sobrancelha-- Pior que vai!!
_ Não tenha a menor dúvida,maninha.--afirmo, parando de pentear meu cabelo, voltando-me para ela--É só o papai continuar insistindo em me mandar pra Starling, pra casa desse tal amigo, e vou aceitar a proposta do Adam e vou fugir com ele!!--digo, tranquilamente.
—Mas você nem mesmo o ama!!--exclama, erguendo as mãos--Se pelo menos o amasse, eu até te daria apoio...Mas usá-lo pra fugir de casa...É cruel. Até mesmo pra você,Lynd!
—Pra você, que é uma romantica incurável,Dri,é sim, com certeza! Pra mim, que sou prática,não--sorrio, encarando-a-- O único inconveniente é que ele é um duro! Se o pai não lhe desse uma gorda mesada, não teria como sobreviver...Terei que dar um jeito de terminar tudo assim que estivermos bem longe.
—O que torna tudo ainda mais cruel!!--reforça minha irmã,me fazendo suspirar, exasperada.
Adrielle, na maioria das vezes,nem parece minha irmã! Ainda mais gêmea...Não que tivéssemos que pensar e agir igual. Se nem nossas digitais são iguais, por que nossos pensamento e ideias deveriam ser? Mas a forma como me critica na maior parte do tempo é irritante.
—Sabe, você deveria me apoiar, não criticar, porque se fosse ao contrário e fosse você a estar sendo obrigada a mudar de cidade, ir morar com estranhos, Eu te apoiaria sem piscar. Em qualquer coisa que fizesse--chantageio, apontando a escova de cabelo em sua direção.
—Fala isso porque sabe que eu Jamais faria algo tão insano--diz, sorrindo-- Fugir, além de não resolver nada,só trás mais problemas. Seja metaforica ou ...- a interrompo.
—Não me vem com suas filosofias,Dri! Pode guardá-las pra seu querido namorido,Sean--bufo.
—Ele não é meu namorido! Já te dissse que não estamos trasando!--é a vez de ela bufar, zangando-se.
—Porque você não quer. Se dependesse dele...- provoco, vendo-a corar,me fazendo rir alto-- Não seja tão puritana,maninha! --digo, completando antes que tenha a chance de falar algo--Tá, já sei, já sei, você e Sean fizeram esse pacto idiota de se guardarem para o casamento--lembro, balançando a cabeça--Mas isso não impede que se divirtam um pouco, um com o outro, se preferirem, lógico. É só não passarem das preliminares. Tenho certeza de que você consegue--digo, vendo seu rosto ficar ainda mais vermelho--Mas ele não, não é mesmo?... Mas como pode saber disso se não...-me calo, abrindo a boca ,surpresa--Vocês já tentaram não foi??--questiono, lendo a reposta em seus olhos-- E não me disse nada!! Bandida!!--vou até ela, dando-lhes pequenos tapas nos ombros-- Como se atreve a não me confidenciar algo assim, sua, sua...Traidora!!--continuo, fazendo-a cair sobre a cama,me levando junto, nós duas rindo até as lágimas, parando aos pouco, deitando-nos lado a lado.
—Vou sentir falta disto!--diz, apoiando a cabeça sobre uma das mãos, me encarando--Por que tinha que se meter nessa confusão,Lynd? Pior: por que tinha que desafiar o papai dessa forma?
—Por que estou de saco cheio de viver nesse buraco chamado CC!!--resmungo, sentando-me--Não quero passar o resto da vida nesta cidade, Adrielle. Quero viajar, conhecer o mundo, conhecer pessoas...Ter muito dinheiro pra gastar sem me preocupar com o dia seguinte, a conta seguinte...
—Simples: basta entrar na universidade--diz,e faço uma careta de desagrado--Pode ter tudo isso,Adalind. Pode sair daqui mais rápido e seguro. Basta escolher um curso fora de Central City--simplifica.
—Claro, pra você é fácil falar! Quantas faculdades já te convidaram, até agora??--relembro, vendo-a corar mais uma vez,o que me irrita--Se não fôssemos gêmeas diria que uma de nós foi adotada!--falo, voltando a me sentar no banco em frente a penteadeira, escovando meu cabelo---Além do mais, universidade é muito demorado. Daqui que vá me forma, arranjar um emprego, ou montar meu próprio negócio, e começar efetivamente a ganhar dinheiro vou estar velha!!
—Adalind,você é tão inteligente, tão carismática, tão ...linda!!--diz,me fazendo gargalhar.
—Assim como você, tonta!--digo.
—Não. Não sou não--afirma, categoricamente--Somos idênticas apenas fisicamente. No resto...-para, mordendo o lábio, como faz (aliás, eu também)quando está triste,tensa ou assustada--Nunca fui ou serei tão popular quanto você é!
Paro,me voltando para ela mais uma vez, um sorriso sincero no rosto.
—É e sempre será, Dri!!--asseguro, abrindo os braços, convidando-a para um abraço, que aceita sem pestanejar--Nós duas somos demais, a verdade é essa!!--exclamo, sorrindo por sobre seu ombro--Não merecemos morrer nessa cidade entediante....Ou na vizinha,igualmente entediante.
—Mas não precisa fugir, Lynd!--pede, afastando-se--Caso papai inssita em mandá-la pra Starling.. Deveria agradecer, afinal esse tal de Merlyn está disposto a finaciar seus estudos..- a interrompo, pondo o dedo em seu nariz.
—Correção: financiar Nossos estudos--revelo, e ela me olha interrogativamente-- Disse que só iria se ele financiasse seus estudos também.
—Adalind!!--choca-se.
—Minha melhor e última tentiva de escapar da casa do mago !!--brinco, fazendo referência ao personagem da historia do rei Artur-- Merlyn?? Fala sério!! Se tivesse o dinheiro que nossos pais dizem que esse cara tem, pagava pra trocar meu sobrenome na hora!!--completo e rimos juntas.
—Adalind,Adrielle, desçam aqui, agora!!---escutamos nossa mãe chamar e reviramos os olhos.
—O que será desta vez!!--Adrielle questiona, levantando-se, ajeitando o vestido e o cabelo, se olhando no espelho.
Mesmo sem querer admitir, minha irmã é tão vaidosa quanto eu. A diferença é que assumo sem vergonha nenhuma!
—Meninas!!--nossa mãe chama novamente.
—Odeio quando nos chama assim!!--bufo,dando uma última olhada no espelho antes de sair do quarto junto com minha irmã.
Descemos a escada,virando a direita ao chegarmos a seu final,nos dirigindo para a sala de estar de nossa casa, parando ao notar que temos visitas.
—Garotas. Finalmente!--nosso pai exclama, erguendo-se do sofá onde estava, o homem sentado na poltrona a seu lado fazendo o mesmo, voltando-se para nós...." Bonito!", penso, avaliando-o rapidamente.." Um pouco velho pra mim, mas muito bonito!", concluo, sorrindo para ambos-- Malcom, essas são minhas filhas, Adrielle e Adalind--nos apresenta, trazendo-nos pelos ombros pra perto do amigo-- Meninas, este é Malcom Merlyn,meu amigo de Starling--diz e sinto meu sangue gelar.
—Muito prazer, senhor Merlyn--escuto Adrielle dizer, estendendo a mão para cumprimentá-lo.
—O prazer é meu..Adalind??- confunde.
—Adrielle--diz, sorrindo.
—Então você deve ser Adalind--diz, tentando ser engraçado.." Bingo!...Gênio!", ironizo mentalmente, estendendo minha mão mecanicamente , para cumprimentá-lo-- Honestamente, acho que as confudiria o tempo inteiro!
—Fazemos isso algumas vezes--nossa mãe diz, sorridente.
—Imagino--diz, voltando-se para a janela--Thomas, venha até aqui--chama e sigo seu olhar, prendendo a respiração ao ver o jovem que estava parado junto a janela, virar-se, caminhando até nós-- Adalind, Adrielle--diz, acertando nossos nomes e posições-- Este é meu filho,Thomas--apresenta.
—Oi--diz, simplesmente, parecendo desconfortável ou zangado.
—Oi..-respondemos ao mesmo tempo eu e minha irmã, fazendo um sorriso discreto surgir em seu rosto,iluminando seus olhos..." Caramba, que gato!", passeio os olhos por seu corpo, admirando-o abertamente, detendo-me em seus olhos e lábios, destacados por um sorriso, agora não tão discreto..." Parece que não será tão ruim ir morar em Satrling afinal de contas!", concluo, devolvendo seu sorriso.
Na semana seguinte,me mudo para Starling.
Para minha decepção, um motorista vem me buscar. Havia alimentado a esperança de que Thomas o viesse, visto que flertamos durante aquele primeiro e único encontro, até agora.
Havia pesquisado um pouco sobre ele na internet. Sabia que gostava de sair pra baladas com os amigos, independente de qual dia da semana fosse, arrumando confusão. Já fora preso algumas vezes na adolescência, nada muito grarve além de brigas, quase sempre por causa de garotas. Não tinha namorada fixa ( ao menos não conhecida pela midia), não se apegava a ninguém, pegava quem estivesse disposta ( e que o interesasse) a uma noitada regada a bebida e sexo casual. Zero de compromisso. Um Don Juan e bom vivant.
Quando chegamos na mansão, ele não estava em casa.
Após ser apresentada a senhora Merlyn e a governanta ( com quem antipatizei de cara, o mesmo parecendo acontecer com ela), me instalo em meu imenso quarto!
Termino de arrumar minhas coisas e desço, a fim de fazer um reconhecimento do lugar. Ao passar em frente a uma porta, ouço um gemido rouco e paro, curiosa. Olho para os lados e depois de me certificar que não havia ninguém por perto, me agacho junto a porta, colando meu ouvido na mesma, escutando antes de olhar pela fechadura, abrindo a boca ao ver uma loira de corpo magnifico cavalgando Thomas, que delicia-se em seus seios. Instintivamente,levo minha mão a meu sexo, começando a me masturbar.
Minha respiração acelera ao vê-lo inverter suas posições sem sair de dentro dela, ficando por cima, os movimentos aumentando, fazendo a loira gemer cada vez mais alto, sendo silenciada por seus lábios quando, acredito, atinge o clímax, evitando que o grito ecoe pela casa. Ele investe mais algumas vezes antes de desabar sobre ela, saciado.
Levanto-me depressa, temendo ser pega no flagra, apressando-me rumo a escada, diminuindo o ritmo a medida que desço, controlando minha respiração, que volta ao normal devagar.
Sento no sofá , deitando a cabeça no encosto, fechando meus olhos, a visão do corpo nu de Thomas me excitando, me fazendo procurar meu sexo novamente.
Paro, assustada, ao ouvir o som de risos, pegando um livro que se encontrava sobre a mesa de centro, enfiando o rosto nele a fim de me esconder.
—Humm, Thomas, quando vamos nos ver de novo??-- escuto uma voz melosa dizer e reviro os olhos.
—Eu te ligo--diz, beijando-a,com certeza, enquanto a leva até a porta, fechando-a assim que a loira sai.
Escuto-o assobiar perto, sentindo o sofá ceder com seu peso quando senta a meu lado.
— O livro está chato,é??--pergunta, me fazendo sobressaltar.
—Não. Até que é bem interessante--minto, ouvindo-o sorrir, o sofá voltando a posição inicial quando levanta-se, assustando-me ao ver sua mão puxando o livro de minhas mãos, girando-o no ar, devolvendo-me em seguida.
—Ficara bem mais interessante se o ler na posição correta--afirma, sorridente, saindo, voltando a assobiar.
Sorrio para mim mesma....." Eu o quero pra mim!",penso, voltando-me a tempo de vê-lo subindo a escada, mordendo uma maçã..." Quero e vou tê-lo pra mim!", decido.
Daquele dia em diante, aproveitei toda e qualquer oportunidade que tive para provocá-lo,ora deixando uma alça de vestido ou blusa cair, displicentemente, revelando parte de um seio; Ora, pedindo sua ajuda em alguma tarefa, roçando meu corpo contra o seu. Sempre tendo o cuidado dos pais dele não estarem por perto muito menos o "cão de guarda" da governanta, que fazia questão de deixar bem claro que não gostava nem confiava em mim.
Os melhores momentos eram os que tinha chance de ficar com ele, a sós, na piscina.
Nadavámos lado a lado, parando na borda para descançar. Em uma dessas oportunidades, aproveitei que meu biquine era estilo cortinha e antes de pedir-lhe ajuda,como sempre fazia, pra sair da água, deixei-o o menor que pude, protegendo quase que somente os bicos de meus seios, roçando meu corpo no dele.
A reação foi imediata: sua pele arreipou-se e senti o volume dentro da sunga aumentar. Estavámos nos encarando, nossas respirações acelerando, quando seus amigos estragaram tudo, aparecendo. Me afastei , mesmo diante da insistência deles para que ficasse, passando a observa-lo de longe.
Uma outra loira começava a ocupar muito espaço tanto na casa, junto aos pais dele, quanto em sua cama: Sara Lance.
Odiei-a desde o dia em que pus meus olhos nela. Tão perfeita,tão confiante,tão linda. Um corpo divino. E o pior de tudo: Thomas estava cada dia mais envolvido com ela. Tanto que já não trazia uma garota diferente pra casa( ou pra qualquer outro lugar)a cada noite. Quando o fazia, era sempre ela. Cada vez mais ela.
Sabia que ele, assim como o amigo,Oliver Queen, já haviam namorado ( ou tido um rolo, sei lá) com a irmã de Sara,Laurel ( essa mais antipática do que todas as outras!),mas que não durara muito, visto que ela cometeu o grave erro de tentar jogar um contra o outro.
Mas Sara era diferente. Era mil vezes mais simpática do que a irmã, mais bonita e acima de tudo, escolhera Thomas, investido apenas nele.
Comecei a me desesperar já que não conseguia sair do zero a zero com ele!...Até a noite do aniversário do Palmer mais velho.
Apesar de não gostar do cara, Thomas acabou indo com os amigos.Literalmente, pois seu pai confiscara as chaves de seu carro e guardara as dos demais dentro do cofre no quarto do casal. Eles , aliás,estavam comendo na minha mão. Sempre sonharam em ter uma filha e soube me aproveitar bem disso.
Sabia que ele chegaria tarde e que deveria ser Oliver a traze-lo. O que significava que entraria pela cozinha.
Naquela noite, jantei mais cedo e com a desculpa de ir estudar, me recolhi a meu quarto pouco antes que saisse, ficando acordada até que os Merlyn se recolhessem também.
Era a noite de folga do " cão de guarda". Tanto Malcom quanto Rebeca costumavam tomar comprimido pra dormir. Ele pela ansiedade por conta da empresa. Ela por motivos de saúde.
Assim que a casa ficou em silêncio, comecei a colocar meu plano em prática.
Pra começar, deixaria um dos esguiços aberto, o mais distante, a fim de atrair a atenção dele quando entrasse, vindo verificar do que se tratava. Depois, tratei de aquecerme, correndo um pouco ao redor da piscina. Em seguida, voltei a meu quarto, pensando em descaçar,mas não consegui, a ansiedade me tomando por completo. Desço bem antes da hora, usando apenas um roupão de seda.
Estou caminhando em volta da piscina quando escuto sua voz agradecendo e despedindo-se de Oliver. A seguir, escuto a porta ser fechada. Corro até a porta envidraçada que liga a sala ao jardim interno, certificando-me de que entrara de fato pela cozinha.
Corro de volta para a piscina, tirando o roupão, o frio fazendo minha pele arrepiar. Espero até vê-lo dirigir-se para a escada e me atiro dentro da água, fazendo barulho.
Nado, tentando aparentar uma calma que não tenho...." Estou prestes a perder minha virgindade com Thomas Merlyn!",comemoro, o pensamento de sentir seu corpo sobre o meu, senti-lo dentro de mim, causando arrepios.
Giro o corpo, passando a nadar de costas a fim de averiguar se ele havia escutado e vindo até o jardim, um sorriso interno me iluminando ao vê-lo sentado na espreguiçadeira.
Faço a volta, nadando direto em sua direção,preparando meu último golpe.
Saio da piscina pela borda a sua frente, exibindo meu corpo nu por inteiro para ele, dando-lhe uma visão mais ampla de meu sexo ao abrir a perna, apoiando-a para sair da água, caminhando lentamente em sua direção, sentando em seu colo, bebendo sua água, provocando-o a cada movimento até fazê-lo perder o controle, me atirando sobre a grama fresca, me possuindo com urgência, sem nenhuma gentileza.
—Me desculpe,Adalind--pede, afagando meus cabelos--Machuquei você?
—Só um pouquinho--digo, manhosa, mexendo meu quadril sob o dele, sentindo-o ainda dentro de mim--Mais, Thomas,por favor! Quero mais!!--peço, mordendo seu queixo, aumentando meus movimentos, seu membro reagindo ao estímulo, aumentando de volume em meu interior.
Ele me possui mais uma vez, com mais calma, penetrando fundo,me levando ao delirio.
—Isso foi um erro. Não devia ter acontecido--ouço-o dizer, recriminando-se, enquanto nos vestimos.
—Não, não foi. Eu queria muito, Thomas. Você foi meu primeiro homem--digo, beijando-o castamente, afagando seus cabelos--Não se preocupe, não vou te cobrar nada--minto, dando-lhe meu melhor sorriso.
Durante aquela semana, o procurei em seu quarto todas as noites.
Apesar de relutar no começo, acabava sempre cedendo diante de minhas caricias.
Fui ficando cada vez mais ousada, desafiando-o a me satsifazer, procurando, especialmente em livros e filmes, formas de agradá-lo e dar- lhe mais prazer ao mesmo tempo que deixava claro que aceitaria tudo que me pedisse para fazer na cama, não importando o que fosse.
Certa noite, o surpreendi quando chegava da universidade, ainda cedo, recebendo-o completamente nua na garagem.
—Perdeu o juízo!?!-- questionara-me,olhando para os lados.
—Seus pais estão na casa dos Queen e não voltam tão cedo--disse-lhe, deslizando as mãos por seu peito, abrindo os botões de sua camisa--Diva foi fazer o supermercado, levando o motorista. O que nos dá uma,talvez duas horas antes que voltem para esta garagem--informei-o, ficando de joelhos a sua frente, abrindo a calça,descendo-a rápido, sem lhe dar tempo para resistir, segurando seu membro em minhas mãos,colocando-o por completo em minha boca, fazendo-o encostar-se no carro, gemendo de prazer. Depois de fazê-lo gozar, engolindo parte de seu liquido precioso, ergui meu corpo, enlaçando-o pela cintura, suas mãos segurando minhas nádegas com força, marcando a pele. Transamos ali, em plena garagem, subindo em seguida para meu quarto, parando de vez em quando, trocando amassos pelos cantos até chegarmos a cama.
Quando minha menstruação atrasou, dois meses e meio depois, corri para a farmácia mais próxima, comprando um teste rápido, vibrando ao ver o resultado..." Consegui!!,vibro...." Apesar de toda a resistência,todo o cuidado dele, consegui!", comemoro, dando pequenos pulinhos dentro do banheiro..." Agora é só esperar por Malcom e Rebeca chegarem!". Só havíamos transado sem proteção duas vezes: na piscina, aquela noite; e na garagem. O resto do tempo usamos camisinha ou pilula (que só tomei na sua frente umas duas vezes)
Aguardo seus pais chegarem, indo para o quarto dele ao ouvir os dois conversando com a governanta no pé da escada.
Calculo o tempo necessário para que nos escutem falando e entro no quarto de Thomas.
—Grávida????-- assusta-se--Como assim grávida,Adalind?
—Grávida,Thomas, grávida!--repito, um pouco mais alto do que deveria.
—Mas como? Usamos proteção sempre que...-o interrompo.
—Nem sempre. Se lembrar bem, ouve pelo menos duas vezes que não usamos nada--relembro, vendo-o passar a mão pelo cabelo, desesperado--Não precisa ser sempre, até onde sei--digo,choramingando baixinho-- Não tive culpa, Thomas! Tentei evitar. Juro.
—Evitar o quê, Adalind?--escuto a pergunta feita por Malcom Merlym, voltando-me para a porta do quarto, onde ambos se encontravam.
—Nada. Nada não-- minto, fingindo nervosismo-- Se me dão lic...- começo mas ele me interrompe.
—Está grávida Adalind?-- pergunta, entrando no quarto, a expressão em seu rosto me assustando de verdade.
Seguro o ar, balançando a cabeça afirmativamente, ficando realmente sem fala
—É seu Thomas?--questiona, me fazendo olhar para ele, que repete meu gesto, incapaz de falar.
Abro a boca, voltando-me para Malcom, pronta para " defender" Thomas , mas a fecho diante de seu olhar, vendo-o tirar o cinto de couro que usava na cintura.
—Sai, Adalind. Você e Rebeca--ordena, olhando diretamente para o filho, que permance parado.
—Malcom, por favor!--Rebeca pede, calando-se sob seu olhar.
—Saiam agora!--ordena, entredentes-- Agora, rapazinho, vou lhe dar a surrar que deveria ter dado anos atrás-- escuto-o dizer--Vire-se!--ordena.
Fecho os olhos ao ouvir o estalar do cinto na pele de Thomas, pouco antes de deixar o quarto em companhia de Rebeca, que segue ao meu lado, abraçando-me ,em silêncio.
Ficamos sentadas em minha cama, abraçadas, ela afagando meus cabelos, por um tempo indetrminado até que ouvimos a voz de Malcom a porta e nos viramos.
—Amanhã ligamos para seus pais.- -anuncia-- Antes do final deste mês, se casarão--completa, saindo, Rebeca fazendo o mesmo só que na direção oposta ao marido, indo até o quarto do filho.
A sigo,suspirando ao entrar no quarto de Thomas, deixando as lágrimas que prendia rolarem soltas por meu rosto,mordendo meu lábio ao vê-lo deitado sobre a cama, as costa em carne viva..." Não era isso que eu queria!"
"...Cause we're young, and we're reckless;
We'll take this way too far;
It'll leave you breatheless or with a nasty scar..."
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