Perfect!
7 Irresitível Atração! (A casa das sete....)
Notas iniciais
"....But you're touching my skin and it's leavin' me hopeless;
I wanna feel you un- feel you under my body;
I wanna feel you un- feel you un..."
All In My Head(Flex)
Fifth Harmony
Escritório da Global (Segunda a noite)
Caitlin
Fecho meus olhos, suspirando. Jogo a cabeça para trás, minhas mãos apoiadas nos ombros de Thomas, suas mãos passeando por minhas costas,enquanto sua boca se apossa de meus seios, sugando, beijando, prendendo o bico em uma mordida suave, a língua traçando o contorno, fazendo a pele arrepiar.
Sentada em seu colo, sinto sua excitação aumentar junto com a minha, querendo uma intimidade maior do que a estreita poltrona onde estamos pode nos dar.
Afasto-me , empurrando-o contra o encosto da mesma, saindo de seu colo,ficando de pé a sua frente, inclinando-me, segurando seu rosto entre as mãos, prendendo seus lábios em um beijo possessivo...." Que boca deliciosa, você tem!!", penso, fazendo-o ergue-se, ficando de pé comigo, envolvendo-o em um abraço, nossos corpos se tocando por completo. Levo minhas mãos a sua camisa, desabotoando-a e retirando-a em seguida, deslizando meus dedos entre os pêlos de seu torso nu, provocando suspiros roucos contra minha boca. Prendo seu lábio entre meus dentes, mordendo devagar, enquanto me conduz até sua mesa, derrubando vários objetos com a mão, abrindo espaço, colocando-me sobre a mesma.
Apoio os cotovelos, erguendo parcialmente o corpo, permitindo que retire minha saia e calcinha, gemendo de prazer quando Thomas, de joelhos entre minhas pernas, explora meu sexo com sua boca, a língua acariciando meu clitóris, causando uma gama de sensações novas, me fazendo chegar ao limite do prazer, abandonando-o antes que gozasse, subindo lentamente até alcançar meus seios mais uma vez. Sinto a frieza da fivela de seu cinto tocar a pele sensível e quente, o tecido da calça aranhando-me. Levo as mãs a sua cintura, soltando o cinto,abrindo o botão e o ziper, fazendo o tecido deslizar por seu corpo, usando os pés para desce-la até o chão. Sinto-o afastar-se a fim de retirar a cueca, retornando logo em seguida. Enlaço-o com minhas pernas, trazendo-o para dentro de mim,deitando-me sobre a mesa quando suas estocadas se tornam mais rápidas e vigorosas, suas mãos em minha cintura, segurando meu corpo junto ao seu, ditando o ritmo a cada entrada e saída de seu membro.
Meu corpo se ergue em espasmos involuntários, arqueando-se,estremecendo de prazer quando chego ao orgasmo,caíndo, exausto, sobre a mesa,Thomas deitando-se sobre mim instantes depois, também exausto, a respiração ofegante, permanecendo assim por um tempo indeterminado.
Acaricio suas costas, traçando sua coluna com meus dedos, sua pele arrepiando-se sob meu toque, um sorriso formando-se em meus lábios...." Não é só sua boca que é deliciosa. Você todo é!", suspiro, beijando seu ombro, seu pescoço, movendo meu quadril e ao fazê-lo, sinto que ainda está dentro de mim. Fecho os olhos sentindo-o recomeçar a mover-se, devagar, seu membro voltando a enrijecer..
—Segundo tempo, Caitlin! — sussura rouco em meu ouvido, retomando em um ritmo mais forte e intenso do que a primeira vez..
Quando finalmente saciamos nossos corpos, relaxamos, nos separando lentamente, nos recompondo a seguir.
—É tarde. Levo você em casa — fala, quebrando o silêncio e só então percebo que já escureceu.
—Não podemos fazer isso todos os dias- digo,fazendo-o voltar-se para mim — Por mais que seja bom...
—Ótimo- diz, segurando minha cintura- Eu usaria esse termo pra definir nossas transas. Ótimas- beija meu pescoço, subindo até minha boca, prendendo-a em um beijo ávido- Mas tem razão- concorda, assim que o beijo termina, sem me soltar — Aqui não é o lugar ideal. Talvez na sua casa ou na minha..
"Ah tá! No dia que eu quiser morrer ou dar um espetáculo privé, quem sabe!", teorizo, vendo-o erguer a sobrancelha.
—Morrer? Espetáculo?- questiona e tenho vontade de bater em mim por não manter meus pensamentos longe da minha boca e nele por não ignorar cada vez que faço isso.
—Moro em uma república e, a menos que não se importe com a possibildade do quarto ser invadido a qualquer momento por alguém ,incluindo sua irmã , que nos visita de vez em quando, ou que todos saibam o que está acontecendo entre nós, fique a vontade — dou de ombros, suspirando.
—Pensei que já soubessem- diz, sério — Não faço a menor questão de esconder nosso caso...
—Estamos tendo um??- questiono, encarando-o, surpresa.
—Estamos — afirma, sério — A menos que não considere assim.- diz — E por que morreria? — indaga.
—Sua mãe . -digo-No minímo, vai querer arrancar minha pele- comento, mordendo o lábio, lembrando a última vez em que a senhora Merlyn esteve na Global, trazendo os netos para visitá-lo.
—Por que faria isso?- pergunta, franzindo o cenho — O que minha mãe andou dizendo a você?
—Não falou diretamente para mim- digo- Apenas comentou, na minha frente e de outras funcionárias, que ninguém aqui está a altura do filho dela.
—Ela disse isso?
—Não diretamente. Com outras palavras, de maneira sutil- falo — Imagine então se descobre que a secretária anda transando com o filho? No minímo vai me chamar de oportunista. Ou golpista. Falando nisso..- me liberto de seu abraço, indo até minha mesa em busca de minha bolsa, onde pego meu anti concepcional, tomando-o sob seu olhar atento — Não usamos proteção e não quero correr riscos desnecessários- afirmo.
Thomas permanece um tempo parado próximo a minha mesa, me encarando, pensativo.
—Vou pegar minhas coisas. Arrume as suas para sairmos — ordena, entrando na sala.
— Sim senhor — falo baixinho, desligando meu computador, fechando os armários e gavetas, verificando a agenda do dia seguinte.
—Pronta?- pergunta e aceno que sim, seguindo-o até o elevador.
Na recepção, o segurança da noite me entrega o bilhete deixado por Anitta onde me avisava ter saído mais cedo para resolver alguns problemas, levando "lili".
—Desculpe não ter entregue antes, mas meu antecessor esqueceu de me passá-lo- pede, sem graça.
—Tudo bem Doug. Ela que devia ter ido até mim- afirmo, sorrindo-lhe- Obrigada.- digo, recebendo um sorriso em resposta.
—Se soubesse o impacto que esse sorriso causa, evitaria dá-lo a todo momento, a qualquer um- ouço Thomas dizer enquanto caminhamos até seu carro, o encarando por sobre o teto do veículo, vendo seu semblante fechado.
—Gosto de sorri para as pessoas- afirmo- Não se trata de flerte. É apenas um gesto de carinho. Meu pai me ensinou que um sorriso e um abraço, se dados com sinceridade, ajudam a melhorar o dia de qualquer um.
—Seu pai devia ter problemas em manter os homens afastados de você- diz, seco, ligando o carro.
Abro a boca para responder mas desisto, dando de ombros.
—Ponha o cinto- manda, no mesmo tom.
—Sim senhor. O senhor que manda, senhor Merlyn- não resisto em provocá-lo, colocando o cinto, olhando-o de esguelha, vendo sua expressão suavizar um pouco.
Fazemos o percursso em silêncio. Um irritante silêncio onde era posivel escutar o som de meu relógio de pulso.
Quando chegamos, ao contrário da outra vez, ele para em frente a casa, me surpreendendo com um beijo enquanto estou distraida soltando o cinto, despedindo-se, me desejando uma boa noite.
Desço, acenando, ficando parada acompanhando-o sumir de vista, só então voltando-me para entrar na casa.
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Tommy
Sigo o caminho até minha casa remoendo tudo que Cait havia dito, irritando-me pelo que minha mãe havia insinuado na Global..." Só espero que não queira meter-se em minha vida! ", penso, travando o carro após saltar, na garagem de casa.." Isso não vou permitir. A ela ou a meu pai."
Entro pela lateral estranhando o silêncio reinante na casa.
—Mãe? Maddie? Ethan?- chamo, entrando- Alguém em casa?
—Paii!!!- escuto-os, vindo correndo ao meu encontro,seguidos por Diva -Por que demorou tanto? -Ethan questiona — Teve alguma reunião?
—Mais ou menos- falo, beijando o topo de sua cabeça, olhando para Diva
—Sua mãe foi dormir no hospital- avisa- Os médicos ligaram. Seu pai saiu da UTI. Foi transferido para um apartamento.
—Vovô está acordando,pai. Aos pouco — Maddie diz, me olhando, estranhamente assustada.
—Por que a preocupação princesa?- pergunto, beijando-a no rosto.
—É que vocês estavam brigados...Estão, na verdade, já que não pediram desculpa um ao outro- fala, levando a mão a boca, roendo unha- E se ele ficar bravo e não quiser nos conhecer? E se quiser que agente vá embora? Não quero ficar longe da vovó ou da tia Tê! — afirma, os olhos marejados.
—Também não quero,pai- Ethan concorda com a irmã- E não quero que voltar pra Nova Iorque. Nem que o senhor volte pra chata da Helena!- completa.
—Certo. Também não quero nada do que disseram- afirmo, agachando-me, ficando da altura dos dois- Mas vamos deixar pra nos perocuparmos com essas coisas se e quando acontecerem,ok? Aí,veremos o que fazer- contemporizo- Agora, que tal me fazerem companhia enquanto janto? Se é que deixaram alguma coisa pro seu pobre pai tarbalhador!!- dramatizo, fazendo-os rir.
—Lógico que deixamos, não seja bobo, pai- Maddie ralha, enxugando os olhos.
—Ótimo. Vamos lá que estou morrendo de fome- digo, caminhando com eles até a cozinha.
Depois que termino, desejamos uma boa noite a Diva e subimos juntos até meu quarto onde, enquanto tomo banho, os dois contam como havia sido seu dia na escola, o passeio com Thea, Oliver e Felicity até o joquei clube,onde cavalgaram até a hora de retornarem para casa, encontrando a avó de saída para o hospital, ficando em companhia de Diva, jogando vídeo game e assistindo tv.
Os dois pedem para dormir comigo e acabo cedendo, deitando entre ambos, ligando a tv até que adormeçam.
Demoro a dormir pensando em tudo que Maddie havia questionado, decidindo que iria procurar um apartamento para nós no dia seguinte..."Já devia ter feito isso.",penso, observando o sono tranquilo dos dois...."Não vou ficar refém de meus pais. Preciso de um espaço para nós. Nossa casa. Minha independência.". Adormeço com esse pensamento.
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Sala de reuniões da Global (dois dias depois)
Narrador
Caitlin verifica uma vez mais a mesa da sala de reuniões, assegurando-se que não esquecerá de nada.
Thomas e os demais membros do conselho chegariam em poucos minutos.
Ele havia passado praticamente todo o dia anterior ausente da empresa, resolvendo problemas pessoais, indo apenas no final da tarde assinar alguns papeis e repassar toda a pauta da reunião junto com Diggle ,Steele e Eddie Thawne.
Ao final , os dois saíram juntos para buscar a irmã de Thawne, Emilly, que chegaria de viagem.
Para surpresa de Cait, Thomas ligara para ela mais tarde aquele dia. A principio pensará que queria lhe passar algo que havia esquecido para a reunião, entretanto, ele não falará sobre trabalho. Passaram a metade do tempo conversando sobre o que havia feito durante o dia. Thomas revelara que estava em busca de um apartamento para ele e os filhos pois não pretendia permanecer na mansão após a recuperação do pai, pedindo que mantivesse segredo sobre o fato. Na outra metade do tempo, Thomas a provocará com insinuações picantes sobre o que pretendia fazer da próxima vez que transassem, levando-a a se masturbar ainda enquanto conversavam.
—Boa tarde senhorita Snow — escuta a voz de um dos conselheiros, Slade Wilson, cumprimentá-la, voltando-se para o homem que a encarava de forma maliciosa, deixando-a desconfortável.
Por sorte, os demais membros, bem como Thomas, chagaram pouco depois, poupando-a da companhia desagradável do homem.
Já no início, Thomas anuncia que haveria uma auditória na empresa a fim de verificar algumas irregularidades apontadas pelo senhor Steele, que toma a palavra, expondo seu relatório, provocando protestos de alguns membros, agitando os ânimos por um tempo.
Depois que todos se acalmam, passam a discutir alguns projetos que haviam sido adiados por conta do atentado, entre eles o de disponibilizar ações a baixo custo para funcionários mais antigos da empresa e conceder auxilio através de bolsas de estudo para os jovens que precisassem, sugeridos por Eddie e Barry.
—Não acho que seja o momento oportuno — opusera-se Isabel Rochev — Estamos para passar por uma auditoria. Isso pode esperar.
—Mais uma vez. Será a terceira vez que adiamos- Eddie reclama — Não estamos pedindo que implante os dois agora, Tommy.Pode ser depois da auditoria..
—Só não dá pra ficar adiando eternamente- Barry acrescenta.
—Acho que podemos sim optar, a principio por um, deixar tudo organizado e encaminhado e depois implantar- Walter Steele concilia- Só temos que decidir qual será implantado primeiro- fala, olhando diretamente para Thomas.
—Senhorita Snow,qual seria mais interessante, ações ou bolsas?- questiona , voltando-se para ela, pegando-a de surpresa.
—Ela não faz parte do conselho, Thomas. Não pode opinar- opõe-se Rochev.
—Estou pedindo a opinião de uma das minhas funcionárias, não de um membro do conselho,Isabel- irrita-se- Então, qual escolhe?- reitera, voltando a olha-la.
—Ter ações, sentir que faz parte do todo, que também lucra com o crescimento da empresa é bem interessante. Mas acho que as bolsas podem ser mais úteis no momento- afirma- Não precisar se preocupar se o dinheiro vai dar pra pagar a universidade, o aluguel e ainda sobrar para comer, com certeza vai deixar aqueles que fazem faculdade mais tranquilos e focados no serviço- defende.
—Então serão as bolsas- Thomas decreta -Prepare tudo Walter. E não precisa esperar pela auditoria. Este projeto não deve ser levado em conta quando for realizada. Eddie e Barry,se encarreguem de tudo. Repassem todo o plano e dados para Walter. Vai ficar nas mãos de vocês.- avisa, fazendo os dois sorrirem- Outra coisa que pretendo fazer, essa junto com a QC, é organizarmos, já para o dia dos pais, um evento para nossos funcionários e seus familiares. Um piquenique. A secretária de Oliver vai entra em contato com a senhorita Snow para maiores detalhes.Desde já, pode providenciar a circular avisando todos os departamentos- avisa, olhando-a.
—Yes!- Barry e Eddie vibram,chamando atenção dos demais- É uma vontade antiga de nossos pais- Barry esclarece.
—Mais algum ponto?-Thomas pergunta e diante da negativa de todos, a reunião é encerrada.
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Tommy
Termino a reunião sentindo a cabeça latejar, ainda tendo que encontrar paciência para ouvir as queixas de Isabel e Cooper.
Após alguns minutos,dispenso os dois antes que minha paciência suma de vez, saindo da sala, dando de cara com meus filhos conversando com Caitlin.
—Maddie, Ethan, o que estão fazendo aqui? Quem trouxe vocês?- questiono olhando em volta.
—Ninguém. Viemos de táxi- Maddie informa.
—As aulas terminaram mais cedo. Decidimos te fazer uma surpresa- Ethan continua, sentado na cadeira de Caitlin,girando.
—Vai pra casa agora?- Maddie quer saber- Pensamos em ir no Big Belli Burguer comer besteira!- exclama, fazendo uma careta, provocando riso em Caitlin.
Penso em negar mas diante de seus olhares pidões acabo cedendo.
—Ok. Também estou precisando relaxar um pouco- digo, olhando Caitlin, que cora imediatamente,entendendo a mensagem sublinhar, me fazendo rir.
—Legal!- exclamam juntos, tocando as mãos no ar.
—Vou pegar minhas coisas e já vamos- aviso, entrando em minha sala.
—Vem com a gente Cait- escuto Maddie pedir — Só assim tenho alguém inteligente pra conversar- emenda sem dar tempo a ela de responder- Por favor!!- escuto-a pedir e nem preciso olhar pra saber que já ganhou a batalha.
—Se seu pai não se importar- esperta Caitlin, sorrio, indo ao encontro deles.
—Por mim tudo bem- respondo antes que me perguntem qualquer coisa, encarando seu olhar assassino, rindo , encostado na soleira da porta.
—Oba!! Você vai né?- pede novamente e vejo-a morder o lábio.
—Tá — responde simplesmente, fazendo Maddie vibrar, batendo palmas — Vou só desligar aqui. Se quiserem ir descendo...- não a deixo terminar.
—Sem pressa. Esperamos aqui — afirmo, recebendo um novo olhar mortal.
Após alguns minutos, saímos juntos rumo a lanchonete ' mais da hora de Starling', como Ethan e Maddie diziam, os dois caminhando a nossa frente, felizes, enquanto sigo ao lado de minha deliciosa e emburrada secretária!
".....Flex, time to impress;
Come and climb in my bed;
Don't be shy, do your thing;
It's all in my head, yaeh!.."
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