Perfect.
1 I - Olhar não tira pedaço.
Notas iniciais
Minha primeira fanfic aqui no Nyah!, espero de todo o coração que gostem.
Lembrando que é uma fanfic UA (universo alternativo) e uma das únicas coisas semelhantes daqui com o livro são os personagens. Só.
E, como é um prólogo, ele ficou bem curtinho mesmo.
Boa leitura! ♥
Obs.: a fanfic é no ponto de vista da America.
Os raios solares logo adentraram a janela do grande quarto, iluminando o cômodo e me fazendo acordar. Imediatamente me lembrei que hoje era segunda-feira, e dei um pulo da cama, achando que estava atrasada. Mas, ao conferir o relógio em meu criado-mudo, vi que ainda faltavam 30 minutos para as 6 da manhã. Sem sono, vesti meu roupão e desci as escadas na esperança de tomar café, mas assim que cheguei perto da cozinha pude escutar meu pai conversando com alguém.
“Rapaz, estou pondo sob sua responsabilidade o meu maior tesouro”, disse, provavelmente para o novo segurança. Após surgirem boatos de sequestros relâmpago na cidade, meu pai decidiu por um segurança na minha cola — o que sempre achei completamente desnecessário.
“Estou certo disso, senhor. E, pode ter certeza: irei cuidar dela como se fosse minha filha”, o provável novo segurança garantiu, e sua voz era grave e rouca. Ele daria um bom cantor com essa voz. Eu, já que toco violino e canto na escola, passei a perceber mais a voz das pessoas, e passei a julgá-las também. Algo idiota, mas legal.
“Muito bem, rapaz”, dei uma espiadinha, e percebi que meu pai olhava o relógio. “Daqui a pouco ela deve descer.”
Falavam sobre mim. Minha mãe só acorda depois das dez, e May e Gerad só acordam as dez para se prepararem para a escola; então, todos os dias, eu tomo café com meu pai.
Na espiadinha, também percebi que o “rapaz” não tinha mais de 20 anos. Os cabelos, num tom estranho de mel, e os olhos castanhos. Alto, relativamente forte e com mandíbula quadrada — o que eu, particularmente, acho um charme. Eu tenho namorado, mas olhar não tira pedaço, certo?
Estava observando tudo, quando meu estômago roncou alto, fazendo meu pai e o rapaz olharem na direção em que estava, revelando-me.
Sem saída, entrei na cozinha, um tanto envergonhada por estar de roupão.
“Bom dia, papai” desejei-lhe, dando um beijo singelo em sua bochecha. Me virei para o rapaz. “Bom dia…”
“Maxon.” completou. Então seu nome era Maxon. Um lindo nome, para um lindo homem. “Bom dia, senhorita.”
Pegou minha mão e deu um beijo singelo no dorso, fazendo meu corpo inteiro se arrepiar com o toque de seus lábios quentes e macios.
Pois bem, olhar não tira pedaço, mas acredito que sentir essas coisas me trará problemas.
Notas finais
Muito obrigada por ler e pode deixar a sua opinião lá nos comentários :)
Beijos e quem quiser conversar, saiba que estou aqui. ♥
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