Perdidos em um mundo
5 Encontro inesperado
Notas iniciais
– Obrigado... por deixar morar com você, acredito eu que seja muito incomodo. Obrigado mesmo — Disse fixando meu olhar no sol que parecia ser egolido pelo mar, a cada minuto que se passava.
– Creeper... sério mesmo, você não me incomoda, eu gosto muito de você.
– É que, nunca alguém foi tão legal comigo, como você... Mas, você ainda não sabe meu nome, eu me chamo Gilga — Disse me levantando e indo até a ponto da montanha
– E eu me chamo Ender! — Riu
– Bobo! — Brinquei
Abri meus braços e deixei o vento passar por todo o meu corpo. Aquela brisa suave me deixava mais calma, meu cabelo caido aos ombros, agora estava "dançando" ao ritmo do vento. Isso me lembrou a vez que meus pais e meus dois irmãos fomos pescar...
Flasbak on:
– Veja, papai! Peguei um peixe, peguei um peixe! — O pai de Gilga nunca tinha visto o quão bonito era o sorriso dela, e o quão aimpatica era a sua risada.
Flasbak of:
– Gilga, Gilga? — A voz do Emder penetrou em meus pensamentos, me fazendo, finalmente, voltar para "o mundo real"
– Anh? — Perguntei confusa.
– Essa é a Saber... — Ele disse apresentando-me uma metade esqueleto e metade humana.
– Anh, o-olá — Falei xom um pouco de cíumes.
Mal passou 20 minutos e ele já ganhou uma amiga nova, sem falar que ela é muito bonita, comparada a mim, eu pareço um lixo com pernas tortas, um sorriso falso grudado na cara, e por qualquer coisa eu explodo... ela é linda.
– Então, ela é como nós, meio humana e meio monstro e é arqueira... disse que poderá arranjar muita comida para nós, se importa dela ficar conosco uns dois dias?
– Olha, por mim tudo bem.
O Ender deu a ideia de caminharmos até um bom lugar para acampar. Bem, eu fui o caminho todo calada... mão tinha o que falar, as unicas palavras que falava era "sim" "ahan" "Ok"...
– GILGA? — uma voz do nada soou atrás de algumas árvores.
– Pérola? — Sussurrei
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