Perdidos Em L.A.
8 Prison
Notas iniciais
O carro de polícia ia se aproximando. Daí eu meio que me desesperei e abracei o pescoço de Izzy com força. Dramática? Sou sim. Mas agressão física é crime e o meu Izzy e os meus ídolos amados agrediram dois filhos da puta na frente de toda a população de Los Angeles, portanto algum outro filho da puta chamou a polícia e o carro começou a nos perseguir, e assim estamos.
Uma lágrima rolou da minha bochecha sem que eu pudesse evitar.
- Lily... calma por favor, não vamos ser presos.
- JEFFREY! Vocês agrediram dois caras fisicamente, portanto vocês cometeram um crime, portanto...
- Lily, esqueceu que somos o Guns n’ Roses? Podemos pagar fiança.
- Eu sei, mas...
Ele colocou a mão na minha boca, com a outra me puxou para que eu apoiasse minha cabeça em seu ombro e acariciou meus cabelos enquanto sussurrava: “shhhh....”
Fechei os olhos e torci para que não acontecesse nada com eles.
- Encostem a Kombi aí!! – gritou o tira. Slash, que estava dirigindo, obedeceu na hora.
- SLASH! – gritaram todos.
- Que foi? Se eu não obedecer a gente vai se fuder mais ainda.
- Para de ser certinho, porra! Vamos ser presos! – disse Axl, estressado.
- Foda-se. Já fomos presos várias vezes e mano, somos uma banda famosa!
Slash saiu da Kombi e foi cumprimentar o policial com o maior ar de inocente. O tira soltou uma risada.
- Hahaha, vocês são o Guns n’ Roses? Já é de se esperar uma atitude dessas de vocês...
- Isso é preconceito! – gritou Steven de dentro da Debbie.
O policial pediu licença e entrou na Kombi.
- Preconceito? Quantas vezes vocês já foram pegos brigando na rua, roubando e carregando drogas nas mochilas?
- Um milhão de vezes – retrucou Steven, com os pés no banco da frente e batucando com as baquetas no joelho.
- Por aí mesmo – riu o tira – portanto já foram detidos muitas vezes. Essa só vai ser mais uma. Infelizmente agressão física não tem uma pena muito grande. Alguns dias de cadeia e pronto, por mais que eu queira ver vocês apodrecendo numa cela de prisão.
- Isso não é coisa que um policial diga – falei baixo.
- Sim, senhorita, só que eu sou um policial mal educado e você não pode fazer nada.
- Posso prestar queixa contra você.
- Eu sou da polícia, posso arranjar uma desculpa, vadia.
- Então eles também podem arranjar uma desculpa. São uma banda famosa. E quem é você pra me chamar de vadia? Não tem esse direito.
- Tenho sim.
- Vai se fuder, policial de merda.
- CHEGA! Você também será detida por desacato à autoridade.
- Tá bom, foda-se. Leva a gente logo porque eu prefiro ser presa a ter que ficar aturando tiras que se acham o máximo.
O policial algemou nós seis e enfiou todo mundo amontoado dentro do carro de polícia. Eu no colo do Izzy, Axl no de Steven e Slash e Duff foram espremidos um do lado do outro. Izzy beijou meu pescoço algumas vezes seguidas enquanto apertava meu peito, suspirei. Ele enfiou a mão dentro do meu shorts e me masturbou. Eu suspirava e gemia baixo até que o tira ficou puto e mandou a gente parar, bufei e tirei a mão de Izzy de onde estava. Ele me abraçou e beijou meu pescoço pela última vez, e permaneceu me abraçando. Chegamos na delegacia e o tira colocou Axl, Duff e Steven numa cela, eu Izzy e Slash em outra.
Slash sentou num canto e eu e Izzy, claro, deitamos na cama e começamos a nos masturbar e tirar nossas roupas. Izzy apertou meus seios me arrancando gemidos e suspiros, me penetrou fundo e gemi alto. Slash reclamou de inveja: duas pessoas fazendo sexo do lado dele e ele sem ninguém ali. Obviamente o chamamos para um ménage e ele ficou todo contente. Tirei a calça dele enquanto Izzy enfiava e o masturbei.
- Quer enfiar do outro lado? Eu fico no meio – sugeri para Slash, entre gemidos. Ele concordou e levantamos da cama, ele me penetrou e eu gritei. Eles iam revezando e eu ia gemendo alto. Izzy na frente, Slash atrás e este apertando meus seios enquanto Izzy beijava meu pescoço.
- DÁ PRA PARAR COM A SURUBA AÍ? TAMO FICANDO COM SAUDADES DAS PUTAS! — gritaram os outros lá da outra cela. Beijei Izzy, depois Slash, nos vestimos e deitamos no chão sem nada pra fazer.
Cinco dias se passaram e nossa pena acabou. Erin e Carter foram nos buscar. Abracei Carter com toda a força e pedi mil desculpas por brigar com ele, e falei que preferia ele do que Axl, que reclamou.
- Lily, relaxa, a culpa foi toda minha. Eu não deveria ter ficado tão irritado.
- Graças a deus. Achei que tinha perdido sua amizade.
- Nunca. – nos abraçamos de novo.
- Que tal irmos beber pra comemorar? – sugeriu Erin, entrando na Debbie, seguida pelos outros.
- Que tal irmos em um na esquina do Apê? Lá tem drogas e putas também! O paraíso...
- Claaaro!! Eu tô com saudades da LSD nossa de cada dia... – disse Steven, suspirando.
- Take me down to the Paradise City... – cantou Duff.
- Where the girls are fat and they’ve got big titties... – continuei.
- É ISSO AÍ LILY! YAAY! – gritou Slash.
Fomos indo para o bar do paraíso cantando Paradise City, e quando chegamos era o paraíso mesmo. A fachada era de uma casa comum pra não chamar atenção, tocava punk enquanto algumas dançarinas de pole dance sensualizavam nos postes e strippers faziam shows. Um balcão de bebidas se encontrava no canto e umas putas iam de mesa em mesa oferecendo o cu e outras coisas. Uma prateleira cheia de brinquedos sexuais grátis ficava ao lado de um corredor cheio de portas para entrar em quartos, de onde se ouviam gemidos e risadas. As drogas eram pedidas no balcão de bebidas. As luzes eram fluorescentes rosa e roxo no teto, no balcão era verde e nos palcos de strip tease eram vermelhas. Axl e Steven pediram todas as drogas disponíveis e foram assistir ao show de strip e pole dance, Slash e Duff pegaram umas drogas e umas putas, Erin e Carter pediram Jack Daniel’s, cocaína, maconha e LSD e foram pra um quarto, eu e Izzy pedimos vodka, heroína e maconha e cocaína e entramos num outro quarto depois de pegar umas duas camisinhas. Só sei que fiquei doidona assim como Izzy e transamos a noite inteira.
Notas finais
uh sortuda
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