Notas iniciais
OIII pessoas lindas, eu sei eu demorei! Mas sabe como é fim de ano, né? Enfim, parece que nosso amigo Hikaru tomou uma postura! bora ver qual é?

Gemidos e juras de amor, perpetuavam o nascer do sol, dentro do quarto do senhor das terras do oeste.

Rin estava sentada sobre o membro do youkai, esforçando-se para colocá-lo inteiro dentro de si, tendo as mãos do youkai sobre sua cintura, mexendo seu corpo contra o dele, devagar, de um modo quase torturante.

— AHHH Sesshouumaru... Não consigo mais aguentar... –Gemeu ela de modo provocante.

— Aguente Rin... Você só vai gozar quando eu mandar... –O Inu youkai sussurrou no ouvido da humana sorrindo de lado, antes de beijá-la sensualmente, permitindo que as línguas se enrolassem no mesmo compasso dos corpos.

O youkai aproveitou o momento de intensa sedução, para virar os corpos deitando Rin de costas na cama, sem se retirar de dentro dela. Uma vez que Rin estava acomodada, ele entrelaçou seus dedos nos de Rin, colocando-a de braços abertos, assim como suas pernas prontas para acomodá-lo. Sesshoumaru permitiu-se encará-la, por alguns momentos. O corpo nu de sua fêmea era a mais bela visão de todas as que ela contemplara. Após tal constatação, Sesshoumaru penetrou-a um pouco mais forte, e aumentou a cadência de seus movimentos, arrancando mais gemidos de Rin. Pouco à pouco, o youkai colocava-se mais e mais dentro dela, sentindo a resistência do corpo do Rin contra seu corpo, de maneira alucinante.

—Sesshy... Eu... Não consigo mais... –Gemeu ela mais uma vez, denunciando seu limite.

Após ouvi-la Sesshoumaru finalmente sentiu que conseguira penetrá-la por completo, e seus olhos vermelhos, somaram à suas garras, e seus cabelos voando com o enorme Youki, que emanara dele.

—Goze Rin... Goze para mim, minha fêmea... Meu amor... –Ele gemeu gutural, como a fera que havia se tornado.

Ambos se derramaram juntos. O copo de Rin foi tomado por espasmos de puro prazer, e o se Sesshoumaru, queria mais, muito mais de tudo o que Rin lhe dera.

Mas o cansaço era nítido nela, e o Inu youkai sabia que teria todo tempo do mundo para saciar-se de sua fêmea. Só não tinha certeza se conseguiria se saciar completamente algum dia. Com todo o cuidado, Sesshoumaru ergueu-a nos braços, e levou-a para a banheira cheia de pétalas de flores e aromas, que foram um dos muitos presentes ganhos pelo casal.

Uma vez dentro da banheira, Sesshoumaru que permanecia com Rin em seus braços, acariciando seus cabelos, parecia perdido em seus pensamentos, e isso chamou a atenção da humana.

—O que houve Sesshy? Você está preocupado com alguma coisa? –Rin questionou-o, temerosa.

—Não há nada que possa acontecer que tire a minha paz, enquanto você está comigo, Rin. Só estou me lembrando da visão, que tive com nós dois aqui, há tanto tempo... Minara Hime, me deu esta visão, quando eu ainda tinha dúvidas sobre nosso futuro. E agora, vendo que estamos aqui, nessa banheira, com tanto sentimento entre nós... Sinto-me pleno, como nunca havia me sentido antes. –O Inu youkai, abriu seus coração, e arrancou um sorriso e uma lágrima de Rin, que o abraçou com força, e o beijou, apaixonadamente antes de respondê-lo.

—Eu o amo... Amo tanto, que não sei se mereço este sentimento... Serei sua, para sempre meu amor... Para sempre, apenas sua. –Rin murmurou encarando-o com seu melhor sorriso.

—Pare com isso Rin... Você está exausta, e atrasada para falar com suas amigas, esqueceu-se? –Sesshoumaru sorriu malicioso, sentindo a crescente excitação por tê-la próxima a ele.

—Ah é mesmo! Nossa elas irão ficar chateadas! –Rin colocou a mão sobre a testa apreensiva.

—Vamos então... Teremos tempo, para nossa lua de mel, não se preocupe. –Sesshoumaru sorriu, enquanto ajeitava uma mexa de cabelo atrás da orelha de Rin.

Os dois terminaram de se banharem e foram vestir-se para seguirem seus compromissos, de braços dados, como os eterno apaixonados que seriam.

Assim, que Hikaru despediu-se das fêmeas ele cumprimentou alguns generais que se encontravam ali, afastado de suas fêmeas, mas não se demorou. Logo depois que se viu livre, foi diretamente à mesa dos príncipes das terras do fogo. Talon viu que ele se aproximava com um ar cordial, e decidiu fingir não notar que o youkai tigre se aproximava deles.

—Bom dia príncipes das terras do fogo. Tiveram uma boa noite? –Hikaru disse com polidez encarando os dois irmãos. Kedrik não sabia o que houvera acontecido, por isso respondeu a Hikaru sem nenhum problema.

—Bom dia, General. Sim, foi uma noite muito agradável, pelo menos para mim, já que meu irmão foi dormir cedo de cara fechada! –Kedrik respondeu fazendo piada.

Talon não respondeu, nem ao irmão, nem à Hikaru. Apenas encarou o youkai tigre insistentemente, com sua expressão mais fria.

—Você não vai me responder, garoto? –Hikaru provocou com um sorriso de lado.

—Não vejo motivos para você querer saber como foi a minha noite... –Talon ficou de pé para encarar Hikaru ainda mais de perto.

—Só estou tentando ser simpático... –Hikaru respondeu-o entre os dentes.

—Eu não preciso da sua simpatia... E nem quero! Diga logo o que você quer e saia da minha frente... –Talon vociferou irritadiço.

—Eu vim pedir-lhe desculpas... Por ontem à noite! Mas parece que eu me deixei levar pela impressão errada que minha fêmea tem de você. Achei que você poderia entender meus motivos, mas... Isso é maturidade, demais para um garoto youkai... –Hikaru disse com frieza e estava prestes a dar as costas ao príncipe, quando ele respondeu-o.

—Eu sinto muito... Por favor, não se vá. –Talon baixou a cabeça, e Hikaru voltou-se para ele.

—Muito bem, parece que estamos progredindo... –Hikaru continuou com altivez.

—Sente-se, tome o desjejum conosco... –Talon começou a falar, mas quando olhou na direção onde estava seu irmão, não o encontrou. Continuou procurando sem encontrá-lo, até que Hikaru lhe mostrou.

—Seu irmão está sentado com aquelas fêmeas ali atrás. Ele saiu logo depois que eu cheguei você não viu? –Hikaru questionou sentando-se à frente de Talon.

—Ah... Kedrik! Não, não vi... –Talon bufou irritado deixando seu corpo cair na cadeira.

Antes que qualquer um dos dois, dissesse algo, uma jovem serva aproximou-se deles, com um carrinho de chá, e várias bandejas.

—Bom dia senhores. Eu sou Akiyo, uma das servas do Lorde Sesshoumaru, e eu lhes irei servir o desjejum por hoje. Então, o que os senhores vão querer? –Perguntou a serva neko.

—Eu quero o de sempre, Akiyo. Por favor. –Hikaru disse com gentileza, esperando ser servido, com o que ele costumeiramente pedia.

—Para mim, um chá verde, um pouco de Missoshiru (sopa de frutos do mar, carne e alguns legumes) negro, uma tigela de Tamago kake gohan (arroz com um ou dois ovos crus por cima) e Tsukudani (Conserva de legumes adocicados), por favor. –Disse Talon de maneira displicente olhando ao redor para ver se alguém notava a difícil conversa entre eles, enquanto a serva youkai servia a comida de Hikaru, que ergueu uma sobrancelha ao ouvir o pedido do jovem.

—Agora mesmo senhores! –A jovem serva consentiu, e tratou de servir aos dois com graça e rapidez, e assim que terminou desejou-lhes uma boa refeição, e saiu para atender outros convidados.

Quando Talon ia começar a comer encarou Hikaru e sua expressão de desdém.

—O que foi? –O jovem youkai questionou.

—Você come comida dos Humanos! Por quê? –Hikaru reparou estranhando o fato de não ter sangue na comida de Talon.

Hikaru por sua vez comia um caldo vermelho escuro, e bebia um chá também vermelho, acompanhado de uma tigela de arroz com ervas secas.

—Minha mãe, é uma hanma do gelo. Mas por questões de segurança sempre se referiram à ela como uma humana. Por isso, eu cresci acreditando que ela era humana, e apesar de ser Youkai, eu nunca consumi sangue humano. Como príncipe, eu devo dar o exemplo, para que a raça de minha mãe fosse respeitada. –Talon disse com resignação e altivez.

—Eu sei como é ter uma mãe humana. Minha mãe, Claire, além de humana, é também uma miko. Isso não me impediu de me alimentar, na verdade, porque isso é algo natural da nossa raça. Mas do Jeito que você fala parece que todos que comem sangue humano os tratam como gado... –Hikaru retrucou.

—E não é assim? Não é verdade que todos os humanos que vivem em aldeias ao redor dos shiros dos generais, têm que doar um pouco de seu sangue de tempos em tempos? –Talon questionou.

—É a verdade sim. Mas nenhum humano foi sacrificado para nos alimentar. As doações são uma honraria que eles nos concedem, para nos fortalecer, e assim, mantê-los seguros. Humanos, não são, nosso alimento. –Hikaru respondeu-o calmamente.

—Essa é apenas a sua maneira de ver as coisas... Apenas isto! A maioria do youkais das terras do oeste não compartilham da mesma opinião, tampouco do resto dos reinos! –Talon retrucou com audácia.

—Não, essa é a maneira certa de se ver as coisas. Esta é a maneira, que Inu no Taishou perpetuou nas terras do oeste, apesar da resistência da maioria, como você mesmo disse. Mas tudo isso mudará, drasticamente agora que teremos tantas humanas entre nós. Mas vamos voltar ao assunto principal. Então, será que podemos conversar civilizadamente sobre o que aconteceu ontem? – O youkai tigre disse com polidez.

—Sim, você teve uma crise de ciúmes porque Minara me abraçou como ela faz com todos os machos que ela admira e gosta... Mas o porquê disso, eu realmente não sei! Será que é porque eu sou mais bonito, e muito mais jovem que você, general? –O príncipe youkai provocou novamente.

—Ah sim, claro... Você é mais bonito e jovem... Mas voltando à realidade, príncipe Talon, sejamos sinceros. Eu lhe sou mesmo, muito grato por ter me salvado a vida na ocasião da união de Raijin e Kikyou. Mas naquela mesma noite, eu vi o jeito que você olhava para Minara. Você a deseja e eu, percebo isso, e até mesmo entendo, e você não precisa mentir para mim, sobre isso porque eu não vou me irritar, e nem proibi-la de vê-lo, ou tocá-lo. Tudo o que eu quero, é que você seja honesto comigo, não só por respeito a mim, que sou macho dela, mas por hombridade, especialmente porque ela acredita que você seja possuidor de tais atributos. –Hikaru disse com paciência, e franqueza.

Talon o encarou por alguns segundos sem saber o que dizer. Passou a mão pelos cabelos nervosamente e suspirou antes de respondê-lo finalmente.

—Então, vamos por as cartas na mesa, general. Eu estou sim, encantado, por sua fêmea. Eu encontrei Minara por acaso, no dia da união de vocês. Eu não sabia quem ela era, por um breve momento, eu cogitei seduzi-la. Mas quando fiquei sabendo, que ela era a minha “prima”, aquela que iria se unir ainda naquela noite, eu confesso que desisti de tentar possuí-la, e não porque eu lhe respeitava, ou mesmo lhe tivesse consideração. Mas por que...(suspiro) Estava nítido, que ela o ama de verdade. Minara sofreria muito se algo acontecesse à você. Não há espaço no coração dela, para me amar como macho. Mas acredito que ela me ame, como à um irmão, e isso me conforta. Eu não vou disputá-la com você, porque ela, já lhe pertence. –Talon disse de uma vez, sendo o mais sincero possível.

—Isso é muito digno de sua parte, Príncipe...

—Meu nome é Lukyan Talon Dragon. Mas por favor, me chame de Talon. –O jovem youkai disse com certa simpatia, envolta em falta de jeito com a situação.

—Esta certo, Talon... Vamos começar do zero... Eu sou Hikaru no Gorudën Taiga. Sou considerado o mais “humano” dos generais do lorde Sesshoumaru, justamente porque respeito os seres que me cercam e gosto de ser gentil para com eles. Durante muito tempo, o simples pronunciar do nome Minara fazia meu peito sangrar em dor e tristeza. Mesmo assim, eu precisei de tempo para perceber que ela deveria ser minha fêmea. Eu a amo, muito, e acho que não conseguiria viver sem tê-la ao meu lado. Por isso, eu sinto medo de perdê-la. E esse medo me fez agir como um idiota, ontem com você, e com ela. Você poderia me perdoar, por tamanha idiotice? –Hikaru disse, desvestindo sua máscara de informalidade, e imponência. Naquele momento, ele não era um general que pedia desculpas. Mas sim, um homem apaixonado, que reconhecia seu ciúme e buscava redenção.

—Eu o entendo. Por mais idiota que você tenha sido, eu acho que faria o mesmo, ou até pior. Só vou perdoá-lo, se me perdoar, por desejar sua fêmea... –Talon reconheceu a contragosto, e um sorriso tímido do lado.

—Considere feito... –Hikaru disse com um sorriso de satisfação, e estendeu sua mão por cima da mesa. Talon olhou de lado para a mão do youkai, com um ar desconfiado, antes de pegá-la e apertar com força, em sinal de trégua.

—Ora, se não é o meu filho, fazendo amizade?! Hahaha, bom dia filhotes, como vocês estão? Acho que bem, não é? –Teigure disse alegremente enquanto encarava os dois youkais que ainda apertavam as mãos.

—Ah, bom dia meu pai, eu não esperava vê-lo tão cedo. Este é o... –Hikaru disse um pouco desconcertado, soltando a mão de Talon.

—Não se preocupe, nós já nos conhecemos, não é mesmo Talon? Eu queria muito agradecê-lo por ter salvo a sua vida, no último ataque, mas não tive tempo de fazê-lo adequadamente. Por isso, ontem eu me apresentei ao garoto e o mais interessante é que vocês dois parecem mesmo ter os mesmos gostos! –Teigure riu-se esbanjando animação.

—Ah Querido! Não acredito que fez essa piada de péssimo gosto, de novo?! Bom dia, meu filho e um bom dia para você também, Talon! –Disse a Miko ruiva, encarando seu macho com um ar de desaprovação. Ela estava acompanhada por um casal de amigos que também se aproximaram para cumprimentar Hikaru e Talon.

—O general está sendo espirituoso, apenas isso, Lady Claire. É muito bom ver que meu filho Talon, está tão bem acompanhado logo pela manhã! Bom dia, meu amado filho! –Disse Freiya, se aproximando para dar um beijo na testa de seu filhote, enquanto Claire fazia o mesmo com Hikaru.

A cena terna era, no entanto curiosa, já que os dois youkais louros, porém, em tonalidades diferentes tinham mães (aparentemente) humanas, de pele clara, uma de cabelos ruivos alaranjados e olhos verdes, e outra loura com olhos azuis.

Os respectivos pais de cada um deles, no entanto eram muito diferentes. Teigure era de riso fácil apesar do semblante quase sempre sério, enquanto Ryouko parecia estar preocupado constantemente. Entretanto era nítido que a presença das fêmeas deixava seus respectivos machos mais tranquilos.

—Bom dia mãe, Lorde Ryouko, e Lady Freyia. Nós estávamos conversando sobre as nossas semelhanças, não é mesmo, Talon? –Hikaru riu-se, encarando o jovem que parecia levemente constrangido.

—Sim, claro. E sobre nossas diferenças também. Bom dia pai, mãe. Bom dia para o senhor também senhor Teigure, e para a senhora Claire.

—Que bom, meu filho! Isso, nos deixa, muito satisfeitos, não é mesmo Ryouko? –Freyia sorriu para seu macho, até então, calado.

—Sim, certamente é bom saber que os Taigas das terras do oeste, se dão bem, conosco os dragões das terras do fogo. –Respondeu o lorde esboçando um sorriso forçado.

—Ah que bom ouvir isso, tio Ryouko! – A voz feminina fez Talon, sobressaltar-se.

—Igraine, você está ficando boa com seus poderes! – Teigure elogiou-a.

— Claro que sim, o senhor está me treinando todos os dias papai! E o senhor é o melhor treinador do mundo todo! -A hanyou que estava invisível, finalmente mostrou-se para todos, sorrindo animadamente. Teigure aproximou-se dela e colou sua testa à da hanyou como um sinal de carinho.

— Sim, querida, mas você não deveria ficar com os pés sobre a mesa..! –Claire a corrigiu.

—Isto é mesmo incrível! Eu não ouvi sequer seus passos, ou senti sua presença. –Talon murmurou atônito.

—Ah isso não foi nada..! –Igraine sorriu para Talon ligeiramente envergonhada.

—Talon está certo, eu mesmo levei algum tempo para perceber a sua presença pequena. – Lorde Ryouko, exprimiu de maneira tímida a sua surpresa.

—Ela melhorou bastante nesse curto espaço de tempo. Mas o crédito pertence ao meu pai. Ele soube explorar o potencial de minha irmã. –Hikaru argumentou com orgulho.

— Isso é mesmo incrível... Senhor Teigure o senhor acha que seria possível, treinar o nosso Talon? –Freyia disse com simpatia.

—O quê? Mãe o que você está dizendo?- Talon exasperou-se.

—Meu filho, se a hanyou fez um grande avanço, você que é um youkai completo, deverá ser ainda mais eficiente. Você nos disse ontem mesmo que gostaria de aprimorar ainda mais seus poderes, então eu imaginei que seria isso que você precisaria... –Freyia argumentou com seu filho. Talon ainda pretendia falar, mas Teigure os interrompeu.

— Mas é claro que eu posso. Seria um imenso prazer treinar o príncipe. E Hikaru poderá ajudá-lo também. – O general sorriu simpaticamente.

—Sim, eu concordo. Talon é bem vindo, no Daí Ni no shiro. Eu posso treiná-lo em seus poderes psíquicos. Tenho certeza de que poderá desenvolvê-los muito mais. – O youkai tigre concordou animado.

— Bem eu me sinto honrado... Mas... O que você acha disso meu pai? –Talon disse com entusiasmo, mas voltou-se ao seu pai que não havia se pronunciado.

Ryouko ficou em silêncio por alguns instantes. Seu rosto estava impassível, e Freyia segurava sua mão. Ele encarava sua fêmea , e por fim, se pronunciou, finando o silêncio quase constrangedor.

—Eu quero que você seja feliz, meu filho. Se este treinamento é seu desejo, eu só posso agradecer aos generais por proporcionarem o que você almeja. –Disse o lorde esforçando-se para parecer naturalmente simpático.

—Eu agradeço sua confiança Lorde. Seu herdeiro estará seguro conosco. –Teigure o reverenciou.

—Eu sei que sim... –Murmurou o lorde dragão, retribuindo a reverencia.

— Bem, prepare suas coisas, Talon. Nós partiremos em algumas horas. –Hikaru disse com animação se levantando.

—Bem, eu estarei pronto. –Talon rebateu. E logo em seguida pôs-se ao seu aposento junto com seus pais, para preparar tudo o que precisava.

Notas finais
Obrigado por comentar e favoritar a fic, eu realmente AMOOO quando vcs fazem isso.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.