Notas iniciais
Desculpem porque ficou pequeno, escrevi ele no meu caderno antes de passar pro word. Acreditem, todas essas palavras formaram 4 paginas na vida real e so 2 no word (super tenso!) E também, desculpem porque muitas vezes tenho que falar palavras nao acentuadas aqui, estou em um computador novo que nao tem sistema windolws, mas nao se preocupem, o capitulo foi escrito no word entao ta tudo certinho (eu acho).

- Me conta tudo!

Carly pediu quando sai do banheiro, ela me chacoalhava com as mãos no meu ombro.

- Ai, contar o que?

E claro que eu sabia o que ela queria saber mas não estava nem um pouco afim de dizer.

- Alguma coisa aconteceu, ne? Pra você vim aqui com uma cara feliz assim.

Ela parou de ficar me mexendo e me olhou com olhos cheios de expectativa. De repente os olhos dela ficaram focos e e a boca se abriu secamente, tentando contar a surpresa.

- Você e o Freddie não “fizeram”...fizeram?

- Eca, claro que não amiga!

Fiquei vermelha. O que tinham feito com a Carly inocente que eu conhecia, desde quando ela pensava nessas coisas? Quanto tempo ela passou fora mesmo?

- Então porque você ta toda feliz hoje?

- Promete que não vai contar pra ninguém?

- Não conto pra ninguém, agora conta antes que eu morra de curiosidade!

Suspirei.

- EueFreddienosbeijamos.

- O que?

- Eu e Freddie...nos beijamos.

- Meu Deus!

Carly tapou a boca para não soltar um grito, depois de um tempo tirou a mão da boca e disse:

- De novo?

- é.

- E como foi?

- Foi diferente da primeira vez, isso com certeza foi.

- E você gostou?

Fiquei meio vermelha e tentei mudar de assunto.

- Cadê o Spencer, heim?

- Ele ta dormindo e não enrola, gostou ou não?

-...U-hum.

Fiquei mais vermelha em quanto Carly abria um sorriso.

- Você gosta do Freddie!

Ela praticamente tinha gritado.

- Isso, grita mais alto! O pessoal do outro andar ainda não ouviu, sabe?

Ela deu pulinhos no lugar, tava tão empolgada com isso que parecia uma criança.

- Você gosta dele!

Ignorei e rolei os olhos em resposta. Só precisávamos passar no meu apartamento, pegar as caixas e eu me mudaria pra casa do Will. Carly ficou reclamando por isso no final eu fiz um trato que colocaria todas as caixas no carro e ela levaria pra cima. Chegamos na casa do Will depois de umas horas,

- Bem vinda, Sam!

- Oi! Quanto tempo!

Fazia mesmo muito tempo que eu não via o pai do Will, ele sempre cuidou de mim como se fosse meu próprio pai. Fez um trabalho melhor que o original, na minha opinião. Ele me abraçou e disse coisas como:
“Olha como você cresceu, da ultima vez que eu te vi tava desse tamanho aqui, o”

Will chegou pra me resgatar.

- Pai, deixa ela respirar! Vem Sam, vou te mostrar seu quarto.

Acompanhei ele em quanto a Carly vinha atas. Sussurrei um agradecimento pro Will.

- Obrigada, parece que você sempre me salva, ne?

Ele riu concordando com a cabeça.

- Talvez se você ficasse longe de problema, Puckett.

- Eu tento, mas ele que não fica longe de mim!

Quando terminei de dizer isso, Will parou em frente a uma porta e eu deduzi que era mu quarto. Tinha paredes azuis claras, cortinas brancas e piso de madeira. A cama era de casal e tinha edredom de verde camuflado, como roupa de soldado. Provavelmente eram do Will.

- Os lençóis são meus, mas a gente pode comprar outro pra você.

- Não precisa, esse estão ótimos.

Carly colocou as caixas no chão (ela já tava vermelha por carregar elas!).

- Eu já to indo.

- Quer que eu vá com você?

Will se ofereceu, acho que ele queria evitar um acidente como o meu.

- Não precisa, eu pego um taxi.

- Cuidado, Carlotta!

- Pode deixar, Puckett.

Carly foi embora deixando e Will sozinhos, me abaixei pra ver o que tinha dentro da caixa.

- Deixa eu te ajudar.

Ele abriu outra caixa que antes Carly carregava, tirando um porta retrato com uma foto minha, da Carly e do Freddie.

- Sam, ele e seu amigo?

Pensei antes de responder, o “ele” do Will saiu cheio de desprezo. Acho que o certo seria responder “Não Will, ele virou mais que um amigo”. Por alguma razão achei que falar isso não fosse uma boa ideia.

- E, ele e meu amigo.

- Tem certeza? – Olhei pra ele sem entender o que ele queria dizer com aquilo – Amigos não chamam suas amigas de vadias.

Aquelas palavras me deixaram com muita raiva. Quem ele pensa que e pra me dizer quem sãos meus amigos?

- Amigos não se abandonam por dez anos.

Olhei pra ele vendo em seu rosto que o tinha ferido. Me arrependi imediatamente por ter falado aquilo.

- Eu vou pro meu quarto, boa noite, Sam.

Will andou com raiva para a porta deixando o porta retrato na caixa, algo dentro de mim me disse para impedir ele.

- Will, espera! Desculpa!

Agarrei o pulso dele, que olhou pra mim surpreso.

- Eu menti, eu e o Freddie não somos amigos.

Ele olhou pra mim aliviado. Mal sabia ele o que vinha depois dessa frase.

- Somos mais que amigos. Eu e Freddie nos beijamos.