Percy e Annabeth - A Vida Continua
21 21 - My age has never made we wise
Notas iniciais
O titulo é um trecho da música Nothing Left To Say - Imagine Dragons e eu achei que caberia bem com a Paloma em relação ao Percy. Vocês entenderao neste capitulo. A traduçao basicamente é "Minha idade nunca fez-me sábio"
Capitulo recém saído do forno... Pera... um minuto... Se é pra tratar o capitulo como comida vamo fazer isso direito então... Imaginem um churrasco, que a carne fica congelada no freezer por um bom tempo, depois você só tem que temperar e tacar no fogo. É mais ou menos isso que aconteceu com esse capitulo, o rascunho ficou no meu caderno por um tempo, e eu resolvi tirá-lo do freezer para comemorar meu boletim QUE EU FUI BEEM UHUULES o/ pra quem é do sul e tem as notas por conceito e que as matérias sao por área, lhes informo colegas semideuses gauchos que tirei um CPA na área de ciencias da natureza (quimica fisica e biologia) e o resto tudo CSA, traduzindo, para quem estuda em uma escola técnica que tem fama de ser puxado eu me saí bem pacas... O/
Nao posso me esquecer de falar de HOH. Livro perfeito, meis que perfeito tio rick troll zueiro divoso *------* eu gostaria de dizer qual foi a minha parte favorita mas eu estaria dando spoiler (sendo que eu adoro dar spoilers ^.^) entao... eu comprei e valeu a pena ter gastado meu dinheiro, agora só falta catar as moedinhas pra ir assistir em chamas *-*
E a música de hoje é Royals - Lorde (eu amei essa música *-* vicia de mais '-')
Ok parei de enrolação. Boa leitura pessoas ^.^
=> Paloma<=
–Tá eu vou lá ver – falei subindo as escadas.
Olhei ao redor pela sala eu não vi ninguém, prestes a ir em direção aos quartos, ouço uma voz vinda da cozinha.
–Eu tenho tido muitas visões Nico, mesmo que sejam um pouco confusas, se for o que penso... Não gostei nem um pouco do que vi – Ela respirou fundo – Você sabe que como filho de Hades, não deve guardar rancor das pessoas não sabe?
–Bianca me dizia isso...
Me apoiei sobre o balcão para ver, Nico estava ajoelhado no chão conversando com uma garota ruiva, mas havia uma espécie de névoa ao redor do rosto da garota, que aliás era só o que aparecia dela. Me lembrei então do Percy falando sobre uma tal deusa Íris, que manda mensagens pelo arco-íris.
–E que você deve ser um garoto muito forte acima de tudo. Deve saber superar suas perdas...
–O que quer dizer com isso? Victória está viva. – indagou ele – Ninguém próximo se foi. A não ser... Rachel, suas visões. Alguém vai morrer não é? – perguntou muito sério.
Ela não respondeu.
–Eu sabia! – suspirou Nico
–Eu não falei nada! – protestou a garota
–Mas também não negou! Quem vai morrer? Me diz! – ele começou a ficar vermelho
Me inclinei sobre o balcão para ouvir. Meu coração batia a mil por hora, quase saltando do peito.
–Não posso dizer Nico! Você vai saber de um jeito ou de outro! – rebateu – mas tenha em mente o que te falei. – ela se acalmou – Como que está indo a missão?
–Ta indo bem até – ele sentou de pernas cruzadas no chão – liderar essa missão não é nada fácil.
–Sei bem como é. Annabeth passou pela mesma coisa no labirinto e...
Eles continuaram a conversar, mas não dei muita importância.
Voltei silenciosamente para a porta e fiquei do lado de fora. Entrei novamente chamando por Nico como se eu nunca estivesse estado ali antes.
Desci as escadas perdida em pensamentos. Não consegui raciocinar direito, mas tive a impressão que as visões do oráculo e o meu sonho tinham uma ligação. Quando ela falou que alguém ia morrer, lembrei do que a voz na escuridão disse sobre arrancar os corações dos corpos.
Mas não posso falar com Nico obviamente, ele não iria gostar de saber que eu o ouvi conversando com Rachel. Também não posso falar com Percy, ele me trataria como criança e ficaria de vigia no meu pé 24h por dia. E Annabeth... Ela contaria para o meu irmão provavelmente... Eu estava em um barco à deriva sem saber para onde ir.
#Percy#
Andando pela Quinta Avenida, percebi que Annabeth ficava preocupada a cada passo que dávamos, cinco semideuses juntos atraem muitos monstros, sendo que três de nós eram filhos dos três grandes. Já perto do Hotel Plaza, Nico parou.
–Essa não! – ele deu um tapa na testa – esquecemos de George!
Demos meia volta, Annabeth mandou Isabella ir pra casa e seguir seu caminho, pois ela já estava melhor e não havia necessidade de nos seguir na missão. Obviamente que a garota sentiu-se ofendida, mas com relutância, nos virou as costas e seguiu para casa.
Fui correndo na frente, pois estava com as chaves, mas logo na esquina do apartamento parei bruscamente. Annabeth chegou e pôs a mão em meu ombro.
–Percy. O que houve?
Eu olhava fixamente para as janelas do nosso andar. Quebradas. Estilhaçadas. Na calçada haviam cacos de vidro e pedaços de alguns dos vasos de flores da minha mãe. Chutei a porta e subi as escadas, tropeçando em alta velocidade. Nosso apartamento havia sido arrombado. As almofadas rasgadas, vasos quebrados, e uma poltrona quebrada ao meio. No tapete da sala, vestígios de sangue.
–MAE! – chamei – MAMAE! VOCÊ ESTÁ AÍ?
Sem respostas.
Annabeth chamou minha atenção para as almofadas rasgadas. Eram rasgos de garras. Na cozinha, a frigideira com a qual minha mãe nos recebera estava no chão com o cabo quebrado. Os cantos entre o piso e o balcão estavam chamuscados. Nos armários mais altos, havia buracos do tamanho do meu braço, as caixas de cereais furadas em consequência desses buracos, imagino, deixavam seu conteúdo cair sobre a pia.
A primeira coisa que me passou pela cabeça foi tentar convencer a mim mesmo de que minha mãe estava bem, que havia escapado com vida para algum lugar seguro. A segunda foi uma lembrança de minutos antes. A cena de Paloma colocando a cabeça para dentro do meu quarto, quando ela falou repetidamente “monstros”. Eu sei que ela é minha irmã, mas me subiu uma raiva pelo corpo que dei um soco em cima do balcão da cozinha.
–Eu disse pra você não falar isso em voz alta – eu falava comigo mesmo num tom baixo – você os trouxe aqui. Eu disse pra você não falar!
–A culpa não é dela Percy. Ela não sabia. – Annabeth me abraçou por trás – é a mesma coisa que culpá-la por ser uma semideusa.
–Mas eu já havia avisado que as palavras tem poder! – minha voz estava elevada.
Ouviu-se o som de uma porta batendo rigidamente. O que mais me surpreendeu foi que a porta havia sido arrancada, e ela a ergueu somente para fechá-la com força. Ela me ouviu culpá-la do acontecido e fugiu.
–Vamos atrás dela... – começou Annabeth
–Não! – interrompi — Ela não quer ser tratada como uma adulta? Então que aja como uma adulta! E se vire para sobreviver nas ruas como uma!
–Não gosto disso... Não gosto nada disso... – bufou Nico andando de um lado para o outro aparentemente nervoso – primeiro Victoria, depois Thalia. Sally e agora Paloma foge – e se sentou no sofá frustrado.
A única pessoa que estava com um humor mais razoável era Annabeth. Ela tentava reconfortar a mim pela “perda” da minha mãe e de Paloma, e Nico por achar que era um péssimo líder. O que não deixava de ser verdade, mas eu não ia dizer isso na cara dele.
Depois de uns 5 minutos de recuperação, achamos George escondido em baixo de minha cama dormindo. Ele alegou não ter ouvido nada, além de um ruídos surdos, afinal, ele havia dormido no meio de um bolo de roupas sujas que abafariam qualquer som.
Estávamos novamente desorientados.
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Paramos em uma cafeteria ali perto. Annabeth achou melhor respirarmos um pouco antes de ir falar com um deus para que ninguém se alterasse e cometesse algum erro. Esta ultima parte de “se alterar e cometer algum erro diante de um deus” foi dirigida diretamente a mim com o olhar que Annabeth usava, mais ou menos como “vai negar o que estou dizendo?”.
–Ok gente, acho que podemos ir...
–Pois é Percy acho mesmo que devemos ir – o tom de Annabeth era urgente – tipo, agora, para um lugar bem longe deles.
Ela apontou para dois cães infernais que farejavam o asfalto. Ergueram as enormes cabeças e rosnaram para a gente.
–Mudanças de planos – informou ela – primeiro salvamos nossas peles, e depois o caduceu.
Levantamos correndo e saímos em disparada com o dono da cafeteria gritando xingamentos e ameaçando chamar a polícia se não voltássemos para pagar a conta.
Na rua que seguia na margem do rio Hudson, uma multidão com roupas de ginástica se aglomerava. Droga! Domingo dia de ciclismo. Eu havia me esquecido que em um domingo de cada mês a rua é fechada para as pessoas fazerem exercícios como caminhada e ciclismo.
–Rápido! Ali!
Annabeth apontou para uma barraquinha escrito “Aluga-se bicicletas”. Montei em uma Caloi verde e saí pedalando pela rua.
–Temos que atrair a atenção deles pra longe dessa multidão – gritei pra Annabeth.
Dobramos a direita na estrada por onde as pessoas não seguiam. Alguns metros a frente a estrada se dividia em duas. Annabeth me encarou e pelos anos de convivência, sabia o que queria dizer. Se dividir.
Ela foi pela esquerda, Nico pela direita. Os cães estavam quase perto. Não sabia o que os mortais viam quando os monstros passavam talvez um par de pitbulls ou rotvailers. Eu não tinha era que preocupar em fugir deles. Segui pela esquerda. Pedi desculpas a Nico mentalmente por ter feito isso. Mas não conseguiria ficar longe de Annabeth. Era ela ou ele, e a escolha me pareceu óbvia. Eu tinha que protegê-la.
Malditas sejam essas bicicletas dos mortais, com essas corrêas que não foram feitas de bronze celestial para aguentar mais tempo. Amaldiçoei-as por terem se partido. E a situação ficou pior quando o cabo do freio arrebentou em uma pirambeira íngreme de quase 150m de altura.
Notas finais
Gostaram do capítulo? aguardo reviews da parte de voces, por que isso é o que me motiva a escrever. Acreditem, quando vocês comentam, eu vejo que gostaram, e que vai ser legal eu continuar escrevendo, e quando nao comentam me passam a impressão de que ficou ruim entendem? Nao estou obrigando voces a nada, mas gostaria que comentassem o que acharam do capitulo, da fic no geral, do meu modo de escrever, o que deve ser melhorado etc... Mas eu nao devo me abater por isso sabe porque? PQ O PRISM SAIU ONTEM! EU TO FELIZ PRA CARAMBA!! KATY SUA DIVA DIVOSA DIVANDO NO RUGIDO!!
Ps: alguem aqui joga RuneScape? Se quiserem me adicionar lá é só avisar, meu nome é Hylla Mclean (eu achei que para uma guerreira esse nome soava legal u.u).
Beijos pra vocês e chorem comigo ao saber que falta mais um livro pra acabar a saga de HDO e o ultimo livro se chama O sangue do Olimpo TT~TT
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