Percy Jackson & suas histórias doidas

4 Capítulo 4 - Annabeth e Rachel


Entrei em pânico. Passei a mão e a imagem se dissolveu. A única coisa que me passou na cabeça: Dormir. Eu dormi até que rapidamente, mas eu tive um sonho, e sonhos de semideuses raramente são só sonhos. Sonhei com Annabeth e Rachel se beijando, exatamente como na mensagem de Íris, Annabeth debruçada sobre um sofá e Rachel em cima dela beijando-a. Mas o sonho foi além da mensagem de Íris. as duas pararam de se beijar e Rachel abriu um sorriso.

– Você beija bem — Disse Rachel.

– Você também, Rachel. Eu sempre tive curiosidade mas nunca tinha feito nada com uma garota... — Eu já, poucas vezes, mas de vez em quando da vontade

– Olha Rachel, eu gosto muito de Percy, e...

– Shhhhh — disse Rachel colocando o indicador sobre a boca de Annabeth. Depois Rachel beijou Annabeth.

Acordei ouvindo:

– Percy... acorde.

– A-Alice?

Alice estava de pijama azul, com um shorts e uma camisa de manga curta e sapatilhas.

– Percy, eu não consegui dormir... Desculpe por te acordar três da manhã...

– Tudo bem Alice — Disse eu me sentando na cama — O que que eu posso fazer por você?

Ela deu uma risadinha mordendo o lábio e pôs-se de joelhos na cama em cima de mim e me beijou. Eu coloquei as mãos em volta de sua cintura e nós nos beijamos por algum tempo.

– Você beija bem garota.

– É meu primeiro beijo... achei que me sairia horrível.

Nós ficamos conversando e fazendo "algumas coisas" durante algum tempo. Não seu malicioso, não fizemos nada que né... mas isso não significa que eu não quisesse... lá pelas quatro e meia ela voltou para o chalé 10 e eu fui dormir. Não me lembro de ter sonhado. Acordei e fui para o Pavilhão do refeitório, e no meio do café da manhã chegaram Annabeth e Rachel. Annabeth veio e me deu um beijo, o que deixou Alice confusa. Ela me olhava com uma cara que eu não consegui decifrar o que ela estava sentindo. Por fim, passei por ela:

– Alice, podemos conversar?

– Claro Percy, te encontro daqui a trinta minutos onde havia a bandeira vermelha, O. K.?

– O. K. — concordei

Quando cheguei lá ela me estudava com os olhos, mas sua expressão era... estranha.

– Alice, eu tenho que te contar uma coisa...

– Percy — interrompeu-me ela — me desculpa — uma lágrima escorreu por seu rosto — eu não sabia...

– Não precisa se desculpar Alice, a culpa é minha, eu deveria ter falando...

– Cala a boca — Ela me deu um beijo. Eu não resisti.

– Alice, você não merece ser a segunda garota, encontre alguém que vá ser 100% seu.

– Mas...

– Eu conheço Annabeth a muito tempo, e passei por muitas coisas com ela, não posso abandona-la assim, me desculpe.

Saí correndo de lá, e me lembro dela chorando atrás de mim.

Fui até a gruta de Rachel, mas não entrei. Ouvi que Annabeth e Rachel estavam conversando:

– Você sabe Rachel, não posso continuar ficando com você, eu amo Percy, desde que ele entrou no acampamento... babando...

– Entendo você Annabeth, acho que você tem razão. É melhor assim mesmo.

Annabeth saiu de lá sem me ver, pois eu me escondi atrás da gruta ao ver que ela estava saindo.

Depois daquilo o dia se passou, eu jantei, passei um tempo com Annabeth, fiz uma oferenda aos Deuses e fui para o meu chalé. Sonhei com algo extremamente idiota para ser uma visão. Acordei com Rachel me chamando:

– Ei, cabeça de alga...

– Oi, Rachel, o que você quer?

– Eu sei do que você fez e sei do que você sabe.

– Como? — perguntei

– Eu sou o Oráculo, sei de muita coisa.

– Bom, não fale nada para Annabeth, O. K.? Esses Assuntos morreram aqui!

– Tudo bem, O.K. . — concordou ela — eu já vou indo

– Ah, espere... — ela se virou para mim em quanto eu falava — e Alice? Você acha que ela vai ficar bem?

– Olhe — disse ela apontando pra frente, onde eu vi Alice e um garoto do chalé de Apolo andando e conversando — Meu palpite é que ela vai ficar bem.

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