Percy Jackson & suas histórias doidas
2 Capítulo 2 - Alice White
Partimos para a Arena, onde ela destampou seu arco-lápis de olho:
– Pode me ajudar a usar isso? — Pede ela
– Desculpe, eu não sou muito bom com isso — admiti — Mas tenho amigos do chalé de Apolo, os filhos de Apolo, que são mestres nisso. Eu vou chamar alguém deles pra te ajudar, O.K.?
– Ahn, Claro — E ela abriu um sorriso lindo, que me deixou um pouco mais lerdo do que o habitual.
Eu nunca tivera pensado em ficar com outra garota além de Annabeth, mas Alice... Alice me tirava do sério, mesmo eu me sentindo extremamente mal por isso. Bom, saí em direção ao chalé de Apolo, e encontro Michael Yew sentado na cama escrevendo algo em um papel com uma caneta azul.
– A que devo a honra? — Indaga Yew
– Oi Michael. Posso te pedir um favor?
– Se não for dar um abraço em Clarice, posso até ouvir.
– Sabe a nova campista do chalé de Afrodite, Alice White?
– Sei sim, sei bem... hehehehe.... — Diz Michael maliciosamente
– Bom, ela gostou de usar arco e flechas, e acho que um campista de Apolo seria adequado para ajuda-la...
– Estou sem ideia para essa nova poesia mesmo — disse amaçando o papel — Ela está na Arena?
– Está sim. Eu vou com você até lá, quero visitar BlackJack, e os estábulos ficam perto da Arena...
Partimos até a Arena, onde Yew entrou. Eu prossegui meu caminho. Nos estábulos BlackJack disse em meus pensamentos: Ei chefe, como está? Trouxe torrões de assucar para mim?
Nós conversamos um pouco, eu o fiz carinho na cabeça, dei torrões de assucar pra ele e depois parti até a Arena, onde Yew não estava, muito menos Alice. Ouvi gritos vindo dos bosques, então saquei Contracorrente e disparei em direção do bosque. Depois de um tempo visualizo Alice correndo do que parecia um sátiro bravo correndo atrás dela.
– Você pisou em minhas latas, volte aqui! MORRA!
Guardei Contracorrente. O sátiro tinha aproximadamente um metro e meio, um taco de beisebol nas mãos, usava uma camisa laranja do acampamento e adorava berrar: MORRA! Eu o agarrei pela camisa e o atirei no chão.
– Pare! Ela é nova aqui, você está a assustando!
– O.K. ... Desculpe-me... — Desculpou-se
Percebi que Alice não me viu e continuava a correr, me direção a um fio preso entre duas árvores: Uma armadilha dos filhos de Hefesto para capturar o Dragão de Bronze ( longa história). Saí correndo atrás dela, não a tempo de impedi-la de esbarrar no fio, mas sim a tempo de puxa-la pra baixo um segundo antes de vinte flechas de tamanho de portas passarem zunindo por nossas cabeças. Rolamos algumas vezes. Ela parecia assustada, mas aliviou-se ao ver que era eu, e não um homem-bode enlouquecido. Parei em cima dela, meu rosto a mais ou menos uns três centímetro do dela. Seus lábios tinham cheiro de cereja, e eu senti uma incrível vontade de beija-la, mas também tinha a sensação de culpa. Eu não queria ficar com outra garota, Annabeth era a única com quem eu PLANEJAVA ficar... Mas Alice... Alice me deixava pirado, ela emanava uma aura muito atraente, ainda mais quando se está a muita pouca distância dela. Rolei para o lado e me virei pra ela, e ela se virou pra mim.
– Eu dei um jeito no homem-bode...
–Obrigada... — disse isso colocando a mão em meu rosto, o que fez meu cérebro pedir demissão.
Vi ela fechando os olhos e se aproximando de mim, e então...
Uma mensagem de Ísis abriu-se em minha frente, era Quírion fazendo meus neurônios voltar a funcionar.
– Percy, onde está você? O jogo de captura a bandeira é hoje, já que é sexta... Venha que daqui a pouco eu vou designar os grupos!
– Eu estou no bosque, Alice se perdeu e eu vim ajuda-la...
– O.K., O. K. .... Mas venha depressa!
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