Percy Jackson o Guerreiro Sem limites
92 Capítulo 92
Notas iniciais
POV: Perseus Heitor Jackson.
Fomos direto para o palácio do meu pai, como naquela vez a tanto tempo, meu pai dificilmente vinha pra cá, ele tinha este enorme e lindo palácio no Olimpo, apenas para representar seu domínio aqui no Olimpo, e não usava, então na verdade era praticamente meu palácio, fazia o que queria aqui, desde que minha mãe e as outras deusas não saibam. O beijo de Íris era simplesmente irresistível, acredito que milhares de ano te faz um esperte em qualquer coisa, encostei seu corpo na porta do palácio do meu pai, minha língua buscava cada canto daquela boca, explorando de forma voraz e quase sedenta, minhas mãos percorriam as curvas perfeitas do corpo, mas logo o ar se fez necessário e eu desci meus beijos para curva de seu pescoço, ela gemeu alto e arranhou minhas costas, passando um sensação extremamente gostosa por todo meu corpo, afastei-me um pouco e encarei aquela deusa, literalmente deusa em todos os sentidos, não tinha outra explicação para aquela mulher, era extremamente linda, agora ainda mais, estando ofegante e de olhos fechados, mas seus lindos olhos multicoloridos eram ainda mais fascinantes, eu sabia que o que eu estava fazendo agora, era extremamente errado, mas eu não quero nem saber, sei que ela e casada com Zéfiro, e que ele poderia facilmente me matar, mas eu não me importava, meus instintos estavam tomando conta, e confesso que tudo que é proibido e mais gostoso, como dizem, “escondido e bem melhor, perigoso e divertido”, além disso os deuses nunca são fies mesmo. Voltei a beija-la de forma intensa, e ao mesmo, tentando encontrar a maçaneta da porta, mas antes de poder achar ela separou o beijo e riu me olhando.
—--Lerdo. ---Disse ela abrindo a maçaneta, e sorrindo com superioridade, o que era extremamente sexy, antes que ela pode-se dizer mais algo, eu tomei seus lábios novamente, sem interromper o beijo, fomos andando em direção ao quarto, tropeçando e derrubando tudo no nosso caminho, e rindo entre o beijo, começamos subir as escadas devagar, era difícil, subir de costa e beijar ao mesmo tempo, então e obvio que tropecei e cai sentando na escada, puxando a deusa comigo, ela caiu sobre meu corpo, rindo, passei minha mão na sua perna e comecei a subir, olhando com seriedade e puro desejo, aquela imensidão de cores, ela parou de sorrir e me olhou safadamente, passando a mão no meu rosto, minhas mãos chegaram a barra do seu vestido vermelho, e subindo o junto com a minha mão, tirei seu vestido revelando totalmente seu lindo corpo, seus seios fartos ainda escondidos por um sutiã da mesma cor que o vestido, ataquei seus seios na parte desnuda, mordendo e chupando com intensidade, fazendo a deusa gemer alto e cravar as unhas no meu ombro, suas mãos correram para minhas costas e puxaram minha camisa para cima, logo ela se encontrava no chão, a deusa puxou meu cabelo com força, tirando meu rosto dos seus seios, fazendo-me encarar seus olhos, mas ela tomou meus lábios com fúria, seu beijo mesmo sendo intenso, era um beijo incrível, era gostoso, adocicado, minhas mãos desceram pelas suas costas até a bunda, apertei com força, fazendo ela gemer entre o beijo, sua bunda era dura e grande, desci mais minhas mãos, e a peguei no colo, sem interromper o beijo, a levantando, fazendo-a entrelaçar as pernas ao meu redor, fazendo nossas intimidades roçarem gostoso, já estava muito excitado, voltei a subir o restante das escada com cuidado, ainda beijando-a intensamente, logo o ar se fez necessário, desci para seu pescoço, mordendo e chupando, ela gemia alto apertando meus cabelos com força. Nos caminhei até a primeira porta, que encontrei, bastava saber que não era o quarto do meu pai, dessa vez acertei a maçaneta sem demora, ela separou o beijo e me olhou sorrindo, e disse. ---Talvez, não seja tão lerdo assim.
—--E o que dizem. ---Disse rindo, voltei a atacar os seios da deusa, e caminhei até a cama de casal, mas antes de conseguir chegar tropecei em algo, caindo com a deusa no chão, fazendo-a gargalhar.
—--Retiro o que disse, e o mesmo lerdo de sempre. ---Eu ri do que a deusa disse e voltei a beijar, minhas mãos correram pela sua barriga, sentia sua pele quente em contato com a minha se arrepiar ao meu toque, deslizei devagar minha mão pelo seu corpo, até chegar ao cós da sua calcinha, passei a mão por cima da sua intimidade, sua calcinha estava totalmente molhadinha, sorri entre o beijo interrompendo.
—--E o mesmo lerdo de sempre, sempre te deixa molhadinha. ---Disparei piscando, ela riu.
—--Parece que este lerdo, anda muito exibido. ---Disse ela me olhando desafiadoramente.
—--E como dizem, “quem pode, pode.” ---Disse rindo, ela me acompanhou, mas seu sorriso se desmanchou e ela sorriu pervertida, eu sabia o que esse sorriso significava, que eu iria me arrepender gostosamente sobre o que tinha dito, ela virou nossos corpos, agora ficando por cima.
—--Então vamos ver. ---Disse ela passando os lábios perto dos meus, roçando eles, mas não beijou. ---Se o que você disse e verdade, veremos, quem pode mais. ---Disse ela piscando sedutoramente, sabia que uma vez que os deuses não se cansam em fazer sexo, era uma deliciosa batalha perdida, então não me importo em perde todas as batalhas, se todas elas fossem assim, gostosas e prazerosas. Ela me arranhou com força, desde o peito até perto do cós, me fazendo gemer muito alto, ela me olhou safadamente, então passou a língua devagar, onde suas unhas me arranharam, aquilo me deu um sensação esquisita, mais gostosa. Ela abriu o botão da minha calça e sem cerimonias arrancou minha calça, junto com a cueca e o tênis, ela passou aranhando minhas pernas, subindo lentamente, me olhando com aquela imensidão colorida selvagem de seus olhos, eu já estava bem excitado, ela pegou meu membro com as duas mãos e mordeu levemente a cabeça dele, me fazendo quase gritar de prazer, fazendo-a sorrir satisfeita.
—--Safada. ---Disse ofegante, ela sorriu e abocanhou meu membro e começou a me chupar com força, era delicioso, sua boca era perfeita, me deixava louco, ela agarrou meus testículos com uma das mãos enquanto a outra masturbava a parte que não cabia na sua boca, sentia meu membro tocando o fundo da sua garganta, me levando a loucura, afastei seus cabelos dos olhos, queria vê-los, e ela sempre me olhando nos olhos, o que era extremamente excitante, olhar ela aos meus pés, daquele jeito, sua linda bunda empinada lá trás, quando já estava quase chegando ao meu orgasmo, ela afastou suas mãos, mas continuou chupando com a boca, suas mãos foram para seu sutiã, o abrindo rapidamente, ela sorriu e parou seu sexo oral em mim, endireitando seu corpo, seus lindos seios amostra, redondos e fartos, seus bicos eram marrons escuro, ela massageou seus seios, os juntando e separando, era simplesmente uma visão maravilhosa.
—--Você gosta deles? ---Perguntou ela inocentemente, senti um arrepio me percorrer, com aquela sua voz melódica falando isso.
—--Gosto muito. ---Disse me levantando para chupa-los, mas ela me empurrou de volta para o chão, sorriu e fez um sinal de não com seu dedo e sorrindo safadamente.
—--Ainda não. ---Disse ela, ela pegou meu membro e colocou entre os seus seios, aquilo era um sensação indescritível, só posso dizer que era perfeito, ela apertou meu membro entre seus seios, forçando ainda mais seus seios contra meu membro com suas mãos, e começou a me masturbar com aquilo, era delicioso, macio e perfeito, não demorou muito para eu chegar ao meu orgasmo e espirar, deixando meu liquido espirar no rosto e nos seios dela.
—--DEUSES, QUE DELICIA. ---Disse ofegante, ela sorriu safadamente, ela passou a mão em seu seios, coletando meu liquido, depois sorriu e lambeu seus dedos, isso era extremamente sexy.
—--Doce como me lembrava. ---Disse ela sorrindo, aquele me provocou, peguei a deusa e roubei seus lábios num beijo sedento, peguei-a no colo e caminhei para cama, joguei a deusa na cama, ela sorriu safadamente na cama, admirei seu lindo corpo desnudo, apenas com sua calcinha vermelha cobrindo, era perfeito, ela me chamou com o seu dedo, sorrindo safadamente, deitei por cima dela, indo direta para seu pescoço, ela gemeu alto e arranhou minhas costas, gemi, comecei a descer, começando a morder e chupar a parte de cima de seus seios, depois passei minha boca direto no vão entre os seios, mordendo o esquerdo e apertando o outro com a mão, fazendo a deusa gemer alto e agarrar os lençóis da cama, cai de boca no seios direito, mordendo, chupando e lambendo, enquanto massageava o outro firmemente com as mãos, Íris gemia alto e apertava meus músculos dos ombros, troquei rapidamente de seio, fazendo a mesma coisa com o outro. ---Ai, isso. ---gemeu ela ofegante. ---Deuses, estou molhadinha. ---Comecei a descer os beijos, passando por sua barriga, distribuindo mordidas e chupadas, fui descendo sua calcinha vermelha, que já estava muito encharcada, sua intimidade lisinha apareceu, passei por ela, ignorando, ainda não era hora, comecei a apertas suas coxas, mordendo e chupando a parte interna das coxas, ia me aproximando da intimidade, ouvido os gemidos da deusa aumentando, então antes de chegar no ponto G, eu voltava, devagarzinho. ---Quanto mais vai me torturar? Você ama me torturar, não e mesmo? ---perguntou ela irritada, ela apertou seus dedos em meu cabelo e me forçou a ir na sua intimidade, então sem cerimonias soquei 3 dedos, fazendo a deusa arquear as costas e quase gritar de prazer, comecei a mordiscar e chupar seu clitóris, aumentando aos poucos, enquanto aumentava a velocidade das estocadas, escutando os gemidos, e sentindo o interior da deusa pulsar, apertando meus dedos, logo senti seu orgasmo vindo, retirei os dedos e agarrei sua cintura, e aumentei a velocidade e a força do oral. ---AAAA... VOU... ---gemeu ela, logo seu orgasmo veio, era adocicado e gostoso. Enquanto esperava sua respiração voltar ao normal.
—--Tão gostosa. ---disse sorrindo safadamente, a deusa retribuiu, abrindo as pernas, me posicionei no meio delas, e comecei a estocar lentamente, enquanto a beijava, nossas línguas entraram em uma pequena batalha deliciosa, ela agarrou meus cabelos com uma das mãos, enquanto com a outra apertava minha bunda, nossos gemidos se misturavam entre os beijos e eu aumentava a velocidade das estocadas gradativamente, comecei a massagear seu seios, estava sentindo meu orgasmo chegando, enquanto o interior de Íris me apertava loucamente.
—--OHHH.... VAI... TA CHEGANDO... AAHHH ---Gritou a deusa, seu orgasmo veio, prolonguei seu orgasmo com estocadas frenéticas, ela agarrou os lençóis e mordeu os lábios, e meu orgasmo veio, cai ofegante ao lado da deusa, ela não estava diferente, mas em poucos minutos ela estaria pronta novamente.
—--Isso foi demais. ---disse ofegante olhando o telhado azul marinho do meu quarto.
—--Mas ainda não acabou. ---Disse sorrindo safadamente, ela sorriu do mesmo jeito.
—--Mas eu quero lá trás. ---Disse ela subindo em cima de mim, ela virou de costas pra mim, me dando uma linda visão da sua enorme bunda, seus cabelos negros vinha até o meio das suas costas, sentei na cama, com as pernas pra fora da cama, coloquei meu membro em seus anus, era extremamente apertado, a deusa começou a cavalgar lentamente, com sua cabeça recostada no meu ombro, gemendo baixinho no meu ouvido, enquanto eu massageava seus seios com uma das mãos, e com a outra agarrava suas pernas com força, ela começou a aumentar a velocidade, enquanto nossos gemidos aumentavam junto, logo estávamos em um ritmo frenético. ---AEEE... SEU GOSTOSO.... QUE DELICIA. ---Gritava ela no meu ouvido, minha mão que estava em sua perna, correu para sua intimidade, estimulando seu clitóris, ela gemia alto. ---AAAHHH..... VOU GOZAR... ---Gritou ela no meu ouvido, então senti sua intimidade jorrar na minha mão, mas algumas estocadas e ela mordeu minha orelha e eu cheguei ao meu orgasmo, caímos de costas na cama, ela deitada de costas no meu peito, eu a abraçando, esperando nossas respirações se acalmarem.
—--Estou morto. ---Disse ofegante, escutei a deusa rir em meu peito.
—--Eu disse que podia mais. ---Disse ela, dei um leve tapa na sua perna, a fazendo rir alto. ---Mas você não foi nada mau também. ---Disse ela se levantando, me dando uma linda visão do seu belo corpo, ela estalou o dedo, eu senti uma leve pressão no meu corpo, olhei para ele, estava vestido exatamente como antes, meu olhos correram para deusa, agora virada pra mim, ela estava vestida com suas roupas, sorrindo.
—--Dívida paga? ---Perguntei sorrindo, ela riu.
—--Quase, volto outro dia para cobrar o restante. ---Disse ela piscando, eu ri e me levantei da cama, uma dívida como essa? Então ser devedor nem sempre e ruim como dizem. ---Vem, vamos embora antes que sua mãe nos mate, e me torture por montar no seu bebê.
—--Eu morreria feliz. ---Disse a abraçando por trás e mordendo seu pescoço.
—--Morrer de tanto prazer? E um bom jeito de morrer. ---Disse ela sorrindo, me deu um selinho rápido e saiu rebolando porta a fora. ---Falando em morrer, falando sério, me disseram que você realmente morreu? ---Perguntou ela, enquanto descíamos as escadas.
—--Foi o que me disseram, e era mesmo para eu estar morto. ---Concordei.
—--E você fala isso na maior calma? ---Perguntou ela indignada me olhando, dei de ombros. --- Você realmente quase morreu!
—--Quase morrer não muda nada, morrer muda tudo. ---Disse dando de ombros. ---AAAIII. ---Disse reclamando da cotovelada que eu recebi.
—--Você realmente não vê? O quanto as pessoas ao seu redor vão sofrer com sua morte, sua mãe? Pai? As outras deusas? Seus amigos? ---Perguntou ela irritada.
—--Então, você se importaria. ---Disse rindo, ela bufou irritada.
—--Você é um idiota. ---Conclui ela.
—--E meu charme. ---Disse para ela, ela revirou os olhos.
—--É verdade que foi Nix, a deusa primordial, que te trouxe de volta? ---Perguntou ela distraidamente, escutar aquele nome, me fez travar por um instante, Nix, a pessoa que mais me fez sofrer, no quesito amor e claro, apesar de tudo que ela fez, eu simplesmente não conseguia esquecer ela, do seus lindo e incríveis olhos negros. ---Que foi? ---Disse Íris, me tirando dos meus pensamentos dispersos sobre aquela bendita deusa.
—--Nada. ---Disse rapidamente. ---Bem, ela apareceu e disse que foi ela, o que me poupou de ter minha mente invadida por minha mãe, o que doeria muito. ---Disse para ela.
—--Felizmente Nix apareceu então, se tua mãe entrasse na sua mente, ela descobriria sobre a gente, isso sim, seria horrível. ---Disse Íris seriamente, dei risada. ---Isso não é nada engraçado. ---Disse ela irritada, me dando um soco no braço. ---Com você, bebezinho dela, ela só puxaria a orelha, e ficaria tudo certo, mas comigo? Ela me mataria, lentamente.
—--Eu te defenderia. ---Disse rindo, ela sorriu para mim, feliz com minha resposta. ---Não deixaria ela te matar lentamente, faria ela te matar mais rápido, sabe, para não perder muito tempo. ---Disse distraidamente, ela forçou a risada, alta e estranha.
—--Muito engraçado, senhor espertinho. ---Disse ela irritada. ---Agora vou indo, até mais. ---Disse ela, nos despedimos com mais um beijo rápido e ela brilhou levemente até sumir, caminhei para a casa da minha mãe, antes que dona Hera mande um exército atrás de mim, logo cheguei no portão de casa, e entrei porta adentro, avistei minha mãe deitada no sofá com a pequena Antonieta quase cochilando em seus braços, tentei não fazer barulho, mas quando encostei a porta a Antonieta olhou diretamente pra mim, com aquelas lindas orbes vermelhas como fogo, ainda sonolentas, mas quando ela me viu, pulou do sofá.
—--Pelcy. ---Disse ela correndo na minha direção.
—--Oi, minha pequena. ---Disse a pegando no colo. ---O que a mocinha está fazendo acordada essa hora?
—--Ela não me deixou dar banho nela. ---Disse minha mãe sorrindo, do sofá. ---Disse que você jurou de dedinho, seja lá o que isso for, que ia dormir com ela, e dar um banho nela.
—--Tinha me esquecido, então vamos logo, que já está ficando tarde. ---Disse para Antonieta, ela sorriu. Coloquei ela nos meus ombros, como se eu fosse uma espécie de cavalo, imitei um barulho de um cavalo relinchando, o que fez ela gargalhar.
—--Filho, não vai comer nada? ---Perguntou minha mãe, já estava subindo correndo com a Antonieta as escadas.
—--NÃO, ESTOU SEM FOME. ---Gritei ainda correndo, a Antonieta ria e enquanto segurava em mim.
—--NÃO ENROLEM. ---Gritou minha mãe, fui para meu quarto, mas agora tinha um problema, como se dá um banho em um bebê? em uma banheira? Então como sempre, minha mãe já tinha pensado nisto, então no banheiro do meu quarto já estava preparado, com um tipo de bacia grande o suficiente para Antonieta, sobre uma plataforma, já havia água e tudo preparado, inclusive as roupas que ela usaria depois, já estavam em cima da minha cama, junto com uma fralda, minha mãe nunca perde tempo. Coloquei Antonieta no chão, e olhei para os vários tipos de sabonetes e shampoos diferentes, pra que tudo isso? Não faço a mínima ideia de como usar, além de tudo isso, tinha álcool 70%, pomada contra assaduras, toalha macia, gaze e algodão, por um instante me parecia que eu estava em um hospital, e iria fazer uma cirurgia, do que um simples banho de um bebê.
—--Você usa tudo isso? ---Disse apontando para as várias coisas.
—--Sim, são meus sabonetes, e as coisas necessárias para me dá banho. ---Disse ela seria, bem, acho que não era de se esperar menos de uma filha de Afrodite.
—--Bem, então vamos. ---Disse para ela, ajudei a pequena Antonieta a tirar sua roupinha, tirei sua fralda, que felizmente estava limpa, e a coloquei na bacia, que com ela sentada, não chegava na sua cintura, então olhei para os vários sabonetes líquidos e sabonetes que estavam ali, havia 3 tipos diferentes de cada, não fazia a menor ideia de qual era para usar.
—--Você não faz ideia do que faze. ---Disse Antonieta rindo.
—--Não mesmo, pra que precisa de tanto Shampoos e Sabonetes líquidos? ---Perguntei para ela, ela revirou os olhos, como se aquilo fosse a pergunta mais idiota do mundo.
—--Por que sou uma galota, dã! ---Disse ela zombando, então ela apontou para um deles, um de cor azul. ---Aquele ali e pala lava meus cabelos. ---Ela apontou para outro, vermelho. ---Aquele e plo meu colpo. ---E ela apontou para o último. ---E esse e pala passa depois de me seca, as vezes, nem sempre. ---Disse ela apontando o último, que era verde.
—--Bem, então vamos nessa. ---Disse pegando o de passar no cabelo.
—--PERCY. ---Gritou minha mãe das minhas costas.
—--Que? ---Disse assustado.
—--O que você está fazendo? Está tudo errado, se você não apoia-la, ela pode se afogar. ---Disse minha mãe nervosa.
—--Mas não tem um palmo de água. ---Me defendi.
—--Ela e um bebê, não é filha de Poseidon que nem você, que respira em baixo da água.
—--Como saberia que precisaria de tudo isso, para dar um simples banho em um bebê? ---Perguntei indignado, ela revirou os olhos, a pequena Antonieta estava caindo na risada.
—--Ainda bem que eu vim dar uma olhada. ---Disse ela.
—--Graças aos Deuses, estou esperando lá fora. ---Disse colocando de volta o Shampoo no lugar dele.
—--Não, quelo que você me dê o banho, você julo de dedinho, plomessa de dedinho não se pode quebla. ---Repetiu Antonieta o que eu disse a ela mais cedo, ainda por cima me mostrando seu dedo mínimo, tive que conter a risada.
—--Eu não sei como, Antonieta.
—--Então venha, que vou te ensinar. ---Disse minha mãe.
—--O que? ---Perguntei incrédulo.
—--Vem logo, ninguém nasceu sabendo tudo, nem mesmo Atena, então você o neto dela, pode ainda aprender as coisas, certo? ---Disse minha mãe, vendo que já iria discutir, ela se adiantou. ---Será uma boa lição.
—--Mas por que você simplesmente não estala os dedos e pronto?
—--Não discuti, você vai entender. ---Disse minha mãe.
—--Ihuuu. ---Zombou Antonieta, eu mostrei a língua pra ela, ela mostrou de volta.
—--Sem gracinhas vocês dois, preste atenção, filho. ---Disse minha mãe, ela se aproximou da banheira, ela passou seu braço pelas costas da Antonieta, para apoiá-la e segurou ela com a mão por baixo de uma das axilas. ---Antes de qualquer coisa, pegue a toalha e deixe pronta, ela não pode demorar muito fora da água, pode se resfriar facilmente, então este e o primeiro passo. ---Fiz o que ela mandou, abri a toalha em cima do balcão e deixei pronta. ---E assim que tem que segurar uma criança, mesmo que ele consiga ficar sentado super bem na banheira, jamais, em hipótese alguma, deixe-o sozinho durante o banho, o risco de acidente e afogamento é grande demais para arriscar, então também não deixe ele ficar de pé, a banheira normalmente e muito escorregadinha, venha cá e tente.
—--Ok. ---Disse dando de ombros, fui e coloquei minha mão por trás do corpo da Antonieta, Antonieta pegou água com as mãos e jogou em mim.
—--ANTONIETA, NÃO E HORA DE BRINCADEIRAS. ---Brigou minha mãe.
—--Desculpa, vovó. ---Disse a Antonieta cabisbaixa.
—--Irru. ---Brinquei com ela. ---AAIII mãe. ---Disse quando ela me beliscou.
—--Isso também serve pra você. ---Reprendeu ela. ---Percy, com sua mão livre, DELICADAMENTE, lave o rosto dela, sem sabão, somente com água, os cabelos, o tronco, os braços e por último as pernas, lembre-se de usar pouco sabonete para não tirar a hidratação natural da pele da criança.
—--Fecha os olhos e boca, Antonieta. ---Disse para ela, então joguei água em seu rosto, e passei meus dedos bem devagar, sua pele era macia e quente, era uma sensação gostosa.
—--Perfeito, agora vamos lavar a cabeça. ---Disse minha mãe, colocando o Shampoo na minha mão. ---Passe delicadamente, tomando cuidado com os olhos dela, boca e ouvidos. ---Antonieta não tinha muito cabelo ainda, passei o shampoo em seus cabelos e esfreguei muito delicadamente. ---Perfeito, agora enxague, jogando pouca água de frente para trás. ---comecei a jogar pequenas porções de água, delicadamente, e tomando muito cuidado para não derramar nos olhos e no ouvido principalmente. ---Perfeito, agora no corpo, já pode usar uma buchinha, para tirar melhor a sujeira dela. ---Ela me entregou uma buchinha rosa, macia, pegou o sabonete líquido e colocou uma boa quantidade. ---Lave bem, todos as dobrinhas, e principalmente os lugares que ficam a fralda. ---Comecei a esfregar a esponja devagar no corpo da Antonieta, passando por todo seu corpo. ---Perfeito, agora vire ela, apoiando seu braço esquerdo do mesmo jeito que nas costas. ---Fiz o que ela disse, e comecei a esfregar suas costas devagar, minha mãe colocou mas sabão e passei por sua bumbum, lavando juntos com suas pernas, na frente e atrás. ---Lave entre os dedinhos do pé e os braços e a mãozinha. ---Lavei os dedinhos do pé e o pé, e virei ela de volta de frente, e lavei seus braços e mãozinhas, entre os dedos, enxaguei todo o corpo. ---Verifique se não tem sabão que possa irritar a pele da criança. ---Verifiquei e enxaguei o melhor que pude. ---Perfeito, agora vamos rápido secar ela. ---Peguei a Antonieta da Banheira e a levei para a toalha. ---Agora e importante, você deve enxugar apenas pressionando a toalha nela, sem esfregar, não tenha pressa e seque bem, se não secar, ela pode ter alguma alergia ou assadura. ---Comecei a seca-la suavemente, passando por todo seu corpo, devagar e com cuidado, demorando bastante no cabelo, e secando o melhor que pude, sem usar meus poderes. ---Perfeito, ela está pronta, qual sua nota para o Percy Antonieta? ---Perguntou minha mãe, Antonieta ficou séria e colocou a mão no queixo, indagando profundamente sobre minha nota.
—--8 ---Respondeu ela.
—--O QUE? SÓ 8. ---Gritei indignado, minha mãe e Antonieta caíram na gargalhada. ---Foi o melhor banho da sua vida, não minta que e feio.
—--Não estou mentindo, e 8 e justo. ---Respondeu ela rindo.
—--Aaa e o que a mocinha entende de justiça? ---Perguntei, mas antes que ela respondesse.
—--Vamos logo, agora que concluímos o banho, está na hora da outra prova, a fralda. ---Disse minha mãe rindo, peguei Antonieta, que mais parecia um embrulho branco, e a levei para minha cama, onde estava a roupa e as fraudas dela, deitei Antonieta na cama. ---Agora, você vai precisar da fralda, de pomada antiassaduras, de Álcool 70% e algodão, como você já deu banho e não e uma simples troca de fralda, não vamos precisar de água, para lavar a sujeira e retirar a pomada, mas o Álcool serve para eliminar eventuais bactérias de pequenas feridinhas ou assaduras um pouco mais graves.
—--Isso dói. ---Reclamou Antonieta.
—--Sim querida, dói um pouco. ---Disse minha mãe. ---Você segura os dois pezinhos dela cruzados, e suavemente ergue ela e coloca a fralda por baixo, e depois passe a pomada por toda a parte do corpo que fica em contato com a fralda. ---Peguei os pés da Antonieta e ergui suavemente, coloquei a fralda por baixo de seu corpo, peguei a pomada e passei por toda a parte que minha mãe dissera para passar. ----Perfeito, agora e só fechar e colocar as fitas laterais, não esqueça de deixar pelo menos um dedo folgado na barriga e os elásticos da perna pra fora. ---Fiz todo o processo que minha mãe orientou. ---Perfeito.
—--A essa eu mereço 10. ---Disse para Antonieta, ela riu alto, minha mãe acompanhou.
—--9 ---Disse Antonieta.
—--Nossa, vocês são muito exigentes. ---Disse indignado, fazendo elas rirem.
—--Agora e só colocar o macacãozinho e pronto. ---Disse minha mãe sorrindo, comecei a colocar a roupa na Antonieta, o banho tinha a relaxado bastante, podia ver que ela se esforçava para manter os olhos abertos. ---Espero que isso te ensine a respeitar e admirar o trabalho que uma mãe tem, isso para um simples banho. ---Disse ela, eu ri, ela me acompanhou, acabei de vestir a Antonieta, ela já estava dormindo. ---Então, devia ter apenas estalado os dedos?
—--Não, com certeza não. ---Reponde, podia ser trabalhoso e cansativo, mas o contato que eu tive com a Antonieta hoje, foi tão gostoso, tão puro, tão fraternal, me sentia tão bem comigo mesmo, poder ajudar, banhar um ser tão puro e bonito, agora entendia o poder que um simples banho tinha, todo o amor e carinho envolvido.
—--Espero que com isso, você entenda que mesmo uma coisa tão inocente e pequena como um banho em um bebê, tem todo esse poder, uma coisa tão simples pode ajudar tanto uma pessoa. ---Disse minha mãe me dando um demorado beijo na minha testa, senti um calor tão reconfortante e poderoso, eu me sentia completamente amado, completo, invencível, esse era o poder que uma família tem, esse era um poder que eu estava disposto a dar a vida, para que todos um dia, possam sentir o que senti hoje, por um ser como a Antonieta, eu arriscaria tudo, daria tudo em troca de sua segurança, agora entendia até mesmo um pouco o tanto de amor, carinho e orgulho que minha mãe sentia de mim. ---Boa noite, te amo meu filho.
POV: Hera.
Sai do quarto do Percy, estava tão feliz, de como apenas a simples presença da Antonieta, fazia tão bem pro meu filho, fazia muito tempo que não via um sorriso tão espontâneo e feliz do Percy, quando ele pegou Antonieta pela primeira vez, em todo tempo que ele banhava Antonieta, ele sorria e seus lindos olhos verdes-mar brilhavam de felicidade e amor, aquilo me enchia de puro êxtase.
—--E bom ver ele assim de novo, não é mesmo? ---Perguntou uma voz atrás de mim, então não me espantei em encontrar uma garotinha de 1,35, recostada na parede, olhando para porta do quarto do meu filho, com seus aparentes 8 anos, pele bem branca e com cabelos literalmente cor de fogo, seus olhos vermelhos flamejantes, sua esclerótica branca comum, mas sua Iris era vermelha como fogo e sem pupila, seus olhos que sempre demostravam esperança e poder e que uma lareira traz numa noite fria, estava em um vestido simples grego, porem belo e azul. ---Posso sentir todos os pensamentos bons que emanam dele, agora.
—--Sim, e tão bom mesmo minha irmã. ---Disse sorrindo. ---Quem diria que essa pequena Antonieta, traria tanta paz e ordem a nossa família, até mesmo acalmar o coração e as emoções do Percy, nesse momento de luto e tristeza.
—--Realmente, e algo incrível. ---disse ela sorrindo. ---Como e curioso, a relação dele com a Antonieta, quando ele chegou aqui, depois da missão, seus pensamentos eram tão confusos e ruins, culpa, remorso, fracasso, puro ódio, e agora, depois de conhecer ela, todos esses pensamentos mudaram, serenos, bons, contentamento, esperança, puro amor.
—--A linha do amor e o ódio e tão fina e paralela. ---Disse para ela, eu entendia muito bem isso, o quanto eu amo e odeio Zeus, e tão confuso, mesmo para alguém com milhares de anos como eu. ---O que te traz aqui minha irmã?
---Amanhã vou começar o treinamento com o Percy, aproveitar que ele está assim tão calmo e sereno, isso ajudara ele a controlar meus poderes.
—--Quem diria que ele controlaria a chama sagrada. ---Disse orgulhosa, aquilo era incrível, somente Héstia tinha aquele poder.
—--Sim, realmente, ele usou algo que eu não sabia que ele tinha a capacidade de conseguir fazer, acho que ele herdou mais de mim, do que eu imaginei, ele não para de me surpreender.
Fale com o autor