Percy Jackson o Guerreiro Sem limites
44 Capítulo 44
Notas iniciais
POV: Perseus Heitor Jackson.
3 meses depois:
Eu estou feliz, estou em um pequeno relacionamento com Clari, não namoro, mais esta ótimo, Drew só vai voltar das aulas nas férias, ela e uma campista normal, não integral como a Clarisse, eu venho muito no acampamento, e Clarisse mora aqui integralmente, eu queria vir morar aqui, mas a minha mãe não deixou, sabe como Dona Hera é, além do mais Deméter, Héstia não me deixariam vir pro acampamento, mais quase diariamente eu vou lá, para treinar com Clarisse ou para leva-la em algum lugar como um casal, ela e divertida e engraçada. Bem Luana foi embora, segundo Yeasmin a Luana não podia mais ficar aqui, ela ainda era apaixonada por mim, um monte de baboseira em minha opinião, quem ama não trai, eu voltei falar com Yeasmin e Silena, Clarisse me obrigou, Yeasmin tentou se aproximar de mim, mas não e a mesma coisa, eu não sou frio, e não guardo rancor, mas algo mudou na nossa amizade.
A reforma no acampamento acabou, finalmente, foi difícil e demorado, mas eu consegui fazer um chalé para a maioria dos Deuses, e todo semideus tem seu lugar aqui, e se um semideus de outro Deus que ainda não tiver chalé eu faço rapidamente, tem uns 35 chalés prontos, para serem usados, fora a casa grande que tem vários quartos temporários para Deuses menores colocarem seus filhos semideuses, vou tentar salvar todos os semideuses possíveis. Agora estou no meu quarto no palácio da minha mãe, eu continuo estudando na Goode High School, eu gosto daquela escola, e muito legal, tem muitas gatas, apesar de agora não sair traindo, com Drew era apenas diversão, mas a Clarisse e quase um novo namoro, eu gosto muito dela, e mesmo que não seja amor, eu a respeito totalmente. Escuto alguém batendo na porta e me tirando dos meus devaneios.
–---Pode entrar! ----Digo, entra meu pai, apesar da gente não demostrar afeto em publico, como eu faço com as Deusas, eu amava muito meu pai, ele sempre me apoiava, me aconselhava, ele só era mais duro, mais fechado, coisa de homem, homens não fazem frescurinha, eu acho bobagem, mas respeito ele. Ele parecia abatido e nervoso, acho que ele brigou com minha avó. ----O que aconteceu pai? Problemas com a patroa?
–---E por ai filho. ----disse ele sorrindo tristemente, bati na cama ao meu lado o convidando a se sentar, ele sentou. ----Eu a levei para o cinema, mas ela estava naqueles dias sabe, ----Assenti rindo, Nossa quando minha mãe, avó, tias, principalmente Arty estão de TPM... Só de pensar já sinto um frio na espinha. ----Eu tentei fazer algo legal, pra ela abaixar seu mau humor, e agente brigou, e o pior e que eu nem sei o porquê, na verdade desde sempre, eu não sei por que agente briga, eu fico perdido na briga. ----Eu ri, era difícil brigar com minha avó, ainda mais quando ela fazia seus discursos, quando ela corria atrás de mim, querendo me bater era mais fácil.
–---Eu entendo você pai. Diz ae? O que rolou?
–---Ela estava brava comigo, por que segundo ela, eu estava olhando uma mortal bela que passou....
–---Porra pai, isso e mancada, tudo bem olhar, mas tenta disfarçar para olhar. ---disse indignado, tudo bem olhar, eu olho, olhar não arranca pedaços.
–---Eu não olhei, juro que não olhei Percy, E coisa da TPM, mas então ela começou a me bater, e me chamar de canalha, depois começou a lembrar dos erros do passado, quando eu fiquei com a Medusa, esse e o pior erro, eu não me lembro de nada, apenas de acordar nu, com a medusa no templo da Atena, então não pude negar o óbvio....
–---Ou droga. ----Disse colocando as mãos entre a cabeça, havia me esquecido.
–---Que foi Percy? Esta bem? Lembrou-se de algo?
–---Sim, pai. ----disse indo procurar uma camisa pra colocar. ----Vamos falar com minha avó.
–---O que aconteceu Percy? ----perguntou ele.
–---Te conto no caminho! Vamos. ----Disse eu, fui até ele. ----Nos teletrasporte para o palácio dela.
–---Espero que seja algo realmente importante, por que ela esta muito nervosa comigo. ----Eu assenti, ele nós teletrasportou, eu só vê um vulto vindo na nossa direção, eu desviei mais meu pai não, acertando ele em cheio no rosto.
–--- SAIA DAQUI POSEIDON, SEU PORCO. ---Gritou minha Avó, ela estava descabelada, e com os olhos vermelhos de chorar.
–--Ei vó, calma.
–--Nossa essa pegou em cheio. ---murmurou meu pai no chão.
–---BEM FEITO! ISSO E POUCO. ---Gritou minha Avó.
–----EI, vocês dois, parem de brigar, eu tenho algo para falar com vocês. Algo que eu esqueci de contar, por conta de tudo que aconteceu nesses últimos meses.
–----O que você quer nós contar Percy? ----Perguntou meu pai.
–----E sobre a M... ----gaguejei. --- Sobre a Medusa. ----minha avó ficou vermelha de raiva, eu dei alguns passos para trás. ----Bem, eu acho que falo outra hora.
–---Desembucha, agora! ----disse minha avó calmamente, meu pai estava atrás de mim, grande Deus do Mar, super corajoso.
–---Vocês sabem que na minha ultima missão oficial, eu trombei com a Medusa, Certo? ----Minha avó assentiu lentamente. ----Ele achando que iria me matar facilmente, por conta dos meus ferimentos e tudo mais, ela contou um segredo, ela disse que havia uma mulher, que tinha inveja dela, que ela a traiu e não sei mais o que. Só sei ela disse que amava meu pai. ----minha avó ficou mais vermelha ainda, se isso era possível.
–----Percy, isso não esta ajudando. ----Cochichou meu pai.
–---CALE A BOCA POSEIDON, DEIXE SEU FILHO FALAR. ---Meu pai assentiu rapidamente.
–---Ela disse que na verdade, ela Drogou meu pai, com alguma poção, que ele não teve nada haver com aquilo, que ele não estava em si, que foi um tipo de poção, e que Poseidon sempre foi louco de amores por você vó. ----Joguei as palavras rapidamente. A expressão da minha avó foi de raiva, para espanto e depois um pequeno sorriso brincou nos seus lábios, cutuquei meu pai, ainda bem que meu velho e esperto e tomou a frente.
–---Me Perdoe Atena, mesmo assim, foi um erro, eu nunca quis dormir com ela, eu sempre te amei, sempre. ---disse meu pai se aproximando cautelosamente, minha avó estava de cabeça baixa, não dava para ver sua espressão.
–---Me desculpe Poseidon, eu sei que você nunca faria algo do tipo, eu sempre soube, mas foi à coisa mais dolorosa que eu já senti na vida, eu também te amei, sempre, desde o primeiro momento que te vi, desde que me entendo por Deusa da Sabedoria, eu sei que hoje você não olhou para aquela mortal, e que ela na verdade me lembrava a Medusa..... ----Meu pai a interrompeu com um beijo, ARGH.
–----EI EI. ---Gritei, fazendo eles se separarem e me olharem. ----Eu ainda não me recuperei daquela primeira vez, deixe-me ir embora agora que acertei as coisas. ----disse indignado, não queria mais alguns anos de terapia, eles riram, eu fui e dei uma abraço demorado em meu pai, sussurrei no seu ouvido. ----Você me deve uma pai. ---ele riu baixinho e assentiu, me virei pra minha avó, ela sorria bobamente. ----Vó, se meu pai ficar de gracinhas pode matar ele, prefiro você. ----disse rindo, ela riu e me abraçou.
–---A seu desnaturado. ---disse meu pai fingindo indignação, mas no final ele riu.
–---Sempre as mulheres em primeiro pai. ----Ele riu, assentindo. ----Deixe-me ir, não quero estragar a reconciliação de vocês. ---disse sorrindo, e desaparecendo em chamas.
Estava andando pelas ruas de Nova York, eu costumo fazer isso bastante, faz eu me esquecer dos problemas, me sentir mais humano, ver as pessoas andando de um lado para o outro, em suas vidinhas simples, sem se preocupar em salvar o mundo, em tentar sobreviver dos monstros e tudo mais que eu tenho que preocupar diariamente. Estava andando em uma rua qualquer quando escuto algo estranho, um som de gritos, e de monstros. Corri na direção dos gritos, era um beco afastado, havia uma pequena aglomeração de monstros, 3 Gigantes de 3 metros de altura, musculosos e humanoides, suas peles eram carne viva, parecendo aquelas fotos que mostram os músculos dos homens, eu já havia lido sobre eles, Lestrigões, havia um Esfinge, ela era metade leão, metade mulher e águia. Devia ter uns 2 metros de altura, e uns 800 kg fácil, seu rosto de mulher seria belo, se não fosse os pelos de leão e o chifre, ela tinha chifres de touro negros no topo da sua cabeça, suas asas brancas como de uma coruja albina, suas garras mais pareciam espadas de 35 cm, e havia 10. Eles estavam atacando um menino de uns 1,90, ele era tão musculoso quanto eu, talvez mais, só que ele não se defendia, ele parecia não estar machucado.
–---Ei, deixem o em paz. ----Disse eu batendo no meu bracelete, ele se transformou na minha lança de Bronze Celestial, logo minha lança de dois metros estava em punho, a lancei no Lestrigão menor, acertando no meio do seu peito, ele se desfez em pó, minha lança volta em pouco tempo ao modo bracelete em meu pulso. Comecei a lutar com um dos Lestrigões de mãos nuas, ele foi rápido, ele carregava um grande bastão de madeira, apesar de eles serem grandes e fortes, eles eram lentos quando você estava focado nele, em um movimento rápido eu desarmei ele, eu destampei Contracorrente e iria acabar com o segundo Lestrigão, quando escutei o grito de criança, vindo do outro lado.
–---Espere semideus, ---Escutei a voz feminina, era a esfinge, ela estava com uma das patas nas costas do menino, as garras cravadas nas costas do menino o pressionando de cara no chão, a outra pata estava erguida, pronta para dar um golpe de misericórdia. ---- esse idiota e bom demais, ele não serve para nada mesmo. ----Apesar de não entender o porquê dessas palavras , claro que aquele rapaz era um mortal ou semideus qualquer, abaixei minha espada e a joguei no chão a Esfinge sorriu vitoriosa. ---- Isso mesmo heróizinho, vocês sempre são previsíveis demais, bonzinhos demais. ----zombou ela.
–---Vamos ter um semideus para comer. ---Disse o Lestrigão, senti uma pancada na cabeça e tudo ficou escuro por um momento e eu cai no chão, eu precisava de um plano, e eu claro tive a ideia mais idiotamente possível, sou um semideus horas, me finge de desacordado no chão e fiquei escutando.
–---Esse apagou ----Disse o Lestrigão, eu estava com apenas um feixe dos meus olhos abertos, apenas dando para ver a localização dos monstros, a Esfinge se afastou do garoto e veio na minha direção, ela me olhou cautelosamente, ela ainda estava fora de alcance.
–---Ele cheira forte, ele e poderoso, ainda bem que tínhamos esse trunfo. ---Disse a Esfinge, ela me olhava cautelosamente e de longe, mas ela estava se aproximando. ---Ele me parece familiar.
–---E apenas um heróizinho idiota. ----Disse o Lestrigão que tinha o bastão gigante.
–---Você provavelmente deve ter razã..... ----Não a deixei terminar a frase, bati no meu bracelete, ele virou minha lança e em um pulo levantei e cravei a lança entre os olhos da Esfinge que se desfez em pó. Me levantei e lancei a lança no outro Lestrigão, ele estava de costas, então se desfez em pó, destampei Contracorrente e parti pra cima do ultimo Lestrigão, ele era lento demais, ele tentou arrancar minha cabeça com seu bastão de 2,50 cm, mas eu me abaixei e finquei a espada em seu estomago, ele soltou um grito de dor e se desfez em pó também. Respirei fundo minha cabeça doía demais, levantei minha cabeça, fui caminhando até o garoto, ele estava desacordado. Ele era alto, devia ter 1,90cm fácil, seus cabelos iam até o ombro e eram estilo Dread, era castanho claro, ele era forte e musculoso, suas roupas estavam maltrapilhas. Eu me aproximei e o virei, quase cai pra trás quando vê um grande olho, sim olho, era apenas 1, bem grande, ele era um ciclope.
–---Caramba. ----disse alto, ele se mexeu mais não acordou. Eu peguei minha espada e levantei, pronto para matar ele....
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