Notas iniciais
Espero que gostem, esse esta gigante :D

POV: Perseus Heitor Jackson.

Faz 1 mês desde o meu termino com Luana, essa fica correndo atrás de mim, o tempo todo, ela sempre tenta se explicar, tenta me conquistar, mas eu não sinto nada mais além de ódio dela, talvez pena, mas nem mesmo desejo. Meus amigas me deixaram de lado, bem na verdade eu as deixei de lado, sempre evito conversar com elas, elas até tentam, mais eu estou duro demais, fechado demais, uma das poucas pessoas que eu converso normalmente e a Drew, e estranho como a julguei errado, eu sempre a juguei mal, mas ele me acolheu, ela me entende, a raiva que sinto e bem eu e ela estamos em um tipo de amizade colorida ainda e também Grover, ele também me entende e me apoia, apesar dele continuar conversando com os outros, não me importo com isso, ele e legal e não sou eu que vou fazer ele escolher entre eu ou eles e Charles também. Eu estou coordenando as reformas e as novas obras no acampamento, eu acho que agora vão ficar em torno de 30 chalés, primeiro estamos reformando os existentes, deixando maiores e mais confortáveis para seus filhos, eu não vou economizar nada nessas obras. Minha mãe quis a todo custo matar Luana, apesar de tudo, eu não deixei, mesmo que Luana merecesse, eu não deixaria minha mãe sujar suas mãos. Você deve estar se perguntando o que eu fiz quando Travis veio falar comigo.

Memórias ligadas:

Eu estava sentado na mesa de minha mãe, eu intercalo entre a mesa de Poseidon e Hera, estava calado, não queria conversar com ninguém, depois da minha volta, eu fui no Olimpo e fiquei mais dois dias lá, pois minha mãe não queria me deixar vim pro acampamento, mais eu vim do mesmo jeito. Pelos cantos dos olhos vê o Travis vindo em minha direção, eu fechei o punho com força, como ele pode ser tão bosta e o Connor tão legal. Ele sentou na minha mesa.

–---Eai Percy, como que esta? ----disse ele sorrindo vitorioso.

–---Cara, você pode ficar com a Luana, não me importo, mas não fale comigo. ----disse me levantando, ele segurou no meu braço, isso meu sangue já ferveu.

–---Calma ae cara, só quero conversar. ----disse ele.

–---Eu não tenho nada pra conversar com você, agora solte o meu braço. ----rosnei.

–---Ui, estressadinho, você vai fazer o que? corno manso. ----Essa foi a gota d’água, esse iria morrer.

POV: Ares

Hera tinha me incumbido de vigiar Percy por uns dias, para não deixa-lo fazer algo que se arrependa depois. Mas aquele desgraçado daquele menino estava pedindo para ter a cabeça arrancada.

–---Agora você morre. ----disse Percy sorrindo. Ele pegou o filho de Hermes, pelo pescoço e tirou do chão, como se levanta uma vassoura, o garoto começou a engasgar e ficar roxo, eu deixei ele sofrer um pouco, por que ele que veio buscar confusão não o contrario, Percy o arremessou em uma árvore próxima, eu via o desespero de Quíron e de alguns campistas, entre esses campistas estava minha filha Clarisse, acho que são amigos do Percy, pois não pareciam se importar pelo garoto sendo enforcado, Chega, já esta bom. Percy saiu correndo para acabar de amassar sua cabeça, foi quando segurei ele pelas costas, Não era nada fácil, ele estava me arrastando para mais perto do garoto inconsciente.

–---Levem-no daqui, não vou poder segurá-lo por muito tempo. ----Gritei para os outros campista. Os filhos de Apolo vieram correndo e carregaram o outro garoto para longe.

–----LARGUE-ME ARES, VOU AMASSAR A CABEÇA DAQUELE DESGRAÇADO. ----Nisto a Luana, aquele que traiu o Percy, mesmo depois de tudo o que ele fez para ela, veio na nossa frente, acho ela tentaria acalmar o Percy. -----SUMA DAQUI, VAGABUNDA, VAI CHUPA-LO, SÓ ISSO QUE VOCÊ SABE FAZER MESMO. ----Estava muito difícil de segurar ele.

–---- ACALME-SE PERCY. ----Gritei eu.

–---- SOLTE-ME ARES, VOU ACABAR COM AQUELE MALDITO.

–---EU NÂO POSSO. ----Ele me deu uma cotovelada no estomago, aquilo quebrou alguns ossos, eu cai de joelhos no chão, ele saiu correndo na direção de onde levaram aquele filho de Hermes, eu não podia conte-lo aqui, tinha que leva-lo ao Olimpo. Corri até ele, quando o alcancei faltavam poucos metros pra chegar na enfermaria, eu pulei nele, segurando suas pernas, caímos no chão. ----Pare Percy, Por favor. ---ele se debatia tentando escapar, então teve que nos teletrasportar dali, direto para o quarto da minha mãe, e digamos que foi uma cena engraçada, minha mãe esta trocando de roupa, felizmente, ela já estava de calcinha e sutiã, ver minha mãe de calcinha e sutiã não e nada legal. Ela se assustou. Ela seria a única a conseguir controlar o Percy sem o machucar.

POV: Perseus Heitor Jackson.

Ares havia me segurado, ele tinha nos teletrasportado para o palácio da mamãe, antes que esmagasse a cabeça daquele inútil.

–---Eu vou voltar lá, vou esmagar a cabeça daquele inseto. ----Disse ainda irritado.

–----Não, não vai. ----Disse minha mãe tranquilamente, ela felizmente já tinha colocado uma roupa.

–---Mas Mãe...

–---Mas nada Perseus, eu sei que ele merece, mas você não vai se sujar por tão pouco meu filho. ---Disse ela me repreendendo.

–---Aquele desgraçado, Laz.... AI MÂE. -----Disse quando minha mãe encheu um tapa na minha cabeça.

–---O que eu disse sobre palavrões mocinho? ----disse ele calmamente, só ela mesmo para conseguir me acalmar.

Memórias Desligada:

–-----------------------------------Quebra de Tempo ------------------------------------------------------------------------------------------------

Eu sei o que você vai perguntar. “Percy Jackson, por que você está pendurado em um outdoor na Times Square sem calças, prestes a cair para a morte?” Boa pergunta. Você pode culpar Apolo, Deus da música, do arco e flecha e da poesia, meu relacionamento com ele não mudou, ele não tem nada a ver com o que sua filha fez comigo, também é o Deus que me obriga a cumprir missões estúpidas.

Esse desastre em particular começou quando eu trouxe para o meu amigo Grover algumas latinhas de alumínio para seu aniversário. Pensei que talvez pudesse ter um dia sem loucuras assim por causa do aniversário de Grover, mas é claro que eu estava errado. Grover e sua namorada, Juníper, sim finalmente ele criou coragem para pedir ela em namoro, passaram o dia no Prospect Park, no Brooklyn, fazendo coisas relacionadas à natureza, como dançar com as ninfas das árvores e fazer serenatas para os esquilos. Por Grover ser um sátiro, isso é o que ele chama de diversão.

Juníper, especialmente, parecia estar aproveitando o tempo. Enquanto eu e Grover estávamos sentados juntos num banco, ela saltitou por Long Meadow com outros espíritos da natureza, seus olhos cheios de clorofila reluzindo com a luz do sol. Desde que ela era uma dríade, a vida de Juníper era basicamente ficar num Junípero em Long Island, mas ela podia fazer viagens curtas se carregasse frutas de sua árvore nos bolsos. De qualquer forma, nós paramos por um tempo, conversando e aproveitando o bom tempo. Eu dei a Grover suas latinhas, o que pode parecer um presente horrível, mas é o seu lanchinho preferido. Ele mastigou alegremente suas latas enquanto as ninfas começaram a discutir sobre qual jogo nós deveríamos jogar. Grover tirou uma venda do bolso e sugeriu “Coloque o Rabo no Humano”, o que me fez ficar um pouco nervoso, já que eu era o único humano lá.

Então, de repente, a luz solar se tornou incandescente. O ar se tornou desconfortavelmente quente. A grama a vinte metros de distância secou e uma nuvem de vapor surgiu, como se alguém tivesse aberto uma grande máquina de alta pressão numa lavanderia. O vapor dissipou, e bem na nossa frente surgiu o Apolo.

–---- Ah, não... —-- Grover sussurrou. —--- Isso não pode ser bom.

—-- Percy. — Apolo sorriu pra mim. —--- E, hm, seu amigo bode...

–--— O nome dele é Grover —-- falei. —--- E nós estamos meio que afastados de missões hoje, Apolo. É o aniversário de Grover.

–--— Feliz aniversário! —--- Apolo exclamou. —--- Fico feliz que você tenha tirado o dia de folga. Isso significa que você tem tempo pra me ajudar com um probleminha, Naturalmente, não era um probleminha. Apolo levou Grover e eu para longe da festa, para que pudéssemos conversar privadamente. Juníper não queria que Grover fosse, mas ela não podia discutir com um Deus. Grover prometeu voltar são e salvo. Eu esperava que fosse uma promessa que ele fosse capaz de cumprir. Quando chegamos ao final do bosque, Apolo nos encarou.

–---— Deixem-me apresentá-los às chryseae celedones. ----O Deus estalou os dedos. Mais vapor surgiu do chão e três mulheres douradas apareceram em nossa frente. Quando eu digo douradas, quero dizer que elas eram realmente douradas. Suas peles metálicas brilhavam. Os vestidos sem mangas eram feitos com ouro suficiente para financiar um empréstimo. Seus cabelos dourados tinham tranças e no topo das cabeças havia algo como coques em forma de colmeias. Elas eram uniformemente lindas e assustadoras. Eu vi estátuas vivas, autômatos, várias vezes antes eu tinha um Dragão de Bronze Festus. Bonitas ou não, elas quase sempre tentavam me matar.

–--- Uh... ----- disse Grover --- Quem você disse que elas eram? Krissy, Kelly alguma coisa?

–---- Chryseae Celedones — Corrigi. — Cantoras douradas. Elas são a banda acompanhadora de Apolo! ---- Olhei para Grover, Sua boca estava aberta de surpresa, como se as garotas douradas fossem o maior e mais gostoso pedaço de alumínio que ele já vira na vida.

–---- E-eu não acredito que elas sejam reais! ----Disse Grover, Apolo sorriu.

–---- Bem, tem alguns séculos desde que eu as trouxe. Se elas se apresentarem muito, você sabe, acaba com a surpresa. Elas costumavam viver no meu templo em Delphi. Cara, elas podiam detonar aquele lugar. Agora eu só as uso para ocasiões especiais. -----disse Apolo. Os olhos de Grover ficaram marejados.

–---- Você as trouxe para o meu aniversário? ----Perguntou inocentemente o Grover, Apolo riu.

–----- Não, tolo! Eu tenho um conserto hoje à noite no Olimpo. Todos estarão lá! As Nove Musas farão a abertura, e eu farei uma performance misturando as antigas favoritas e um material novo. Quero dizer, não é como se eu precisasse das Celedones. Minha carreira solo é boa, mas as pessoas esperam ouvir alguns dos meus hits clássicos com as garotas: “Daphne on My Mind”, “Stairay to Olympus”, “Sweet Home Atlantis”. Vai ser incrível! ----Eu estive em muitos concertos de Apolo, ele era realmente muito bom, mas minha mãe não deixou eu ir assistir quando Apolo levou as Cantoras Douradas, e Apolo ainda me ensinou a tocar alguns instrumentos, depois que fiquei razoável em arco e flecha.

–--- Ótimo --- falei. ---- Então qual é o problema? ----Foi quando notei que estava faltando uma, eram 4. Apolo deu um sorriso torto.

–-- Escutem. ---- Ele se virou para suas cantoras douradas e levantou as mãos como um maestro. Em seguida, elas cantaram com harmonia.

–---- Laaaa! ----- Era apenas um acorde, mas me deixou em estado de êxtase. Mesmo sendo filho de Hera e Neto de Atena eu era influenciado por sua voz, era realmente incrível. Eu não conseguia me lembrar de onde estava ou o que estava fazendo. Se as cantoras douradas tivessem decidido me cortar em pedacinhos naquele momento, eu não teria resistido, desde que elas continuassem cantando. Nada importava pra mim, exceto o som. As garotas douradas ficaram caladas. O sentimento passou. Seus rostos voltaram pra beleza natural, metal impassível, Agora intendi por que minha mãe não deixou eu ir.

–---- Isso... ---- eu engoli em seco. ---- Isso foi incrível.

–----Incrível? --- Apolo coçou seu nariz --- Só tem três delas! Sua harmonia soa vazia. Eu não posso fazer uma performance sem o quarteto completo.----Grover estava chorando de emoção.

–---Elas são tão lindas! Elas são perfeitas! ----Eu estava meio feliz por Juníper não estar escutando, porque ela era do tipo ciumenta. Apolo cruzou seus braços bronzeados.

–---- Elas não são perfeitas, Sr. Sátiro. Eu preciso de todas as quatro ou o concerto será um fracasso. Infelizmente, minha quarta Celedon se virou contra mim esta manhã. Eu não consigo encontrá-la em nenhum lugar. ---- Eu olhei para as três estátuas douradas, que encaravam Apolo silenciosamente, esperando por ordens.

–---Uh... o que fez sua corista se virar contra você? ----- Apolo fez outro gesto de maestro e as cantoras iniciaram uma melodia de três partes. O som era tão depressivo que senti meu coração despedaçar. Então, tão rápido como aquilo começou, o sentimento dissipou.

–---- Elas não estão na garantia ----- o deus explicou. ------ Hefesto as fez para mim nos velhos tempos, e elas trabalhavam bem... Até o dia seguinte de sua garantia de dois mil anos expirar. Então, naturalmente, BOOM! A quarta saiu correndo histericamente para a grande cidade ----- ele gesticulou na direção de Manhattan. ---- Claro que tentei me queixar com Hefesto, mas ele apenas respondeu “Bem, você tem o meu pacote de Proteção extra?” E eu: “Eu não quero sua estúpida garantia estendida!” E ele age como se fosse minha culpa a Celedon falhar, que eu deveria ter comprado o pacote extra. Eu poderia ter procurado o setor de reclamações, mas...

–---- Whoa, whoa, whoa ----- eu o interrompi. Eu realmente não queria entrar numa discussão de Deus-versus-Deus. Já estive em algumas delas, principalmente das Deusas, e sempre sobrava pra mim, principalmente quando era Atena e Afrodite. — Então você sabe que sua Celedon está na cidade. Por que você mesmo não procura por ela?

–---- Eu não tenho tempo! Tenho que praticar. Escrever uma lista de músicas e checá-la! No entanto, é para isso que os heróis servem.

–---- Consertar os erros dos deuses. ----- resmunguei.

–----- Exatamente ----- Apolo apertou suas mãos. E continuou dizendo. ---- Presumo que a Celedon desaparecida esteja no Theater District, procurando por um lugar bom para uma performance. Celedones têm um sonho, serem descobertas, liderar um musical na Broadway, esse tipo de coisa. Na maior parte do tempo, eu consigo manter as ambições delas sob controle. Quer dizer, eu não posso deixá-las me superar, posso? Mas tenho certeza de que sem mim, ela pensaria que é a próxima Katy Perry. Vocês precisam encontrá-la antes que ela cause algum problema. E se apressem! O concerto é hoje à noite e Manhattan é uma ilha grande. Qual e Percy vai ser molezinha. ----Grover coçou a nuca.

–----- Então... quer que nós a encontremos enquanto você checa o som? ----perguntei exaltado, Apolo e muito folgado.

–---- Pense nisso como um favor ----- Apolo disse. ----- Não só para mim, mas para todos os mortais em Manhattan.

–---- Ah ----- Disse eu. ----- Ah, não...

–---- O quê? ---- perguntou-me Grover. ----- O que “ah, não”?

–---- Grover. Se a Celedon começar a cantar em público, bem no horário de pico...

–---- Ela vai causar estragos ----- Apolo completou. ----- Cantará uma música romântica, uma cantiga de ninar ou uma música patriota de guerra, ou seja lá o que os mortais ouçam...

–----Apenas um vislumbre das garotas douradas tinham me tirado do ar, mesmo com Apolo controlando-as. Imagine uma Celedon fugitiva cantando numa cidade lotada Grover, colocando as pessoas para dormir, ou fazendo-as se apaixonar, ou incentivando-as a brigar.

–--- Ela tem de ser impedida ----- concordou Grover. ---- Mas por que nós?

–---- Por que eu gosto do Percy, ele e o melhor semideus da atualidade, talvez de todos, e meu amigo. ---- Apolo comemorou. ----- E você Grover é um sátiro, tu é naturalmente resistente a musicas mágicas. E você ainda pode tocar a lira. ----- Apolo estalou os dedos. Repentinamente, Grover estava segurando o instrumento musical mais estranho que eu já vi na vida. A base era feita de casco de tartaruga. Dois braços de madeira polida subiam das laterais como chifres de touro, com uma barra no topo, e sete cordas iam do topo até a base de casco. Era uma combinação de harpa, banjo e cadáver de tartaruga.

–---- Oh! ----- Grover quase deixou a lira cair. ----- Eu não posso! É a sua...

–--- Sim ---- Apolo concordou feliz. ---- Esta é minha própria lira. Claro que se ela voltar com um arranhão, irei te incinerar, mas tenho certeza de que vai ser cuidadoso! Você sabe tocar lira, não sabe?

–---- Hmm... ---- Grover tocou algumas notas que soaram como um hino fúnebre, eu nunca gostei muito desse instrumento, nem os de sopro, eu gostava de Violão, Guitarra, Bateria e Baixo.

–--- Continue praticando ---- disse Apolo. ----- Vocês precisarão da lira para capturar a Celedon. Percy vai distraí-la enquanto você toca.

–--- Distraí-la? Mas que droga Apolo. ---- Eu disse. Essa missão ia ficando pior e pior. Eu não conseguia ver como uma harpa de casco de tartaruga poderia derrotar um autômato de ouro, mas Apolo deu uns tapinhas no meu ombro, como se estivesse tudo certo.

–--- Excelente! Encontrarei vocês no Empire State Building ao pôr-do-sol. Traga-me a Celedon. De um jeito ou de outro, vou persuadir Hefesto a consertá-la. Só não se atrasem! Eu não posso deixar meus expectadores esperando. E lembrem-se, não arranhem a lira. ---- Então os deus do sol e suas coristas desapareceram numa nuvem de vapor.

–--- Feliz aniversário para mim ---- Grover sussurrou, e tocou uma nota na lira. Nós pegamos o metrô para a Times Square, ir de Dragão não seria uma boa. Imaginamos que seria um bom lugar para começar a procurar. Ficava bem no meio do Theater District e era cheio de cantores de rua estranhos e cerca de um bilhão de turistas, então era um lugar natural para uma diva dourada que quer atenção. Grover não se importou em se disfarçar. Em sua camiseta branca estava estampado: O que Pã faria? As ponta dos seus chifres aparecia em seu cabelo cacheado. Normalmente ele usava jeans para esconder suas pernas peludas e sapatos para esconder os cascos, mas hoje ele estava normal, natural como um bode. Eu duvidava que fossem se importar. A maioria dos mortais não pode ver através da Névoa, que esconde a real aparência de monstros. Mesmo sem o disfarce normal de Grover, as pessoas teriam que olhar bem de perto para perceber que ele era um sátiro, e mesmo assim, eles provavelmente nem olhariam. Estávamos em Nova Iorque, afinal. Enquanto andávamos na multidão, continuei procurando algo dourado, esperando encontrar a Celedon fugitiva, mas a praça estava normal. Um menino vestindo apenas as roupas debaixo e segurando um violão estava tirando foto com alguns turistas. Policiais estavam parados nas esquinas, com aparente tédio. A intersecção da Broadway com a Rua 49 Oeste estava bloqueada e várias pessoas montavam algo parecido com um palco. Cambistas de ingressos e vendedores ambulantes gritavam, um mais alto do que o outro, tentando receber atenção. Música saía de dúzias de alto-falantes, mas não ouvi nenhuma cantoria mágica.

Grover me deu uma bola de cera para tampar os ouvidos quando fosse necessário. Ele me disse que sempre tinha um pouco em mãos, como chiclete, o que não me ajudou a querer usar isso. Ele esbarrou num carrinho de pretzels e escorregou para trás, abraçando a lira de Apolo protetoramente. Pra quem não sabe Apolo construiu os muros de Tróia só com essa lira. Com a canção certa, pode-se construir quase qualquer coisa.

–---- tive uma ideia, vamos construir uma cela para a Celedon, o que acha?

–--- Pode ser que der certo, sim. ---- Ele não soava muito confiante, e eu não tinha certeza se queria jogar Guitar Hero com um banjo-tartaruga divino. Com certeza, Grover podia fazer algumas mágicas com suas flautas de bambu. Num bom dia, ele poderia fazer plantas crescerem e enrolarem seus inimigos. Num dia ruim, ele só conseguia se lembrar músicas do Justin Bieber, que não faziam nada além de me dar uma bela dor de cabeça. Grover agarrou meu braço.

–--- Lá. ----- ele disse. Eu segui seu olhar pasmo. Do outro lado da praça, acima do palco, trabalhadores instalavam as luzes nas armações, preparavam os suportes para microfones e os conectavam a alto-falantes gigantes. Então eu a vi, uma garota dourada caminhando na plataforma, ela escalou as barricadas da polícia que contornavam a intersecção, espremeu-se entre trabalhadores que a ignoraram completamente, e pela direção dos passos, estava indo para o palco. Ela olhou para a multidão da Times Square e sorriu, como se imaginasse que eles estivessem aplaudindo-a. Então foi para o microfone do centro.

–-- Deuses! ---- Grover berrou. --- Se o sistema de som estiver ligado -----Coloquei a cera no meu ouvido enquanto corríamos para o palco. Lutar contra um autômato é suficientemente ruim. Lutar contra um autômato numa multidão de mortais é uma receita para desastre. Eu não queria me preocupar sobre a minha segurança e a dos mortais e pensar sobre como capturar a Celedon, sem a destruir. Eu tinha que evacuar a Times Square sem causar pânico. Enquanto nós nos empurrávamos contra a multidão, agarrei o ombro do policial mais próximo.

–--- Ei! ---- Eu o chamei. ----- Comitiva presidencial vindo! É melhor vocês evacuarem as ruas! ---- Eu apontei para a Sétima Avenida. É claro que não havia nenhuma comitiva. Veja, alguns semideuses conseguem controlar a Névoa. Eles podem fazer as pessoas verem o que eles quiserem. Eu era muito bom nisso. Visitas presidenciais eram bastante comuns, com a ONU na cidade e tudo, então imaginei que o policial fosse acreditar. Aparentemente, ele acreditou. Ele olhou para a minha comitiva imaginária, fez uma cara desgostosa e disse algo em seu rádio. Com a cera no meu ouvido, não consegui ouvir o que ele disse, mas todos os outros guardas na praça começaram a desviar a multidão nas ruas. Infelizmente, a Celedon alcançou o palco central. Nós estávamos a quinze metros de distância quando ela pegou o microfone e deu uns tapinhas nele. BOOM, BOOM, BOOM ecoou pelas ruas.

–--- Grover ----- eu gritei ----é melhor você começar a tocar aquela lira. ---- Caso ele tenha respondido, não ouvi. Arranquei para o palco. Os trabalhadores estavam ocupados demais discutindo com os guardas para tentarem me parar. Eu subi os degraus, tirei a caneta do bolso e a destampei. Minha espada, Contracorrente, apareceu, mas eu não tinha certeza se aquilo me ajudaria. Apolo não ficaria muito feliz comigo caso eu decapitasse sua cantora. Mas talvez a assustasse. Eu estava a seis metros da Celedon quando várias coisas aconteceram de uma vez. A cantora dourada entoou uma nota com tanta força que eu ainda pude ouvi-la, mesmo com a cera. Sua voz era de partir o coração, cheia de saudade. Mesmo abafada pelo tampão improvisado, me fez querer deitar e chorar, o que foi a atitude de milhares de pessoas na Times Square. Carros pararam. Policiais e turistas caíram de joelhos, em prantos, se abraçando em busca consolo.

Então eu ouvi um som diferente, Grover tocando a lira freneticamente. Eu não conseguia realmente ouvir, mas podia sentir a vibração da mágica envolvendo o ar, fazendo o palco debaixo de nós tremer. Uma parede de tijolos irrompeu no palco entre eu e a Celedon, derrubando o microfone e interrompendo a música dela. Quando percebi o que estava acontecendo, era tarde demais para parar. Eu colidi contra a parede, que não tinha argamassa, então rapidamente caí sobre ela, derrubando milhares de tijolos na Celedon. Meus olhos marejaram. Pensei ter quebrado o nariz. Antes que eu pudesse retomar os sentidos, a Celedon se debateu na pilha de tijolos e me empurrou para longe, voei longe acho que uns 10 metros. Moveu os braços para parecer que tudo havia sido uma façanha programada. Ela cantou:

–--- Ta-daaaaah! ----- Ela não tinha mais um amplificador, mas sua voz era suficiente. Os mortais pararam de soluçar e jogaram rosas aos pés dela, aplaudindo e comemorando pela Celedon.

–---- Grover! --- gritei, sem ter certeza se ele conseguiria me ouvir. ---- Toque mais alguma coisa! --- Peguei minha espada e me esforcei para me levantar e comecei a correr de novo em sua direção. Ela cantou outra canção, a letra da canção era em grego antigo, mas eu entendi algumas palavras mesmo com todo: Apolo, luz do sol, fogo dourado. Era algo como um hino em homenagem ao Deus. Sua pele metálica de dourada ficou avermelhada. A cera nos meus ouvidos derreteu, então eu conseguia ouvir a canção perfeitamente. Em toda a Times Square, as pessoas começaram suar com o calor eu não queria a destruir. Nas barricadas, Grover tocava loucamente a lira, mas ele estava ansioso demais para se concentrar. Tijolos aleatórios caíam do céu. Um dos alto-falantes se transformou em galinha. Um prato de Enchiladas apareceu aos pés da Celedon.

–---- Não está ajudando! — Eu gritei vendo a dor dos outros por causa do calor, eu era aprova de fogo. — Cante sobre celas! Ou mordaças! ---- disse eu para Grover, O ar estava quente como o de uma fornalha. Se a Celedon continuasse, Midtown iria entrar em combustão. Eu não podia continuar nessa brincadeira. Assim que a Celedon começou outro verso, eu a ataquei com minha espada. Ela cambaleou para longe com uma velocidade surpreendente. Minha espada não a alcançou por centímetros. Eu a fiz parar de cantar, o que não a deixou muito feliz. Ela me encarou com raiva, então se concentrou em minha espada. Uma expressão amedrontada apareceu em sua face. A maioria dos seres mágicos conhecia o suficiente para respeitar Bronze Celestial, desde que isso poderia vaporizá-los ao mais simples contato.

–--- Renda-se e eu não vou te machucar. Nós só queremos te levar de volta para Apolo. ---- Ela abriu seus braços. Eu estava com medo de que ela fosse começar a cantar de novo, mas ao invés disso, a Celedon mudou de forma. Seus braços se transformaram em asas douradas. Seu rosto alongou, crescendo um bico. Seu corpo diminuiu até eu estar observando um passarinho de metal do tamanho de uma codorna. Antes que eu pudesse reagir, a Celedon lançou-se ao ar e voou para o topo do prédio mais próximo. Grover tropeçou no palco perto de mim. Por toda a Times Square, a maioria dos mortais que tinham entrado em colapso por causa do calor estava começando a se recuperar. A pavimentação continuava derretida. Policiais começaram a gritar ordens, agora fazendo um grande esforço para evacuar a área. Ninguém prestou atenção em nós.

Eu assisti o pássaro dourado subir em espiral até desaparecer no topo do outdoor mais alto, a Times Tower. Você provavelmente viu o prédio em fotos: o alto e fino que é cheio de propagandas e telas Jumbotron. Para ser totalmente honesto, eu não me sentia feliz. Meu rosto parecia ter se chocado com uma parede de tijolos... porque se chocou mesmo. Eu tinha o gosto metálico de sangue na boca e estava começando a odiar mesmo música. E codornas. Eu me virei em direção a Grover.

–--- Você sabia que ela podia se transformar em um pássaro? ---perguntou Grover pra mim.

–--- Hmm, sim... Mas eu meio que esqueci. ---disse eu. cutuquei o prato de Enchilada com o pé. — Você pode tentar convocar algo útil na próxima vez?

–--- Desculpe ---- ele murmurou. ----- Fico com fome quando estou nervoso. O que faremos agora? -----Encarei o topo da Times Tower.

–--- A garota dourada ganhou o round um. Hora do round dois. ---- Você provavelmente está se perguntando por que eu não coloquei mais cera nos ouvidos. Por um motivo: eu não tinha mais, e uma parte de mim pensava: Ei, eu sou um semideus. Dessa vez eu estou preparado. Grover me assegurou de que iria tocar a lira direito, nada mais de enchiladas ou tijolos caindo do céu. Eu só tinha que encontrar a Celedon, pegá-la de surpresa e distraí-la com... Bem, eu ainda não decidi essa parte. Nós pegamos o elevador para o andar mais alto e encontramos escadas para a cobertura. Eu desejei voar novamente, mas esse não é um dos meus poderes.

Uma vez no telhado, a Celedon foi encontrada facilmente, ela estava na forma humana, parada na borda do prédio, com os braços abertos, cantando para a Times Square se rendendo a “New York, New York.” Eu realmente odeio aquela música, não conheço ninguém que seja de Nova Iorque e não odeie aquela música, mas ouvir a Celedon cantá-la me fez odiá-la bem mais. De qualquer forma, ela estava de costas para nós, então estávamos com vantagem. Eu estava tentado a rastejar até ela e agarrá-la, no entanto, ela provavelmente iria se transformar em pássaro de novo e... Hmm. Um pássaro, uma ideia se formou em minha mente.

–--- Grover --- eu disse --- você pode convocar uma gaiola com a lira? Uma bem forte, feita de Bronze Celestial? ---- Ele mordeu os lábios.

–--- Suponho que sim, mas pássaros não deveriam ser engaiolados, Percy. Eles deveriam ser livres! Eles deveriam voar e... — Ele olhou para a Celedon. ---- Ah, você quer...

–--- Sim.

–--- Vou tentar. ----disse ele.

–--- Bom. Apenas espere o meu sinal. Você ainda tem aquela venda do Coloque o Rabo no Humano? ---- Ele me entregou a tira de pano. Fiz minha espada voltar à forma de caneta e a coloquei no bolso. Eu precisaria das duas mãos livres para isso. Engatinhei até ela, que agora estava chegando ao último refrão, mesmo sabendo que ela estava cantando para o outro lado, a música dela me encheu de vontade de dançar (acredite em mim, você nunca vai querer ver). Eu me esforcei a continuar andando, mas lutar contra sua magia era como abrir caminho entre pesadas cortinas, meu plano era simples: amordaçar a Celedon. Ela iria se transformar em um pássaro e tentar escapar. Eu iria segurá-la e colocá-la dentro da gaiola. O que poderia dar errado?

Na última linha de “New York, New York”, eu pulei em suas costas, prendendo minhas pernas em sua cintura e colocando a venda na sua boca, como uma rédea de cavalo. O “grand finale” dela foi interrompido com um “New Yor-urff!”

–--- Grover, agora! ---- Eu gritei.

A celedon cambaleou para frente. Eu tive uma visão confusa do caos na Times Square – guardas tentando evacuar a rua, linhas de turistas fazendo passos de danças como a Radio City Rockettes. Os telões eletrônicos da Times Tower pareciam exagerados, com slides psicodélicos, com nada mais do que uma dura calçada no topo. A Celedon vacilou para trás, se debatendo e balbuciando com a mordaça. Grover tocou a lira desesperadamente. As cordas enviavam vibrações mágicas para o ar, mas a voz de Grover falhava:

–--- Hm, pássaros! ---- ele cantarolou. ----- La, La, La! Pássaros em gaiolas! Gaiolas bem fortes! Pássaros! ----- Ele não ganharia um Grammy com aquela letra, e eu estava perdendo minha posição. A Celedon era forte. Eu montei num Minotauro antes, e a garota dourada era pelo menos tão forte quanto. A Celedon girou, por ela ser feita de ouro, era difícil de segurar, eu estava suado ainda por causa daquela musica de Apolo, ela tentando me derrubar. Ela colocou seus braços em volta dos meus e apertou. A dor tomou meus ombros. Mas continuei tentando segura-la Eu gritei:

–--- Grover, depressa! ---- Eu disse.

–--- Pássaros em gaiolas! ----- Grover dedilhou outra corda. ----- La, La, La, gaiolas! ----Incrivelmente, uma gaiola apareceu na borda da cobertura. Eu estava bastante ocupado sendo espremido pra dar uma boa olhada, mas Grover parecia ter feito um bom trabalho. A gaiola era grande o suficiente para um papagaio, ou uma codorna gorda, e as barras eram revestidas de... Bronze Celestial. Agora eu só precisava fazer a Celedon tomar a forma de pássaro. Infelizmente, ela não estava cooperando. Ela girou com força, acabando com o meu aperto, tente segurar um autômato de metal, todo suado, não e fácil, mesmo pra mim, e olha que sou realmente muito forte. Ela acabou me lançando para o outro lado do prédio. Eu gostaria de dizer que fiz alguns movimentos acrobáticos, segurei a borda de um outdoor e voltei para a cobertura em um perfeito flip triplo, Não. Quando atingi a primeira tela Jumbotton, um pedaço de metal prendeu-se em meu cinto e me impediu de cair. E isso também me deu o maior “cuecão” de todos os tempos. Então, o impulso me separou das calças.

Eu despenquei de cabeça para a Times Square, tentado agarrar selvagemente qualquer coisa que me desacelerasse. Felizmente, o topo do outdoor mais perto tinha um degrau, talvez para trabalhadores extremamente corajosos amarrarem seus cabos de segurança, agarrei-o e me virei para cima. E foi assim que eu acabei pendurado em um outdoor na Times Square sem calças. Para responder sua próxima questão: Boxer simples e azul, sem carinhas sorrindo, sem corações, eu tinha ganhado umas dessas da minha tia Deméter, ela me deu no meu aniversario de gozação, confesso que as uso as vezes, riam o quanto quiser.

A Celedon sorriu pra mim da cobertura, cerca de 15 metros acima de mim. Bem abaixo dela, meus jeans estavam pendurados na estrutura de metal, balançando ao vento como se estivessem me dando adeus. Eu não conseguia ver Grover. A música dele havia parado. A calçada deveria estar a duzentos metros abaixo, o que me daria uma boa oportunidade de gritar bastante enquanto caía para a morte. O brilho da tela Jumbotton estava cozinhando lentamente meu estômago, enquanto eu estava pendurado lá, a Celedon começou uma serenata especial só pra mim. Ela cantou sobre deixar ir, abandonar meus problemas descansando na beira de um rio. Eu não lembro direito da letra, mas você entendeu a ideia.

O máximo que eu podia fazer era me segurar. Eu não queria cair, mas a música da Celedon penetrou em mim, desmanchando meu poder de decisão. Eu imaginei que fosse deslizar com segurança até o chão. Eu iria para a beira de um rio, onde eu teria um piquenique relaxante com meus amigos, Zoë, nisso me veio a imagem da Zoë gritando comigo pra não soltar, que eu iria morrer, isso me trouxe de volta, acredite, Zoë irritada pode ser mais assustadora que muitos monstros, até tanto quanto minha mãe... minha mãe.

Eu olhei para os meus jeans, balançando inutilmente acima. Minha espada estava no bolso, em forma de caneta, o que não me ajudava. Grover começou a cantar novamente sobre pássaros, mas não estava funcionando. Aparentemente, a Celedon só se transformava em pássaro quando estava assustada. Espere... Sem desespero, eu formei o Plano Estúpido Versão 2.0, semideuses são os mais idiotas, por que somos tipo assim: fazemos um plano idiota, e pensamos, “a e uma merda, mas vamos usar esse mesmo”.

–--- Ei! ---- Eu gritei. — Você é realmente incrível, senhorita Celedon! Antes de eu morrer, posso receber um autógrafo seu? ---- Perguntei. A Celedon interrompeu a música pela metade. Ela parecia surpresa, então sorriu com prazer.

–--- Grover! ---- Chamei. ----- Venha cá! ---- A música da lira parou. A cabeça de Grover apareceu do outro lado.

–---- Oh, Percy... E-eu sinto muito...

–--- Está tudo bem! Só esteja pronto, só vai ter uma chance. ----- A celedon olhou sem entender, mas Grover assentiu. ---- Você tem uma caneta e papel? ---- perguntei. ----- Quero que essa moça me dê um autógrafo antes que eu morra. ---- Grover piscou.

–--- Uh... caramba. Não. Mas você não guarda uma caneta no seu bolso? ---- Melhor. Sátiro. De todos. Ele entendeu totalmente o plano.

–--- Você está certo! --- Eu olhei para a Celedon implorando. — Por favor? Último pedido? Você poderia pegar a caneta no meu bolso e assinar com ela? Então poderei morrer feliz, com um autografo da melhor cantora. ---Estátuas douradas não podem corar, mas a Celedon parecia totalmente lisonjeada. Ela se abaixou, buscou meus jeans, e tirou minha caneta do bolso. Prendi meu fôlego. Eu nunca havia visto Contra corrente nas mãos de um monstro antes. Se algo desse errado e ela percebesse que era um truque, poderia usar o Bronze Celestial para matar Grover. Ela examinou a caneta como se nunca tivesse usado uma antes. ----- Você tem que tirar a tampa ---- instruí, meus dedos começaram a escorregar, minhas mãos estavam suadas demais. Ela colocou a calça jeans numa na beira do telhado, perto da gaiola. Ela destampou a caneta e Contracorrente veio à vida.

Se eu não estivesse prestes a morrer, teria sido a coisa mais engraçada que já vi na vida. Você conhece aqueles potes de doce com uma cobra de brinquedo colada dentro? Era como se eu estivesse vendo uma pessoa abrir uma daquelas, exceto que no lugar da cobra de brinquedo surgiu uma espada de 1,30 centímetros. A espada celestial chegou ao seu tamanho completo e a Celedon a empurrou para longe, cambaleando para trás com um grito não muito musical. Ela se transformou em pássaro, mas Grover estava pronto. Ele soltou a lira de Apolo e pegou a codorna gorda e dourada com as duas mãos. Grover a colocou na gaiola e trancou a portinhola com força. A Celedon enlouqueceu, grasnando e se contorcendo, mas ela não tinha espaço para voltar à forma humana, e na forma de pássaro, graças aos deuses, ela não tinha nenhum poder mágico em sua voz.

–--- Bom trabalho! ---- Eu disse a Grover. Ele pareceu doente.

–---- Acho que arranhei a lira de Apolo. E eu engaiolei um pássaro. Acho que é o pior aniversário de todos.

–--- De qualquer forma ---- eu o lembrei ---- eu estou prestes a cair para a morte aqui.

–--- Ah! ----Grover pegou a lira e tocou uma canção rápida. Agora que ele não estava em perigo e o monstro estava preso, ele não parecia ter nenhum problema com a mágica da lira, ele convocou uma corda e a jogou para mim. Subi a corda. Abaixo de nós, a Times Square continuava um completo caos. Turistas vagavam em transe. Os policiais estavam completando os últimos passos de dança. Alguns carros estavam pegando fogo, e o palco foi reduzido a uma pilha de fogo, tijolos e equipamento de som quebrado. Cruzando o rio Hudson, o sol estava descendo. Tudo que eu queria era deitar ali na cobertura e aproveitar o sentimento de não estar morto. Mas o nosso trabalho ainda não havia terminado.

–---- Nós temos de levar a Celedon para Apolo.

–----- Sim ----Grover concordou. ---- Mas, uh... não seria melhor você vestir suas calças primeiro?

Apolo estava nos esperando na entrada do Empire State Building. Suas três cantoras douradas pareciam nervosas atrás dele. Quando ele nos viu, ele reluziu, literalmente. Uma aura brilhante apareceu em torno de sua cabeça.

–----Excelente! ---- Ele pegou a gaiola. ----- Vou levá-la para Hefesto consertar, e dessa vez não vou aceitar desculpas sobre garantias expiradas. Meu show começa em meia hora!

–---Por nada ---- eu disse. Apolo pegou a lira com Grover. A expressão do deus mudou para perigosamente violenta.

–--- Você a arranhou. ---- Grover choramingou.

–---Senhor Apolo...

–--- Era o único modo de capturar a Celedon, além do mais você pode consertar essa Lira sem nem se esforçar Apolo. — interrompi. — No entanto, ela precisa ser lustrada. Mande Hefesto fazer isso. Ele te deve uma, certo?

–--- suponho que você esteja certo. Bem, bom trabalho, vocês dois! E como recompensa, vocês estão convidados para assistir a minha performance no Monte Olimpo! ---- Eu não estava muito a fim de ir, mas sempre tem muita mulheres, porem tem as Deusas.

–---Eu vou, e tu Grover? ----perguntei para ele.

–---Tenho que voltar e ficar com a Ju, Pode ir Percy, divirta-se! ----Disse Grover.

–---Legal, até mais Grover, avisa para Drew... pensando bem, avisa nada não. ----Ela não e minha namorada mesmo, e eu vou curti hoje. Apolo sumiu para ir falar com meu irmão, me despedi de Grover e fui para o Olimpo, sempre lindo com sua magnificência, mesmo depois de morar aqui a maior parte da minha vida normal (sem contar a Prisão das Almas), era incrível, como havia um lugar tão grande flutuando no espaço acima de Nova York e ninguém veja, até mesmo os semideuses não podem a ver do chão. E como era incrível as riquezas daquele lugar, era muito lindo. O concerto era nas praças e nos jardins do Olimpo, começaria em um pouco mais de 20 min, espero passar despercebido pelas Deusas, depois da traição da Luana, elas ainda ficaram mais super protetoras.

A festa começou, e por enquanto não encontrei nenhuma das Deusas, por enquanto nunca se sabe minha sorte. Ou se seja, logo eu trombei com Deméter, quase literalmente, ela estava conversando com 3 mulheres muitos lindas.

–---Oi tia. ---disse sorrindo para ela, ela sorriu de volta me abraçou e me deu um beijo no rosto.

–---Oi Percy, não sabia que viria para a festa.

–--E foi de ultima hora, sabe. ----As mulheres me olhavam diferentes.

–---Deméter, não vai nos apresentar ao seu amigo. ----disse uma delas.

–---A claro, bem Percy, essa e a Talía ----disse ela apontando para a mulher branca, com os cabelos ruivos, aparentes 25 anos, 1.69, era muito linda, seu corpo era belo, mas pequeno, seios pequenos e redondos, cintura fina, coxas e bundas não muito grande. Ela sorriu para mim. Eu sorri de volta. Ela estava usando um vestido vermelho até um pouco abaixo do joelho, com um decote razoável. ----Essa e Eufrósine ---essa era branca também, cabelos negros e lisos, aparentes 23 anos, 1.75cm, muito bela, seu corpo era mais farto, não gorda, tinha seios grandes e redondos, sua cintura já não era tão fina, mas suas coxas e bunda eram lindamente grande, eu prefiro as mais cheinhas, e bom de apertar. Ela sorriu sedutoramente seu sorriso era lindo. Sua roupa era simples, típica de um adolescente, Calça jeans justa, o que valorizava seu corpo muito bem, e uma camiseta preta de manga complida. --- E essa e a Aglaya, ----Era a mais belas das 3, aparentes 20 anos, 1,72, Loira, eu tenho uma grande queda por loiras, seu corpo era muito lindo, seios fartos e redondos, cintura fina, e coxas e bundas grossas, quase tanto quanto os de Eufrósine. Ela sorriu, seu sorriso era lindo, sorriso de arrancar cuecas. Ela estava vestida toda de couro negro, o que a deixava ainda mais provocante, calça justa de couro preto, jaqueta preta, e uma camisa azul. ----Elas são as Cárites ou...

–--- Graças, que na minha opinião e perfeito para tamanha beleza. ---Disse dando meu melhor sorriso cafajeste, que segundo a Drew era lindo e irresistível. Elas suspiraram e coraram.

–---PERSEUS. ----Gritou minha tia, pegando na minha orelha e me carregando para longe delas.

–---AI tia, que foi? ----disse indignado massageando minha orelha.

–---O que foi? Se tua mãe vê você com as Graças ela te capa, e eu ajudo. ----Eu empalideci, mas elas não poderiam mandar em tudo na minha vida, eu sou quase um homem.

–---A tia, você não acha que sou grande demais para ter babá, e, além disso, eu escolho com quem fico ou não, me desculpe, mas se alguma delas me quiserem eu não vou parar por medo de vocês. Eu sei que vocês me amam, e só querem o meu bem, mas eu preciso tomar conta da minha vida, seguir em frente. ----disse saindo de perto dela, fui grosso eu sei, mas qual é ela quer mandar em tudo na minha vida.

–---PERSEUS, VOLTE AQUI. AONDE VOCÊ VAI? ----Perguntou ela, me virei e disse.

–---Vou embora, pro acampamento, ou sei lá, já que não posso fazer nada quando estou aqui no Olimpo. ----disse indo em direção ao elevador da saídas mortal. Escutei mais alguns gritos da minha tia, mas ignorei e fui descendo pelo elevador, nesse instante 3 luzes brilham comigo dentro do elevador, estava sozinho, e dela saem as Graças sorrindo pervertidas pra mim. A noite vai ser quente. A ruiva Talía, se adiantou e sem dizer nada me beijou, no começo não correspondi, mas logo o beijo estava ardente e gostoso, ela separou o beijo, com selinhos, ela sorriu e saiu, a Aglaya veio e tomou seu lugar com um beijo ardente, o seu beijo era mais doce, porem era forte e luxuoso, a Talía foi para atrás e me abraçou pelas costas fazendo carinho no meu abdômen, e mordendo meu pescoço, mas a terceira foi a mais incrível, sem ao menos me deixar respirar entrou no lugar da Aglaya, ela foi mais violenta que as outras, mas mesmo assim foi muito bom, ela separou o beijo com uma mordida no meu lábio inferior, eu estava até tonto depois dessa maratona.

–---Eu adorei o beijo dele. ----Disse Eufrósine.

–---Eu também. ----Disse Talía.

–---Então vai ser ele mesmo. ---disse Aglaya.

–--Bem, eu ainda estou aqui sabem, eu mesmo o que? ----Normalmente eu não confio muito em Deuses menores, vai que eles querem fazer algum ritual satânico ou coisa do tipo comigo.

–---Você mesmo que vai ter a noite mais prazerosa da sua vida. ----disse Aglaya passando as mãos no meu peito.

–---Com toda a certeza. ----disse Talía arranhando minhas costas com as unhas, doeu, mas foi muito excitante, sem nem pensar direito, eu agarrei Aglaya e foi minha vez de beija-la, o beijo foi interrompido por Eufrósine, que me agarrou e girou para ela, ela foi direto no meu pescoço me mordendo e chupando com força.

–---Meninas, vamos para outro lugar, por que se minha mãe nós ver, mata nós todos. ---disse rindo, elas me acompanharem, e em um segundo eu não estávamos mais em um elevador, estávamos no chalé do meu pai, lugar perfeito em minha opinião, ----Perfeito, aonde estávamos mesmo?

–---Na diversão, gostoso. ----disse Talía, ela me empurrou na cama, elas começaram a tirar minhas calças, confesso que esse e o sonho de qualquer homem, transar com 3 mulheres ao mesmo tempo ou 2, e velas ali, todas elas 3 lindas, Deusas da beleza e melhor do que muito sonho. Logo estava nu, Aglaya veio para cima e começou me beijar loucamente, senti as mãos das outras duas brincarem com meu membro, logo senti elas começarem a me chupar, Aglaya começou a se despir, primeiro a jaqueta de couro com a camisa azul, revelando um sutiã azul, depois a calça ela usava um conjunto sexy e azul, era incrível, quase impossível deixar de olha-la mesmo que seja por um segundo. Olhei para baixo, e vê uma cena linda, enquanto Talía chupava e me masturbava com a mão a parte que não cabia em sua boca, Eufrósine esta chupando meus testículos, o que me excitava demais, elas estavam seminuas, Eufrósine já estava sem o sutiã, revelando seus seios fartos e lindos. Nesse meio termo que tirei os olhos de Aglaya, ela já estava completamente nua, seu corpo era muito lindo e branco, seus seios fartos e biquinhos rosados eram lindos, ela me deu um longo chupão na orelha, e sussurrou.

–----Quero que você me chupe.

–---Claro. ----disse segurando um gemido, as duas ali embaixo eram realmente boas, claro são Deusas com milhares de anos de experiência, ou seja, era um senhor sexo oral. Aglaya sentou-se em meu rosto, eu comecei a brincar e mordiscar ser clitóris, ela gemia alto, eu coloquei 3 dedos em seu interior, seu interior apertava meus dedos, ela estava perto do orgasmo, mas nem por 1 segundo deixei de dar atenção ao seu clitóris, eu mordiscava, chupava e mordia, elas eram Deusas eu podia muito bem ser bruto com elas. As meninas ali em baixo estavam selvagens, elas arranhavam e me mordiam muito, abdômen, coxas, bunda. Aglaya gemeu ainda mais alto e gozou, ela saiu de cima, ela estava vermelha e ofegante.

–---UAU, foi demais. ----Disse Aglaya ofegante.

–---Eu quero um Oral também. ----Disse Talía vindo pra cima de mim, ela já estava totalmente nua, seu corpo era muito lindo, mas pequeno, Seios pequenos e redondos, bunda pequena e redonda. Ela começou um beijo quente e longo, eu gemia muito entre o beijo, estava perto de gozar, Talía sentou em meu rosto, eu comecei a chupar seu clitóris, eu adoro sexo oral, nada e mais lindo que uma intimidade feminina. Coloquei 2 dedos em Talía, ela era mais escandalosa que Aglaya, ela gemia mais alto e continuo, gozei, por uns instante olhei para baixo, sem deixar de estocar 2 dedos em Talía. Aglaya estava me chupando, enquanto Eufrósine retirava a calcinha de costa pra mim, sua bunda era realmente linda, grande e redonda, não era gorda e cheia de celulite, não que isso seja feio, mas as sem celulites eram mais bonitas, Aglaya piscou pra mim, Eufrósine se preparou e sentou em meu membro, eu gemi alto, mais o meu gemido foi encobrido pelo da própria Eufrósine, ela era melhor ainda sentando em meu membro do que em chupando ele, seus seios balançando enquanto ela quicava era lindo. Voltei minha atenção a intimidade de Talía, ela estava perto do orgasmo, seu interior apertava meus dedos loucamente, eu voltei estimular seu clitóris, com mordidas, chupadas e lambidas, ela apertava meus cabelos com as mãos, e gozou, era doce, diferente do de Aglaya que era mais salgado, e saiu de cima do meu rosto. Eu já tinha feito duas gozarem, faltava uma, virei Eufrósine na cama, a deitando, coloquei suas pernas em meus ombros e comecei a estocar com força, ela aumentou o gemidos, a cama fazia barulho, acho que 4 pessoas em cima dela em um frenesi de sexo era demais, mas não me importei com a cama, olhei para o lado, Aglaya estava em baixo de Talía, elas se beijavam loucamente, o que me deixou ainda mais excitado, e fez aumentar o ritmo em Eufrósine.

–---AAA I... SSO.... VOU GO.... AAAA! ----Ela gozou, eu tirei suas pernas do meu ombro e comecei a beijar loucamente, estocando devagar, ela estava suada, eu estava ensopado, mas ainda estava querendo mais, olhei para o lado, Talía estava de 4 ainda beijando Aglaya, eu sai de dentro de Eufrósine e fui para Talía, sem aviso coloquei todo meu membro em seu anus, ela soltou um gritinho de dor.

–----AI SEU FILHO DA PUTA... VAI, METE COM FORÇA. ----eu a obedeci e comecei a estocar com força em seu anus, Talía entre os gemidos tentava beijar Aglaya que continuava em baixo da irmã, Eufrósine foi atrás de mim, e começou a morder e chupar meu pescoço, eu aumentava ainda mais a força das estocadas, eu a segurava firmemente na cintura, para que não voasse longe, comecei a distribuir tapas na pequena bunda de Talía, ela gemia e me xingava, me dizendo para não parar. ----Vo... vou, Gozar, go ....AII ISSO. ----ela gozou, suas pernas ficaram moles, eu a tirei de cima de Aglaya que sorria safadamente, Eufrósine foi pra cima da irmã menor.

–---Venha Talía, eu quero um pouco de você, deixe Aglaya um pouquinho com o mortal gostoso. ----Disse Eufrósine começando a chupar o seio direito da irmã menor ofegante.

–---Então agora você e minha. ----Disse sorrindo safadamente para Aglaya.

–---Finalmente. ----Disse ela, eu comecei a beijar loucamente, eu fui descendo os beijos até o seios, comecei a brincar com o direito, morder e chupar, Aglaya gemia alto e apertava e arranhava meus músculos, como os Deuses se regeneram rápido, ela não ficava marcada, eu introduzi meu membro na intimidade rosada de Aglaya, e comecei a estocar em um ritmo muito bom, ela gemia alto e cravou as unhas nas minhas costas, eu soltei um gemido de dor, e aumentei o ritmo mais ainda, eu apertava os seios de Aglaya enquanto aumentava as forças das estocadas, as irmãs Eufrósine e Talía gemiam alto na brincadeira lesbica delas. ----IS..SO P..ERCY, VOU... VOU, AI DEUSES. ----gozamos juntos, cai de lado ofegante, comecei a beijar Aglaya, beijos longos e gostoso.

–---Isso foi demais. ----disse sorrindo para Aglaya.

–---você foi demais. ----disse Aglaya.

–---Obrigado ---disse corando, Deusas dizerem isso que era novo pra mim, eles nunca se cansam no sexo, podendo ficar dias. ----E foi bom, mas ainda não acabou. ----disse quando vê aquela incrível bunda gigante de Eufrósine, levantei-me e fui até ela, comecei a chupar seu anus, ela não interrompeu o oral que fazia na menor, logo ela estava molhadinha e pronta, eu me preparei e coloquei meu membro em seu anus, era incrivelmente apertado, ela gemeu alto, mais não disse para parar, então comecei a estocar, aumentando a força gradativamente, sua bunda era incrivelmente linda, grande e redonda e dura, era perfeita, eu comecei a dar muitos tapas em sua bunda com força, ela gemia dizia “meter com mais força” ainda tentando chupar a irmã. Comecei a estimular seu clitóris com a mão. ----NO...SS...AAA GO.. go ... ZEI. ---disse Eufrósine, Mais algumas estocadas e eu também gozei. Eu sai de dentro dela, Pelo canto dos olhos, eu vi Aglaya se levantando, eu corri até ela, e a pressionei contra a parede, de costa para mim, , eu ainda estava duro, e fiquei ainda mais com meu membro roçando sua entrada de trás, ela gemeu com o aperto na parede, apertei seus seios com força.

–---Aonde você pensa que vai mocinha? ----Sussurrei em seu ouvido.

–---Eu ia pro outro lado da cama.

–---Eu não dei permissão para sair. Você e minha, todas as 3, a noite toda. ----Sem deixar ela responder, eu coloquei meu membro em seu anus, ela gemeu alto, eu segurei firme em seu cabelo com a mão esquerda, e comecei a estocar com força, ela gemia muito alto, com a mão direita comecei a dar tapas em sua bunda, sua bunda era linda, grande e redonda e durinha, Deuses que perdição essas garotas.

–---UHUUMM PER....CY, IS... ISSO, VAI... VAI, NO... noSSA. ----Ela gozou, ela ficou mole, Deuses apesar de não cansarem, eles tem orgasmos, e isso deixa-os em êxtase momentâneo, cerca de 2 a 3 minutos antes de estarem completamente recuperados. A deitei de novo na cama. Dei um longo e tranquilo beijo nela, e deitei do seu lado.

–--Quem disse que você acabou? Só acaba quando agente disser. ----Disse Talía me puxando de longe de Aglaya, essa que riu, Talía sentou em meu membro e começou a cavalgar, apesar dela não ser grande e pesada como as outras, ela era muito boa, eu brincava com seu seios. Eufrosine ainda não satisfeita veio até mim, e começou a me beijar, seu beijo era gostoso e forte.

–--Você ainda não me chupou, adoro sexo oral.

–--Então temos que resolver isso. Não? ---Disse sorrindo pervertido, ela assentiu rindo, e sentou em meu rosto, eu chupei e mordi com toda minhas forças, eu estava muito cansado, eu estoquei 4 dedos em sua intimidade, seu interior apertava meus dedos, ela estava perto do orgasmo, eu estava perto do orgasmo, o interior de Talía me apertava, seus gemidos encobriam os meus e os de Eufrósine, Senti o liquido de Eufrósine descer ao mesmo tempo em que gozei e Talía gozou, foi uma tri orgasmo fabuloso. O gosto de Eufrósine era amargo, mais muito bom.

–---UAU. ---Foi a única coisa que eu consegui dizer, estava muito ofegante e cansado. As meninas caíram na risadas, Talía deitou do meu lado direito com Eufrósine atrás dela a abraçando, Aglaya se aconchegou em meu peito do lado esquerdo. ---Meninas me dizem uma coisa. ---elas assentiram. ----vocês não são irmãs?

–---Sim somos. ----disse Aglaya.

–---Certo, eu entendo vocês transarem com o mesmo cara, mas não entre vocês, por que tipo, eu e Roda, somos irmãos, ela e realmente linda, mas eu não sinto atração por ela.

–--Normal, e que nós somos da mesma idade, vivemos a maior parte juntas da nossa vida, e bem, eu amo minhas irmãs, mas e apenas diversão, apenas sexo. ----Disse Eufrósine.

–---E sim, elas são lindas e tudo mais, mas não e amor de casal que sentimos umas pelas outras, e apenas diversão. ----concordou Talía, dando um selinho na irmã maior, confesso que ainda me impressiono com irmãos se beijando. ----- E você e Roda e amor de irmão mesmo. Apenas isso. E ela e uma Deusa casta?

–---E sim, mas não por voto sabe, por opção, se ela quiser ter um namorado ou marido ela pode sem dificuldades, assim como Ártemis teria por seu voto e tudo mais. ----expliquei a elas. ----Boa noite meninas, estou exausto.

–---Durma bem Percy, quem sabe amanhã não brincamos mais. ----disse Aglaya, eu ri e dei um selinho nela, e depois em Talía e por ultimo em Eufrósine. E dormi rapidamente.

POV: Aglaya.

–----Ele foi incrível, nenhum mortal durou tanto tempo. ----Disse eu para minhas irmãs. De vez e quando agente escolhia um belo mortal e dava uma noite de prazer para ele, todas as 3, nenhum deles chegou tão longe, e foi tão gostoso, Fizemos isso muitas vezes com Apolo, Ares e Poseidon. Deuses solteiros, não ficávamos, por exemplo, com ou Dionísio, que são casados com Deusas. Ficamos varias vezes com Poseidon quando ele estava solteiro, mas agora ele esta com Atena. Ficávamos as vezes com Deuses menores, e algumas vezes com semideuses.

–---E sim, não e atoa que ele já salvou nós Deuses, uma vez. ----disse Eufrósine.

–---Verdade. E ele e tão lindo, mas do que Poseidon. ----Disse Talía, talía tinha uma queda maior por Poseidon, até eu tinha uma queda por ele. Talía queria casar com Poseidon, mais esse disse que amava outra, que depois descobrimos ser Atena. Bem eu estive casada um tempo com Hefesto, eu o amava de verdade, mas sentia que não era reciproco, não sei como Afrodite o traia, ele sempre foi apaixonado por ela, bem ele me deixou filhos maravilhosos. ----vamos embora ou vamos ficar com ele mais uma vez? ----Perguntou Talía. Olhei para ele, ele me lembrava Hefesto.

–---Eu acho que sim. ----disse sorrindo, dei um beijo no rosto de Percy, ele era muito lindo dormindo, Deuses também dormem, então dormimos.

Notas finais
Eae curtiram?