Percy Jackson o Guerreiro Sem limites
4 Capítulo 4
Notas iniciais
POV: Perseus Heitor Jackson
Eu acordei não sentia nenhuma dor, olhei meu ombro esquerdo e achei minha camisa intacta, como se ela não foi destruída no ataque daquele monstro, aí MEUS DEUSES minha mãe. Será que ela esta bem? Viva, ou... Melhor não pensar nisso, onde ele estará? Bem onde eu estou? Eu não sei, mas a cama e confortável e o lugar parece uma mansão, o quarto era todo branco com detalhes em dourado, era realmente lindo muito moveis guarda roupas com um emblema esquisito na porta parecem um pavão, isso mesmo aquele pássaro bonito o perfume daquele lugar era gostoso mais não sabia o que era.
Foi nesse instante em que escuto a maçaneta da porta girando, pulo da cama e penso em me esconder, mais não espera, não vou ser mais um covarde que deixou a própria mãe mor... NÃO, ELA NÃO MORRE, apenas se machucou, isso se machucou em seu lugar, chega de ser fraco, eu vou enfrentar quem e o que venha á entrar nesse quarto. A porta de madeira branca com detalhes em dourados se abre, Paro ao lado da cama e observo, dentre a porta sai um homem alto de 1,85 e aparentes 22 anos, cabelos negros e rebeldes iguais aos meus e olhos verdes-mar também iguais aos meus, qual é? esse cara e uma copia mais velha de mim, porem seu corpo e musculoso e bronzeado, usava uma roupa simples, camisa de gola polo preta e bermuda de surfista branca e um chinelo de dedo preto também bem simples estilo surfista, ou pescador. Ele era familiar, disso eu tinha certeza.
Ele trazia uma bandeja de dourada, deve ser ouro, como todo o resto, com comida, o cheiro daquela comida estava muito bom e eu estou morrendo de fome, mas aquilo provavelmente deve estar envenenado eu sou um neto de Atena Deusa da Sabedoria, e sou também filho de Poseidon o Rei dos Mares, eu não vou comer aquilo, isso e o lado bom de ser neto da Deusa da Sabedoria, porem têm seu lado ruim, pois acho que não tenho grandes chances de vencê-lo em um combate. Mesmo assim eu não sou fraco vou sair daqui lutando. Mas os olhos dele traziam segurança, paz, felicidade, orgulho e compaixão. Não violência ou ódio, como eu esperava, mesmo assim vou me manter alerta. Ele me olha e balança a cabeça dando um risinho, me irrito quem ele pensa que é. Então perguntei tentando manter a voz firme:
—--Quem é vuxê? E ondi estou? ---Ele ainda continua com um sorriso, não um sorriso sarcástico ou diabólico, mas sim um sorriso de orgulho e felicidade, pelo menos era o que me parecia. ---Me responda, AGOLA! ---Exclamo ficando irritado.
—--Calma pequeno Herói, você esta seguro e a salvo. ---Responde ele divertido, qual é? Virei palhaço agora. ---Antes disso, vamos dar um jeito na sua fala errada, certo? ---Disse ele sorrindo, então ele levou a mão até mim, me afastei um pouco não o deixando tocar no meu corpo, mas por um instante eu juro que vi uma luz verde bilhar em sua mão para meu corpo.
—--Qual é? Virei palhaço para você ficar rindo da minha cara? Eu sou pequeno, não palhaço. E você não respondeu as minhas perguntas. ---exclamo irritado. ----Vamos me responda onde estou? ---Pergunto sem paciência. Ele da uma risada divertida, o que me estressa ainda mais. E responde:
—--Você puxou muito do seu pai, mas também da sua mãe, você também me parece muito inteligente como sua avó Atena. ---Diz ele rindo. ---Bem vou responder a sua segunda pergunta e a primeira você saberá a resposta. ---Disse ele chegando mais perto de mim. Não recuei até ele está a alguns passos de mim. ---você está no Olímpio a casa dos Deuses, mas especificamente no palácio de Hera. Você conhece os Deuses, sua mãe deve ter dito sobre eles, certo? ---Pergunta ele me olhando serio, eu assenti, nisso todas as peças se encaixam em minha cabeça, porém uma pergunta fica gritando em minha mente e eu tenho que pergunta.
—--Bem eu entendi, você provavelmente e Poseidon, meu pai certo? ---Ele abre um sorriso largo em sinal de positivo, eu continuo. ---E se eu estou aqui quer dizer que... que minha mãe... ---Os olhos de Poseidon ficam em um verde escuro, e ele assenti a minha pergunta com um simples aceno, eu não aguento e começo a chorar, a não minha mamãe morreu, Poseidon me pega em seus braços e me aperta aquele cheiro de maresia me acalma, mais continuo chorando, ficar em seus braços era acolhedor, gostoso, seguro, mas minha mãe havia morrido por que eu era um fraco e covarde, MALDIÇÃO, fiquei alguns minutos chorando nos braços do meu pai. ---EU SOU UM COVARDE, UM FRACO, se eu não tivesse corrido. Se eu tivesse ficado e lutado feito homem, ela ainda estaria aqui pai. ---Saio dos seus braços e não tenho coragem de olhá-lo nos olhos, só deve haver vergonha de ter um filho tão covarde e fraco quanto eu. ---Não minha mamãe, não, não, eu deveria ter morrido em seu lugar, ela se sacrificou por mim. ---Digo chorando, mas dessa vez me jogo no chão, eu não merecia nada, nada além da morte. Poseidon me abraça eu queria sair do abraço mais não tinha forças, eu não merecia. Poseidon vendo o estado do filho chega perto e o abraça de novo, o Rei dos Mares deixa outras lágrimas descer em seu rosto, Sally era especial pra ele também, e ver seu filho naquele estado doía o coração do Deus, então ele tenta consolá-lo.
—--Não meu filho você não é covarde e muito menos fraco, muito pelo contrário, você é, você foi forte, e tentou salvar sua mãe com sua vida, tenho certeza que ela tem orgulho de você, e eu também tenho. Você é o filho do Deus dos Mares, você é forte e corajoso, nunca duvide disso. Entendeu? ---Pergunta Poseidon olhando em meus olhos, olhei pro meu pai com espanto, como eles poderiam ter orgulho de mim, um semideus que fugiu na hora que tinha que defender sua família e mãe, mesmo não concordando com aqueles elogios, eu assinto, mas ainda continuo chorando, meu Pai continua dizendo ---Tudo bem, tudo bem. ---Disse ele me abraçando forte, até eu me acalmar e parar de chorar, o que demorou um pouco, então eu olho pra ele.
—--E o corpo da minha mãe, pai? ---Pergunto Com tristeza.
—--Está aqui no Olímpio, o velório vai ser no acampamento meio sangue, sua mãe te contou sobre esse lugar? ---Perguntou-me Poseidon, com a mesma emoção em seus olhos pena e compaixão.
—--Sim, ela me disse que eu iria para esse lugar em breve, para treinar, e aprender a me proteger. Foi no mesmo dia em que ela me explicou sobre vocês deuses. ---Apesar do momento doloroso e difícil, meu maldito cérebro não parava de pensar, então fiz uma pergunta. ---Vai ser hoje o enterro? Onde vou morar? No acampamento? ---Pergunto para Poseidon. Ele me da um sorriso triste, pois seus olhos ainda carregavam dor e pena, e me responde:
—--Bem, o enterro vai ser daqui a mais o menos 2 horas, e alguns deuses vão para o acampamento, basicamente eu, Hera, Héstia e sua vó Atena. ---Responde ele pensativo. ---Bem eu queria te levar para o fundo do mar e te mostrar nosso reino, mas você vai ficar aqui por insistência de algumas deusas chatas, você treinará e vai morar aqui no Olímpio, mas especificamente aqui mesmo nesse quarto. Agora se alimente você esta muito fraco, precisa comer para recobrar as forças e podermos ir. ---Ele me entrega a bandeja com grandes pedaços de carne, salada e peixe frito, estava cheirando muito bem e minha barriga estava roncando de fome. Vou comendo lentamente, estava muito gostoso, meu pai fica me assistindo com um sorriso no rosto, fico um pouco sem graça, era o primeiro dia que eu o via de verdade, mas não tinha raiva ou ressentimento dele, minha mãe me explicou que os Deuses são ocupados, e mesmo ela viu sua mãe, a deusa Atena, poucas vezes, pois era contra as regras os Deuses interagirem tão diretamente desse jeito com seus filhos, mas estou feliz que ele esteja desobedecendo a uma regra por mim. Porém me lembro-me de algo, que ele disse e de outra coisa que minha mãe disse. E pergunto:
—--E Pai... quero dizer senhor Poseidon. ---Ele me olha reprovador, mesmo assim continuo. ---Eu estava aqui pensando, você me disse que esse vai ser meu novo quarto não é? ---ele assentiu me encarando seriamente. ---Entendo, você também me disse que este é o palácio de Lady Hera, correto? ---Ele assentiu abrindo um sorrisinho de canto, entendendo onde eu queria chegar. ----Lembro que minha mãe disse que Lady Hera não gosta de semideuses como nós, correto? ---ele assentiu de novo a meu questionamento, agora quase rindo ---Então, por que estou aqui? ---Pergunto indignado, se Hera não gosta da minha raça, ela poderia me matar facilmente. Ele ia me responde quando uma voz feminina fala, entrando pela porta.
—--Por que Lady Hera quis que fosse assim. Ela acha que seu pai não seria uma boa influência agora, na sua idade. ---Dentre a porta sai mulher muito linda, uma das mais belas que já vi, por volta de 25 anos com uma postura de Rainha, com muitas curvas o que a deixavam com um corpo perfeito, rosto belo, com poderosos e lindos olhos castanhos e cabelo da mesma cor, com 1.70, sua pele branca ressaltava o vestido negro no estilo Grego. Eu olhei para meu pai esperando ele a fulminá-la igual minha mãe disse que Deuses faziam, quando eram desrespeitados. Porém ele só olhou para ela indignado e ficou calado. Estranho, ele não ficou irritado com aquela mulher, ela não era uma simples mulher, isso eu tinha certeza.
POV: Hera
Já faz algum tempo que os dois estão naquele quarto, vou ir velos. Chegando a porta escuto um pedaço da conversa deles.
—--.....você me disse que esse vai ser meu novo quarto não é? ---Perguntou Perseus ao pai. ---Entendo, você também me disse que este é o palácio de Lady Hera, correto? ---Ótimo, vejo que Sally, o ensinou boas maneiras, não vai ser difícil, educá-lo pelo que vi. ---Lembro que minha mãe disse que Lady Hera não gosta de semideuses como nós, correto? ---Pelo jeito ela também falou coisas ruins de mim, mas ele não falou com ódio, ou medo, sua voz parecia estar derramando compaixão? Mas isso não tem problema, ele vai conhecer meu outro lado. ---Então, por que estou aqui? ---perguntou ele indignado? Ótimo teve uma ideia para testar ele.
—--Por que Lady Hera quis que fosse assim. Ela acha que seu pai não seria uma boa influência agora, na sua idade. ---Respondo ele, e mando uma mensagem para o cérebro de Poseidon. ---“Entre no jogo! Entendeu Poseidon, eu não sou Hera, ainda quero saber o que ele pensa sobre mim, entendeu?” ----Ele me responde pela mente também.
—--“Sem se irritar e querer matá-lo, independentemente de suas repostas, se ele disser algo que não te agrade. Feito?” ----Respondo de novo telepaticamente.
—--“Feito!” ---E noto, o olhar indignado do pequeno Percy para com o pai, acho que ele achou que Poseidon ia me Matar pela afronta. Pergunto agora em voz alta para o garoto. ---Você tem medo dela? ---Pergunto sem poder evitar a tristeza na voz.
—--Um pouco, pelas historia que ouvi sobre ela, ela fez coisas ruins com semideuses como eu. ---Diz ele pensativo, me sinto triste, por ele achar isto de mim, ter medo de mim, mas porque? Esse garoto me conquistou mesmo e muito rapidamente. Mas ele continua falando. ---Mas eu acho que ela não tem culpa de ser assim. ---Diz ele pensativo.
—--Como assim pequeno semideus? ---Pergunto curiosa com o que ele disse.
—--Bem, ela parece ser doce e carinhosa, mas ficou amarga, fria e negativa, e eu também acho que ela não queria ser assim, mas pelo que minha mãe contou, todas aquelas traições que Zeus fez com ela, ela perde o controle, eu não a culpo pelos seus atos, apesar deles serem um pouco radicais, e de como minha mãe disse, ela descontar nas pessoas erradas, até por que se pensar bem, se ela odiasse tanto assim semideuses ou a mim, eu não estaria aqui, em seu palácio comendo essa comida boa, acho que culpo a Zeus, Hera merecia alguém melhor que ele. ---Quando ele responde aquilo, aquelas palavras doce, tenho a confirmação de algo que estava na minha cabeça, esse menino e especial, ele me fisgou, até acho que gosto dele? Não, eu sou Hera. Com o seu discurso nem percebo que lágrimas descem pela minha face, abaixo a cabeça para esconde-las, mesmo assim sinto duas mãozinhas em meu rosto, uma fazendo carinho em minhas bochechas e a outra limpando minhas lágrimas, ele ergue minha cabeça para encarar aquelas orbes verde-mar, como era lindas, e pergunta preocupado. ---Moça? Tudo bem? Não chora não, está bem. ---Dizendo isso ele me abraça pelo pescoço, é eu enterro a cabeça em seu pescoço, chorando e rindo ao mesmo tempo, chorando de tristeza por ele ter falado aquilo, saber que eu não quero ser o monstro que todos pensam que sou, e de ele saber que sou apenas uma idiota que não consegue esquecer aquele maldito trairá do Zeus. E rindo porque mesmo que esse garoto inocente, que acabou de perder a mãe a única pessoa que ele amou e conheceu, ele está aqui sendo forte e me consolando, mesmo nem sabendo o porquê dessa mulher louca aqui na frente dele estar chorando, e nem saber quem ela é. ---Minha mamãe me ensinou que nunca devemos deixar uma mulher chorar, não importa o porquê e quem ela seja, e se ela está chorando, ajude-a como puder e faça ela parar de chorar. ---Ele pegou meu rosto com suas mãozinhas e olha em meus olhos de novo, aqueles lindos olhos verde-mar, eram tão apaixonantes e penetrantes. ---Pelo jeito a senhorita deve ser Lady Hera, não é? ---Pergunta ele sem se afastar de mim, mesmo com a descoberta de quem eu era.
—--Sou sim, você não tem medo de mim? ---Pergunto triste, olhando para baixo sem poder encará-lo.
—--Eu tinha medo de você, mas também achava tudo àquilo que eu disse era verdade, agora tenho certeza disto. ---Ele vendo minha cara de confusão responde. ---Sei que a senhorita não fará mal a mim, e sei que é doce, meiga e carinhosa, se não meu pai não me traria aqui pra você. ----disse ele fazendo carinho em meu rosto, meus Deuses como não se apaixonar por esse garoto, ele me da um sorrisinho triste e diz. ---Será uma honra ficar em seu palácio, Lady Hera. ---Disse ele fazendo uma breve reverencia.
—--A honra será minha, meu pequeno Príncipe. ---Respondo fazendo uma reverencia também, porém o escuto chorando baixinho, o que eu fiz? Eu não fiz nada. ---Por que choras, Perseus?
—--Desculpe, é porque minha mãe me chamava assim, eu não passo de um merda, inútil, e imprestável, fraco, COVARDE. Eu deveria ter morrido não ela. ---Diz ele chorando alto, droga estraguei tudo de novo, só faço merda mesmo, abraço o muito forte, ele chora durante um tempo, Poseidon estava ali parado olhando toda a cena com uma expressão de dor, eu até vi algumas lágrimas descer pela sua face, o pequeno Perseus se afasta um pouco e pergunta olhando pro chão. ---Quando vai ser o enterro de minha mãe? Quero ver ela, por favor.
—--O corpo dela já foi enviado ao acampamento, ela ira ser cremada, eu falei com Hades, ele me garantiu um lugar nos Jardins Elíseos pra ela Perseus, meu filho. ---Diz Poseidon vindo perto do filho e o pegando do meu colo, e o abraçando forte. ---Pare de se culpar Perseus, ela era treinada, uma das melhores semideusas do mundo, ela sabia se cuidar. Pronto para ir? ---Ele assentiu, Poseidon me olha e pergunta. ---Você vai minha irmã? ---Eu assenti, ele olhou para Perseus e disse. ---Bem filho você irá, mas não vai poder falar ainda que é meu filho. Entendido? ---Perseus olha para o pai magoado e pula do seu colo, ele tinha um coração poderoso e um gênio ainda mais. ---Espere Perseus, eu não tenho Vergonha...
POV: Perseus Heitor Jackson
—--Tudo bem, Poseidon eu não sou seu filho. Quem vai querer ter um filho covarde? Não é mesmo?! ---Disse eu com raiva, magoa e dor. Esse babaca nunca me viu na vida, nunca fez nada por mim, mas nem eu mesmo queria ter um filho como eu, fraco e inútil. ---Vamos logo Poseidon, pode ir embora, eu sei que você quer ir, tem vergonha de ter um filho fraco desse jeito, vai, você não precisa ir acompanhar sua prole podre e estragada, ao funeral de sua mãe. ---Disse muito irritado e antes de receber uma resposta, saio correndo porta a fora, nem saio do palácio de Hera, trombo em alguém, olho pra cima e era uma menina um pouco mais alta que eu, aparentes 8 anos, bem branca e com cabelos literalmente cor de fogo, e olhos que mostravam esperança e poder e que uma lareira traz numa noite fria, sua face era bela e angelical. Usava um vestido simples grego, porem belo, de cor vermelha, eu sei quem é ela, minha mãe me disse sobre ela, que ela a viu apenas uma vez, em seu primeiro dia no acampamento, perto da lareira, ela me descreveu Héstia perfeitamente como estou vendo agora, com certeza era Héstia deusa da Lareira. Eu me sento e coloco a cabeça entre os joelhos. Ela vendo que eu estava chorando se ajoelha ao meu lado e passa as mãos em meus cabelos, me afasto e falo:
—--Cuidado Lady Héstia, você não vai querer tocar em algo podre como eu, algo que nem mesmo o pai tem orgulho de apresentá-lo como filho. Eu não o culpo, nem o odeio por isso, apenas me odeio e me culpo, por ser um covarde, fraco um lixo. ---Digo sem encará-la e me afastando, ela pare em minha frente pega meus rosto com ambas as mãos e me olha nos olhos, aquelas orbes de fogo intenso, cheio de esperanças algo que eu não tinha mais, porém aqueles olhos tinham um brilho azul no fundo daquele imensidão vermelha, um brilho de poder intenso e estranho, eu podia sentir. Ela fala:
—--Pare de falar bobagem jovem Perseus, você não é nada disso que falou aqui e agora, você é exatamente o contrário de tudo isso. ---Diz ela falando com a voz firme, poderosa e nervosa. Ela estava me dando uma bronca? E acho que sim. ---E nunca duvide de si mesmo, entendido? ---Eu assenti rapidamente, apesar dela ser quase do mesmo tamanho que eu, ela era uma deusa, que pode me matar facilmente, não, covardia de novo não, chega.
—--Não, eu merecia ter morrido no lugar dela, mereço morte não compaixão de ninguém. ---Disse eu teimando com a deusa, que se irritou e me deu um tapa na cabeça. ---Aaiiii... ---exclamei indignado.
—--Cale a boca, Perseus Heitor Jackson. ----Disse ela irritada, agora complicou, ela disse meu nome inteiro. ---Você é um herói e muito poderoso, agora pare de sentir pena de você lute, lute para que nenhuma outra pessoa se machuque. ---Disse ela, fazia sentido aquilo, eu não poderia mudar o que havia acontecido, mais ia dar meu melhor para não deixar isso acontecer de novo, com certeza, e daria motivos a Poseidon dele encher a boca para falar que eu era seu filho, Héstia vendo o olhar de esperança e determinação no olhar ela tinha certeza que um grande Herói havia despertado naquele garotinho
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