Notas iniciais
Desculpem a demora! agradecimento especial a Picope25, por ter recomendado nossa FIC!

POV: Perseus Heitor Jackson.

Fugimos rapidamente do “incidente” no pequeno restaurante, espero que não tenha câmeras naquele local, mesmo assim a nevoa pode dar um rumo completamente diferente, eu tentei controla-la melhor que pude sendo atacado por alguns dos piores monstros do Submundo, mas aquela frase que a Fúria me disse, “você roubou”, eu roubei? Mas o Raio-mestre esta com Hades, isto estava ficando confuso, fazia dois dias que estávamos no carro, indo rumo ao Oeste, pelas colinas, atravessando ondas de trigo cor de âmbar, não fomos atacados por nada, mas não relaxei.

–----Amor não se Preocupe, vamos conseguir recuperar o raio, e inocentar você e seu pai. -----Disse Luana.

–----Espero que sim!

–---Anda desembucha, o que foi?

–----È que não faz sentido.

–----O que não faz sentido?

–----Sé foi mesmo Hades que roubou, ou alguém que ele mandou, por que ele mandaria as Fúrias, e por que elas pareciam estar atrás de algo.

–----Pra acabar com você o maior herói da atualidade, que trabalha para o Olimpo. ----disse Clarisse. ----- Mas tem que ser ele Percy. -----Disse Clarisse.

–---E sim Percy, -----Concordou Grover. ----Tem que ser o senhor dos Mortos, só ele teria coragem de fazer algo assim.

–---E você tem um ponto. ----disse eu, todos tinham raiva ou inveja dos Olimpianos, mas nenhum era louco ou forte o bastante para desafiar Zeus, que não seja seus irmãos, ou Deuses Primordiais, mas estes preferem ficar na deles. -----Vocês tem razão. ----Havíamos recebido uma MI (mensagem de Iris) do Quíron, dizendo que Zeus tinha colocado um tempo para que se devolve-se o raio. Até o solstício de verão, faltavam 8 dias. E já estávamos passando pelas colinas douradas e sobre o rio Mississipi, e entramos em St. Louis. O Portal em Arco, parecia uma enorme alça de sacola de compras fincadas na cidade.

–----Onde esta indo Percy? ----Perguntou Luana, que estava sentado comigo no banco da Frente.

–----Estou indo até o Portal em Arco, pode ser a minha única oportunidade de subir até o topo, eu sempre gostei muito desse lugar, lê muita coisa sobre ele.

–----Aaaa com certeza não! ----exclamou Clarisse.

–---Eles fazem algumas das Fritas mais comentadas da região.

–---Aaaaa com certeza SIM! ---- todos rimos, era só falar em fritas e a Clarisse topava sair no tapa com os Deuses maiores, me perguntava como ela tinha aquele corpão comendo tantas bobagens.

–---Legal, vai ser romântico. ----disse Luana entusiasmada, eu ri com seu entusiasmo parecendo uma menininha de 12 anos vendo seu ídolo.

–---Vai ser sim amor. ----disse sorrindo. Segui com a camionete para o estacionamento, assim no fim do dia, as filas pra entrar não eram tão longas. Entramos pelo museu subterrâneo, olhando para vagões cobertos e outras sucatas do Século XIX, Não era assim tão empolgante, acho que mesmo sendo neto de Atena, a parte de Poseidon era muito mais visível em mim, eu era fascinado pelo mar.

–----Esta sentindo algum cheiro? ----Cochichei para Grover, para não assustar as meninas.

–---Subterrâneo ---disse ele com nojo. ----O ar embaixo da Terra sempre cheira a Monstro, provavelmente não quer dizer nada.

–---Ótimo.

–----Eu vou para Lanchonete! ----disse Clarisse,

–---Vâo vocês 3, eu vou no topo sozinho, não tem problema. ----disse eu.

–---Tudo bem amor, ----disse Luana me dando um selinho.

–----Eu odeio lugares muito alto. ----disse Grover,

–---Então vou subindo. ----disse eu, me despedi deles e fui para o elevador, fui exprimido dentro do elevador junto com uma senhora grande e gorda e seu cão, um chihuahua com uma coleira de Falsos brilhantes. Calculei que talvez fosse um cão guia, por que nenhum dos guardas disse nada a respeito, começamos a subir dentro do arco, eu nunca tinha estado em um elevador que subia em curva, e meu estômago não gostou muito.

–----Sem os Pais? ----perguntou a senhora gorda. Ela tinha olhos pequenos e redondos e brilhantes, dentes pontudos e manchados de café, ela parecia um balão de vestido jeans.

–----A sim, eu vim sozinho, eles ficaram em casa ---menti.

–---Assim. ---- disse a mulher, O chihuahua rosnou, eu odeio esses cachorrinhos pequenos que só fazem latir, a mulher disse: ----Vamos, vamos, filhinho. Comporte-se. ----O cão tinha olhos pequenos, redondos e brilhantes como os da dona, inteligentes e malvados.

–----Filhinho e o nome dele?

–---Não. ----ela sorriu, com se aquela resposta basta-se, e eu não fiz questão de perguntar mais nada sobre um cãozinho.

No topo do Arco, a plataforma de Observação me lembrou duma lata acarpetada. Fileiras de janelinhas davam para a cidade, de um lado, e para o rio, o outro. A vista era legal, mas se existe uma coisa de que gosto ainda menos que um lugar fechado, e um lugar fechado a duzentos metros de altura. Fiquei perdido em pensamentos de como eu poderia ter feito aquele lugar melhor, com pisos transparentes ou janelas maiores, mas o guarda anuncio que a plataforma seria fechada em poucos minutos, o elevador havia acabado de sair quando cheguei perto da porta, agora as únicas pessoas que restavam na plataforma de observação era eu, um garotinho com os pais, o guarda e a senhora gorda com o chihuahua. Como ia demorar algum tempo eu coloquei meus fones de ouvido do meu MP3 e coloquei em alguma musica qualquer, sorri pouco à vontade para a senhora gorda.

Ela sorriu de volta, á língua bifurcada tremulando entre os dentes..... Espere um segundo, Língua bifurcada? Antes que eu pudesse concluir se tinha realmente visto aquilo, o chihuahua pulou no chão e começou a latir pra mim.

–----Filhinho ----disse a senhora ---- Não esta divertido? Temos todas essas pessoas simpáticas aqui.

–-----Cachorrinho! ----disse o menininho que estava ali com sua família. ----Olhe um cachorrinho! ---Os pais o puxaram de volta e se afastaram um pouco. O cachorrinho arreganhou os dentes pra mim, babando e rosnando.

–-----Esta bem, esta bem, meu filhinho, ----suspirou derrotada a senhora gorda ----Já que você insiste!

–----Você chamou esse chihuahua de filhinho? ----me assustei, pois agora não era mais uma senhora gorda, e sim uma linda mulher, morena por volta dos 25 anos.

–---Quimera meu querido! ----corrigiu ela. ----Não e um chihuahua e um engano muito comum sabia? ----Ela arregaçou as mangas jeans, mostrando sua pele verde escamosa de réptil, ela sorriu, mostrando as presas nojentas seus olhos eram fendas como as dos lagartos e cobras.

O menino gritou quando o chihuahua latiu, e a cada latido ele ficava maior, do tamanho de um dobermann, depois de leão, logo o latido era um rugido, o mais engraçado era que os adultos estavam paralisados de medo.

A Quimera já estava com as costas batendo no teto, devia pesar em torno de 5 toneladas, e ter quase 2 metros de altura, Cabeça e corpo de leão, sua juba estava untada de sangue, a coleira de falsos brilhantes ainda estava no pescoço do Leão, a placa estava do tamanho de um prato, e estava legível, e dizia: “ Quimera- Raivosa, hálito de fogo, venenosa – se encontrada, favor ligar para Tártaro –ramal 954.” Com mais duas cabeças anexas, uma de cabra negra que tinha chifres enormes e pontiagudos a pele negra manchada de sangue, a outra era um dragão negro com dentes enormes, com minha sorte ela com toda a certeza solta fogo, e na calda era de uma cobra esverdeada, sua cabeça era tipo flecha (cobras venenosas tem esse tipo de cabeça, e duro ser neto de Atena), eu sabia que era venenosa os olhos eram idênticos nas 4 cabeças, um vermelho vivo, que tomava conta do olho inteiro. Ela tinha azas de dragão que estavam fechadas, acho que ela não poderia voar aqui dentro, mesmo assim eram dois incríveis monstros contra eu, sozinho.

–-----Sinta-se honrado, Perseus Heitor Jackson. ----Cara estou começando a odiar meu nome inteiro, sempre que escuto ele e pra tomar bronca, ou ser atacado por monstros. -----Você vai ser morto por um da minha prole, pois sou a mãe dos monstros a terrível Equidna!

–-----Isso não e o nome daquele animal que come formigas? ---Perguntei inocentemente, ela ouviu de raiva.

–----Detesto quando vocês Heróizinhos dizem isto! Detesto a Austrália! Dar meu nome aquele animal ridículo. Por causa disso, você vai morrer.

Nisto a Quimera me atacou, ela era incrivelmente veloz e ágil para seu tamanho, ela lançou uma coluna de chamas em minha direção, eu pulei para me esquivar, o lugar onde estava agora era um buraco na lateral do arco, que era um buraco enorme com as bordas fumegando. Saquei contra corrente, e parti pra cima da cabeça de cabra, ela tentou me empalar com os seus chifres, me esquivei por baixo e cravei a espada de baixo pra cima em sua cabeça, as outras cabeças uivaram de dor, a cabeça da cobra tentou me atacar por trás, mas estava preparado e saltei para trás, deixando minha espada cravada na cabeça da cabra.

–-----NÂO! -----gritou Equidna, a cabeça de cabra estava cravada com minha espada e imóvel, uma a menos. -----Agora você esta desarmado.

–-----Não exatamente! -----me concentrei, e fiz meu punho esquerdo ficarem chamas, e lancei uma onda de eletricidade na cabeça de dragão, que foi para trás com o choque, me lancei no ar dando um soco na cara do leão, eles se voltaram em minha direção, deixei minhas mãos em chamas e soquei a cabeça de leão, apesar de ser muito forte, a Quimera era muito pesada, a cada soco que dava alternando em desviar das investidas da cobra, e socar as cabeças restantes, ela apenas recuava passos. Eu puxei a espada cravada na cabeça da cabra e golpeei a cabeça do dragão a separando totalmente do corpo grotesco da Quimera, esse foi meu erro, eu me esqueci da cabeça de cobra por um instante, e ela fez a diferença e picou minha panturrilha, a minha perna inteira ardeu em fogo, e eu me desequilibrei e minha espada saiu voando pelo buraco do arco, caindo direto no rio Mississipi. Recuei para o buraco, a Quimera que só tinha a cabeça de leão veio andando na minha direção,

–-----Já não se fazem heróis como antigamente, hei, filho? ----Zombou Equidna. O monstro rosnou, parecia não estar com pressa de terminar o serviço. -----O veneno dela e mortal, acho que você não tem 2 minutos de vida, você lutou bem, muito bem. Mas vai morrer, prole do mar. -----O rio, fui recuando devagar, estava difícil, minha cabeça doía e meus sentindo estavam parando, acho que não poderia ser salvo. Mas eu tinha que salvar aquelas pessoas inocentes. Talvez ela deixe-os viver se eu pula-se. Eu estava morrendo rapidamente, não conseguia controlar minha respiração que estava acelerada e falhando. Virei e pulei no Mississipi.

Notas finais
Eae gostaram?