Notas iniciais
gente fiz o meu melhor :D espero que gostem e obrigado pelos favoritos e comentário.

POV: Sally Jackson

Se passaram 3 anos e 6 meses desde aquele “incidente” das cobras do tártaro, todo esse tempo houve poucas “visitas” de monstros ou de Anfitrite. Houve algumas de Poseidon e estranhamente Hera, porem quem sou eu para reclamar, eles estão me ajudando o Máximo possível, me lembro da primeira visita de Poseidon e Hera, foi aterrorizante no começo, mas depois do perigo ter passado foi engraçado.

Memórias ligadas:

Fazia mais o menos 2 semanas que ocorreu o ataque contra meu pequeno Percy, por enquanto nada de ataque ou de “visita” de algum Deus ou Deusa, nem mesmo Caos ou Poseidon. Eu estava em meu carro meu carro um Corola ano 1990 na cor azul claro com o Perseus dormindo no banco de traz, voltando das compras básicas de mês, cerca de 3 esquinas de casa, percebo uma áurea de um Deus(a) em frente de casa, bem eu moro em uma casa de praia, que mais parece com um chalé, porem eu adoro aquele lugar, foi ali que conheci o pai do meu pequeno, claro pessoalmente, pois ele e famoso no meu mundo, este chalé/casa fica em Montauk, meu lugar preferido no mundo fora talvez o acampamento meio sangue, ele e bem simples, azul por fora e por dentro, azul e minha cor favorita, tem apenas 5 cômodos, 2 quartos um para quando Percy estiver grande o suficiente para dormir sozinho, que na minha opinião são entre 5 á 6 anos, e um banheiro simples, cozinha simples também e sala de TV, o terreno e bem amplo. E planejo fazer uma reforma e fazer 3 quartos com suítes se os deuses quiserem e claro.

Quando vou chegando mais perto de casa e consequentemente da áurea, vejo uma mulher de por volta dos seus 25 anos, branquinha com os cabelos negros esverdeados, alta por volta de 1.75cm, belas curvas e corpo atlético, mal estaciono o carro na garagem e vejo que estou cercada de monstros, deixo o Perseus no carro e desço para averiguar as minhas chances e ver os monstros, 2 Dracaenaes, Mulheres-cobras guerreiras Possuem o corpo de uma mulher e no lugar de pernas, duas caudas de cobras, Ambas com espadas e mais 2 Empousais, brancas como mármore, possuem uma perna de bronze e outra de burro, presas no lugar de dentes, olhos vermelhos e garras no lugar de unhas. Assim como as Súcubos, usam seu grande charme para enganar e seduzir os homens, para depois devorá-los. Uma empousa geralmente aparece como líder de torcida, e era exatamente isso que eu via, 2 lideres de torcidas de 16 anos, uma morena e a outra ruiva. Eu sabia que a maldita Anfitrite, havia apenas trazido esses monstros para uma pequena distração, para ela apunhalar meu pequeno, vadia desgraçada. Ativei minha lança e me preparei para falar algo, porém não houve tempo. Logo os monstros me atacaram, sem nem ao menos hesitar, a primeira empousa ruiva veio pelas minhas costas me abraçando por trás com um aperto meio frouxo, com isto tive um plano, tomara que de certo, pois eu tinha que acabar logo com aquilo meu pequeno estava em perigo, e eu não queria deixar essa Deusinha de meia- tigela encostar em meu filho, enquanto eu era segurava a Dracaenae loira disse com um voz muito reptiliana.

—--Chegou ssseu fim. --- dizendo isso ela fez um corte limpo da direita para esquerda na altura do meu pescoço, eu já prevendo esse movimento dei uma cotovelada na altura da costela da empousa ruiva, que me solto um pouco, o suficiente e a tempo de me abaixa. E escutar as outras duas monstros arfarem surpresas, porem não dei muita atenção, e com uma estocada rápida e bem precisa, no coração da Dracaenae loira que explodiu em pó. Olhei para as outras duas monstros e disse alto e firme.

—--Não ameacem meu príncipe. ----Dizendo isso parti pra cima da empousa morena que mal viu minha estocada e já era pó, e desviei de uma espada da Dracaenae loira e dei uma estocada em sua garganta e outra em seu coração a transformando em pó. Porem, só agora notando que havia me afastado do carro o suficiente para aquela bruxa maldita, chegar perto do meu filho, olho em direção ao carro e meu coração gela com o que vejo.

POV: 3º pessoa

Anfitrite aproveitando do afastamento da maldita filha de Atena, passa despercebida pela luta e encontra sua oportunidade de ouro, porem achou muito fácil, ela queria esfregar aquilo na cara daquelazinha, filha de Atena, ela pega o pequeno no colo, saindo de dentro do carro, quando se volta para a luta se impressiona, vendo que ali se encontrava a filha de Atena respirando normalmente e retirando a lança de bronze celestial da garganta da ultima Dracaenae para acabar com seu sofrimento dando uma estocada no coração.

—--Parabéns filha de Atena, vejo que continua em forma. ---Diz a Deusa Nereida com desdém. E não se admira com o ódio nos olhos da filha de Atena, pelo contrario acha engraçado ---Mas, não será páreo para mim, sou uma deusa poderosa. ---Diz com mais desdém do que já havia usado antes.

—--SOLTE MEU FILHO, SUA DEUSA DE MEIA-TIGELA. ---Gritou Sally com os olhos cinza faiscando em fúria.

—--NÃO GRITE COMIGO, sua roubadora de maridos e desqualificada, PROSTITUTA, OFERECIDA. ---Rosnou a Deusa com os olhos brilhando de ódio.

—--EU NÃO SOU NADA DISSO QUE VOCÊ FALOU, você que não sabe cuidar do que é seu, não consegue satisfazê-lo direito, DEUSINHA DOS MARES. ---Rosnou a filha te Atena. Sorrindo vendo quando a cara de Anfitrite ficou vermelha de fúria, e continuou. ---ISSO MESMO QUE VOCÊ OUVIU, ELE ME DISSE QUE VOCÊ NÃO DAVA MAIS CONTA DO RECADO. ---Vendo a cara vermelha de ódio de Anfitrite.

—--SUA.... SUA..... Aiiiii..... ---Gritou a Deusa quando o pequeno Perseus mordeu a sua mão, e por reflexo soltou o menino no chão que bateu a cabeça no chão com um baque surdo, no chão e a Sally se desesperou ao ver o sangue saindo da cabecinha, do SEU FILHO, então a semideusa explodiu.

—--SUA MALDITA.... ---Gritou Sally, e nesse estante a Deusa se curvou no chão ao lado do pequeno semideus inconsciente, e começou a gritar, gritar muito. Parecia que sua cabeça iria explodir, enquanto Sally usava seu poder divino muito raro entre as filhas(os) de Atena que era de basicamente causar uma forte dor de cabeça, e quando a pessoa era muito fraca de “poder intelectual” por assim dizer, podia ser controlada por essa habilidade divina, não exatamente controlada pois isso era mais para Afrodite e Hera, mais impor uma ideia e vontade do filho(a) de Atena ou a própria, porem a deusa era forte para ser controlada mais mesmo assim a fúria que a semideusa sentia naquele momento era muito grande, era um instinto de proteção, por algo que ela daria sua vida, SEU FILHO. Nesse instante uma luz azul esverdeada aparece com um cheiro de maresia se alastrando no ar, e dentro dele sai um homem alto 1.85cm de altura, aparentemente 22 anos, musculoso e bronzeado, com os cabelos rebeldes e negros, e com os olhos tão verdes-mar que parecia conter todo o poder do mar dentro dele, e era exatamente isso que tinha ali. O homem vendo o sangue escorrendo pelo nariz de sua ultima amante mortal, e não se importando para com sua ex-mulher que a pouco tentou matar seu filho, que agora se encontrava gritando e rolando no chão de dor, vai para o lado de Sally e logo diz.

—--Pare Sally, você vai se matar desse jeito. ---Diz o Deus com a sua voz grossa, cheia de poder, firmeza e tranquilidade, com isso Sally para de usar seus poderes e cai nos braços de Poseidon exausta, enquanto Anfitrite fica no chão com os ouvidos sangrando Icor por conta da pressão no cérebro, Poseidon coloca Sally sentada no chão com delicadeza e caminha até a Deusa no chão, ele olha para Ex-esposa com um misto de ódio e pena, e pega seu filho no colo, olha o ferimento na cabeça e logo vê que foi apenas superficial, sem danos permanentes, nem sequelas, então ele libera seu poder de cura divina, derevidado da água e uma luz verde-mar brilha momentaneamente na cabeça da criança, e o Deus passa um pouco do seu poder para curar a ferida, que se fecha e o nosso pequeno Herói continuava dormindo tranquilamente, ele olha para Sally com compaixão, depois olha para Ex-esposa e diz. ---Você passou dos limites Anfitrite, eu deveria fazer. ----Porém e interrompido pela risada da Deusa, uma risada louca e psicótica.

—--E vai fazer o que Poseidon? ---Pergunta a Deusa com desdém e diversão, ela sabia que Poseidon seria incapaz de ferir ela, mesmo não a amando mais. ----Me bater? ---Ela ri de novo a mesma risada louca. Nesse instante uma luz castanha aparece, e de dentro dela sai uma mulher branca muito linda com uma postura de Rainha, com um corpo atlético e repleto de curvas, olhos castanhos com cabelos da mesma cor, Hera a Rainha dos Deuses e diz com uma voz gélida e fria que arrepiou até mesmo Poseidon.

—---Ele não, MAS EU SIM. ---A voz fria da Deusa fez todos se estremecerem, e principalmente a filha de Nereu. E ela partiu para cima da Anfitrite e começou a bater nela com as mãos nuas, enquanto Icor o sangue dos Deuses ia escorrendo pela face da filha de Nereu. Então ela diz uma frase que surpreende e deixa Poseidon muito curioso. ---NÃO TOQUE MAIS NESSE GAROTO. ---Gritou a Rainha dos Deuses em fúria, deixando Poseidon e Sally mais surpresos. E ela continua dizendo. ---Este foi seu AVISO, da próxima eu não vou ter tanta PIEDADE. ---Grita a Deusa, e se satisfaz com o assentimento da filha de Nereu, que desaparece em uma luz esverdeada, deixando um cheiro de algas podre no ar. Poseidon entrega o pequeno Perseus a sua mãe, e olha para a irmã com um misto de diversão e curiosidade, e diz

—--Obrigado irmã, acho que não seria capaz de machucá-la. ---A Deusa assentiu, e o Deus faz a pergunta que estava o perturbando tanto a ele quanto á Sally. ---Desculpe irmã, mas você não “odeia” os semideuses? ---Pergunta Poseidon com um sorrisinho sarcástico no rosto, a Rainha caminha calmamente até o Pequeno Herói no colo de sua mãe. E olhando o pequeno Herói, seus olhos com um misto de amor e proteção, dignos de uma mãe para com seu filho, o que fez o Deus dos Mares olhar com espanto a irmã. Então ela responde.

—--Sim irmão, odeio eles... ---Ela estendo os braços e olha pra Sally com uma pergunta silenciosa, Sally pensa que se ela quisesse fazer mau ao seu filho não teria vindo ajudá-la, então passa o pequeno para a deusa, que pega o pequeno Perseus do colo e a deusa continua. ---Todos, menos este. ---Diz ela fazendo carinho no rostinho do garotinho que dormia tranquilamente. ---Pode ficar tranquila Sally ele esta ótimo, nenhum trauma ou sequela.

POV: Hera

Com certeza essa criança e poderosa e fará a diferença, mas num foi por isso que o ajudei, e eu não sei o porquê, mais ajudei, sem pensar, apenas agi, mais sinto algo por ele. Por que ajudei aquele semideus? Mas num sei toda vez que olho pra ele sinto uma necessidade de protegê-lo, ensiná-lo e educá-lo, nem mesmo Ares e Hefesto eu senti isso. Seria amor? Não impossível, mais eu iria matar quem fazer mal a esse pequeno ser, meus deuses eu acho que essa criança me conquistou.

—--Bem acho que aquela Deusa ridícula não vai mais trazer problemas minha querida. ---Disse devolvendo aquele heróizinho para sua mãe e me viro para meu irmão. ---Vamos Poseidon, já interferimos demais com essa criança, temos que ir, agora. ---Com o olhar pidão que o Poseidon me deu, num acredito que ele ainda e assim com tantos anos de vida parece uma criança, bufo e respondo. ---Tudo bem, tudo bem, 5 minutos ouviu? ---Pergunto ele abre um largo sorriso. Com certeza uma criança super poderoso, ele nunca muda, sorrio internamente, com isso me teletrasporto para o meu palácio no Olímpio.

POV: Poseidon

Depois que a Hera foi embora deixando um perfume gostoso no ar, eu olhei para ela com atenção, era tão igual a ela, aqueles olhos cinzentos que me deixavam mole, mas mesmo assim ainda não eram iguais aos dela, fui tirado de meus devaneios quando a Sally disse:

—--Obrigado, Lorde Poseidon. ----Diz a filha de Atena. Fazendo uma pequena reverencia a impeço e olho pra ela de um modo Repreendedor, ela deu de ombros e uma risadinha, e eu disse:

—--Para que isso Sally? ---Pergunta Poseidon incrédulo. ---Você não deve fazer reverencia a mim. ---Diz o deus dos mares com desdém. ---Você sabe que eu faço de tudo para proteger a você e nosso pequeno. ---Diz Poseidon se aproximando e acariciando o rosto do Perseus, Continua. ---Porém não posso interferir tanto. ---Diz Poseidon olhando com receio e preocupação seu filho e amiga, sim amiga, ele era apaixonado por outra, mas não adianta, e a Sally lembrava tanto dela, MALDITA AFRODITE, pensa o rei dos mares, e se despede de seu filho com um beijo no rosto, e olha para Sally e se despedi com um beijo, um selinho, e diz. ---Até logo minha Rainha entre as mulheres. --- vendo Sally corar furiosamente, deu um sorrisinho de canto e vai embora, para seu palácio no mar.

Memórias desligadas:

POV: Sally Jackson

Exatamente hoje, 19 (dezenove) de outubro e o aniversario do meu principezinho, 4 aninhos ele completa hoje. Estamos aqui no Central Park, comemorando o seu aniversario, estava somente eu e ele. Ele esta tão lindo, camiseta social verde, e calça jeans preta, e tênis simples preto, com os cabelos rebeldes e negros, estava com um pouco mais de 1 metro de altura, e uns 35 kg, seus olhos estavam brilhando tanto, aquele verde-mar tão lindo, de derreter e deixar qualquer uma molhadinha, ele vai arrasar corações, estou vendo que vou sofre com a mulherada atrás dele, ARGH, ninguém será boa o suficiente para meu bebê.

—--O meu bebê está ficando mais velho hoje?! ---Disse apertando suas bochechinhas, rindo da careta que ele fez.

—--Mamãe, num quelu que vuxê fique me chamanu de bebê, eu num sou BEBÊ. ---Disse ele emburrado, fazendo uma carinha muito fofa de bravinho, num aguentei e dei risada.

—--ni-na-ni-na-não você sempre vai ser o MEU BEBÊ, entendeu? ---Disse rindo e apertado o biquinho que ele tinha feito com as mãos, ele fico mais emburrado mais assentiu contrariado. ---cadê meu sorriso mocinho? ---Disse o derrubando no chão e fazendo cócegas no seu ponto fraco, o pé, sim ambos estávamos descalço.

—--Pa.. pA..p..al..a pala ma.. maaa..mãe. ---Disse ele rindo incontrolavelmente, eu amava a risada dele, era tão linda e contagiante. ---ta ta ta...bom. ---Disse ele respirando encurtada por causa das risadas.

—--Ta bom o que? Que você e meu bebê? ---Disse eu rindo, também a risada dele era contagiante demais.

—--Sim. ---Disse ele após voltar a respirar normal, e revirando os olhos respondeu. ---SOU SEU BEBÊ. ---Disse ele com um bico tão lindinho. ---Te amu mamãe. ---Diz ele rindo e pulando em meus braços.

—--Bom mesmo. ---Disse a mãe fingindo falta indignação. ---Eu te amo muito mais, mais e mais, do que tudo, tamanho do infinito. ---Diz eu fazendo cócegas na barriguinha dele, e rindo das caretas e risadas do pequeno. foi nesse momento feliz da nossa família Jackson que eles escutaram um mugido muito alto.

Notas finais
e isso ae galera!