Percy Jackson em O Rapto De Silena
17 Capítulo 17 - Um Lanche "Normal" no Mc Donald's
Notas iniciais
Percy
Entramos no Mc Donald´s e senti aquele cheiro maravilhoso e familiar, todos pediram um BigMac, menos Annabeth.
– Porque não vai comer Annie? — Disse eu sentando na mesma mesa que Charles e Nico.
– Não me chame de Annie, eu não vou comer, porque se tiver alguma coisa na comida, alguém precisa estar bem para consertar a burrada de vocês.
– Mas é Mc Donald´s. — Eu argumentei.
– Não interessa, eu não vou comer — Annabeth falou, sentando e cruzando os braços.
– Ok, eu me rendo! — Ergui os braços em sinal de rendimento. — Mas, me fale sobre arquitetura, eu quero aprender.
– Jura!? Ah, Percy, vamos começar com... — Ela abriu a boca o suficiente para que eu, com uma mira certeira, jogase uma batata-frita. Assustada, ela levou a mão a boca.
– Annabeth, você precisa comer, foi a única que não comeu na lanchonete, não vai acontecer nada, prometo. — Eu falei, tentando não rir. Ela finalmente se rendeu e mastigou.
– Você fica linda com raiva... — Eu disse baixinho, lhe entregando a metade do meu hamburquer. Ela sorriu e começou a comer.
Annabeth
É, o Percy me convenceu a comer, e se tiver alguma coisa naquela comida, vamos todos morrer.
Já estavamos saindo do Mc Donald´s, e eu já estava acreditando que nada de ruim ia acontecer, mas, semideuses NUNCA podem baixar a guarda.
Alguma coisa atrás de nós sibiliou, uma não, sete coisas. Puxei minha faca e me virei, uma hidra como eu ja esperando, 7 cabeças escamosas sibiliando em varias direções, seu corpo mostruoso de dragão com uma armadura grega vinha ao nosso encontro. Olhei a nossa volta, as crianças, antes no parquinho, corriam e berravam, uma multidão corria para o estacionamento.
Respirei fundo e disse:
– Percy distraia o monstro pela frente, eu ataco por trás, Nico vá para direita, Charles, esquerda. Façam qualquer coisa, mais NÃO cortem as cabeças.
Eles acentiram e tomaram suas posições, coloquei meu boné e segui com cautela para a trazeira da hidra. Meu plano era arriscado, mas era o único jeito de derrota-la, teriamos que atingir seu coração, enquanto Percy mantinha as cabeças distraidas. A hidra continuava avançando, tentando morder tudo a sua frente.
– Vá para o Tártaro! — Ouvi Percy berrando.
Demorou, mas achei uma abertura na armadura da hidra, desferi um golpe profundo, sangue dourado começou a escorrer do corte. O monstro se virou, 3 cabeças avançavam em minha direção. Não ia dar certo.
– Percy! Precisamos de uma distração maior! — Eu gritei.
Espera, o que era aquilo vindo em nossa direção?
Notas finais
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