Notas iniciais
Me desculpem pessoal por não ter postado antes, mais a escola me deixou ocupado e não poderia postar e agora que estou de férias verei se vou postar mas tem aparecido umas situações que requerem minha atenção acima de tudo. E bem, retirando isso, devo demorar um pouco mas tentarei adiantar a fic em alguns capítulos antes de postar.

Pov. Quione

Uma escola idiota para humanos despreocupados e aulas chatas sobre coisas que eu não quero saber e que nem vou usar. Depois da última guerra, e com todo o Olimpo atrás de mim, foi o único meio de ficar longe de confusão por um tempo, até a poeira baixar, e de não ser mandada para o Tártaro.

Ao chegar lá, pego os meus horários na diretoria e resolvo ir para a sala de aula, evitando chamar a atenção, mas, ao passar pelo corredor em direção à sala, esbarro com uma garota que ia em direção contrária à minha.

Virei-me para xingá-la e dei de cara com a primordial das tormentas, Estige. Ao vê-la, gelei toda, algo que parecia impossível, já que eu sou a deusa da neve, pois pensei que ela tinha vindo me levar ao Tártaro.

— O que você está fazendo aqui? — ela me questionou. — Eu é que pergunto — respondo. — Veio atrás de mim, é? Desde quando está me seguindo? — Não estou te seguindo — ela respondeu. — Fui castigada pela minha mãe por causa de uma brincadeirinha. E como assim, atrás de você? Fui imparcial na última guerra e não quero nem saber do resultado, nem de que lado você estava.

Dizendo isso, ela se virou e continuou caminhando, deixando-me falando sozinha. De repente, no final do corredor, vindo na direção oposta à dela, vejo um homem alto, de olhos negros como ônix, mas raiados de castanho-chocolate e um verde como a cor do mar, pele clara como giz, vestindo uma camiseta preta e um jeans também preto, que escondia um corpo de guerreiro. Tinha um colar de prata em forma de espada e cara de poucos amigos, ou melhor, de amigo nenhum. Andava como se não quisesse chamar a atenção, o que era impossível para ele, já que todos o notavam. Um olhar enigmático completava a aura de mistério e escuridão que havia em torno dele, o que o deixava ainda mais atraente. Ele pareceu vacilar por um momento ao ver Estige, mas continuou caminhando em minha direção, e pareceu também vacilar ao me ver, mas, ao contrário dos outros garotos, que estavam babando por mim ou por Estige por causa da nossa beleza de deusas, ele pareceu não ser afetado. Ao contrário, estava chamando a atenção de todas as meninas que babavam por ele, incluindo eu e Estige, que parou para olhá-lo. Depois, ele continuou a andar como se não quisesse ser visto, ou mesmo reconhecido. Não sabia quem era ele, mas queria descobrir, pois, por mais incrível que pareça, eu estava atraída por ele e o queria só para mim. Por algum motivo, olhei para Estige e vi que ela tinha o mesmo olhar para ele, mas eu não deixaria que ela o tivesse — ele seria meu, e de mais ninguém —, e, se fosse preciso travar uma guerra com a primordial das tormentas por isso, então que fosse.

Pov. Estige

Ah, dessa vez minha mãe pegou pesado. Só porque eu resolvi provar que era a preferida e a mais sinistra filha dela, desafiando os meus irmãos, e, no final, a coroa e o trono dela ficaram destruídos por uma explosão, e a Mansão da Noite ficou toda detonada e suja, eu é que tenho que ser castigada. E, pior, ser mandada para uma escola humana chata, para fazer um curso de quatro anos até o final, e sem poder usar os meus poderes. Dá para acreditar? E por que só eu é que tenho que ser punida? Todos ajudaram a bagunçar a Mansão da Noite, mas a punição só vale para mim, que dei a ideia e fiz a maior parte da bagunça. Isso não é justo... e eu é que sou a mais sinistra e mais poderosa de todos.

Bem, fui para a tal escola humana, peguei o meu horário e estava indo para a aula, até que esbarrei numa menina que ia em direção contrária à minha.

Virei-me para xingá-la e dei de cara com a deusa da neve, Quione, e questionei:

— O que você está fazendo aqui? — Eu é que pergunto — ela respondeu. — Veio atrás de mim, é? Desde quando está me seguindo? — Não estou te seguindo — respondi. — Fui castigada pela minha mãe por causa de uma brincadeirinha. E como assim, atrás de você? Fui imparcial na última guerra e não quero nem saber do resultado, nem de que lado você estava.

Dizendo isso, viro-me e continuo o meu caminho, deixando-a falando sozinha. De repente, no final do corredor, vindo em direção oposta à minha, vejo um homem alto, de olhos negros como ônix, mas raiados de castanho-chocolate e um verde como a cor do mar, pele clara como giz, vestindo uma camiseta preta e um jeans também preto, que escondia um corpo de guerreiro. Tinha um colar de prata em forma de espada e cara de poucos amigos, ou melhor, de amigo nenhum. Andava como se não quisesse chamar a atenção, o que era impossível para ele, já que todos o notavam. Um olhar enigmático completava a aura de mistério e escuridão que havia em torno dele, o que o deixava ainda mais atraente. Ele pareceu vacilar por um momento ao me ver, mas continuou caminhando em direção a Quione, e pareceu também vacilar ao vê-la, mas, ao contrário dos outros garotos, que estavam babando por mim ou por Quione por causa da nossa beleza de deusas, ele pareceu não ser afetado. Ao contrário, estava chamando a atenção de todas as meninas que babavam por ele, incluindo eu e Quione, que parou para olhá-lo. Depois, ele continuou a andar como se não quisesse ser visto, ou mesmo reconhecido. Não sabia quem era ele, mas queria descobrir, pois, por mais incrível que pareça, eu estava atraída por ele e o queria só para mim. Por algum motivo, olhei para Quione e vi que ela tinha o mesmo olhar para ele, mas eu não deixaria que ela o tivesse — ele seria meu, e de mais ninguém —, e, se fosse preciso travar uma guerra com a deusa da neve por isso, então que fosse.

Pov. Percy

Esperava um dia calmo: pegar meus horários e seguir para a sala de aula. E foi assim até certa parte. Decidi tentar não me meter em encrencas, ficar na minha e não chamar muita atenção, mas não foi bem o que aconteceu. Nos corredores, muitos alunos já estavam correndo para as salas de aula, e, nossa, cheguei atrasado logo no primeiro dia!

Não foi tão difícil achar o colegiado. Caos já tinha resolvido tudo com a matrícula, mas decidi começar as coisas direito e fui buscar meus horários. A coordenadora me recebeu bem, apesar de me olhar de um jeito que pareceu um tanto desconfiado. Esperava não encontrar nenhuma Sra. Dodds pelo caminho. Resolvi deixar para lá e seguir para a aula. Saí para o corredor onde havia algumas salas e avistei outro corredor com armários. Algumas alunas estavam paradas no primeiro, e senti que repararam em mim quando passei, e que havia algo estranho no ar. Fingi que não tinha visto, porque não queria confusão nem me envolver com ninguém, e virei no outro corredor. Imediatamente senti uma energia, misto de sombras, assim como a de Nix, e frio intenso, assim como o de Bóreas. Os meus sentidos ficaram em alerta, e vi, à minha frente, duas garotas. Uma de aparência jovem, de no máximo dezoito anos, magra e com um corpo escultural que somente deusas e primordiais possuem, muito mais bonita que Afrodite. Seu cabelo era negro como piche, longo e liso. Os olhos tinham íris negras, mas, olhados atentamente, podiam ser comparados à imensidão do céu noturno, tão brilhante, sombrio e cativante quanto o seu olhar. E o corpo tinha símbolos tatuados numa escrita mais ancestral que a dos deuses, numa cor negra que contrastava com a pele, alva como a neve, mas, sob a névoa que as encobria, no máximo pareciam tatuagens tribais, só que eu as via claramente.

A outra, também de aparência jovem, de no máximo dezoito anos, magra e com um corpo escultural de deusa, também mais linda do que Afrodite, tinha a pele pálida, os cabelos pretos luxuosos e olhos castanho-café, mas, apesar disso, seu olhar era tão gélido quanto a pior das tempestades ocorridas na era glacial, só que, naquele momento, olhava para mim de forma diferente, com o olhar mais aquecido.

Reconheci na hora as duas: a primeira era Estige, a primordial das tormentas, filha de Nix, e Quione, a deusa da neve, filha de Bóreas. Travei na hora, mas, para que elas não me percebessem, continuei andando, o que falhou completamente, pois sentia que elas me acompanhavam com os olhos, e pensei quatro coisas: a primeira, que sou a pessoa mais azarada do universo; a segunda, que vou matar Caos; a terceira, que vou matar a Nix; e a quarta, que estou morto.

Notas finais
Digam o que acharam nos comentários. Postem xingamentos por eu ter demorado, dicas ou ideias para os próximos capítulos.