Percy Jackson: O Segredo Do Olimpo

8 Um antigo inimigo reaparece


Notas iniciais
EM COMEMORAÇÃO AO DIA NACIONAL DO SEMIDEUS E AO LANÇAMENTO DE MAR DE MONSTROS A FIC ESTÁ DE VOLTA \O/ \O/ \O/ \O/ \O/ Busquei adequar essa historia com a série Herois do Olimpo, Gaia faz parte dessa historia mas o acampamento jupiter não apareceu. (ainda)
Bom depois de 7 meses sem escrever fan fictions, eu encontrei o site e resolvi postar novamente, nem sei se vocês ainda acompanham a historia, mas decidi voltar a escrever, espero que gostem.
PS: Eu reli o ultimo capítulo e estava fora do contexto então decidi excluir para dar inicio a este.
PS2: Desculpe por ficar TANTO TEMPO sem postar, nem lembrava que essa fic existia.

Boa leitura
(:

Meu pesadelo começou assim.
Eu estava em casa numa rua deserta em alguma cidadezinha à beira-mar, no meio da noite. Havia uma tempestade. O vento e a chuva açoitavam as palmeiras ao longo da calçada. Edifícios de estuque vermelho e amarelo se enfileiravam na rua, as janelas fechadas com tábuas e cadeados. A dois quarteirões dali, depois de uma carreira de hibiscos, o mar estava revolto.
Flórida, pensei. Embora não tivesse certeza de como sabia isso. Eu nunca estivera na Flórida – pensou Percy


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Annabeth Chase e Clarisse La Rue voavam pelo céu estrelado de uma noite de novembro enquanto esqueciam seus problemas e simplesmente aproveitavam o momento com a simplicidade da vida olhando as estrelas e a grande lua cheia. Elas estavam montadas em Blackjack o pégasus alado de Percy Jackson, as duas semideusas apesar de estarem relaxadas haviam acabado de derrotar varias fúrias e um cão infernal a poucas horas para chegar até ali, as semideusas precisavam chegar ao acampamento meio sangue imediatamente, a profecia da volta de Gaia iria acabar em 5 dias, e elas ainda precisavam se reunir com Quíron para impedir o renascimento dos gigantes Céos e Crio que dariam vida a ela.

– Quantas horas faltam ? – perguntou Annabeth

– Muitas, nós não estamos nem na metade do caminho ainda, só sente ai, relaxe e aproveite a viagem – brincou Clarisse

Annabeth contava as estrelas do céu, e não se preocupava com nenhum de seus problemas, até lembrar de seu namorado Percy, foi quando ouviu um forte barulho.

– O que aconteceu Clarisse ? – perguntou Annabeth

– Blackjack atingiu alguma coisa, estamos caindo – gritou Clarisse antes das duas semideusas montadas no pegasus alado caírem no chão.

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Sentei-me na cama, ereto e tremendo. Não havia tempestade. Não havia monstros, não havia nada. O sol da manhã atravessava a janela do meu quarto no chalé 3. Pensei ter visto uma sombra se movendo rapidamente pelo vidro – uma forma humana. Mas então ouvi uma batida na porta do quarto – uma ninfa chamou:
– Percy, você vai se atrasar.
E a sombra na janela desapareceu. Talvez tivesse sido minha imaginação. Uma janela no terceiro chalé, com uma escada de incêndio velha e instável do lado de fora... Não poderia haver ninguém lá.
– Venha, logo – a ninfa chamou de novo. – É a primeira caça a bandeira do ano. Você deve estar empolgado! Está apenas começando!
– Estou indo – consegui dizer.
Apalpei embaixo do travesseiro. Meus dedos se fecharam de modo tranquilizador em volta da caneta esferográfica com a qual sempre dormia. Tirei-a de lá e estudei o que estava gravado na lateral, em grego antigo: Anaklusmos. Contracorrente. Pensei em destampá-la, mas algo me conteve. Eu não usava Contracorrente havia tanto tempo... Além disso, minha mãe me fizera prometer que não usaria armas letais se não fosse extremamente necessário. Pus Anaklusmos sobre a mesa de cabeceira e me arrastei para fora da cama. Eu me vesti o mais depressa que pude. Tentei não pensar em pesadelos, nem em monstros, nem na sombra à minha janela.



Depois que coloquei a camisa laranja do acampamento meus tradicionais tênis all star, e a velha calça jeans meio desgastada por batalhas antigas, sai do chalé de meu pai Poseidon e fui em direção a fogueira principal, onde estavam concentrados todos os semideuses e onde ficava o centro do acampamento meio sangue.



Lá encontrei grandes amigos de missões passadas mas não vi nem Annabeth nem Clarisse.



– Pessoal, fiquem calmos pessoal, eu sei que Quiron não está aqui mas será uma caça a bandeira normal, os dois times, vermelho e azul irão disputar e tentar pegar a bandeira adversaria. – disseram as ninfas



No começo eu estranhei Quíron não estar no acampamento, então eu percebi que não sabia nem como eu havia chegado lá, mas não houve tempo de pensar, a caça ia começar.



As ninfas me colocaram na equipe dos filhos de Apolo e das filhas de Afrodite, o que não era grande coisa mas um bom guerreiro nunca foge a luta, saquei contracorrente apesar das advertências de minha mãe no passado e fui para a luta.



A batalha estava difícil o time adversário estava em maior numero e as filhas de Afrodite praticamente só ficavam paradas, acertei Anaklusmos nas costas de um dos filhos de Ares enquanto outro me acertou com um machado, tentei defender o golpe com a armadura do braço esquerdo mas a espada era pesada demais, cai no chão e quando já ia levar um corte na cabeça dei uma rasteira no grandalhão e o joguei no chão.



Sai em disparada, não podia perder tempo, quase havia recebido um forte golpe e nossa equipe estava perdendo, corri em meio a um grupo inimigo com um escudo na mão, coloquei-o sobre minha cabeça e entrei entre os filhos de Hefesto que tinham armaduras completamente novas e muito mais tecnologias, embora muito inteligentes não tinham força e passei facilmente por eles. Depois de uma longa corrida e quando já não tinha esperanças de encontrar a bandeira vermelha, avistei uma mancha no topo de uma arvore e então dei gloria aos deuses por terem me ajudado e comecei a subir pela trepadeira, a arvore era escorregadia mas consegui chegar até o topo, peguei a bandeira de um só pulo fui parar no chão.


Estava fácil demais, nunca recuperar uma bandeira fora tão fácil assim, foi quando percebi que era uma armadilha, vi a mesma sombra que vira antes em meu chalé e então o avistei, um homem de postura media, forte e de cabelos loiros, no momento não consegui dizer quem era, mas sabia que o conhecia, foi quando ele chegou mais perto que eu me toquei, era Luke.

Olá Percy, quanto tempo não ? – disse ele


– Não, não é impossível, Luke estava morto, eu o vi morrer, como é possível ele estar agora em minha frente, vivo deste jeito – pensou o filho de Poseidon


Foi quando Percy se tocou de que não se lembrava de como havia chegado no acampamento, nem mesmo lembrava de como acordou, foi então que ele pensou, seria tudo aquilo apenas um pesadelo ?

Notas finais
Espero que tenham gostado, deu trabalho pra fazer então por favor deixem seu comentário ou critica abaixo.
Todas as opniões são bem vindas.

ATÉ O PROXIMO CAPÍTULO
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.