Percy Jackson - O Anjo Da Morte -
1 Capítulo 1 #Esqueletos não são legais!#
Notas iniciais
Nicollas
Era mais uma manha normal na vida de Nicollas Azrael Valley, o sol vindo da janela e batendo no seu rosto, o caos nas ruas da cidade, barulho de carros e buzinas, motoristas com os nervos a flor da pele gritando e se descabelando como se isso fosse fazer o transito andar mais rápido, Nicollas odiava toda aquela barulheira, mas sabia que não poderia se livrar daquilo afinal ele morava em Nova York, Barulho e multidões eram naturais naquela cidade. Por essa razão ele sempre acordava de mau humor, principalmente nas manhas de sexta como aquela, o seu vizinho o Sr.Felix, Grande fá de Ray Charles, Tinha o péssimo costume de ouvir a sua coletânea nas manhas de sexta, e como se não bastasse ele colocava no volume máximo como se dissesse “bom dia Nova York! Que tal um pouco do velho Ray pela manha!” e isso o incomodava ainda mais.
– aff outra sexta que começa mal.
O quarto de Nicollas era uma pouco incomum para adolescentes, sem pôsteres de bandas na parede ou computador na escrivaninha ate mesmo o bom e velho pornô embaixo da cama não existia. Em vez disso avia uma estante cheia de livros e DVDs entre os títulos estavam uma coletânea de Sir Arthur Conan Doyle – Sherlock Holmes, Clássico –, O Protocolo Bluehand sobre sobrevivência em um apocalipse Zumbi, Os Contos de Edgar Allan Poe como “O poço e o pêndulo” e “A Máscara da Morte Escarlate” entre outros tipos de livros sobre suspense e terror. Entre os DVDs estavam vários filmes de terror além de varias animação feitas por Tim Burton.
Nicollas se arrastou para fora da cama parecendo que tinha acabado de fazer alguma atividade física cansativa, saiu do quarto e admirou o seu apartamento, coisa difícil de fazer por que o aparamento era minúsculo e feio. As paredes eram cor verde vomito todo o apartamento se reduzia a seu quarto uma minúscula sala cozinha e uma porta de madeira caindo aos pedaços que dava para o banheiro. A sala cozinha não tinha muitos moveis um pequeno frigobar que um dia já deveria ter sido branco, mas agora estava mais para um amarelo, um sofá de três lugares com metade do seu estofado rasgado e um velho fogão que poderia causar um vazamento de gás a qualquer momento. O banheiro também não era grande coisa, pequeno e bem simples, mais limpo. Nicollas abriu o armário pegou o creme dental e começou a escovar os dentes prestando atenção no seu reflexo, ele não era um cara presunçoso e não gostava de contar vantagem, ate porque não existia muita coisa que ele poderia se vangloriar, mas Nicollas sabia que ele não era feio pelo menos ele achava, ele tinha um cabelo curto e preto um pouco assanhado, mais isso dava a ele um ar de rebelde, seus olhos também eram escuros como duas perolas negras. Era relativamente pálido não muito magro e nem muito forte, o suficiente para aguentar alguns socos se precisasse. não muito alto tinha 1,78. Resumindo. Ele não era dos piores.
Nicollas morava sozinho. Sua mãe morrerá a um ano atrás de câncer, e ele nunca avia conhecido o seu pai. Sua mãe avia lhe dito que ele era fuzileiro e que avia morrido em serviço. Ele não tinha raiva do seu pai, ele sabia que morrer e deixar sua mulher e filho sozinhos não tinha sido escolha dele. Mas graças a isso ele recebia dinheiro do governo não era muito mais dava para levar uma vida tranquila. Nicollas tomou seu café da manha – leite com um misto quente – desceu as escadas e caminhou ate o ponto de ônibus. Ele estudava na Academia Sparta um lugar onde são mandados todos os casos perdidos, a academia ficava a meia hora de distancia de sua casa o que dava a Nicollas tempo Suficiente para ler alguma coisa no caminho para escola. Ele odiava aquele lugar. Antigamente era um hospital, mas com algumas reformas se tornou o melhor lugar de se manter um encrenqueiro fora das ruas. O Prédio em si era feio acinzentado com salina em quase todas as paredes, não era o melhor lugar para se estar. Nicollas não tinha amigos por lá ele passava despercebido com se fosse engolido pelas sobras como se não existisse.
Ele entrou no prédio e subiu as escadas ate o terceiro andar onde ficava sua sala, entrou na sala se sentou no mesmo lugar de sempre no fundo da sala perto da janela. Suas aulas estavam chatas como sempre, e ele não entendia nada por causa do seu défice de atenção pegava-se olhando para a janela esperando o tempo passar quando pensou ter visto alguma coisa no beco do outro lado da rua, olhou com mais atenção percebeu que tinha uma figura magra de forma humana lá. Olhando com mais atenção ainda – esse era o lado bom do seu défice de atenção quando ele se concentrava em uma coisa ele podia dar o máximo de sua capacidade naquilo – ele percebeu que o que estava vendo era tudo menos humano, um esqueleto!. Um esqueleto! Ali em um beco se movendo como se estivesse vivo!. Ele esfregou os olhas desesperadamente e quando os abriu novamente não tinha mais nada lá.
O fim da aula chegou rápido como um trovão, todos estavam saindo do prédio enquanto Nicollas ainda estava lá indagando o que tinha visto nessa tarde, desceu as escadas com calma lembrado claramente da imagem. A figura esquelética que tinha visto. Era um esqueleto como outro qualquer que se encontra em laboratórios de química. Parecia que em vida o amiguinho era algum tipo de soldado, pois estava vestindo uma armadura negra antiga, como se fizesse parte de uma legião romana ou alguma coisa do tipo. Nicollas decidiu ir checar o beco e tirar a historia a limpo atravessou a rua e como quem se esgueirava para dentro de uma caverna ele entrou cuidadosamente, olhou com cuidado e percebeu que não avia nada lá.
– cara preciso maneirar na dose de terror.
Disse para si mesmo. Ele de meia volta para sair do beco quando bateu de cara com algo metálico e caio no chão.
– Ei!
Gritou ele passando a mão no rosto que acabara de ser amassado. Quando olhou para cima o seu coração parou. Ele estava olhando para o seu amigo esquelético parado bem ali na sua frente. A única coisa que se passou na cabeça de Nicollas naquela hora foi.
– RUN!!!!!
Nicollas Arrastou-se pelo chão por alguns centímetros, mas conseguiu ficar de pé, deu dois passos e parou com a maravilhosa visão de um segundo esqueleto. Ele estava aterrorizado encostou-se à parede e admirou o beco sem saída em que ele se encontrava quando dê repente os esqueletos começaram a se aproximar dele. Nicollas se sentiu humilhado, impotente com raiva de si mesmo por não ter a capacidade de se defender e mais ainda por que ele não tinha feito nada na sua vida, ela era vazia ate então. Quando os esqueletos soldados chegarão perto o suficiente para ouvir as suas respirações – é claro isso se eles respirassem o que ele duvidava muito – tudo ficou escuro por um momento e Nicollas desabou.
Fale com o autor