Percy Jackson Na Arena

43 Partiu Distrito 4


Notas iniciais
HELOOO!!! EEEi, primeiramente primeiro, eu quero dizer que me sinto muito triste. Eu recebi 4 Avadas, 1 crucio e 5 idas para o tártaro! Que isso gente!!!!! Eu demorei mas postei e aqui estou eu novamente o/ Quem é vivo sempre aparece. Ou seja, não me matem, aí eu estarei morta, e quem é morto não aparece, só vivo... Ok, me ignorem.
Desculpem eu não postar semana passada. A GVT ta uma merda e eu tava sem net semana passada, mas o cap já tava pronto na quarta-feira. Agr a GVT ja voltou a funcionar então n vou mais ter esse problema (espero)
Aki está o P.D.V Peeta!! Eu decidi não fazer Jake. O próx é a entrevista do Percy, dai vai começar na arena, com P.D.Vs divididos entre Percy, Katniss e Annabeth, Com algumas exceções. Eu achei esse Capítulo uma merda, o pior que ja fiz, eu acho. Mas é importante. Eu tbm acho que esse jeito q eu puiz Peta e Gale n ta muito certo, n se parecem com eles, mas fazer o que...

P.D.V Peeta

—Espere! —Ouvi uma voz atrás de mim, mas ignorei. Eu ainda não conseguia assimilar o que vira. Era Katniss, beijando aquele amigo dela. Mas o que foi que eu pensei? Ela nem se lembra de mim! —Espere! —Uma mão pousou sobre meu ombro me obrigando a parar. O garoto parou um pouco para respirar. Era ele. O amigo dela. Não queria ficar ali, mas assim que dei menção de que ia sair, o garoto segurou meu braço. —Peeta Melark não é?

—Sim. O que você quer? —Perguntei ríspido. Ele respirou fundo.

—Olha. Você não devia ter visto aquilo. Fui eu que a beijei, Katniss não gosta de mim.

—E o que eu tenho a ver com isso?

—Se toca cara! Ela gosta de você! —Eu olhei para ele desconfiado.

—Poupe-me. Por que ela gostaria de mim?

—Também não sei. Mas ela gosta.

—É mentira. Eu vejo como ela olha para você.

—Você é muito estúpido sabia? Eu queria que ela gostasse de mim como gosta de você. Você não viu a entrevista dela ano passado? Três garotos: Um como irmão: Percy Jackson. Um como amigo: eu. Um da escola? Você! Eu ainda não sabia que era você, mas hoje quando ela te viu sair pela porta eu tive certeza.

—Não pode ser. Eu nunca falei com ela. Como ela pode gostar de mim? —Perguntei já saindo.

—Olha aqui! Eu gosto da Katniss e sou amigo dela há muito tempo. Não há ninguém que a conheça mais que eu. Eu percebi como ela ficou. Ela ficou arrasada. Eu acho que vou me culpar todos os dias por ter feito aquilo. Mas se toca cara: Ela gosta de você. —Ele disse pausadamente.

—Pode ser. Mas quem disse que eu gosto dela? Afinal, por que está me dando explicações? —Perguntei. Gale olhou para mim furioso e virou as costas.

—Você é mesmo um idiota. Não sei como Katniss gosta de você nem por que, mas ela gosta. Já que é assim, faça por merecer. —Ele disse se afastando.

Eu fiquei lá parado, tentando entender o que ele disse. Não era possível. Katniss nunca falou comigo na escola nem em qualquer outro lugar. Ela não podia se lembrar daquele dia. Como se lembraria? Estava chovendo, ela estava quase morrendo, não devia estar vendo nada. Não. Gale mentiu. Ela não gosta de mim. Andei até minha casa, onde todos já me esperavam.

—Onde estava garoto? —Minha mãe perguntou. Eu passei por ela e fui ao meu quarto.

—Fui visitar Percy Jackson. —Disse e fechei a porta. Assim que me joguei na cama a porta é aberta. Meu irmão entra no quarto e feche a porta atrás de si.

—Você tem muito azar e muita sorte. Seu nome é chamado duas vezes seguidas e nas duas vezes o mesmo cara se voluntaria no seu lugar.

—Percy Jackson é um cara estranho. —Constatei sem levantar para olha-lo.

—Ele tem mais chance de sobreviver que você.

—É claro. Sou apenas um filho de padeiro e ele? Um semideus? Um deus? Um lutador profissional? Como será que veio parar no Distrito 12?

—Não sei, pensei que você soubesse.

—Como eu saberia?

—Você já conversou com ele.

—Mas ele não me deu nenhuma informação. —Fiz uma pausa —Tenho medo do que possa acontecer a ele.

—Por quê? —Meu irmão perguntou curioso.

—Quando saia de lá, o presidente estava entrando. Acho que ele não gostou dessa história de um tributo morto aparecer vivo e ir para a Arena novamente. Ele vai fazer tudo para que ele morra.

—Que bom que não é você.

—É. Que bom. —Ficamos em silêncio por alguns minutos. Eu somente observando o teto e meu irmão encostado na parede.

—Você gosta dela. E isso não foi uma pergunta. —Suspirei.

—Gosto.

—Deve ser difícil.

—É.

—Ela vai sobreviver.

—Espero que sim.

—Peeta Melark! —Meu irmão gritou de repente fazendo com que eu levantasse em um pulo. —A garota que você gosta está indo em direção á morte e você não vai fazer nada?

—O que você quer que eu faça? —Perguntei com raiva.

—Eu não sei! Mas se fosse a minha garota, eu ia dar um jeito! —Ele disse saindo do quarto e batendo a porta. Me joguei novamente na cama. O que ele quer que eu faça? Vá desafiar o presidente? Tire Katniss de lá e fuja com ela?

Quatro dias se passaram depois do dia da colheita. Não encontrei Gale e nem tive coragem de falar novamente com meu irmão. Estava deitado no meu quarto quando a porta é aberta bruscamente. Gale entra.

—O que você está fazendo aqui? —Perguntei.

—Eu que pergunto. Katniss vai dar a entrevista daqui a pouco e você está no seu quarto? Venha. —Ele disse me levando em direção à sala. Toda minha família se exprimia no sofá, virados para a televisão. Era o garoto do Distrito 11 que estava sendo entrevistado.

—Acho que vou parar de ser entrevistador! —Caeser exclama e a plateia ri.— E Nico, como um garoto pálido, sem ofender, é do Distrito 11?

—Não sei. Essas coisas acontecem. É genética. Deve ser por causa da minha mãe, nunca a conheci.

—Tem irmãos, ou irmãs? —O sorriso de Nico sumiu do rosto.

—Tinha.

—Oh! Sinto muito. Você mora com seu pai?

—Não necessariamente. Acho que não tenho um lugar fixo.

—Nos treinamentos, pude perceber que você se manteve afastado dos outros, mas bem próximo de Sunny. Vocês criaram algum tipo de aliança?

—Acho que sim. Sunny é uma garota incrível, que ainda tem muita vida pela frente. Ela não merecia estar aqui. Acho que ficamos bem próximos. —Caeser se prepara para fazer mais uma pergunta, mas a campainha soa indicando o final da entrevista. O garoto e Caeser dão as mãos e ele sai do palco.

—Katniss Everdeen, Distrito 12! —O nome dela é chamado. Prendi a respiração quando a vi. Ela estava linda, por mais que eu não entendesse o porquê daquele vestido. Era longo e rodado, branco com cristais por todo o vestido. Seu cabelo caia com ondas sobre os ombros e seu rosto estava radiante. Ela entre no palco com um sorriso e se dirige a Caeser, que levanta.

—Katniss! Você está esplêndida! Eu acho que vou contratar seu estilista!

—Sinto muito, mas ele já é meu. — Ela diz.

—Você poderia dar uma volta? —Caeser diz gesticulando os dedos. Katniss assente e começa a girar. De repente seu vestido começa a se desintegrar dando lugar a algo preto, como se ele tivesse camadas e a primeira estivesse queimando. Ela girou até que a transformação estivesse completa: um longo vestido preto, feito de... Aquilo são penas? São. Katniss parece confusa e olha para o estilista, que está na primeira fila.

—Katniss! Que incrível! É um pássaro, não? —Caeser chama sua atenção

—Sim, acho que é um tordo. Como o broche que eu uso de símbolo. — Ela diz, e não pude deixar de perceber um pouco de preocupação no olhar de Caeser.

—Bom, vamos ter que tirar o chapéu para o seu estilista. Isso é uma coisa nunca vista na entrevista. —Ele diz. Cinna se levanta, recebendo aplausos e gritos da plateia. Katniss se vira para algo atrás de si. Depois de poucos segundo ela se vira novamente para Caeser, respirando fundo e se acalmando. Ela se senta, acompanhada de Caeser

—Você está linda Katniss e é um prazer vê-la. Mas não posso negar que nunca imaginei que a veria de novo sentada nessa poltrona.

—Se você começar a chorar eu te mato aqui e agora. —Ela diz e Caeser ri..

—Tenho certeza que muitas pessoas à sua volta estão emocionadas com tudo isso. E então Katniss, lembra-se da nossa primeira conversa?

—Claro.

—Lembro-me de ter dito de três rapazes. Um como irmão, um como amigo e um como... pretendente. O garoto da escola. Você falou com ele? — Katniss vaga um pouco, e eu olho atentamente para a tela da televisão. Katniss se recompõe.

—Eu... Não. Não falei com ele, e me arrependo perdidamente por isso. Agora ele acha que eu gosto de outro e minha vida está confusa. —Ela respira fundo novamente —Peeta Melark. —Olha diretamente para a câmera. Eu congelo. Ela está falando comigo? Sinto os olhares da sala pousarem em mim, mas não tiro minha atenção de Katniss. —Eu queria te dizer a anos que, eu não me esqueci daquele dia. —Um sorriso se desenha em meu rosto. Ela se lembra! —Não me esqueci de você. Eu queria ter um jeito de te agradecer, devo minha vida a você, mas eu não sei como. Obrigada. Sei que é pouco, mas é tudo o que posso nesse momento. Eu não queria que você tivesse visto aquela cena, sinceramente. Eu te amo, desde que você salvou a mina vida. —Eu não consigo conter minha felicidade e perplexidade. Olhos para os rostos que estão virados para mim, mas paro em Gale.

—Me desculpe por não acreditar.

—Tudo bem. Se eu fosse você também não acreditaria como uma garota maravilhosa como Katniss gostaria de mim. —Sorrio para ele, mas logo o sorriso some.

—Eu não posso ficar aqui agora, não é? —Pergunto. Gale assente. —Eles virão atrás de mim. —Confirmo e corro para o meu quarto. Pego uma mochila e coloco o máximo de coisas que cabe.

—Mãe, Pai. Eu não posso mais ficar aqui. Tenho que ir.

—Pra onde? Fazer o que? —Meu pai pergunta.

—Isso eu não posso dizer —Olho para meu irmão, que sorri para mim. —Mas agora ela disse meu nome, o presidente me conhece e virá atrás de mim. Eu preciso sair daqui antes que ele venha. Será melhor para todos. —Minha mãe parecia que ia chorar.

—Eu não acredito nisso! O que aquela garota fez! Eu nunca gostei muito dela, e agora ela pôs você em perigo!

—Não a culpe mamãe. Acho que a forcei a fazer isso, eu não enxerguei a verdade e foi o único jeito de ela me mostrar. Eu preciso ir. —Minha mãe assentiu e se dirigiu à cozinha. Minutos depois ela volta com uma sacola.

—Leve isto. Não é muito, mas acho que o suficiente até você encontrar mais. —Eu pego a sacola e a abraço.

—Eu te amo. E volto assim que puder. Se o presidente chegar aqui, conte tudo o que sabe, por isso não vou dizer para onde vou. Se ele ameaçar vocês, fujam. Ele não tem pena. —Abraço meu pai e meu irmão.

—Você consegue. —Meu irmão sussurra. Viro-me para Gale.

—Obrigado. —Digo e ele sorri.

—Demorou hein!

—Acho que isso é um tchau. —Gale ri.

—Não, não é. Eu vou com você.

—Como assim?

—Acha que eu vou deixar o garoto que a minha melhor amiga gosta ir sozinho direto para a morte? Acho que devo isso a ela. Se você esperar eu ir até minha casa me despedir...

—Claro. Vamos. —Digo dirigindo-me a porta. —Eu volto. —Digo antes de fechar a porta.

A mãe de Gale é um pouco mais escandalosa que a minha, e chora muito, mas Gale consegue conte-la. Quinze minutos depois já estamos saindo do Distrito 12.

—Para onde vamos? —Perguntei.

—Pensei que você soubesse.

—Para a Capital? —Gale olhou para mim surpreso.

—Você vai direto para o cara que está te procurando?

—Tem razão. Para onde então?

—Eu tenho uma ideia. Maluca, pode dar terrivelmente errado, mas é a única que eu tenho.

—Tudo bem. Manda ver.

—Vamos ao Distrito 4.

—Fazer o que?

—Você viu a reprise do Dia da Colheita?

—Não.

—Idiota. Então. Em todos os distritos teve voluntários. Eu achei normal nos primeiros Distritos, mas depois pude perceber que em todos os Distritos menores tinha um voluntário. Depois, reparei no 1 e no 2. Teve duas voluntárias. Isso é estranho. Elas lutaram e as melhores conseguiram. No 2, adivinha quem é a voluntaria?

—Não sei.

—Annabeth Chase. A namorada de Percy Jackson.

—Isso está parecendo aquelas novelas que vemos nas aulas de histórias.

—Todos os voluntários pareciam não saber o que estavam fazendo, como se fosse apenas mais um dia da vida deles. Nada demais.

—Do mesmo jeito que Percy! Eu lembro que ele parecia bem clamo quando falei com ele.

—Eu também. Isso mesmo. Eu acho que eles são como ele.

—Entendo. Mas como isso nos leva ao Distrito 4?

—Lá Finnick foi chamado, mas teve um voluntario.

—O Finnick que ganhou há 10 anos atrás?

—Esse mesmo. O voluntario e ele discutiram. O voluntario parecia não estar querendo ir, era mais como se ele precisasse, fosse um dever. Mas depois de muita discussão, ele acabou desistindo de ir para a Arena. Ele deve ser um deles e não foi para a arena, então está no Distrito 4, e é para lá que devemos ir. Ele deve ter respostas sobre Percy.

—Então Distrito 4 lá vamos nós.

Notas finais
Gostaram?? #Partiu Distrito 4 (acho isso tão idiota que resolvi por - sqn)
Ok, ok. Parei. Mas eu quero opiniões, sugestões, criticas (menos mais idas para o Tartaro, ja tenho que resolver as pendentes...) Porx cap do Percy. O povinho que na ta Capital n sabe de nada do que ta acontecendo nos Distritos. Eu n tenho mais o que dizer... Ou escrever... sla...
ACCIO LEITORES FANTASMAS!