Percy Jackson E O Sequestro De Annabeth
1 Surfar era planejado, voar não...
Notas iniciais
Eu não queria saber do que eu sei. Queria ser um adolescente normal, com amigos normais... Mas não pode ser assim.
Meu nome é Gabriel, eu tenho 15 anos, sou alto, magro, tenho cabelos pretos, e olhos verdes; moro com minha mãe em Manhattan, e bem, não sei quem ou onde está meu pai. Nem o conheci na verdade. Continuando, eu estudo numa escola para crianças problemáticas e... Se eu sou uma criança problemática? Pode-se dizer que sim.
Tudo começou quando eu quis surfar na praia em Montauk, e resolvi que meu melhor ( e unico ) amigo, Lucca, tinha que ir comigo. Lucca tinha cabelos castanhos, era alto, — não mais que eu — e tinha olhos tão castanhos quanto seu cabelo; ele estudava na mesma escola que eu, então podia supor que ele tinha feito algo de errado, mas a única coisa errada nele eram suas pernas, ele tinha algum problema e não conseguia andar sem sua muleta. Continuando
– Ah, vamos. Vai ser legal! — disse
– Não vai ser legal, eu nem gosto de agua! — retrucou ele
– Então só me espere, não precisa se molhar. — insisti
– Ah, não sei não...
– Você pode ficar olhando para as garotas enquanto espera.
– As g-garotas — disse ele pensativo — Pensando bem é uma ótima ideia, vamos logo!
Quando chegamos Lucca abriu sua cadeira de praia, e logo se sentou. Eu olhei para o mar, estava lindo, ondas perfeitas.
– Aqui vou eu.
– Eu espero aqui... Uau! — ele gritou quando duas garotas passaram por nós
Peguei a prancha, e fui andando na direção do mar. O estranho foi que quando meus pés tocaram a água, o mar se agitou, as ondas agora tinham 3 ou 4 metros. Era como se o mar estivesse "feliz" com minha presença. Pensei se ele estava feliz ou se só queria me afogar, mas logo afastei esse pensamento. Eu ja estava ali, então por que não entrar? Peguei a prancha eu fui nadando até o lugar perfeito. Como o esperado, uma onda começou a se formar atrás de mim, devia ter uns 3 metros quando chegou em mim. Eu subi na prancha, e bem, eu ja estava surfando. Um tubo começou a se fechar em cima de mim, então, com muita facilidade eu saí dele — era como se a onda estivesse sobe meu controle. Assim que saí do tubo, eu saí voando. Eu literalmente estava voando, algo agarrou minha perna e estava me levando para longe da costa. Olhei para cima, e bem, o que estava me levando não parecia amigavel, ou humano... era como... como... como um monstro!
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