Notas iniciais
Galera, desculpem a demora mas é que eu estava curtindo o meu carval u.u Pooxa eu moro na Bahia cara auhsuahs mas então, está aí o capítulo, eu acho que esse foi o pior cap que fiz até hoje nessa história então desde já vou pedindo desculpas, era pra ele ser beem maior pq queria colocar a caça à bandeira já dele mas ia ficar umas 4000 ou 5000 palavras então resolvi parar aí mesmo. Vai ter a continuação que pretendo postar antes de quinta, só pretendo mesmo então não prometo nada.

Depois de tomar banho Percy resolveu sair na frente para respirar ar fresco e reorganizar os pensamentos. Fechou a porta do chalé atrás de si e se deparou com Annabeth que estava pronta para bater na porta.

— Ah, oi.. Você vinha aqui? – ele perguntou confuso.

— Hm, estou atrapalhando? – ela perguntou, com aqueles grades olhos cinzas, que sempre encantaram Percy, brilhando.

— Não, venha, eu estava saindo mesmo. –ele agarrou-lhe a mão e saiu andando sem nenhum lugar em mente, os dois acabaram sentados no píer do lago de canoagem.

— Como tem sido para você? – ela perguntou encostando a cabeça no ombro de Percy, ele fitava as estrelas, o céu estava surpreendentemente limpo esta noite. Percy contava as constelações que Annabeth tinha lhe ensinado, ele sentia falta de passar o tempo junto com ela, como antes, como nos velhos tempo. Passou os braços por sua cintura, como num meio abraço puxando-a para mais perto e suspirou encostando os lábios em seus cabelos dourados.

— As coisas estão... Diferentes, mas tem sido bom tirando as partes ruins.

Ela riu.

— Como foi o treinamento? Você parece cansado...

— Foi realmente demais! – Percy disse animado, o treinamento realmente fora muito bom, superara suas expectativas. – Aprendi coisas super legais, e afinal, Lexi não é má como eu pensava.

— Hm, então ela não é tão má assim? A garota que te atacou no meio do café da manhã... – Annabeth disse. Percy não tinha certeza, mas achou ter ouvido um pouco de ironia em sua voz.

— Eu acho que precisava daquilo, de saber as proporções das coisas... Ela está com medo por nosso Pai Annabeth, e nós podemos salvá-lo juntos. Eu estava sendo extremamente infantil.

— Hm. – foi a única coisa que ela disse. Percy colocou um dedo em seu queixo e levantou seu rosto que ele pudesse vê-la melhor, a lua banhava o rosto de Annabeth com uma luz prateada, ela estava corada.

— Algum problema? – ele perguntou.

— Não, nenhum. – respondeu trincando os dentes e corando ainda mais violentamente. – H-hm, então, como tem sido dividir o quarto com ela?

Percy não acreditou no que estava ouvindo, e o sangue nas bochechas de Annabeth só confirmavam suas suspeitas. Ele gargalhou.

— Não me diga que você está com ciúmes Annabeth Chase.

— N-não, n-ão é n-ada disso Percy. – Annabeth gaguejou corando ainda mais, parecia um tomate.

— Esse sentimento tão mortal... Não acredito! – Percy riu mais uma vez, o que não melhorou as coisas.

— Mas ela é tão linda, mais bonita que as filhas de Afrodite. – Annabeth confessou abaixando a cabeça. – E você dois no mesmo chalé... Nem sabemos se ela é realmente filha de Poseidon. Desculpe, sei que estou sendo ridícula!

— Ela definitivamente é filha de Poseidon. E você assim, toda enciumada, isso me deixa feliz, seguro... Não sei. – Percy disse levantando novamente o rosto de Annabeth, seus olhos cinzentos estavam escuros e as bochechas ainda brilhavam rosadas. Percy deslizou o polegar pela bochecha, passeando livre pelo pescoço e parando com mão em seu colo nu, deixando um rasto de fogo. – Você fica tão linda com ciúmes.

Annabeth parara de respirar, sua mente, que sempre vivia cheia de pensamentos, parecia ter sofrido algum curto circuito, todo o mundo agora era somente ela e Percy, como se eles estivessem separados de tudo e todos, dentro de uma redoma, apenas testemunhados pela lua, as estrelas e o mar. Tudo nele clamava por ela, seus olhos verdes pediam para serem fitados pelos dela, seus cabelos pretos pediam para ter suas mãos nele, sua boca... tão perto...

Percy a beijou, ele queria isso, ele precisava disso, e os dois combinavam tanto, seus lábios se encaixavam perfeitamente criando uma resistência macia aos de Annabeth.

— Annabeth... – ele sussurrou em seus lábios, o nome parecia tão certo, tão irreal, ele poderia pronunciá-lo milhões de vezes e nunca enjoaria dessa sonoridade perfeita. – Annabeth...

Ele não soube dizer quanto tempo ficaram ali, mas sempre era pouco e o mundo real os chamava.

— Temos que ir para o refeitório, provavelmente estamos muito atrasados. – ela disse, mas não moveu um músculo.

— Não estou com fome. – Percy reclamou.

— Acho que vai ter Caça à Bandeira, vamos levante-se cabeça de alga.

— As damas primeiro, sabidinha.

— Arg, Percy, seu preguiçoso! – Annabeth resmungou e se levantou. Os dois caminharam no escuro de mãos dadas até o refeitório.

Todos os chalés já estavam reunidos, eles fizeram uma pausa especial para apreciar a chegada sorrateira de Percy e Annabeth que partiram silenciosamente cada um para a sua mesa, ouvindo os risinhos e comentários maliciosos vindos de toda parte.

— Oi Percy. – Lexi acenou sem se desviar da coxa de frango que estava devorando.

— Oi Lexi...

Percy fez sua oferenda aos deuses e comeu quieto, ás vezes olhava para a mesa de Atena e desviava quando percebia que alguém estava observando.

— Campistas! Atenção! – Quíron pediu batendo os cascos.

Um burburinho começou e logo se silenciaram.

— Hoje nós teremos Caça à Bandeira! Dividam os seus grupos, as regras são as de sempre. Sem mortes, por favor.

— Hm... Caça à Bandeira? – Lexi murmurou com a boca cheia. – Estarei lhe observando Percy, então mostre-me do que é capaz.

Percy sentiu um frio percorrer por sua coluna. “Estarei lhe observando”, não é a melhor frase de motivação. Todos já se levantavam de suas mesas formando os grupos e Percy normalmente estaria fazendo o mesmo, mas Lexi ainda estava sentada, ele não sabia por que, mas esperava pelas instruções dela. Isso está ficando estranho... – ele pensou.

— Então... Acho que deveríamos começar a procurar um grupo... – ele disse cauteloso, aprendeu a ser assim, essa garota era uma bomba relógio que poderia explodir a qualquer hora e ele com certeza precisava dela.

— Na minha época eram esses medíocres que procuravam o nosso chalé. — ela disse se levantando e chocando os punhos, as estranhas espadas apareceram novamente.

— Essas espadas... Elas são de água? – Percy perguntou.

— Sim. – ela disse. – São braceletes encantados, eles podem virar qualquer arma que eu precisar ou desejar no momento, e neste momento eu quero espadas. Modéstia a parte, eu sou uma das únicas pessoas no mundo que herdaram o primeiro estilo de luta com duas espadas,Niten Ichi Ryu.

Lexi chocou os punhos novamente e mostrou a Percy dois braceletes, um em cada, pareciam feitos da mesma pedra das paredes internas do chalé de Poseidon, madrepérola.

— Nos uniremos com o chalé de Hades. – Lexi disse, com as espadas nas mãos, o que fazia Percy concordar com ela.

— Mesmo assim, nossos chalés juntos são apenas três pessoas.

— Somos filhos dos três grandes, mais do que suficiente para derrotar todo o resto do acampamento. – ela disse e alguns campistas que passavam por perto a olharam feio.

— Seu convencimento me surpreende... – Percy murmurou.

Ele percebeu Annabeth vindo em sua direção com mais dois irmãos.

— Hey Percy! – ela disse. – Vocês vão se juntar a nós, não é?

Ai meus deuses... – Percy pensou, prendendo a respiração, ele já sabia o que Lexi iria dizer.

— Não pretendo me juntar às crianças de Atena. – Lexi respondeu por Percy sem nem se virar. – Nada contra você “cunhada”, mas não vejo proveitos nessa união.

Annabeth abriu a boca para dizer alguma coisa, mas nada saiu, apenas olhou para Percy arqueando as sobrancelhas.

— Lexi... – ele começou. – Não sei se já lhe disseram, mas os filhos de Atena são os melhores estrategistas.

— Mentiras Percy, mentiras.

— Você quer fazer o que então, pelos deuses? – ele perguntou já perdendo a cabeça.

— Já disse! Nós vamos nos unir ao chalé de Hades.

— Nico está conosco. – um dos irmãos de Annabeth anunciou, vendo Lexi ficar vermelha.

— Aquele traidor... – ela murmurou.

— Então acho que já está resolvido, certo Lexi? – Percy perguntou, mas ela não disse nada. – Ah, vamos lá! Supere seu orgulho, isso é briga dos nossos pais e não nossa.

Lexi revirou os olhos, soprando a franja para cima e os seguiu para o arsenal.

— Acho que não vou pegar nada, estou com minha faca. – Annabeth disse enquanto escolhia uma couraça.

— Facas são inúteis em batalhas. – Lexi disse. – São de combate muito próximo, o que é arriscado, pouco alcance e raramente conseguirá matar alguém com uma facada.

— Lexi... – Percy a reprovou como se estivesse falando com um cachorro que fez xixi no lugar errado.

— Eu gosto da minha faca, é leve, posso levar para qualquer lugar e escondê-la bem. – Annabeth respondeu parecendo já não se importar com as ofensas de Lexi.

— Às vezes temos que sair de nossa zona de conforto, se os boatos estiverem certos, como uma boa estrategista e observadora você poderia usar armas de longo alcance como o arco e flecha, supondo que seja boa em usá-lo, seria a melhor arma para você se quisesse ser útil em uma batalha.

— Eu acho que ela está sendo legal. – Percy sussurrou no ouvido de Annabeth.

— Isso é impressionante saindo de você. – Percy disse mais alto para que Lexi pudesse ouvir. – Há alguns minutos atrás você não estava recusando a oferta de se unir ao chalé de Atena?

— Isso é uma batalha querido Percy, ela está do nosso lado, então temos que trabalhar juntos contra o inimigo.

— O inimigo, quer dizer nós? – Clarisse apareceu com seu bando de Ares.

— Ah Clarisse, nós estamos usando o arsenal agora... – algum dos filhos de Hefesto disse enquanto colocava os irmãos de Clarisse para fora.

— Eu sei, só vim aqui para ver qual será meu novo desafio. – ela respondeu olhando para Lexi que a encarou de volta avaliando-a dos pés a cabeça e finalmente fazendo um careta.

— Posso saber quem é você? – Lexi perguntou.

— Clarisse La Rue, filha do deus da guerra.

— Você é filha de Kratos? (Galera, pra quem não sabe, Kratos é o personagem do jogo “God of War” que luta e tals e no final acabada pegando o lugar de Ares como o deus da guerra) – Lexi perguntou fingindo uma falsa animação.

— Aquele jogo ridículo! – Clarisse resmungou partindo com sua lança para cima de Lexi que apenas desviou, e desviou, e desviou. — ARES, ARES! EU SOU FILHA DE ARES! – ela gritou saindo do arsenal seguida por seus irmãos fazendo ameaças a Lexi.

— Isso foi... demais! – Percy disse rindo acompanhado pelos outros campistas no arsenal. – Mas, por favor, não provoque a Clarisse novamente, temos a Caça à Bandeira daqui a alguns minutos e não queremos ninguém perdendo os membros.

....

Recadinho:

Lembram que eu falei que meus pai tinha comprado uma cachorrinha e que iria chamá-la de Sra O'Leary? Psé, ainda estou em dúvida entre Sra O'Leary e Bob Marley...

uma fotinha dela pra vcs u.u

\"\"Gostaram dela? *------* Sra O'Leary ou Bob Marley?

Notas finais
Então galera, espero que apreciem o capítulo, na verdade esse foi só uma distração mesmo, tava meio cansada e tals.. Percebam que eu mudei de ponto de vista em um parágrafo, mudei para o ponto de Vista da Annie, me digam o que acharam disso.. sutil, brutal ou nunca mais faça isso?
A Lexi e suas implicâncias com a crianças de Atena.. mas se aguentem e leiam a fanfic, no final tudo vai fazer sentido u.u