Percy J. E Annabeth C.
10 Péssimas noticias.
Notas iniciais
Eu sumi por um tempo eu sei :/ Mas eu posso explicar. Meu pc deu pau de vez, ficou um tempão no conserto (casa de pobre é assim só tem um pc e quando da problema manda conserta), aí acabou que ele ficou pronto ontem, e quando eu fui ver, os capitulos que eu tinha escrito haviam sumido. To morrendo de raiva ate agora. Resultado, to tentando lembrar e escrevendo de novo. Outra coisa, minhas aulas voltaram, (infelizmente), ou seja eu vou ter menos tempo pra postar, mas com certeza pelo menos 3 vezes na semana eu vou atualizar a fic.
Enfim, eu to feliz de tá de volta !!!
Eu quero mandar um beijo pra
Ingrid Lira
Thalia Fonda CHB
Sikki
Lari Chase
bella black
Leeh Spears
Espero que gostem.
P. O. V. ATHENA
— Afrodite? – Eu disse.
— Oi Atheninha. Parece que deu tudo certo entre você e o gostosão do mar.
Apertei a mão de Poseidon mais forte, eu não gostava disso, desde quando essa deusa intrometida chamava o MEU namorado de “gostosão do mar”? Olhei para o Barbas de Alga em busca de respostas, seu olhar mostrava que ele não estava entendo nada, estava tão assustado quanto eu, e isso com toda certeza me aliviou.
- Ãnh... Do que você me chamou? – disse Poseidon, com as sobrancelhas arqueadas, e com seus olhos verdes encarando profundamente Afrodite.
— Ah, por favor... – murmurou Afrodite revirando os olhos. – Desculpe-me, agora é só a sua nova namorada que pode lhe dar apelidos?
— Isso mesmo.- falei irritada. – Meus parabéns Afrodite, parece que seu cérebro voltou a vida e pelo menos um dos seus neurônios consegue funcionar. – eu disse sarcasticamente.
— Neurônios? Mas o que são neurônios? ... – indagou ela pensativa. — Enfim, não me importa, eu não estou aqui em Miami Beach, sobre esse sol de lascar, que está queimando minha pele macia, sedosa e maravilhosa, por nada. Eu vim aqui por um motivo muito importante.
— E qual seria? – questionou o Barbas de Alga.
— Zeus descobriu do namoro de vocês, e me mandou aqui para buscá-los, ele quer conversar sério com vocês dois. – disse Afrodite.
O mundo de repente pareceu desapareceu debaixo dos meus pés. Eu conhecia bem o meu pai. Ele é do tipo super protetor comigo, e sendo o deus dos deuses, ele poderia simplesmente começar uma GUERRA só porque eu dei uns amassos no irmão dele. Olhei para Afrodite em busca de algum apoio moral, e me choquei. Sua expressão estava séria. Raramente a deusa do amor era vista com essa cara. Segundo ela expressões sérias causam rugas na pele, ou alguma coisa do tipo.
— Foi você que contou não é Afrodite? Pelos deuses, eu só queria um dia sem que ninguém saísse fofocando sobre a minha vida por ai! Um dia! Será que é pedir demais? Não dava pra pelo menos esperar até amanhã? – disse Poseidon irritado.
— Claro que não contei pra ninguém. – exclamou Afrodite colocando a mão no peito e fazendo uma cara de ofendida. — Eu não sou uma deusa do amor tão má assim.
— Você provocou a Guerra de Tróia. – eu disse. A lendária Guerra de Tróia começou numa festa dos deuses do Olimpo: Éris, a deusa da discórdia, que naturalmente não tinha sido convidada, resolveu acabar com a alegria e entregou anonimamente uma linda maçã, toda de ouro, o pomo da discórdia, com a inscrição "Para a mais bela". A confusão já estava armada. Eu, Hera e Afrodite éramos as mais poderosas e imediatamente começamos a disputar o troféu. Nenhum dos deuses quis se meter a juiz nessa confusão, inclusive meu pai. Esse, sabiamente, resolveu se livrar do fardo e passá-lo a Páris, um mortal. Na época, Páris trabalhava como pastor e vivia feliz ao lado de uma ninfa adorável chamada Enone.
Todas nós tentamos persuadi-lo com oportunidades gloriosas. Em troca da maçã de ouro, eu ofereci a Páris sabedoria e habilidade militar. Já Hera ofereceu a ele a glória de ser o Rei absoluto de toda a Europa e Ásia. E Afrodite por sua vez, garantiu a ele o amor da mais bela mulher do mundo. Páris então,concedeu o título a Afrodite. E a deusa, ignorando a presença de Enone, realizou o desejo do jovem. Auxiliados por Afrodite, Helena e Páris fugiram para Troia. E a guerra começou. No final, Páris ficou com Helena, mas Tróia foi destruída.
— Não fui eu. Foram Páris e Helena. – disse Afrodite na defensiva.
— Mas foi você que o fez se apaixonar por ela.
— Ele pediu o amor certo?
— Você o iludiu! Tudo por aquela maçã de ouro idiota. – exclamei.
— Se você tivesse oferecido uma recompensa melhor, a guerra não teria acontecido, e você seria a deusa mais bela querida... Por favor Atheninha, quem é que quer “habilidade militar e sabedoria” ? , eu ofereci o amor da mortal mais linda do mundo, que por incrível que parece não era minha filha, e o fofinho do Páris aceitou. — murmurou Afrodite.
— Mas voc... – fui interrompida por Afrodite.
— Atheninha eu vou adorar ficar o dia todo discutindo com você, mas antes controle o seu namorado por favor, a gente está na praia sabe, e eu não quero ser atingida por uma onda gigante, água salgada sempre acaba com o meu cabelo.
Onda gigante? Olhei para trás e percebi que uma grande onda estava se formando, não era nada muito assustador ainda pois estava longe, mas se Poseidon se irritasse mais um pouco, as coisas ficariam bem feias por aqui.
— Pai, por favor relaxa. – dizia Percy desesperadamente. Mas não adiantava de nada, eu sabia que a única que iria conseguir acalma-lo, era eu. Então segurei suas duas mãos entre as minhas, fiquei de frente a ele, meus olhos cinzas focando diretamente nos seus, eu podia sentir sua respiração acelerada. Por um momento parecia que éramos apenas nós dois na praia, sem mortais, sem semideuses, sem deusas do amor... Eu o abracei, o mais forte que eu consegui, e pude perceber que aos poucos ele relaxava, sua respiração ficava mais calma e regular.
— Calma amor, respira, vai dar tudo certo. – eu disse em seu ouvido.
Pude sentir seu corpo se arrepiar. Então eu sorri. Era bom saber que eu também podia provocar sensações assim nele. Me separei do Barbas de Alga e olhei para o mar. A grande onda que estava se formando já havia sumido.
— Owntt, que fofura gente, o amor verdadeiro superando tudo! – gritou Afrodite.
— Por favor Afrodite, controle-se. – eu disse totalmente envergonhada pela cena que a mesma acabara de ver. — Você ainda não me disse como meu pai ficou sabendo tão rápido sobre mim e Poseidon.- eu falei tentando desesperadamente mudar de assunto.
- Ahh tá. Na verdade foi um processo bem simples. Tudo começou com as Efidríades. Elas viram vocês se agarrando em uma “casa” debaixo d’água ou alguma coisa do gênero. Então a notícia de dois deuses poderosos se agarrando por ai se espalhou, caiu na boca do povo, e a nossa querida Éris, que agora tem um programa de fofoca diário na Tevê Hefesto, no canal 197 eu acho... ou seria 198, enfim, não importa agora, continuando, Éris terminou de espalhar o boato. Resumindo: geral já sabe.
-O que são Efidríades? – questionou Percy.
- Por favor meu filho, você não presta atenção na aula de mitologia no Acampamento? Efidríades são ninfas das águas. Você é meu filho criança, filho do deus do mar, deveria saber disso.
- Desculpa pai. – respondeu Percy totalmente envergonhado.
- Tudo bem, mas você sabe quem é Éris certo?
— Essa eu sei, Annabeth já me falou – olhei para ela e a mesma corou. — Éris é filha de Nix, e é a deusa da discórdia.
— Obrigada norinha, só você para botar algum juízo e alguma informação na cabeça desse menino.
— Ela é um gênio pai. – disse Percy todo orgulhoso.
— É minha filha o que você esperava. – eu falei. Sempre me orgulhei de Annie, e por mais que não gostasse muito das confusões em que ela se metia com o Percy, eu sabia que Annabeth sempre fazia a escolha certa. Ela era uma grande heroína.
Annie, agradeceu com um aceno de cabeça, eu pude perceber que ela estava envergonhada demais para falar alguma coisa. Resolvi olhar em volta. A praia continuava calma. Mas de repente um trovão ecoou no céu.
— Queridos, Zeus está esperando... – cantarolou Afrodite.
— Eu também vou mamãe. – disse Annabeth.
— Não, você não vai.
— Atheninha, eu acho bom levar o casalzinho junto. Eles podem ajudar. E as roupas de Percy tão lá no meu quarto do Olimpo, é bom que ele pega logo.
— Perseu Jackson, por que suas roupas estão no quarto da deusa do amor? – perguntou Annabeth extremamente irritada.
— Ciúmes Atheninha júnior? – provocou Afrodite.
— Annabeth Chase não é o que você está pensando. – falou Percy na defensiva.
— Só o que me faltava, ser acusada de pedófila! – resmungou Afrodite. – Por favor criança, você acha mesmo que o seu namorada tem chance comigo?
— Mas então por que as roupas dele estão no seu quarto? – indagou Annie.
— Eu mexi no guarda roupa do seu namoradinho, e vi que não tem uma roupa que presta, então eu gentilmente me ofereci pra comprar algumas para ele. – ela falou como se isso fosse a coisa mais normal dom mundo.
— Por que você mexeu no guarda roupa dele? – perguntou Poseidon.
— Aff´s, tantas perguntas. – resmungou a deusa. — Eu fui visitá-lo no Chalé dele de noite, naquele em que ele e Annabeth quase... vocês sabem, só que ele estava tomando banho, então eu comecei a ver as roupas sem graça dele. Mas ele deve ter me ouvido, já que saiu do banho desesperado só de toalha e apontando uma espada de 90 cm na minha direção como se eu fosse algum monstro.
Típico de Afrodite, ir para os lugares quando não é chamada.
— Eu não tenho culpa Annie, você ouviu, eu não tenho culpa de nada. Viu sogrinha eu sou um santo. – olhei friamente para Percy. Eu era namorada do pai dele agora, mas não significava que ele tinha algum crédito ou intimidade para me chamar de sogrinha. – Quer dizer, senhora Athena.
Outro trovão apareceu no céu. Me irritei.
-ESTÁ BEM PAI, EU JÁ ESTOU INDO, VOCÊ NÃO QUER QUE EU APAREÇA SÓ DE BÍQUINE NO OLIMPO CERTO? – eu gritei. – Percy e Annie, vão falar com Sally e pedir para ela avisar Quíron de que agora vocês estão comigo e troquem de roupa rápido. Encontrem-nos naquele beco ali. – eu apontei para um beco escuro, e sem movimento perto de um quiosque.
Eles foram.
— Afrodite, vá falar com meu pai, avise que nós já estamos indo. E tente acalmar ele por favor.
— O que você não me pede que eu não faça Atheninha? – respondeu a mesma com aquele sorriso branco, que chega a incomodar os olhos de tão brilhantes.
— Ler um livro? – eu ironizei.
Ela me deu língua, que deusa temperamental.E se transportou no mesmo instante para o Olimpo. Me virei para o Barbas de Alga.
— Você acha uma boa ideia levar as crianças? – perguntei.
— Sinceramente, não. Mas meu irmão sabe reconhecer heróis, ele com certeza não irá fazer nada com os dois.
Suspirei. Eu não sabia o que esperar do meu pai. Não sabia o que ele iria dizer, ou o que ele iria fazer.
— Vamos para o beco. As crianças já devem estar chegando. — eu falei.
-Nós não vamos trocar de roupa?
— Vamos.
Depois de trocados, seguimos para o beco. Ele estava vestindo a mesma roupa que estava usando na biblioteca, calças escuras, blusa branca, jaqueta de couro, e Ray Ban no rosto.
— Eu pensei que você só usasse roupa de pescador.
— Eu as uso mais embaixo d’água. Essa jaqueta é cara. E couro estraga rápido na água. Fora que eu fico irresistível nela fala a verdade. – disse ele piscando pra mim.
Eu ri. No mesmo instante as crianças chegaram. Percy olhou aturdido para o pai.
— Eu pensei que o senhor só usasse roupas de pescador. –ele disse para Poseidon.
Barbas de Alga ignorou. E simplesmente disse:
— Eu fico mais sexy assim.
Revirei os olhos. Ele estava sexy sim, tenho de admitir, mas com certeza não é um poço de humildade. Eu peguei a mão de Annabeth, a mandei fechar os olhos, e nos direcionei pro Olimpo. Exatamente para onde estava o meu pai. A sala de reuniões. Seus olhos azuis me encararam de modo que estremeci de medo. Ele sentado em seu trono, com seu terno de sempre, barba perfeitamente aparada, cabelos loiros exemplarmente penteados. O cheiro de ozônio preencheu a sala, ele segurava seu raio mestre em uma das mãos. Percebi o que meu pai iria fazer um segundo antes de acontecer.
No instante em que Poseidon e Percy chegaram, uma expressão de serial killer preencheu seu rosto, e no mesmo segundo ele jogou seu raio diretamente para o peito do Barbas de Alga e o atingiu com tudo.
Notas finais
Bjs pra vcs, tava morrendo de sdds.
Deixem reviews amores *-*
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