Percabeth - Confissões
8 Capitulo 8 - Percy
Notas iniciais
Capítulo 8 — Percy
Acordei com Annabeth deitada no meu peito. Ela ainda estava dormindo, então, para não acordar ela, comecei a acariciar de leve seu corpo.
Depois do que pareceu uma eternidade , ela acordou.
–Bom dia, amor. -então ela me beijou- Que horas são?
–Humm... Nove e meia. Opa. Acho que devia ter te chamado.
–Devia. Mas eu não ligo, porque estou com você — ela respondeu.
–Você não vai querer ir para a praia?
–É claro. Só que eu quero curtir um pouco meu tempo com você — ela disse entre beijos. Os beijos de emendaram, e só nos largamos quando o telefone do quarto toca. Annabeth fez uma cara feia, o que me fez rir.
Atendi depois de uns cinco toques.
–O que foi? -disse Annabeth
–Temos vinte minutos para tomar café.
–Mas está bom aqui... -ela respondeu.
–Depois eu prometo que eu fico com você.
Nós nos arrumamos rápido e descemos.
Quando voltamos, Annabeth se jogou na cama
–Percy, vem aqui. -ela disse
Me joguei também e ela me abraçou. Ficamos assim por um bom tempo, até adormecer. O calor do corpo de Annabeth e só sua presença já me fazem muito bem.
Acordei assustado. Annabeth não estava mais lá.
–Annie? Você está aí? -eu disse batendo na porta do banheiro
–Uhum. Só estou me arrumando para sairmos.
–Ah é -respondi.- Que horas são?
–Duas da tarde. -ela disse abrindo porta e sorrindo- Dormimos demais.
–Mas pelo menos eu fiquei com você. -respondi.
Então arrumamos nossas coisas e fomos almoçar para depois ir a praia.
O sol estava de rachar. Brilhava mais do que o normal, ou eu estava meio doido?
–Deuses, que calor. Apolo passa com a carruagem muito perto aqui -disse Ananbeth
Rimos e colocamos os guarda-sóis bem perto do mar. Annabeth ficou tomando sol enquanto eu controlava as ondas discretamente: ajudava um surfista, diminuía a força perto de crianças... Eu não sei, tinha certa intimidade com elas. Pretendia um futuro assim com Annie. Mas já que eu esperei cinco anos, e ela não queria ir tão rápido, melhor esperar e curtir a vida com ela assim.
Me tirando do transe, Annabeth disse:
–Que irônico, um filho de Poseidon fugindo do mar -ela riu
–Ah é é? Então vamos ver quem aguenta.
Peguei-a no colo, o que a fez rir. Então corri para o mar e quando estávamos mais no fundo, joguei-a na água.
Quando ela voltou do fundo, pulou nos meus ombros e me beijou. Então passei os braços pelas suas costas e retribuí o carinho. Sei lá, mas parece que o mar estava nos ajudando. As ondas simplesmente pararam, deixando só um leve movimento que fazia com que levantássemos do chão. Depois de um tempo nos separamos, sorrindo. Ficamos um pouco mais no mar, depois Annabeth quis sair. Eu saí também, e deitamos juntos na mesma toalha. Ficamos na praia até o pôr do sol, quando Annabeth encostou no meu ombro.
–O que foi, Annie? -perguntei
–Nada... Só estou feliz porque estou finalmente com você.
Ela então me abraçou com mais força e me beijou. Deuses, como eu amava aquela filha de Atena. Ela era dócil, linda, amorosa... Enfim, não tenho palavras para descrevê-la, porque meu amor por ela é tão grande que o universo inteiro não serve para explicar. Porque aconteça o que acontecer, vou estar do lado dela.
Fale com o autor