Percabeth- Amor Verdadeiro

16 Rachel me manda uma mensagem


Notas iniciais
OOII Pessoal! Me desculpem pela demora, pelos anos, séculos... Vocês sabem como é. Escola, ainda mais na Termomecanica... não queiram entrar la. Enfim... ta aqui, e sei que deixei um suspensezinho com a Annabeth... desculpa ae. Amo vcs, não deixem de comentar, e se alguem tiver o coração bom, recomendar, mandar sugestões... Sei que algumas coisas estão embaralhadas,mas tudo vai se resolver no final da fic.

Eu me sinto carregada por alguém. Abro os olhos lentamente. É Percy.

– Hããã... O que aconteceu? – Pergunto meio confusa. Minha cabeça lateja com o esforço para pensar

– Shhhh. – Ele me silencia enquanto me coloca no banco do passageiro do nosso carro.

Ele da a volta rapidamente no carro e entra.

Ele começa a dirigir e pergunta:

– Sua cabeça dói muito? Tem um corte imenso.

Eu coloco minha mão na testa, e ela se molha com alguma coisa. Sangue.

Eu abro o guarda-luvas e pego o cantil de néctar e a gase que sempre estão lá. Pingo três gotas no corte e enrolo minha cabeça cuidadosamente com a gase.

– O q-que aconteceu? –pergunto repousando minha cabeça para trás no banco.

– Bom, eu vou contar a minha parte da história: Eu tinha esquecido meus documentos, então voltei para pegar, mas quando eu estava voltando, de repente você estava nessa rua, você me viu e desmaiou. O que você estava fazendo aqui?

– e-eu... – De repente começo a me lembrar de tudo – AH MEUS DEUSES! Percy, não podemos voltar! A Kelli e a Katye estão lá em casa!

– Bom, você fica aqui no carro então, e eu vou lá dentro.

– Não! – eu digo com raiva – Eu vou também!

Nesse momento, chegamos em frente de casa.

Eu esperava que de lá saísse uma empousa raivosa correndo atrás de mim, mas a porta de abriu, e nós vimos uma adolescente de quinze anos, com uma blusa com estampa de raios, jaqueta prateada, cabelo curto, Jeans rasgado, arco na mão, aljava nas costas e uma tiara de prata, com uma áurea ao seu redor.

– Thalia? – Abaixo o vidro para ver melhor. É ela mesma, com um sorriso no rosto.

***

– O que ? Aquela vampirazinha pirralha? A covarde fugiu com uma espécie de tele transportador. – Diz Thalia.

As outras caçadoras dão risada e bradam a simples vitória.

Todas as caçadoras precisavam de um lugar perto da cidade para acampar, então vieram até aqui e deram de cara com Kelli.

Agora nós estamos comendo pizza no quintal. Em determinado momento, me levanto e puxo Thalia para dentro da cozinha.

–O que foi? – Ela pergunta.

Eu sorrio.

– Thalia, eu queria te contar, é que... Eu estou grávida.

– Ah meus deuses! Ah, Annabeth, estou tão feliz por você... – Lagrimas começavam a encher seus olhos.

Ela me abraçou.

– Me desculpe, — Ela diz secando os olhos – é que... Há tão pouco tempo, você era aquela menininha de sete anos... Segurando um martelo, usando pijamas...

Eu a abraço e sussurro:

– Talvez aquela menininha ainda esteja aqui. Mas em um corpo maior.

Eu a solto e digo, limpando as lagrimas que também começavam a encher meus olhos:

– São gêmeos.

Ela sorri:

– já estou começando a ficar com dó de você. Trabalho em dobro. Iupiii.

Eu dou um pequeno soco em seu braço.

– Pare de ser idiota.

Ela sai, tentando esconder o sorriso, e eu a sigo, indo me aconchegar com Percy no pé da escada de madeira.

A brisa da noite era tão gostosa e o calor de Percy tão aconchegante que acabo dormindo em pouco tempo.

***

Nessa noite tenho um sonho horrível.

Eu ando com mais três crianças. Elas se parecem comigo. Duas garotas de uns catorze anos e um garoto de uns doze. Todos de cabelos loiros, olhos verdes e as feições parecidas com as minhas. São meus filhos.

De repente, um buraco se abre no chão, e suga o menino e uma das meninas. A outra eu consigo segurar.

Mas em meio a todo aquele caos, tudo se dissolve, e me vejo com Rachel Dare nos campos de morangos do acampamento meio-sangue.

– Annabeth, me ouça. – Ela tem um tom grave – Não tenho muito tempo, e não posso te falar pessoalmente porque seria muito perigoso. Mas você precisa protegê-los como sua própria vida. Não só porque serão seus filhos, mas porque eles serão tentados, e podem ser usados para o mal.

– C-como assim? –Pergunto.

– Só se lembre disso. E não conte a ninguém, em hipótese alguma. Agora tenho que ir. Adeus.

– Espera!

Mas não dá tempo. Já estou sentada no meu lado da cama, transpirando.

– Annabeth? – Percy se levanta – O que foi?

– Hum... Foi só um sonho. – Eu digo.

Mas Percy sabe. Eu também.

Para semideuses, nunca é só um sonho.

Notas finais
comentem, cupcakes!