Percabeth- Amor Verdadeiro

7 Nunca direi o nome da minha senhora!


Notas iniciais
heey! Capítulo engraçado kkkk Feliz ano novo!

– Bem, já que você já sabe onde fica Maui, não vejo problema em te contar — Ele respondeu — Maui é uma das ilhas do Havaí — Ele olhou para mim — É bem romântica.
Eu sorri, aliviada de saber agora onde seria minha Lua de Mel.
Eu me abracei mais á ele no momento em que o avião tremeu um pouco por causa do pouso.
Nós desembarcamos e a unica coisa que eu pude pensar foi :Uau. Dessa vez Percy se superou. Do aeroporto eu podia ver as grandes palmeiras que se estendiam ao alto, as montanhas típicas do Havaí beeem longe, os prédios de alguns resorts e podia ouvir o mar quebrando ao longe.
Mas o que eu notei mais rápido foi o calor. Era muito, muito quente. Você já foi á São Francisco, Califórnia, em pleno verão? Por experiência própria, digo que é bem quente. Maui era bem pior. Eu tinha vontade de entrar urgentemente em algum lugar com gelo, muito gelo. Mas esse não era a pior parte. Eram oito horas da manhã, e isso significava que ao meio dia, estaria muito mais quente.
Eu olhei para Percy. Ele afrouxava o nó da gravata e colocava a camiseta para fora da calça. Eu tinha vontade de fazer o mesmo com o vestido,mas não havia onde afrouxar. Ele era todo apertado e o zíper era ás minhas costas.
Droga, pensei, por que eu não troquei de roupa no avião? Na minha bolsa de mão havia uma regata branca e um shorts, mas nããããão, passei todo o voo dormindo!
Pegamos nossas malas e eu parti para o banheiro para trocar de roupa.
Eu entrei e dei de cara com a aero-moça demoníaca que nos acompanhou desde Nova York. Ela estava parada em frente á pia, e arrumava o cabelo, que estava preso num coque com gel.
Assim que me viu, parou de mexer no cabelo e se virou para mim:
–Finalmente! pra que tanta demora?
– Quem é você?- perguntei, na defensiva.
Ela pareceu realmente ofendida. ofendida não, ofendidíssima
– Como não sabe quem eu sou? Isso é u absurdo, como se atreve a não saber quem eu sou?!
– hum...
–Eu sou Katye, a mais nova serva de ...- ela parou abruptamente — Não irei te dizer! Nem que me force eu irei dizer o nome da minha senhora! nunca!
–eu não quero saber o nome dela- Respondi indiferente
Todo o orgulho que ela estava demonstrando pareceu murchar dentro dela.
–Não quer saber quem é minha senhora?
Eu encostei o ombro no box e cruzei os braços
–Não
–Como ousa?! Queira saber!
– Não
– Agora! Eu ordeno que queira saber!
–Não ordena nada. Eu não quero saber.
– Eu irei torturá- la até a morte!
Eu bocejei
– Não é novidade que queiram me torturar. Agora se me dá licensa, eu preciso me trocar.
eu tentei passar para o box, mas ela passou o braço na mnha frente e sibilou
Aquilo estava patético. Percy já devia estar preocupado, e eu esstava torrando naquele vestido.
– Vamos direto ao ponto: O que quer?
– Não quero nada que venha de você!
– Então o que diabos está fazendo aqui??
– Eu estou te vigiando, garota! Para uma filha de Atena você é bem burra, hein?
E então ela saiu pisando duro. Vai entender.
Eu me senti tentada a ir atrás dela. ODEIO quando dizem que sou burra, porque não sou.
Eu entrei no box arrastando minha mala e abri a bolsa.

Havia um vestido de seda azul bem leve, um creme hidratante, perfume, protetor solar, sandálias de dedo e outras coisinhas. eu tirei os saltos colossais e enfiei na mala, depois coloquei as sandálias.
Agora o vestido seria o problema, porque eu não alcançava o zíper.

depois de algum tempo quase torcendo meu braço para trás, finalmente alcancei o zíper. Eu o desci e tirei o vestido. Eu o dobrei delicadamente e o guardei no bolso de fora da mala.
Eu coloquei o vestido de seda e para meu espanto, ele caiu muiito bem em mim. Era sem mangas e ia até um pouco antes do joelho.
eu fechei a bolsa e saí para fora do banheiro.
Percy me esperava lá fora. Ele tinha trocado de roupas também. Estava com bermuda jeans, sandálias de dedo e camiseta amarela. Ele estava como em um fim de semana qualquer em Montauk.
–Vamos? — eu disse.
– Á sua disposição, madame.- Ele respondeu sorrindo.
Nós pegamos um táxi na frente do aeroporto, que nos deixou em rente ao hotel mais lindo do mundo.
O hotel era um prédio alto laranja em um tom tropical. As varandas eram extensas nos andares mais altos.
Nós entramos por uma porta giratória que dava num imenso hall de entrada.
O recepcionista perguntou o nome da reserva e Percy respondeu:
– Percy e Annabeth Jackson.- Eu sorri, feliz pelo meu mais novo sobrenome.

Notas finais
Comenteem e Recomendem!