Percabeth- Amor Verdadeiro

10 Ganhamos uma casa


Notas iniciais
Nossa, acho que esse é o maior capítulo que eu fiz até agora... Gente, vcs gostam de Crônicas dos Kane? to pensando em fazer uma interativa. Por favor leiam quando eu fizer hein, vai dar para entender, mesmo se vc não tiver lido....

Nós estávamos na varanda.
O por do sol se destacava entre as palmeiras na praia.
De repente, o telefone do quarto tocou:
– Alô? — Atendi
– Aqui é da recepção, Sra. Jackson. O táxi o os senhores pediram já está esperando.
– Ah, obrigado, estamos descendo.
Eu desliguei o telefone e fui té a varanda.
– Ei — Eu toquei o braço de Percy- o táxi chegou, temos que descer.
– Eu queria ficar aqui para sempre. É, mas nós temos que ir.
Nós pegamos nossas malas e fomos saindo do quarto, e eu olhei uma ultima vez para o lindo quarto.

***

Nós estávamos sentados novamente no avião Maui — Manhattan e adivinha quem apareceu de uniforme de aero — moça de novo? Se você pensou imediatamente em Katye, bem você está certo.
Ela estava novamente em seu posto de aero — moça servindo barrinhas de cereais e sucos para a primeira classe.
– Ah, só pode estar de brincadeira. — Eu murmurei, chamando a atenção de Percy para a aero — moça falsa.
Como eu esperava, a Katye não nos atacou, e pelo contrário, deixou uma barra de cereais ( que eu não comi) na nossa mesinha.
– Você lembrou de ligar para a empresa de mudanças para trazer os móveis para o apartamento?- Eu perguntei para Percy depois de um tempo.
Ele pensou um pouco.
– Ah, droga, eu ia fazer isso depois de pegar o terno, só que aí o grover me mandou uma mensagem de íris e eu esqueci.
– Tudo bem, eu só volto a trabalhar na semana que vem. — Eu tentei sorrir, mas não estava muito animada em fazer as mudanças.
Eu trabalhava num agência de arquitetura de Manhattan, e Percy no Instituto de Biologia Marinha de Newark.
Nós íamos morar de aluguel em um apartamento pequeno no Bronxs, mas agora que Percy tinha esquecido de mandar um caminhão para pegar minhas coisas em São Francisco e as dele em Manhattan iria demorar uns dias para irmos morar lá.
Nós desembarcamos no familiar aeroporto de Newark e pegamos nossas malas. Nós fomos para a frente do aeroporto, porque alguém do acampamento iria vir nos buscar.
Um Prius preto parou na nossa frente. O vidro abriu, revelando um homem baixinho com um uniforme azul escrito : Hermes express.
– Percy e Annabeth Jackson?
– Somos nós — respondi
– Parabéns pelo casamento. Entrem- ele destrancou a porta de trás — sou a carona de vocês.
– Espera, quem é você? — Percy indagou
– Ah, caramba, eu sou o Bes. Sou da Hermes express, podem confiar em mim! Por Zeus, ninguém confia em mim.
– Tá, tá.
Nós entramos, e o Prius arrancou.
Bes dirigia como um louco por Manhattan. Atravessava faróis vermelho, ultrapassava carros e por vezes quase atropelava os pedestres. Eu ia reclamar da forma cujo ele dirigia, mas ele começava a falar coisas sem sentido.
– Ah tenho certeza de que vocês vão adorar! é tão bonita...ah, e espaçosa! — Ele falava
– Espera, do que você está falando? Não vai nos levar para o acampamento? — perguntou Percy
– Porque eu levaria vocês ao acampamento meio — sangue?
– Hã... — eu comecei, mas ele me interrompeu.
– Eu irei levar vocês ao presente dos deuses, é claro.
– Presente? de...casamento? — Eu perguntei
– Mas é claro! achou que era de que? Páscoa?
– Ha-ha.
Nós entramos num bairro bonito chamado Valley Tames. As casas eram bonitas, com jardins de canto e gramados bem aparados.
Paramos em frente á uma casa bege, com flores azuis no jardim, uma porta branca e um Passat cinza estacionado em frente á garagem.
– Bem, a casa é de vocês. Literalmente.– disse Bes
– Os deuses nos deram uma casa?- Eu perguntei incrédula
– O carro também? — Perguntou Percy, a voz distante.
– Inteirinho — Respondeu Bes, e jogou para trás uma chave de carro e outra normal.
Nós saímos do carro, admirando a bela casa.
Andamos lentamente pelo gramado, com minha mala de rodinhas marcando a grama. Haviam pequenos regadores em meio ao jardim.
Nós subimos e atravessamos a varanda, indo em direção á porta branca. Com cuidado, peguei a primeira chave e abri a porta.
Olhei para trás á fim de convidar Bes para entrar, mas o Prius já tinha ido embora.
Nós entramos no pequeno hall, deixamos nossas malas lá e começamos a andar pela casa. as paredes eram bejes com detalhes de gesso no teto. A sala tinha dois espaçosos sofás marrons, uma Tv grande e alguns abajures.
A cozinha tinha um balcão de mármore, um fogão moderno, uma pia, armários, uma geladeira, etc. Em cima do balcão, havia um envelope branco.
Percy o pegou, deu uma lida rápida e entregou a mim.


Caros Percy e Annabeth,


Este é o presente de Hermes, Poseidon e meu. A casa é equipada com um sistema moderno de alarme contra monstros e fuga, caso precisem.
A na biblioteca tem uma passagem para um arsenal, e todos os quartos e o escritório têm uma passagem para a rota de fuga atrás dos armários e há uma passagem atrás da mesa que sustenta a televisão da sala. Após a passagem de vocês ou de alguém que tenha o DNA de vocês, a passagem se fecha, e só pode ser aberta por um de vocês.

Atenciosamente,

Atena

–Uau. — eu disse — dessa vez ela se superou.
Nós continuamos a andar pela casa. Havia uma sala de jantar com candelabros de vidro e uma mesa para seis pessoas.
Nós subimos para o segundo andar. Haviam cinco portas.
A primeira era um banheiro.
Nós entramos na segunda porta. era um quarto bege da mesma cor da paredes de fora, tinha uma cama de solteiro, um armário grande, uma janela grande com cortinas brancas e uma cabeceira.
O terceiro quarto tinha uma cama de casal com lençóis azuis, um banheiro, vidraças grandes e compridas e uma pequena varanda. Havia também um grande armário um pouco maior que o do outro quarto. Havia uma Tv também.
A quarta porta também era um quarto, mas Não tinha uma cama. somente um armário branco, a janela como a do primeiro quarto.
Na última porta, havia um escritório. Havia duas mesas de trabalho de vidro. uma delas era equipadas com dispositivos de desenho, como uma luz por debaixo da mesa de vidro, o que tornava mais fácil esboçar e ver com clareza os traços, uma caixa com uma infinidade de tipos de lápis e canetas e um bloco de folhas tamanho grande.
Haviam alguns livros em grego antigo
Na outra mesa havia apenas um estojo, alguns arquivos e uma agenda.
Nós saímos para o quintal no fundo da casa. Havia uma árvore bem grande, e uma construção circular alta.

***


Lá dentro, havia uma infinidade de livros. desde romances até manuais em grego antigo. Havia uma escada de metal presa á estante que dava a volta na biblioteca, pois o teto era muito alto para se alcançar.
– Agora eu gostei — murmurei, olhado para os livros até o teto, e abracei Percy pela cintura.

Notas finais
favoritem, recomendem, comentem, etc. kkkkkk :)