Pequenas mãos
26 Novamente
Érica pov's on
Tentei abrir os olhos mas a clarão não me deixava ver quase nada mais eu podia ouvir Ivy balbuciando algumas coisa enquanto Arthur acalmava ela . Me sentia cada vez mais enjoada e com uma dor de cabeça terrível , não me sentia bem já tem uns dias e somente hoje que eu acabei me sentindo mais mal ainda , minha avó não iria desistir nunca de me perturba ainda agora que ela me achou .
Escutei alguém entrando no quarto e subitamente os meus olhos se abriram .
Médico:— Ainda bem que acordou senhorita .
Érica:— O que eu tenho ? — perguntei rápido já que eu tinha noção que não estava bem .
Arthur:— Me diz que são notícia boas ?
Médico:— Escutem com atenção — nesse momento até Ivy ficou quieta — Érica esta totalmente anêmica e com baixa imunidade .
Arthur:— Ela não se alimenta bem e nem se cuida , ela vive somente para nossa filha . Eu ainda nem sei como nossa filha vive somente do leite materno dela .
Médico:— Pois é mocinha , agora você precisa se cuida muito mais , ainda mais agora que esta grávida novamente , meus parabéns ao casal e garotinha linda de vocês .
O médico saiu do quarto nos deixando sozinhos , meus olhos queimava por conta das lágrimas que insistia em cair sem parar , Arthur me olhava com os olhos marejados e sem me dizer nada ele me abraçou forte , apertando Ivy em nossos corpos .
Érica:— M... Me d...desculpa — disse em meio tantas lágrimas .
Arthur:— Não precisa pedir desculpa — ele afagava meus cabelos e apertava com certa leveza o corpinho de Ivy — Eu amo tanto vocês .
Érica:— Eu acho que não vou consegui passa tudo isso novamente , dessa vez.eu me sinto mais fraca.
Arthur:— Dessa vez estou com você e viu me.esforça.o máximo que posso .
Depois de conversa-mos , eu tive alta e fomos para casa , chegando em casa tudo estava um silêncio . Fomos diretos para o quarto depois de ter colocado Ivy para dormi , estávamos deitados e Arthur alisava minha barriga .
Arthur:— Vou te ajudar em tudo e cuidar muito de vocês .
Érica:— Não consigo me imaginar com outro bebê para amar já que amo muito minha Ivy . — meus olhos se encheram de lágrimas — não sei se sou capaz de amar esse bebê também .
Arthur:— Seremos capazes de amar sim , é nosso bebê — ele ficou de frente com minha barriga e começou a conversa com nosso pequeno bebê .— Você mal foi descoberto e já posso sentir o tanto que você é importante para mim , você será a nossa pequena alegria assim como sua irmã . — ele beijo minha barriga — eu amo você .
Eu podia sentir que tudo mudaria mais de que forma ? Para melhor ou pior ? Daqui para frente eu precisava entender do por que todos esses acontecimentos repentinos .
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