Notas iniciais
Hi peoples! Uma fanfic novinha em folha da Paula Padilla!
Espero que gostem, pois eu me esforcei muito para ter essa ideia, e estava tentando fazer uma fic divônica... Mas, sendo eu a autora, é impossível.
Dedico esse capítulo a minha hermana, Roli Cruz Bemol e ao meu cunhado, Jonathan Bemol.
Enjoy!

Parabéns, “titia”! To louco pra ver a minha louca pirando pelo sobrinho. Pena que tenha que ser assim... To indo aí pro hospital, okay? Beijo, Charlie.

Sinceramente, eu estava deprimida. Mas talvez – só talvez – a presença do meu namorado me anime. Olhei a mensagem de novo. Suspirei e fechei.

Na verdade, acho que nada pode me animar. Tudo bem estou feliz que vou ganhar um sobrinho. Mas pelo jeito que se deu, acho melhor continuar sendo só mais uma garota comum.

Eu sinceramente estava brava com Brendon. Queria arrancar as unhas dele. Queria cortar fora o membro dele. Queria jogar ele na frente de um trem em movimento.

Mas isso não mudaria nada.

-x-

– Mas ela está bem, não está? – Charles perguntou.

– Vai ficar, embora ainda não saibamos a gravidade dos acontecimentos. – o médico respondeu.

Estávamos do lado da Lilah, e ela ainda estava desarcordada.

– Quanto tempo até ela acordar? – Perguntei, nervosa.

– Varia muito. – O médico respondeu. – Bom... Vou deixá-lo sozinhos com ela. Se a senhorita acordar, me procurem e venho imediatamente.

Ele saiu da sala.

– Ela vai ficar bem. – Disse Charles.

– Eu vou... Esganar aquele maldito idiota! Como ele pôde fazer isso com ela? Pobre Lilah... Vou afogar aquele miserável lazarento no ácido, arrancar-lhe as unhas com um alicate, pregar ele na parede e tentar furar seus olhos com dardos... Não! Melhor! Eu... – eu comecei.

– Hey, ela acordou. – Charles me cortou.

– Lilah... Como está? – perguntei, com medo de ela estar se sentindo mal, ou outra coisa.

- Tonta. – ela respondeu.

Ela é naturalmente tonta. Isso não conta.

Eu vou matar aquele vagabundo.

– Aquele desgraçado... – Eu disse, tentando tirar uma mecha loira da cara da minha irmã. – Juro que ele nunca mais vai fazer sexo novamente. Faço questão de tirar o membro dele com uma tesura cega. Idiota... Vou triturá-lo com o moedor de carne lá da nossa cozinha.

Ela tossiu. Acho – só acho – que ela tentou rir.

– Porque eu to aqui? – Ela perguntou.

- Não se lembra de nada? – perguntei, preocupada.

- Bom... – ela começou...

Olha... Eu não queria que ela lembrasse. Não queria mesmo.

Ela pirou. Ela achou que nós não sabíamos de nada. Tadinha.

Expliquei pra ela como soubemos onde ela estava. Ela foi achada num beco por um garoto com cara de safado, que mais tarde fui descobrir se chamar Nathaniel. Ela precisou fazer uma cirurgia e isso não foi o pior.

O maldito bastardo engravidou minha irmã. Que, antes disso, era virgem.

– E quem é você? – Perguntou Lilah.

Ah não...

– Então, Lilah... – Corei violentamente. – Lembra que eu te falei sobre aquela pessoa das aulas de violoncelo?

Ela entendeu e sorriu.

– Então, você é o Charles? – Ela perguntou.

– Uhun. – Ele respondeu. – Prazer em conhecer.

– Idem. – Ela parecia que estava se segurando pra não rir.

– Hey... – Eu disse. Olhei pro meu loiro, evitando olhar para Lilah – Não é melhor chamar o doutor? Ele falou que se ela acordasse, era bom ele saber.

– Já vou. – Ele levantou e saiu pela porta.

Eu estava muito vermelha. Não, ela não ia dizer nada!

– Nem pense em falar nada. – Eu sorri, levantando um dedo para ela, que revirou os olhos.

Ela perguntou como o garoto a encontrou. Eu expliquei: ela estava jogada no chão, com a testa sangrando, um olho ferrado, roupa rasgada, pulso marcado e um tornozelo num rio de sangue.

Sinceramente? Eu não lembro muito bem... Até a parte em que o médico disse para Lilah, tornando oficial:

– Você está grávida, senhorita Phelps.

Sabe quando mil coisas passam na sua mente? Então.

Eu já sabia, mas ouvir dizer para Delilah... Tornava mais palpável, mais... Real.

Inconscientemente, já amava aquele bebezinho. Mas se bem que era muito rápido para saber o resultado de uma gravidez... Que se dane, vou ser tia Sammy.

Foi aí que eu pensei: Eu vou ser a melhor tia do mundo. Não vou ser uma tia qualquer.

Promessa pessoal que mudou minha vida.

Notas finais
Então... Ficou muito ruim? Mereço rewiews?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.