Pensando bem.... – James and Dominique
2 Pensando bem.... se não fosse todas as pegadinhas que o Sirius insiste em fazer comigo não teríamos nos aproximados, nem nos beijado como aconteceu uma vez!
Notas iniciais

Pensando bem.... se não fosse todas as pegadinhas que o Sirius insiste em fazer comigo não teríamos nos aproximados, nem nos beijado como aconteceu uma vez!
[...]
Quinto ano, estava tudo bem, o dia estava lindo, os alunos conversando, mas um aluno estava sem nada para fazer e decidiu infernizar a minha vida, James Sirius Potter!
— Dominique – escutei o meu nome, mas não acreditei, não acreditei que ouvi James falando Dominique.
— Você está doente Potter, quer que eu te leve para a Madame Pomfrey? – pergunto me virando em sua direção.
Ele está parado encostado na parede sorrindo, de um jeito sexy. “O que está pensando Dominique! Pare já de pensar isso do Potter”
— Dominique eu posso ser legal quando quero – ele fala.
— O que você quer? – pergunto, mas reparo que não é essa a pergunto. — O que você está aprontando?
Ele coloca a mão no coração como se estivesse magoado.
— Nossa como você pensa mal de mim – ele fala ainda sorrindo, isso está estranho.
— Fala logo, Potter!
— Você não poderia dar três passos para frete? – ele pergunta.
— Não, eu não poderia, não sou idiota! – digo bruxando os meus braços.
— Se você fizer isso, prometo que não encho mais o seu saco hoje.
— Ra, até parece, isso é meu pouco. Uma semana – digo.
— Dois dias? – ele fala.
— Três!
— Três? – ele fica em dúvida. – Tudo bem, três dias por três passos!
— Acho que vou me arrepender disso, mas... – digo dando um passo e nada acontece.
Dou outro passo e nada!
Mais um passo e paro, olho para o Potter.
— Três passos.... Feito – digo e quando eu me viro para ir embora sinto um liquido escorrer pela minha cabeça fecho os olhos institivamente e permaneço assim, imóvel, por um tempo, só consigo escutar as risadas do Potter e aproximação de pessoas.
— Há Domi, não acredito, de novo – escuto Molly fala.
— Não pode confiar nele Domi – Lucy fala.
— Conseguiu James, eu estava duvidando – Fred fala, eu abro os meus olhos limpando a tinta deles e do meu roso e vejo que é tinta azul.
Eu me recomponho, pego a minha varinha que está no meu bolso e aponto para o Potter.
— Dominique não vai matar o meu irmão – Lily fala em algum lugar no corredor.
— Se alguém tentar me impedir de matar o Potter eu mato junto – digo firme.
— Bom, acho que deu a minha hora – ele fala e sai correndo e eu vou atrás.
Final da história, eu corri atrás deles por toda Hogwarts, de cima a baixo e para todos os aldos, acabei destruindo algumas estatuas e o Potter bateu a cara em uma porta enquanto corria e olhava para trás, toda barulheira chamou atenção da Minerva, que nos deu tres semana de detenção, uma por correr pela escolha fazendo barulho e outra por destruir a propriedade, a última semana foi pelo Potter ter jogado tinta azul no meu cabelo e por eu tento matar ele.
— Vocês vão acabar se matando ou destruindo essa escola e eu não quero essa escola em ruinas – Minerva diz saindo.
— Reparou que ela não se importa com a nossa morte – James diz.
— Nem eu me importo com a sua morte, Potter – digo.
— Você ficou linda de azul – ele fala.
— Vai se ferrar – digo saindo. – E espero que você cumpra com o prazo de paz que me deve!
— Eu sempre cumpro minhas promessas, Jacqueline, mas depois de três dias, a paz acaba – ele fala.
[...]
Outra vez não acabou só nisso, acabou de um jeito muito pior!
Ainda estamos no quinto ano e o James andou praticando suas pegadinhas e o pior tio Jorge andou ajudando.
Estou eu, Dominique Weasley, com muita fome, pois passei horas na biblioteca estudando então eu tenho que correr para chegar a tempo no jantar que nem reparo que bem na porta James está parado, não ligo e continuo andando, mas devia ter ligado pois quando passo na porta meus pês enrolam em alguma coisa, provavelmente uma nova invenção do tio Jorge, isso faz eu perder o equilíbrio e ir ao chão, mas não antes de conseguir me agarrar ao Potter e puxá-lo junto, péssima ideia, pois nisso ele caiu em cima de mim e ficamos muito perto um do outro, cara a cara, olhos com olhos e infelizmente ou felizmente boca com boca.
James be beija e eu louca correspondo, não sei no que estava pensando, mas gostei e me bati mentalmente por isso, o que sobra da minha consciência me acorda e o empurro para o outro lado nos separando, eu sento rápido, tiro a corda dos meus pés e levanto.
— Ótimo, perdi a fome! – digo saindo e deixando o Potter no chão estático, esperava ouvir ele falar alguma coisa pelas costas, mas nada, apenas silencio dele e de todos que estavam no salão principal.
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