É maldosa tua forma
agora para mim.
Mas não é maldosa tua forma
depois para eles.

Vou-me agora, prédio abaixo.
Fugir a algum lugar, enquanto ainda está por lá.
Sem ressentimentos, ou sim ou não.
Assuma tua forma maldosa lá,
enquanto te abandono por cá.

Por hora, adeus.

–-



Sou um rato desamparado e maltratado,
por estes meus filhotes.
Revejam seus atos.
Quando eu cair em sono profundo eternamente,
todos irão chorar.
Mas também sei que se o contrário correr,
chorarei eu.

–-


Desculpas são jogadas para os ares
desconfiadamente acatadas por ti.
Entrego-lhe meu sorriso
enquanto tento fugir.
Entre lamúrias e passadas rápidas.

–-


Falha experiência reside naquela cápsula.
Chora pedindo por reconhecimento.
Não é inferior em sua mente,
é igual em coração.
Pobre experiência.

–-


Minha arma é o silêncio
e o mistério de minhas palavras.
Cuidado com mentes que não pode invadir.


–-


Já não posso recorrer as minhas conclusões.
E neste mundo já não há
pessoas sábias para
suas conclusões eu recorrer.

Notas finais
Santa sexta féria, bendita aula de química.
Foi naquela sexta-feira, que resmunguei inutilmente.