Pensamentos De Um Pseudo-poeta À Beira Da Loucura.
10 O Narrador
Notas iniciais
Frederich Mitchell Evans.
Assim está escrito em minha identidade.
Portanto se aqui um cadáver encontrar, já sabem quem é.
Para que não enterrem simplesmente Frederich, contarei um pouco de quem sou.
Não sou ninguém.
Não me importo com o que faço, nem de onde vim, apenas uma coisa de valor tenho — Minha mãe, Elizabeth Mitchell.
Dona de todos meus valores, a melhor pessoa do mundo.
De meu pai, não digo nada.
Trapo de homem. Me abandonou quando pequeno, nem de seu rosto me lembro.
Mas os senhores à este ponto deste texto despretensioso, provavelmente já se perguntaram porque aqui estou.
Não sei, não sei. Nem eu mesmo sei!
Mas um poeta aqui viveu. Talvez há 15 ou 20 anos atrás.
Um homem confuso e aparentemente frio, principalmente com amores.
Sem dúvidas, de solidão aqui morreu.
Estranho é que há dois dias aqui estou e pouco dele sei.
Preciso de teu nome, mas é como se ele não existisse.
Não deixa nenhuma pista disto, mas é o que eu quero.
Daqui não sairei, enquanto viver.
Estou procurando sentido e motivo para esta loucura que faço
Mas não tenho ideia do porque. É uma força estranha...
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