Após enfrentar um dos casos mais difíceis de sua vida, o assassinato no Expresso Oriente, o detetive Hercule Poirot se preparava para passar uma temporada de férias em Miami, Florida. Afinal, após resolver tantos crimes difíceis ele precisava descansar um pouco sua brilhante mente. Mas alguns dias depois ele recebeu uma ligação do chefe de uma Unidade de Análise Comportamental do FBI, Spencer Smith. Sabendo de toda sua experiência mundialmente conhecida, Smith fez o convite a Poirot, para que ele fizesse parte de uma investigação, junto com a equipe de Smith, para tentar a todo o custo evitar um ataque terrorista aos Estados Unidos.

Poirot não pensou duas vezes antes de aceitar o convite, apesar de estar de férias, trabalhar com esse pessoal tão qualificado valeria muito mais a pena para deixar seu nome sacramentado na historia.

Poirot estava muito empolgado com esta oportunidade, mas também estava muito preocupado porque eles o haviam confiado uma tarefa muito importante e que precisava ser resolvida imediatamente. Outro motivo que o deixava preocupado era o fato dos agentes federais não gostarem muito dele por ele não ser cidadão americano. Apesar de que Smith já teria alertado todos quanto ao seu potencial para resolver os piores e mais complexos crimes possíveis.

Começando as pesquisas Poirot já mostrou o porque de estar ali e desvendou o nome de uma série de pessoas que poderiam estar muito envolvidas nesse possível atentado, pois ninguém havia, ainda, conseguido descobrir e isso tirou um pouco da desconfiança da maior parte dos agentes, menos de uma pessoa, Jess. Ela pressentindo que Poirot logo descobriria que ela estava se relacionando com um dos possíveis criminosos, foi conversar com Smith, acusando Poirot de ter um terrorista dentro do FBI repassando informações cruciais aos seus superiores terroristas.

No primeiro instante, Smith não teve reação, então momentos depois convocou uma reunião com Poirot e toda a corporação. Ele queria passar a limpo toda essa historia, porque não sabia se acreditava em uma agente problemática ou em um renomado detetive belga, Hercule Poirot.

Ao começar a reunião, Smith parecia ter escolhido em quem confiar, então ele falou sobre assuntos distintos das acusações de Jess. No que acabara essa reunião, Smith convocou Poirot para ir a sua sala e explicar a ele toda essa situação que fora envolvido. O detetive belga parecera meio surpreso, pois ele havia sido convidado e se não fosse por isso Poirot não saberia dessa missão secreta.

Smith já tinha pensado nessa situação e sugeriu para Poirot investigar a vida pessoal de Jess, pois ela certamente já estava envolvida com alguém relacionado aos terroristas. Ao investigar sobre a vida pessoal dela, o detetive descobriu que a agente sofria de transtorno bipolar e tomava fortes remédios. Poirot também descobriu uma série de ligações feitas pelo celular de Jess para um homem chamado Mohammed Zayd. O detetive foi pesquisar para ver quem era esse homem e descobriu que ele era um dos terroristas mais procurados do mundo, e, que esse homem era responsável pelos ataques que estavam acontecendo nos Estados Unidos.

Após descobrir isso, Poirot foi falar com Smith e contar o que havia descoberto. Sem pensar duas vezes o chefe da UAC ordenou que o detetive interrogasse Jess.

Já na sala de interrogatório, Poirot perguntou para Jessica Curry:

— Sra. Curry irei fazer algumas perguntas para você e espero que a senhora colabore conosco.

— Gostaria de saber porque estão me interrogando. — Jess falou preocupada.

— Descobrimos que a senhora possui um transtorno bipolar e não havia falado para o FBI. Porque?

Jess ficou perplexa e não soube o responder. Poirot percebeu sua reação e decidiu falar diretamente sobre Zayd.

— A senhora conhece Mohammed Zayd?

— É claro. Ele é só um dos terroristas mais procurados do mundo. — Jess falou com um ar de ironia.

— Sra. Curry este é o seu celular? — Poirot disse pegando o celular de Jess.

— Sim, porque? — disse nervosa.

— Sra. Curry, este celular contém uma série de ligações para Mohammed Zayd. O que a senhora tem a dizer sobre isso?

Jess ficou em silêncio e começou a gaguejar, porém ela não queria explicar a real situação. Então Poirot sem deixar ela se explicar, falou em seguida:

— A senhora não gostaria que seu filho de cinco anos soubesse no futuro que sua mãe é uma terrorista, gostaria?

Jess começou a chorar e cedeu.

— Ele ameaçou minha família, meu filho e minha mãe, eu não tinha outra opção a não ser obedece-lo.

— Então porque a senhora não me conta as informações sobre ele e nós a deixamos livres das acusações e protegeremos sua família e você de qualquer coisa que possa acontecer.

Jess contou as informações para Poirot, que no mesmo momento organizou uma caçada à Mohammed Zayd, que já estava nos Estados Unidos planejando seu próximo ataque. E na cidade de Houston, Texas, ele foi encontrado e capturado no momento em que recrutava mais pessoas para fazer parte deste ataque. Mas ainda sim alguns terroristas conseguiram escapar......

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