Meu delírio naquela pele vive

Ah, caminha livre por sua palidez...

Apaixona-se por esse declive:

Meu vazio sôfrego que então se desfez.

.

E ela é tão leite, tão estrela, tão medo!

Carregando em si esse meu desespero.

.

Agoniza-me buscar as palavras

Que então descrevam meu terno delírio...

Morrer em teus braços, sempre sem garras,

Morrer sangrando no afiado lírio!

.

E ela é tão vida, tão morte, tão minha!

Faz-me falecer nessa escrivaninha.

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Notas Finais:

Escrevo as notas aqui, no espaço onde era pra estar a história, porque o Nyah não respeita poesias curtas com menos de 100 palavras.

Pois bem, meus Danoninhos.

Se alguém leu, eu ficaria feliz com um review. Eu gosto muito dessa poesia.

Kissus ♥

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!