Peace Is Far From Me
2 Devo ou não seguir o instinto familiar ?
Notas iniciais
Dia 22 de Janeiro no Canadá.
~João Pedro~
Um menino jovem de apenas 16 anos, com belos olhos verdes e cabelo preto. Na maior parte do tempo está estudando ou com os seus pais, com que é apegado de mais.
No ano passado em seu aniversário de 15 anos, Pedro descobriu algo realmente incrível, ele sem querer parou o tempo quando houve um incêndio em sua comemoração com os amigos e a partir dali ele experimentou treinar cada vez mais e não 100% mas hoje ele domina bem esse seu astuto poder.
Saindo com os pais para patinar. -Vamos logo, se não vai encher a pista, disse Pedro.
—Calma filho vai dar tudo certo, está cedo ainda, aproveite que estamos juntos e converse com a gente sobre como tá a escola. Disse a mãe de Pedro.
—Verdade, concordou seu pai.
—Ah a escola ? Ta super normal, nada de diferente, além do mais eu estudo na mesma escola desde pequeno o que eu poderia ter de novo ? Disse Pedro.
—Não sei, você é jovem deve ter obtido algum poder especial. Disse a mãe de Pedro.
—PARADOS, POE TUDO NO CHÃO, Gritou um assaltante de frente para Pedro e seus pais.
—Mãe, pai por que estão obedecendo ele ? Perguntou Pedro.
—Ele irá nos matar filho, obedeça e abaixe. Disse seu pai.
—CANSEI, MORRAM. O bandido deu 5 tiros.
—Nem pensar. Pedro disse e logo após sua frase, fixou seus olhos no local e tudo parou, as balas, as pessoas, seus pais... O tempo era dele.
—Acha que pode ameaçar minha família ? Que patético, disse Pedro chutando o rosto do bandido e o desmaiando.
Assim que o tempo voltou.
—Filho eu vi tudo, disse a mãe de Pedro.
Exatamente, essa é a desvantagem do poder de Pedro, ele pode parar o tempo por um curto período mas todos do local conseguirão ver, só não poderão se mover.
—Bem mãe eh... Eu posso explic.. Disse Pedro, sendo interrompido.
—Não precisa se explicar filho. Disse seu pai.
—Vamos para casa, o dia foi cansativo de mais. Disse sua mãe.
—Claro.. Concordou Pedro pensativo.
Os pais de Pedro foram na frente enquanto Pedro vasculhava a roupa do bandido.
"Manhatam Estados Unidos, rua 127 avenida central. 'Se você encontrou esse cartão, você tem algo especial, me encontre em uma semana' "
As 00:00. -Certo vamos lá, disse Pedro pulando a janela de seu quarto indo rumo a estrada para Manhatam.
Brasil em casa.
~Stefani~
Stefani, 17 anos, loira, olhos castanhos que mora com os pais e uma irmã mais nova com quem não se dá nada bem. Maior parte do tempo estuda ou fica assistindo animes e séries e esquece da vida.
—Filha aproveita que hoje você não teve aula e vai buscar sua irmã na escola. Pediu sua mãe.
—Eu não vou buscar a Sol. Disse Stefani.
—Obedeça sua mãe Stefani!! Disse seu pai nervoso.
—Que droga, OK eu irei mas só dessa vez, garota estúpida. Disse Stefani saindo de casa.
Celular tocando. -Alô ? Atendeu Stefani.
—Stefaniiii, sua irmã, eu to aqui na escola dela venha rápido. Disse Liliam sua amiga.
—O que essa garota ta tramando ? Perguntou Stefani.
—Ela ? Nada e se você não vier rápido talvez ela nunca mais faça besteira e deixaria de ser criança. Disse Liliam.
Stefani deixa o celular cair e sai correndo para a escola de sua irmã Sol.
Chegando na escola.
—Você é Stefani ? Então essa é a sua poderosa irmã Sol ? Disse um bandido que fazia Sol de refém.
—Stefani vai embora, me desculpa ser uma irmã ruim, ele vai te machucar. Disse Sol chorando muito.
—Sua idiota, eu te odeio mas nunca deixaria alguém te machucar, disse Stefani.
—A conversa ta muito boa mas se você não me obedecer Stefani eu terei que matar essa pequena garotinha. Disse o bandido.
—Solte-a AGORA, disse Stefani enquanto chorava.
—Então venha até aqui. Disse o bandido.
Stefani foi até sua direção e próximo dele, o bandido atirou 5 balas em Stefani.
....
Stefani com o braço jogou todas as balas para o lado.
—Irmã você é incrível, disse Sol.
—Vamos ver se eu posso mais. Disse Stefani indo em direção ao bandido.
Stefani o socou com uma força tão grande que ele provavelmente voou para outro estado.
—Irmã você tem super força, disse Sol segura em seus braços.
O bandido deixou um celular e esse mesmo toca.
—Alô, quem está aí ? Atendeu Stefani.
—Para você ter atendido, deve ter matado o meu bandido contratado. Preste atenção, em uma semana quero você em Manhatam Estados Unidos, rua 127 avenida central.
—Para que ? Perguntou Stefani.
—Pense na sua família e venha. Respondeu o homem, assim desligando.
—Quem era Stef ? Perguntou Sol.
—Ninguém importante, vamos pra casa, tomar sorvete juntas, pelo menos uma última vez. Disse Stefani segurando lágrimas.
—EBA, VAMOS. Assentiu Sol super feliz.
Assim Stefani na noite do dia 22 fugiu de casa rumo a Manhatam e preocupada com sua família.
Nesse mesmo dia, Japão.
~Tatsuya~
17 anos, habitante de Tokyo, sonha em um dia ser um grande físico, possui olhos azuis e um cabelo branco como a neve, mora com a mãe, o pai fora desaparecido e nunca encontrado.
Manhã do dia 22.
—Filho hoje eu quero ir na praia para relembrar de quando você era pequeno e íamos todos juntos, que tal ? Perguntou a mãe de Tatsuya.
—Claro mãe, pela senhora eu irei sem dúvida. Disse Tatsuya.
—OK, vá se arrumar que iremos cedo para não lotar a praia. Disse sua mãe.
—Certo. Assentiu Tatsuya.
No caminho para a praia.
—Mãe você não sabe nadar ne ? Perguntou Tatsuya.
—Quem disse ? A gente não vai a praia desde que seu pai sumiu, de lá para cá eu aprendi muito bem. Disse sua mãe sorridente.
—OK mãe, vamos nos divertir então. Concordou Tatsuya.
Já na praia.
—Filho olha só como eu nado bem. Disse a mãe de Tatsuya enquanto mergulhava.
— "Ela está super feliz" pensou Tatsuya.
Passaram 2 minutos e nada da mãe de Tatsuya voltar.
—Ela aguenta 2 minutos em baixo d'agua ? MÃE ? MÃE!!
Tatsuya gritou e foi correndo para a água.
Tatsuya mergulhou, e viu sua mãe lá em baixo.
—MÃE, que merda, eu nunca fui bom submerso na água, irei morrer junto com ela.
Disse Tatsuya.
Só que Tatsuya não percebeu mas ele estava respirando em baixo d'agua sem problemas, com isso ele foi rápido e resgatou sua mãe.
Já na superfície.
—Mãe respiraaaaa, gritou Tatsuya desesperado.
A mãe de Tatsuya estava "morta" até que ele tocou no seu peito e como mágica a boca se sua mãe se abriu e toda água que fora engolida por ela saiu dela e entrou para o corpo de Tatsuya, o próprio Tatsuya fez sua mãe voltar a vida e o mesmo controlava a água e não sabia.
Algumas horas depois, a mãe de Tatsuya.
—Filho vamos pegar o ônibus e voltar para casa, chamou sua mãe.
—Certo, irei comprar um refrigerante e já irei.
—Ei garoto, um homem chamou Tatsuya.
—Boa tarde senhor, eh.. Posso ajudar ? Cumprimentou-o Tatsuya.
—Tome, adeus. O homem deu um cartão a Tatsuya e se foi.
— "Manhatam Estados Unidos, rua 127 avenida central, se você tem super poderes esse cartão e esse lugar é para você" Leu Tatsuya.
—Irei pensar a respeito, quero conhecer pessoas como eu. Disse Tatsuya, indo para casa imaginando outras pessoas com poderes.
A tarde no Brasil.
~Matheus~
15 anos, um menino bonito, loiro e de belos olhos castanhos, órfão pois os pais foram assassinados por motivos que até hoje Matheus não descobriu, mora num orfanato, egoísta e nega todos os pais que o querem adotar.
—Diretora, irei sair pra dar uma volta, aqui dentro está um tédio horrível. Disse Matheus a diretora do orfanato, já saindo.
—Certo, não demore muito. Disse a diretora.
A caminho do parque.
Matheus apesar de orgulhoso, egoísta e muito único, tem o seu lado amoroso ainda vivo. O mesmo foi ao parque para alimentar os filhotes de micos que haviam ali.
Sentou no banco do parque e achou um jornal.
— "A cerca de 24horas 20 pessoas já foram assassinadas" leu Matheus um pouco intrigado.
—Esse parque tem bastante gente, seria um desastre se houvesse um assassinato aqui. Disse Matheus para si mesmo.
—MORRAM TODOS SEUS VERMES. Gritou um homem completamente coberto, atirando e matando 15 pessoas na mesma hora no parque.
—Quer morrer também garoto ? Disse o homem.
—Não tenho nada mesmo, acabe logo com isso. Disse Matheus, mas olhou para a árvore e viu... Um dos pequeninos micos recebeu um tiro.
—Você machucou a única coisa que me sobrou. Disse Matheus.
—Mas você me falou que não tinha nada, vamos lá, o inferno é legal. Disse o homem.
—CALADO SEU MERDA. Gritou Matheus. Assim uma luz forte e branca brilhou e tudo se cegou e Matheus apagou.
No orfanato, acordando.
—Que horas são ? Eh.. 08:00 ? Já é dia 23 ? Calma aí.. HOJE É DIA 22, EU VOLTEI NO TEMPO. Matheus gritou e para ele agora tudo fez sentido, só que dessa vez havia um papel ao lado de sua cama.
— "Manhatam Estados Unidos, rua 127 avenida central, se você está lendo isso é porque deve me encontrar em uma semana nesse local"
—Certo, querem me sequestrar para voltar na época dos dinossauros e ver se foi mesmo o meteoro que os matou. Disse Matheus ironico.
—Mas OK, já enjoei daqui mesmo, vamos lá conhecer uns rivais com poderes. Disse Matheus se preparando para a viagem.
Austrália.
~Lu~
22 anos, professor de história, cabelo loiro quase branco, olhos escuros. Possui já a casa própria, mas passa a maior parte do tempo com os pais e a irmã mais nova Lucy, e namora uma bela garota chamada Skylar.
Dando aula para uma turma do primeiro ano do ensino médio.
—Pessoal, vamos terminar a aula um pouco mais cedo pois quero conversar com vocês sobre uma coisa. Disse Lu.
—O que foi professor ? Perguntou Hanna uma aluna super exemplar.
—Bem, todos nós sabemos que aqui na Austrália nunca presenciamos o frio certo ? Perguntou Lu.
—Sim! Respondeu a turma.
—Olha só. Disse Lu, soltando gelo pelas mãos e assoprando o mesmo gelo, fazendo nevar na sala de aula e colocando sorriso no rosto de seus alunos.
—Vão guardar segredo ? Teremos uma aula sempre geladinha OK ? Se prometerem guardar segredo é claro.
—Sim professor. A turma concordou.
Na saída...
Barry, um aluno extremamente calado, aluno de Lu.
—Ei garoto, venha até aqui. Um homem dos cantos o chamou.
—OK... E Barry foi.
—Seu professor é meio suspeito ? Perguntou o homem.
—Ele solta gelo.
—Não, calma calma não é isso. Desesperado Barry tentou se corrigir.
—Obrigado garoto. E assim o homem se foi.
—O que eu fiz ? Me perdoe professor... E assim Barry chorou arrependido.
Chegando em casa.
—Mãe, pai cheguei. Disse Lu.
—Oi filho, a Lucy disse que queria te mostrar algo. Disse sua mãe.
—OK irei subir, e Lu foi ver Lucy.
—Cheguei princesaaaaa. Gritou Lu e... Lucy não estava lá.
—Mãe, pai a Lucy não está aqui. Gritou Lu.
—Ela deve estar brincando filho. Disse seu pai.
—An ? O que é isso ? Lu achou uma carta.
— "Você tem uma linda irmãzinha, como será que ela ficaria careca ? Não quer ver né ? Precisamos do seu poder aqui em uma semana, Manhatam Estados Unidos, rua 127 avenida central. Conto com você para salvar sua princesinha" Leu Lu.
—Certo, quando o caso é a Lucy eu não irei me segurar, independente daquilo que pode me matar... Disse Lu.
— " Eu te amo mas estou indo para Manhatam, você tem poderes, deve ir também " Lu deixou uma mensagem para sua namorada Skylar e se foi rumo a Manhatam.
Japão.
~Sora~
17 anos, jovem e possui belos olhos vermelhos e um lindo cabelo azul, mora com a mãe e cursa o ensino médio.
Na escola.
—Sora, poderia ir até a diretoria ? O diretor quer falar com você. Disse a professora.
—Certo. Concordou Sora e saiu.
Na porta da diretoria escuta uma conversa e curioso entra sem bater.
—Quer falar comigo ? Perguntou Sora ao diretor.
—Sim Sora, sente por favor. Disse o diretor.
—Bem, esse é Rob um contratado de um senhor de uma empresa para bons alunos nos Estados Unidos e eu iria recomendar você. Disse o diretor.
—É um prazer Sora, disse o homem com um sorriso no rosto e estendeu a mão.
Sora apertou a mão dele é aí... "Planos de assassinato, conversas sobre esquemas abusivos de jovens com poderes" aí tudo se ligou, Sora viu o passado dele, Sora também tem poderes.
—É um prazer.. Disse Sora o socando e saindo rápido dali, pegando a arma, cartão e chave do carro do homem.
—Manhatam né ? Vamos lá salvar a galera. Disse Sora entrando no carro e pegando rumo.
Brasil.
~Hermeus~
15 anos, olhos castanhos e cabelo preto, mora com o pai e estuda em casa, viciado em jogos e sem muitos amigos.
De manhã em sua casa.
—Pai, hoje vai ter a inauguração daquele estadio para jogos eletrônicos, posso ir ? Perguntou Hermeus.
—Se você não demorar tudo bem, vá se divertir filho. Disse seu pai.
Hermeus foi e chegando lá viu que o estádio era super alto, sempre gostou de altura e decidiu ficar no último andar que por sinal estava lotado também.
Ao lado de Hermeus.
—Toma garoto, disse um homem. Assim entragando um cartão a ele.
E um tremor aconteceu, o estádio estava desmoronando, Hermeus estava já com a certeza de que iria morrer.
Pessoas gritando e caindo aos poucos, por instinto Hermeus fechou aos olhos e concentrou energia.
Quando abriu novamente os olhos o estádio estava destruído mas todos estavam bem, porém havia mais alguém.
O homem que lhe deu o cartão estava pendurado lá em cima.
—ME AJUDEM, gritou o homem.
—O que eu faço ? Não pode ter sido eu que salvou toda essa gente mas vamos lá. Disse Hermeus.
E o homem caiu, de pé e ileso.
—Garoto vá até o local dito no cartão, te devo essa tome aqui. Disse o homem lhe dando uma arma.
O cartão dizia "Super poderes ? Venha. Manhatam Estados Unidos, rua 127 avenida central"
—Certo, isso parece um jogo, vamos acabar com a gravidade em Manhatam. Disse Hermeus pegando rumo aos Estados Unidos.
Austrália.
~Skylar~
22 anos, trabalha num super mercado, mora com os pais, possui olhos escuros e um lindo cabelo roxo e namora um professor de história chamado Lu.
De manhã.
—Meu Deus irei me atrasar para o trabalho, brincadeira é claro que não irei. Disse Skylar se teletransportando para o trabalho.
—Bem na hora em Skylar, nem vi você chegar. Disse o patrão.
—É chefe, ninguém nunca vê. Concordou Skylar.
—Hoje quero que você saia mais cedo pois chegarão umas novatas e quero testar elas, disse o patrão.
—OK, só não me demita. Disse Skylar ironica.
Saindo do trabalho...
—Vou ligar para o Lu, to com vontade de sair hoje. Disse Skylar.
—Ué ele não atendeu, terei que ir a casa dele ? Que saco. Skylar teletransportou para a casa de Lu.
—Oi pessoal, cumprimentou a família.
—Oi minha linda, o Lu saiu com a Lucy.. Deve voltar em breve. Disse a mãe de Lu.
—Irei esperar no quarto dele. Disse Skylar e subiu.
—É, ele realmente saiu, deixa eu me distrair um pouco com o celular. Disse Skylar.
—Mensagem do Lu!! Que bom. Disse Skylar.
— "Estou indo para Manhatam, você tem ? Poderes, é melhor vir também" ah e ele também disse que me ama, pensou Skylar.
—Calma aí, Manhatam, Lucy.. LEVARAM A LUCY, que droga... Estados Unidos é longe de mais para teletransportar. Vamos de avião então.
Disse Skylar indo embora.
Abraço Galerito :)
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