Passionate

2 Capítulo 2


Notas iniciais
Omg, desculpa mesmo por ter demorado tanto. Admito que era por preguiça de abrir o word e começar a escrever, pois eu tenho várias ideias (que ainda estou decidindo se são clichês ou não). Quando eu abria o word para começar a escrever, simplesmente aparecia algo para fazer e eu me distraía, mas prometo que começarei a escrever semanalmente. Espero conseguir vários leitores...

Vaila acordou. Não sonhou, seus sonhos foram tão sombrios quanto o lugar em que se encontrava. Acordou confusa e desarrumada numa cama, não sabia onde estava.

— Olá? — disse Vaila, mas ninguém a respondeu.

Como, aparentemente, não tinha ninguém ali, Vaila decidiu levantar. Assim pôs os pés no chão, lembrou-se de tudo que aconteceu antes de desmaiar. Bom... Quase tudo, lembrava-se do pôr do sol, do coelho, da floresta escura e de...

— Olá. — o ser escuro e sombrio apareceu de repente.

Logo depois de um grito, Vaila começou a correr, mas uma mão segurou seu braço rapidamente.

— Você não pode sair ainda, ESTÁ ESCURO. — no começo, ele parecia gentil, mas ao ficar bruto no final de sua frase, Vaila sentiu o perigo daquele homem.

Resolveu ficar, não por medo, mas por não ter energia o suficiente para correr. Ela havia comido algo? Uma... Maçã?

— Você não deveria comer tudo que encontra por aí, aquela maçã estava estragada e suja e, pelo visto, você é muito fraca. — disse o homem.

Ao ouvir isso, Vaila abriu totalmente suas asas e franziu o cenho, assim demonstrava que estava irritada.

— Haha! Não fique irritada, fadinha, não falei por mal. Afinal, qual seu nome?

— ...

— Fale! — o homem fechou o punho.

— V-Vaila.

— O meu é Neil. Tome isso, é água. — Neil forçou um pote com água na boca de Vaila, que começou a engasgar.

— P-por que fez isso? Eu me afoguei.

— Você não parecia inteligente o bastante pra fazer algo por si mesma.

— Você não me conhece.

Vaila se afastou e sentou na cama.

— Já é noite? — ousou perguntar, depois de vários minutos sem nenhuma conversa.

— Aqui sempre é noite. Por isso os elfos saíram, não aguentaram a escuridão da floresta — Neil começou a sussurrar. — não aguentaram compartilhá-la conosco...

— Do que você está falando? Os elfos nunca morariam aqui, numa floresta apodrecida, pelo menos procurariam uma melhor. E, pelo que sei, eles sempre estiveram entre nós, fadas.

— Não julgue toda a floresta só por causa de uma maçã, aqui é o único lugar que permitiria a sobrevivência da minha espécie. Aparentemente, você não sabe de nada sobre o passado da sua aldeia, certo?

— É uma vila.

— Pobre alma desinformada... De qualquer jeito, manterei você presa aqui como forma de negociação com seu povo.

— Você é um daqueles monstros que todo mundo está falando?

Neil começou a rir.

Então, Vaila olhou para aquele homem e começou a brilhar, era um brilho intenso, que causaria uma queimadura de primeiro grau em qualquer um que a tocasse. Era sua forma de defesa, afinal.

Mas nele, o efeito do brilho parecia ser bem mais potente. Vaila não entendeu de início, mas depois tudo ficou claro. Quando percebeu o tamanho do perigo em que se encontrava, não pôde pensar em fazer nada além de gritar e fugir.

Notas finais
Foi muito difícil escolher o nome do Neil.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.