Notas iniciais
Gente.. De novo, morri. Faculdade está arrancando meu couro. Me desculpem :( Fiquei na dúvida desse final. Vejam se esta bom, e comentem!

Dean pressionava seu corpo contra o meu, enquanto sussurrava com seu hálito quente em meu ouvido:

— O que você quer?

Sinto o cheiro de seu hálito, hortelã. Quero muitas coisas, mas meu corpo está em um êxtase tão grande que só consigo abrir minha boca para permitir que Dean me beije. Sua língua parece estar em fogo, estou totalmente submisso a sua vontade, e ele logo percebe isso, enquanto me encara com seus lindos olhos verdes.

Dean para de me beijar e começa a percorrer meu pescoço com sua língua, ele tira minha camisa com a mesma facilidade que como se ela não existisse. Começa a lamber e a mordiscar um de meus mamilos, enquanto desabotoa os botões de minhas calças. Quando estas caem, nem preciso dizer que meu membro já se encontra rijo e à mostra.

Dean ajoelha e o coloca na boca, me permito jogar a cabeça para trás enquanto solto um longo e arfante gemido.

Ele começa a lamber ao redor de minha glânde, enquanto que com as mãos, massageia minhas nádegas. Em um determinado momento, seu dedo médio encontra com meu ânus. Então ele começa, tanto a engolir meu pênis, quanto a enfiar seu dedo em mim.

Não vejo o passar do tempo. De modo que, em instantes, ele já encontra-se totalmente dentro de mim e eu totalmente dentro dele. Passo a rebolar em seu dedo e ele a girá-lo, enquanto percorre toda minha extensão com sua língua.

Sinto que posso ejacular a qualquer momento, mas isso não acontece. Ele tira seu dedo de dentro de mim e me vira de costas, com a mesma facilidade que tirou minha camisa. Ainda agachado, passa a lamber meu ânus, e então, a penetrá-lo com a língua, posso sentir a refrescância de seu hálito. Ao mesmo tempo, me masturba com uma das mãos.

Assim ficamos, por um período que eu desejava que fosse infinito. Ele para, fica em pé, e me puxa com toda sua força, fazendo-me soltar um grito agudo. Então, pergunta novamente:

— O que você quer?

Não consigo expressar todos os meus desejos em palavras, de modo que apenas rebolo enquanto sinto o membro de Dean, pulsante, dentro de mim. Ele me abaixa no chão, de quatro, e, ainda em pé, começa a me penetrar. Seu ritmo é lento, porém, devido a pressão que exerce, a cada estocada, solto um grito, de prazer. Sinto pingos de suor cairem em minhas costas, e então viro para olhar o rosto de Dean. Sério, sem expressão, com uma risca de suor caindo ao lado de seu olho esquerdo.

Me deita e deita em cima de mim, em algum momento, sua roupa sumiu. Ambos estamos completamente nus, no chão da sala. E ele completamente ereto, completamente dentro de mim. Isso me excita cada vez mais.

Pergunta mais uma vez:

— O que você quer?

Começo a rebolar novamente, e ele instantaneamente entende. Continua com as estocadas, mas dessa vez, com uma velocidade maior. Grito cada vez mais alto.

Ele volta a perguntar:

— O que você quer??

Estou alucinado, a única coisa que posso pedir a ele, sendo minha única vontade neste momento, é que ejacule dentro de mim.

Estou prestes a pedir quando começo a analisar a situação. Dean não poderia estar ali. Ele saíra do purgatório, poderia estar em qualquer lugar. O que acontecia era apenas mais um de meus desejos infâmes.

Enquanto isso, o falso Dean continuava a suspirar, enquanto colocava toda a sua força para dentro de mim.

— Diga! O que você quer??

Voltei à minha consciência. Antes de cair neste sonho, que acabara de virar um pesadelo. Kesabel me disse que eu tinha uma alma, e que isso poderia ser muito útil para ela. Logo, liguei os pontos. Ela quer minha alma. Quer que eu faça um pacto por uma reles satisfação carnal. Nesse instante, o suor que eu achava excitante começou a me dar enjoo, as estocadas que me faziam gemer de prazer, agora me davam uma dor agonizante, e ao invés de ouvir a voz sensual de Dean Winchester, eu ouvia um sibilar agudo, cruciante, dizendo:

— O que você quer?

O feitiço havia passado, não estava mais nas tentações de Kesabel. Porém, poderia utilizar essa situação a meu favor. Kesabel é um demônio antigo, e seu poder é ancestral. Talvez maior que o de Naomi. Eu não tinha uma alma a um mês atrás, posso voltar a conviver com isso. Ouvi novamente o sibilar, seguido de uma estocada tortuante:

— O que você quer?

Gritei, com toda a minha vontade e força:

— Quero minha aura de volta!

Ouço algo parecido com um lamento, e a velocidade das estocadas aumenta num certo ponto em que a dor é tanta que não aguento. Estou prestes a desmaiar quando sinto algo quente e viscoso entrar em mim, logo após, ouço um ruído demôniaco e um último sibilar, antes de desmaiar:

— Isso ainda não acabou!

Notas finais
Nao se preocupem, ja comecei a escrever o próximo.. hahaha Até a próxima!