Notas iniciais
Aqui entram novos personagens.
Divirtam-se.

2-Despertando


Onde Gina e Luna estavam havia quatro caixões de vidro, mas o perturbador é que haviam corpos dentro.


Dois meninos e duas meninas pareciam estar dormindo. O garoto de cabelos cor de ferrugem (loiro e ruivo) tinha uma coruja marrom empoleirada em sua perna. O segundo garoto, de cabelos castanhos, tinha um gato branco e preto enrolado ao seu lado. A menina de cabelos pretos tinha um cão confortavelmente em seu estômago e a ultima menina, com cabelos prateados, tinha uma gata na cor branca ao seu lado. Neville correu para o lado do menino de cabelos de ferrugem e então ficou pálido.

– É ele! — Neville murmurou para si mesmo.

– Ele quem? — Perguntou Harry e Neville o olhou assustado.

– Este é Nathaniel Rodolphus Longbotton – Respondeu ele. — Há um quadro dele na mansão, ele nasceu em 1642 e morreu aos quinze anos. Ele é o único quadro na mansão com quem eu realmente gosto de conversar.

– Ele está em sono mágico — Disse Hermione e então verificando os outros três completou:

– Todos estão.

Harry se moveu até onde a menina de cabelos pretos estava. Em sua opinião ela era uma como uma princesa. Seus cabelos eram cacheados e se olhasse bem de perto podia-se ver que haviam finas mechas em azul. Ela era mais bonita que Cho Chang e Fleur Delacour juntas. Quando ele tocou na tampa do caixão ouviu alguém exclamar atrás dele e viu que Neville fez o mesmo com o garoto chamado Nathaniel, mas o que chocou foi que Nathaniel Longbotton estava acordado. Harry rapidamente se virou para a menina e viu que ela também acordou e o observava com os mais belos olhos azuis que ele já viu.

– Você poderia me tirar daqui,por favor? — Perguntou ela e Harry despertou de seu transe.

– Claro. — Disse ele convocando sua varinha e começando a levitar e tampa para fora. Era pesada, mas depois de cinco minutos ele conseguiu. A menina sorriu e se sentou, o cão em seu colo continuava dormindo e Harry estranhou.

– Zeus. — Ela chamou,demorou um pouco mas então o cão começou a se mexer e abriu os olhos. Quando ele olhou para a menina ele petrificou por um momento, mas então deu um latido de alegria e começou a lamber seu rosto.

– Tudo bem menino, está tudo bem. — Disse ela, acariciando o pescoço do cão que se acalmou.

– Como é seu nome? — Perguntou Harry e a menina olhou surpresa.

– Sophie Annie Potter. — Respondeu ela e Harry congelou. Ele pensou que era o ultimo Potter vivo, mas o que Neville disse? Que Nathaniel nasceu em 1642? Então ela deve ter também.

– Eu sou Harry James Potter. — Se apresentou Harry e Sophie sorriu.

– Sophie! — Exclamou alguém e Harry e Sophie perceberam que Nathaniel estava em pé e olhava pra Sophie em choque. Sua coruja estava em seu ombro e tentava acalmá-lo. — Você está viva! — Disse ele e correu abraçá-la. Zeus que ficou esmagado entre eles, olhou pra Harry como se pedindo ajuda.

– Zeus está sufocando. — Disse Harry e Nathaniel se afastou rapidamente.

– Obrigado. — Suspirou Zeus e Harry olhou pra ele em choque. Já não bastava ele falar com cobras, agora cães também? Sophie vendo sua expressão se apressou em explicar.

– Zeus pode ser entendido por todos de sangue Potter, não se preocupe. — Disse ela e Harry suspirou aliviado.

– Quem são os outros dois? — Perguntou Hermione e Sophie e Nathaniel trocaram olhares alarmados.

– Nossos amigos. — Respondeu Sophie. — Joseph Friederick Lupin e Crysthalina Penélope Malfoy.

Harry olhou interessado. Joseph certamente era muito parecido com Remus. Os cabelos castanho-claros e mesmo sem saber, Harry tinha certeza de que Joseph tem os olhos cor de âmbar. Já a menina, Crysthalina, tinha os cabelos loiros claríssimos, como os de uma veela, característica de todos os Malfoys e os olhos, Harry tinha certeza, seriam cinzentos.

– Malfoy e Potter amigos? — Perguntou Ron arrogantemente e Sophie e Nathaniel olharam friamente pra ele, que se encolheu.

– Crysthal é contra tudo o que sua família impôs ao longo dos séculos. — Disse Nathaniel. Todos olharam para Crysthal, que estava adormecida, e um novo respeito passou por todos.

– Há algum Malfoy para acordá-la? — Perguntou Sophie.

– Tem o Draco, mas não sabemos a lealdade dele. — Respondeu Gina.

– Podemos ir encontrá-lo. — Ofereceu Fred e George acenou de acordo. Os dois tinham sorrisos maldosos em seus rostos.

– Temos que conversar com o pequeno Malfoy. — Disse George.

– Podem ir. — Disse Harry e os dois quase correram para a porta.

– Eles são sempre assim? — Perguntou Nathan e os outros assentiram, principalmente Ron e Gina.

– Pior. — Disseram juntos.

– Eu preciso de uma lareira conectada ao flu do Largo Grimmauld número 12. — Disse Harry olhando para o teto. Sophie e Nathan olhavam pra ele estranhamente, até que uma lareira surgiu na parede. Harry foi até a lareira e abriu a conexão. Olhando para a sala de estar da Mui Antiga e Nobre casa dos Black viu Sirius mexendo em uma caixa e Remus lendo. Ele sorriu ao perceber que nenhum viu ele.

–SIRIUS BLACK, SOLTA A CAIXA AGORA! — Gritou ele e riu quando os dois homens pularam.

– Harry! — Exclamaram os dois, meio divertidos e meio assustados.

– Oi — Cumprimentou ele inocentemente, o que não convenceu ninguém.

– Como você conseguiu uma lareira? — Perguntou Remus, ele e Sirius se aproximaram e se ajoelharam em frente a Harry.

– Na Sala Precisa, é uma sala especial de Hogwarts. — Explicou Harry. — O ponto é, precisamos de Remus aqui, é que encontramos um antepassado seu.

– O que? — Perguntou Remus e Harry olhou para os outros que o observavam atentamente, principalmente Sophie e Nathaniel.

– É melhor você vir e ver por você mesmo. — Disse Harry pra Remus, que assentiu.

– Eu também vou. — Disse Sirius e Harry e Remus suspiraram, mas acenaram de acordo. Sirius estava morrendo de vontade de sair da antiga casa de sua família por meses e essa era a oportunidade perfeita.

– Tudo bem — Disse Harry. — O endereço do flu é A Sala Precisa de Hogwarts.

– Até daqui a pouco. — Se despediu Remus e encerrou a conexão.

Notas finais
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