Notas iniciais
E ai pessoas que tão so lendo mais não são capazes de saber digitar a sua própria opinião sobre o que acabou de ler. Enfim, eu sei que esse começo da fic ta bem confuso e tals, mas aos poucos tudo vai sendo explicado :3 :3

Aproximadamente 25 anos atrás…

Eu corria, olhando para trás o tempo inteiro, dentre a mata. Sabia que os homens do Daegon tinha ordens para me capturarem com vida, eles queria saber o que era a radiação energética que eu exalava, onde eu havia conseguido dispositivos muito avançados comparados ao seu mundo e acima de tudo de onde eu havia vindo.

Parei de correr quando vi o homem de venda a minha frente, imediatamente eu soube quem era. Ele sabia de minha presença, mas se manteve em silêncio por um certo período de tempo.

—Você está bem? – Eu engoli a seco enquanto ainda tentava acalmar minha respiração.

—Melhor agora… –Ri me sentando sobre a raiz grossa de uma árvore.

—Algum animal estava a perseguindo? –Apontou se aproximando dois passos mais ainda se mantendo distante.

—Tecnicamente sim, já que alguns sere humanos se passam por um, mas acho que eles vão deixar para tentar me pegar numa próxima.

—Fez algo de errado, senhorita… ? –Deixou em aberto aguardando que eu dissesse meu nome ou sobrenome. Olhei-o de baixo em cima com um leve sorriso.

—Suchin. –Menti.

—Fez algo de errado, senhorita Suchin? –Retornou a pergunta com um sorriso torto.

—Não. Apenas vim para cá, sr. Takahashi. –Seu sorriso aos poucos se desfez.

—Como sabe…?

—Eu sei algumas coisas sobre você, é meio assustador e você provavelmente vai achar estranho e que eu sou uma ameaça, mas eu não sou. Relaxe, se para alguém se machucar aqui, provavelmente será eu. –Sorri, sem jeito.

—Quem é você? –Questionou sério.

—Suchin, sua amante. –Ele deu uma risada irônica.

—Não saio com mulheres que conheço no meio de uma floresta e que sabem algumas coisas sobre mim enquanto eu nem a conheço, me desculpe.

—So porque lhe conheci agora e dessa maneira, não significa que não teremos alguns dias para se conhecer. Vou passar a semana em Lampang...

—Bom, então boa viagem. –Apontou logo começando a se distanciar.

—Está bem, te vejo por ai, Kenshi. –Sorri mordendo o lábio logo começando a caminhar em direção a Lampang.

Apos alguns minutos de caminhada eu pude sentir-me sendo observada de perto. Ele deveria estar curioso e provavelmente não havia conseguindo ler minha mente. Parei abruptamente e cruzei os braços na frente do corpo.

—Eu sei que você está ai! –Sorri.

—Está bem, iria pegá-la de surpresa e ganhar uma promoção, mas já que quer lutar vamos lá. –Perdi o sorriso ao ver que era um dos homens de Daegon.

Engoli a seco e peguei os bastões que estavam presos atrás na minha cintura, logo eu os saquei e apertei o botão fazendo-o se eletrificar nas pontas. Ele logo correu em minha direção com um soco preparado para me acerta, com um retruque já preparado, ao encontro por fim acertei-o de primeira no braço porém no segundo golpe dele me acertou um soco na bochecha direita. Eu me desequilibrei mas me preparei em seguida deixando ele se aproximar enquanto me mantive retraída, assim que ele ficou próximo o suficiente ele levou uma de suas mãos ao meus cabelos agarrando-os e virando meu rosto em sua direção.

—Machucou querida? –Riu de maneira sádica.

—Não, mas você vai sentir uma dor terrível! –Apontei logo levando um dos bastões a acerta seu saco e deixando que os deliciosos volts o acariciassem.

Ele logo caiu ao chão se contorcendo e gritando de dor. Levei uma mão dentro de minha bota pegando a kunai ali e logo me ajoelhei ao lado dele. Preparei para acertá-la com vontade dentre as pernas dele, mas meu pulso foi impedido. Voltei o olhar a Kenshi que o segurava com firmeza.

—Eu seria a favor de tal ato, mas uma dama com você não merece sujar suas mãos com tal nojeira. –Sorriu de canto.

—Sabia que você estava escondido. –Apontei me levantando.

—Vamos, deixa ele ai, eu acompanho você ate Lampang! –Sorriu de canto.

Fomos em silêncio o decorrer do caminho todo, chegando la o convidei para tomar alguma coisa.

Dias atuais…

Continuei me recordando de quando eu o conheci, ainda de frente para a janela. Takeda me observa sem dizer uma palavra, sentado ao lado da cama onde Kenshi permanecia desacordado. Entendia perfeitamente o silêncio e observação de Takeda. A única coisa que eu esperava dele era que ele me odiasse quando descobrisse o porque de eu ter me afastado, mas havia essa pequena chance de ele compreender que eu fiz o que foi melhor para ele.

—Su... Suchin… –Kenshi começou a se mexer na cama confuso.

—Pai?! –Se apreçou a tocar o ombro dele para acalmá-lo, uma vez que ele estava sem sento, cuja sempre o ajudava ver dentre a escuridão que Shang Tsung o aprisionou.

—Sua mãe… —Apontou tentando se sentar na cama.

—Eu estou aqui, Kenshi! –Apontei me aproximando da cama. Ele virou seu rosto em minha direção. Observei por alguns segundos as orbes totalmente azuis e perdidas dele, dei um leve sorriso recordando dos nossos momentos juntos.

—É impossível… Você… você morreu.

—Você viu meu corpo morto? –Apontei não me aguentando e dando uma leve risada.

—Como é possível? Eles… o dragão vermelho confirmou que haviam matado você!

—Eu tive que… fingir minha morte. –Apontei voltando o olhar para Takeda, que se manteve sério.

—Porque? –Apontou o meu filho desviando o olhar.

—Eles queriam me capturar… eu tenho um determinado conhecimento sobre algo que ate hoje eles tentam entender. E-eu… não podia levar você comigo para onde eu ia, pois o risco era triplicado e eu já sabia que você ficaria bem aqui e que seu pai faria a coisa certa!

—Eu ficaria bem? Ele faria a coisa certa? –Começou aumentando a voz. —Mãe você… isso tudo está tão estranho! –Apontou ele começando a andar de um lado para o outro. –Você surgiu do nada, e mesmo depois de tanto tempo e nem sequer envelheceu um dia!

—Acredite querido, a situação e ainda muito mais estranha do que você imagina!

—Primeiro meu pai me abandona, agora descubro que ate você fez o mesmo!

—Seu pai não te abandonou Takeda! –Apontei dando um passo a frente elevando um tom acima de minha voz. –Sei que parece que fizemos isso, mas acredite, somos seus pais e iremos sempre fazer o que é o melhor para você e acima de tudo zelar pela sua segurança!

—Mãe… –Começou dando um suspiro cansado e impaciente. –O que aconteceu com você esse tempo todo? Onde você estava?

Olhei rapidamente para Kenshi que se mantinha em silêncio apenas ouvindo tudo muito atento.

—Eu não estava perto… disso eu posso lhe garantir, mas só porque eu não estava aqui isso não significa que eu não estive olhando e me assegurando que você estava bem!

—Você poderia dar alguma explicação concreta ao menos uma vez na sua vida! –Apontou Kenshi com a voz dura. –Você não vai enrolar ele assim como você me enrolou desde quando nos conhecemos!

Eu suspirei demoradamente e puxei a outra poltrona ao canto do quarto para mais perto da cama dele.

—Sente-se também, a história pode ser uma pouco longa e um pouco complexa de se intender! –Avisei Takeda.

Notas finais
E ai o que acharam?? bjs '3'
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.