As vezes imagino coisas que não gostaria de imaginar, coisas que me fazem sentir que nada que crio em minha cabeça pode se tornar real.

Essa semana eu tenho imaginado muito e parece que o índice de gostar de você cresceu de uma forma inexplicável, talvez eu esteja um pouco sentimental esses dias.

Este já é seu terceiro texto e eu não sei, pessoinha se irá gostar. Talvez não, já que aparenta ser indiferente quando o assunto é amar, posso estar errada — e me corrija se estiver, por favor.

Acontece que essa sou eu, desse jeito um pouco desastrado, mas que ama muito — sou de peixes, fazer o que? E você é de aquário, fazer o que?

Talvez este seja seu último texto ou talvez não seja, espero que não. Sei que o número de textos escritos não podem passar de seis, três ou dois. Teremaos mais? Quem sabe. Você gostou? Não sei.

Fofa que sou e Marina que sou mais ainda, desejaria muito ser um peixe para em seu límpido aquário mergulhar. Mas fazer o que? Eu sou de peixes e você é de aquário.

E por mais que seja grande o seu aquário, nunca será suficiente para o meu anseio de (a)mar.