Notas iniciais
Bem, eu sei que vocês assim como a Bella disseram SIM, imediatamente ao pedido do Edward. Quem não diria não é? Hoje to acabada de sono, então serei breve. Obrigada pelos reviews, vocês foram doces, muito doces e gentis. Mas, no capitulo de hoje, as coisas começaraão a acontecer. Fazendo uma comparação bem mais ou menos, eu diria que chegamos naquele estagio como quando Bella vai assistir ao jogo de baseboll dos Volturi.

– “Eu juro que mando pra forca seja quem for.”

– “Desculpa Edward, mas seu pai está exigindo sua presença imediatamente.”

– “Diga a ele que estou ocupado Charlie, com a Bella, ele com certeza vai entender.”

– “Acho que hoje não. É urgente.”

Edward olhou para Bella enquanto pegava sua camiseta azul no braço do sofá e a vestia.

– “Perdão Bella, e meus parabéns pelo casamento.”

– “Obrigada Charles.”

– “Charles eu já vou, me dê um minuto, por favor.”

Charles saiu do quarto de Edward deixando-o a sós com Bella.

– “Seja o que for volto o mais rápido possível, amor. Durma um pouco eu te acordo quando chegar.”

– “Prometa que vai tomar cuidado.”

– “Não se preocupe Bella. Apenas durma.”

Edward pegou um casaco preto e seguiu em direção ao escritório de Carlisle, ao chegar na antessala encontrou com Charles.

– “O que está acontecendo para meu pai estar tão nervoso?”

– “Você saberá em breve, seu pai está nesse momento com Eleazar e os Volturi e eu já liguei para Jasper que está a caminho.”

Edward entrou na sala de Carlisle e assim como Charlie informou encontrou o tio, bem como Aro, Caius, Marcus, Felix e Demetri respectivamente, filhos de Marcus e Caius Volturi. Dez minutos depois Jasper entrava na sala, seguido por Emmett, que mesmo sem ser convidado imaginou que seu amigo precisaria dele.

Enquanto esperavam Carlisle se recusou a contar o que estava acontecendo alegando que não iria se repetir, e nem permitir que decisões precipitadas fossem tomadas.

– “Ótimo agora que todos estão aqui, vamos à questão. Caius me informou e trouxe esse relatório para mostrar que Amun está colocando seus homens na fronteira com Taholah, pronto para atacar Siobhan.”

– “Jasper você não foi até lá e conversou com Amun que garantiu que não tinha essa intenção, e que isso seria até prejudicial para as
pessoas de Clallam?”

– “Sim Edward, mas não podemos ignorar esse relatório.”

Edward estava recebendo o relatório das mãos de Jasper e vendo-o pela primeira vez.

– “Carlisle você falou com Siobhan?”

– “Sim Emmett, eu liguei para ela, mas ela não sabia que estava em perigo, e se confirmadas as intenções de Amun, será devastador para Taholah, porque o exercito dela é inferior em numero comparado ao dele e foi pego de surpresa também. Ela me garantiu fidelidade, então é nosso dever protegê-la.”

Edward andava de um lado para outro pensando numa solução para o problema, mas não conseguia ver outra opção que não ir até lá ele mesmo e checar que historia sem pé nem cabeça era essa. Ele conhecia Benjamin, o filho de Amun da época da universidade, quando estudaram na Sorbonne em Paris, e sabia que não era esse o jeito deles resolverem as coisas.

– “Pai e, você por acaso, ligou para Amun para saber das intenções dele?”

– “Sim, Edward liguei, mas ele não estava no local para me atender e sua secretaria ficou de procurá-lo para que entrasse em contato comigo.”

– “Enquanto isso vamos esperar ou vamos agir? O que a população vai pensar do seu governo? Que somos covardes. Eu me recuso a ser um covarde.”

– “Calma Felix, as coisas não são sempre feitas na força, precisamos usar até o ultimo minuto da diplomacia, antes de partirmos para um combate. Eu, pessoalmente, não gosto de usar a força desnecessariamente.”

– “Desnecessariamente. Majestade...”

– “Felix, meu sobrinho, Carlisle está certo. É melhor esperarmos ou quem sabe mandar alguém para tentar manter as coisas em paz. Eu iria claro, se for da sua vontade, Majestade, mas ainda temos que nos preocupar com sua segurança e as questões ligadas a morte de James.”

– “Ainda tem isso. E Victoria. Caius o que você acha?”

– “Eu concordo tanto com Felix quanto com Aro, Majestade, temos que fazer alguma coisa, e o melhor seria enviar um grupo para checar o que está acontecendo e deixar clara a posição do governo.”

– “E qual seria a posição do governo Caius?”

– “Bem Edward, acho que seu pai deixou claro que vamos defender Taholah e garantir que esses insurgentes paguem.”

– “Pai, eu acho que está acontecendo muita coisa diferente ao mesmo tempo. Não imagino porque Amun iria tomar uma decisão que só o prejudicaria, simplesmente não faz sentido. E, no caso da população realmente querer a sua independência, porque nós forçaríamos o contrario, para manter uma determinada porção geográfica, contra a vontade das pessoas do lugar? Não foi isso que você me ensinou que era governar. Não acho que devemos declarar uma guerra contra cidadãos inocentes,
acho que como governo, devemos sim, acatar a vontade do povo.”

– “Edward, você ainda não está preparado para governar, e por isso ainda tem que acatar as vontades do seu rei.”

Edward estava fechando o punho se contendo de raiva pelo que Caius havia acabado de dizer. Ele sempre odiava quando alguém se referia a ele e a Carlisle dessa forma, e não como pai e filho.

– “Estamos todos muito nervosos aqui e vejo que temos muitos motivos para nossas preocupações. Mas ainda acho que podemos esperar até amanhã pelo menos. Charlie você sabe da Renata?”

Renata era a chefe do parlamento. Estava em seu primeiro mandato e caiu nas graças do assessor do rei Aro Volturi. Ela é uma linda mulher com sua pela muito clara e os cabelos negros, alta e bastante elegante.

Como que por mágica assim que Carlisle perguntou por ela ouviu-se uma batida na porta e Renata entrou na sala.

– “Boa noite Renata. Desculpe-me interromper a sua noite, mas estamos com um problema muito serio que precisamos resolver e saber também a posição do parlamento nisso tudo.”

Carlisle a olhava esperando que ela ponderasse junto com ele essa situação. Ele sabia muito bem que de um lado estava a vontade dos Volturi em atacar Amun e do outro estava Edward, que, assim como ele, era contra qualquer grau de violência. Mas, era preciso que alguém indicasse o caminho melhor ser tomado. E quem sabe poderia ser ela?

Renata ouviu atentamente toda historia que foi contada por Carlisle, e ao final Aro sutilmente lhe informou as opiniões contrarias naquela sala.

– “Bem Majestade. Eu imagino então que assim como Aro informou o melhor mesmo seja enviar alguém. Na verdade eu acho que mais de uma pessoa seria o ideal.”

– “Carlisle podemos enviar um grupo tanto de diplomatas como de militares, assim quando se esgotarem as conversações podemos partir para o ataque.”

– “Da forma como você fala Aro parece ter certeza que a diplomacia não vai conseguir resolver esse problema.”

– “Você é um militar Emmett e sabe que nem sempre conversa resolve alguma coisa.”

– “Edward, o que você acha filho?”

– “Não sei pai, não entendo o que está acontecendo e acho que, antes de alguém sair daqui devíamos tentar falar com Amun. Mas, se não houver alternativa eu vou até lá.”

– “Charlie tente mais uma vez encontrar Amun”

Charlie estava ao telefone tentando encontrar Amun, mas mais uma vez foi em vão. A secretaria não conseguia falar com ele.

– “Nada Majestade. A mesma informação da outra vez.”

– “Ok então. Eu vou até lá. E vamos ver o que vai acontecer. Por favor, me passem esse relatório vou precisar estudá-lo para ver qual a melhor forma de abordar essa conversa.”

– “Você não vai só Edward, eu vou com você.”

–“Eu também, não vou permitir que você vá sozinho, isso pode se tornar uma guerra.”

– “Filho, você é o meu sucessor, então volte para cá bem. Tome todo cuidado, e não se preocupe, eu vou estar de olho em Bella.”

Assim, eles se abraçaram e deixaram Esme e Nessie chorando, Alice e Rose abraçadas. E Carlisle muito preocupado, pois ele estava entendendo perfeitamente que havia alguém, e, do governo, que morava em sua casa com muito poder e vontade, de fazer algo muito ruim. Ele só não estava entendendo onde essa pessoa queria chegar.

Notas finais
Bem, parece que as coisas estão começando a pegar fogo. Mas, acreditem em mim. Tudo será por uma boa causa. Não percam a fé. Bom final de semana... Beijooooooooooooooooooooos