Para Sempre

7 The Surprise Day - The Final Part


Notas iniciais
Ok, arrumei mais uma horinha para postar (era o único jeito de controlar minha felicidade extrema aqui kkk')
Enfim... Já sabem, né?

POV: Katy.


[...]

– Kyle, onde estamos? — perguntei.

– Você está com medo?

– Estou com medo do que pode ser!

– Relaxa! Não é nada que possa te machucar!

Nada respondi. Apenas sentia o friozinho na barriga se intensificar a cada minuto.

– Vou desamarrar o pano. — disse quando senti minha barriga parar de sentir frio.

Ele desamarrava hesitantemente. Quando finalmente desamarrou, olhei ao meu redor.

– Meu. Deus. Do. Ceu. Eu. Não. Acredito. — disse, colocando a mão na boca, escondendo um sorriso. — Estamos na roda gigante.

– Pois é.

– Você falou para o carinha parar quando estívessemos no alto, não foi? — perguntei.

– Foi. E eu sabia que você ia adivinhar.

– Mas e as outras pessoas?

– Você tem medo de altura?

– Não, por que?

– Olhe para baixo.

Me curvei, quando todos me viram, começaram a gritar: "Aeeew!". Depois, me voltei para ele.

– Você não pode fazer nada sem chamar a atenção, não é?

Ele sorriu.

– Bem, é para todos ficarem sabendo que você é minha. — respondeu.

Corei e ele deu um suspiro.

– Sabe, nós... Nós estamos muito distantes um do outro ultimamente. Eu não queria que isso acontecesse, e nem você. E essa distância está me corroendo ainda mais por dentro. Eu não consigo mais ficar um dia sem ouvir a sua voz, te abraçar, te beijar, saber que você estará sempre comigo, e principalmente: Feliz. Eu não quero que esteja triste, Katy, nunca. E o pior de tudo, é que quando não nos vemos eu fico imaginando que com você está acontecendo coisas ruins e eu não posso fazer nada, nada para te deixar melhor. Então, eu... — parou para pegar algo no bolso.

Naquele momento, dei um sorriso para não chorar de emoção. Pelo o que parecia, ele ia me pedir em casamento. Tudo indicava que sim. O passeio, o modo que ele se vestiu, o modo como estava me tratando. Eu sei que a gente vai ter que conversar bastante sobre esse assunto, e eu estou disposta a aceitar a melhor alternativa para ficar com ele.

Ele tirou a mão do bolso. E nela estava uma caixinha. Ele estendeu os braços na minha direção e com a caixinha na mão e pronunciou abrindo a caixinha:

– Então eu só queria te agradar. Só para te deixar feliz e me reconfortar um pouco.

Era uma pulseirinha da sorte.

Bem, parece que ele não quer casamento. Ele não quer algo sério. E eu até entendo.

Dei um suspiro.

– Você não quer colocá-la? — perguntou.

Dei um sorriso.

– Coloca em mim. — pedi estendendo o braço para ele colocar a pulseirinha.

Ele pegou a pulseirinha e começou a colocá-la no meu braço.

– Você gostou? — perguntou.

– Sim, gostei.

– Parece que você está triste. O que eu fiz errado?

– É só impressão sua, não é nada.

Ele terminou de colocar e fez um sinal. O homem ligou a máquina e nós voltamos para o chão, sendo aplaudidos pelo parque inteiro. Quando saímos do brinquedo, ele me abraçou e fomos para o meu carro. No carro, me sentei no banco do lado dele e abraçei meus joelhos. Ele deu um suspiro.

– Perfeição, não é impressão minha. Você realmente está triste com alguma coisa. O que eu fiz? — perguntou.

– Nada. É só impressão sua, eu já disse.

– Por que você está assim então?

– Não é nada.

– Eu sei que tem alguma coisa, Katy. Não precisa esconder de mim.

Dei um suspiro. Eu realmente não queria falar sobre aquilo.

– É que... eu pensei que você ia... levar nosso namoro adiante. — respondi, hesitante.

Ele deu um suspiro e pegou meu rosto com as mãos, me fazendo olhar para os olhos verdes intensos.



Notas finais
E então?