Paraíso do Desespero
2 Memórias
Onde eu estou? Aquilo foi apenas um sonho? — Pensei ao abrir os olhos, e percebi que estava em quarto que lembrava uma UTI. Com a cabeça ainda um pouco tonta, tentei me levantar, mas não podia sentir muito bem meu corpo, e os fios presos em meu toráx e na minha cabeça me impediram de me levantar correntamente, o único movimento que fiz, foi erguer o meu braço, mas como estava fraco, foram poucos segundos.
Depois de um tempo, uma enfermeira veio até meu leito, e ao perceber que eu estava acordado, chamou o médico que veio correndo até mim, ele falou algumas palavras, mas antes que eu pudesse entender, eu acabei desmaiando. Um certo tempo se passou, eu já estava em um quarto comum de hospital, e com as forças revigoradas, recebi uma visita de 3 homens vestindo terno.– Você é o senhor Lane, certo? — Disse o aparentemente mais velho. Sim sou eu... — Respondi a ele e perguntei aos mesmos: – E vocês, quem são? – Somos detetives do 19º Departamento de polícia... Eu sou o Slaim, e os outros dois são Jorg e Mikael. — Eles responderam mostrando seus destintivos. – Onde o senhor estava as 22:34 do dia 17 de novembro de 2013, pode nos dizer? — O Sr. Slaim me perguntou com uma expressão séria. – Eu estava voltando para casa com a minha noiva... Quando um homem louco nos atacou, após isso eu não me lembro de nada. Por falar nissso, onde ela está? — Perguntei bastante preocupado, já que em nenhum momento eu vi ela no hospital. – Ela morreu. — Ele me respondeu com um tom de frieza e complementou: – O senhor ficou em coma durante 3 meses, estamos em fevereiro de 2014. Com uma expressão fria, ele ainda me disse: – Você assassinou o homem que os atacou, com 79 golpes na cabeça e continuou até esmagar completamente a cabeça do mesmo, e logo após ser levado sob custódia, tentou cometer suicidio, golpeando sua cabeça contra a porta da viatura. — Após ouvir aquilo, toda a minha memória daquelas cenas voltaram de uma única vez em minha mente. – Então, aquilo não foi um sonho? — Pensei em voz alta, e o Sr.Slaim me algemou e disse: – Sinto lhe informar, mas o senhor está preso sob custódia, até o dia do julgamento, e lá o juíz decidira o seu rumo.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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