Percy continuava no submundo. Já haviam se passado alguns dias. Ele não teve a mesma chance de antes com Perséfone, que estava trancada em seus aposentos.

Ele estava se lembrando de Isah e uma lágrima escorreu pelo seu rosto. Foi quando viu Apolo, o deus enviado ao submundo. Ele disse que precisava sair dali, mas não sabia como. Percy, no fundo, sabia.

Ele se lembrou de Isah e pensou: por que não sair pelo rio das almas?

Foi aí que ele pegou Apolo e conseguiu chegar ao Cérbero. O bastante foi uma bela canção que Percy aprendera com a mãe para fazer a fera adormecer.

Eles estavam no rio. Agora o preciso era uma canoa ou algum barco. Não foi preciso. Com os poderes de Percy, ele conseguiu “construir” uma canoa. O poder da água era realmente surpreendente. Eles conseguiram entrar num barco envolvido de água passando por suas mão e, com a velocidade que Apolo conseguia fazer com o calor do sol, eles logo estavam de volta. Haviam se libertado. Apolo estava mais feliz que Percy. Saltitava e saltitava. Cada vez mais. Só parou quando caiu. Mas, como um deus, não chegou a se machucar.

Algumas horas depois, Percy estava em casa. Mas, precisava voltar ao acampamento que reabriu depois de muita insistência de Annabeth, Grover e Isah. Quíron foi readmitido e o Senhor D estava bem melhor graças a Eco.

Foi pouco o tempo de viagem até o acampamento. Percy estava com Apolo no seu carro. Ele aprendera a dirigir com a ajuda de Quíron e Grover. Grover. Ele precisava voltar a ter aquela amizade com Grover. E com Annabeth também.

Ele chegou no acampamento e logo abraçou e beijou Isah. Grover deu um abraço nele e Annabeth não resistiu. Percy estava aliviado. A paz voltara ao acampamento, agora, dirigido também por Apolo.